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- Inovação, Terras Raras e a Oportunidade Histórica do Brasil na Transição Energética
Inovação, Terras Raras e a Oportunidade Histórica do Brasil na Transição Energética A corrida pela energia limpa é também uma corrida por recursos estratégicos — e o Brasil tem nas mãos um trunfo decisivo: as terras raras. A transição energética deixou de ser uma pauta do futuro para se tornar um imperativo do presente. O mundo caminha, ainda que a passos desiguais, para a descarbonização de sua matriz energética. Nesse novo cenário, recursos minerais antes considerados de interesse limitado ganham protagonismo absoluto — e entre eles estão as chamadas terras raras . O que são terras raras e por que o mundo depende delas? As terras raras são minerais da família dos elementos químicos denominados lantanídeos. Apesar de sua denominação, sua ocorrência na natureza e as reservas atualmente conhecidas são relativamente abundantes. O que as torna "raras" é o grau de complexidade e custo de seu processamento. Esses 17 elementos químicos são componentes indispensáveis na fabricação de motores elétricos, turbinas eólicas, painéis solares, baterias, ímãs permanentes, telas de alta resolução, equipamentos médicos e tecnologias de defesa. Com a expansão da mobilidade elétrica e das energias renováveis, a demanda por terras raras cresce em ritmo acelerado. E é aí que o Brasil entra em cena. O Brasil e seu potencial estratégico O Brasil possui reservas expressivas de terras raras, especialmente nos estados de Minas Gerais, Amazonas e Goiás. Em um contexto geopolítico em que a China responde por mais de 80% da produção mundial desses elementos, países e blocos econômicos buscam fornecedores alternativos confiáveis e sustentáveis. A pergunta que se impõe é: o Brasil está pronto para assumir esse papel? A resposta depende de uma equação que vai muito além da geologia. É preciso investimento em pesquisa, desenvolvimento tecnológico, infraestrutura e, sobretudo, políticas públicas de longo prazo. A criação de cadeias produtivas nacionais de alto valor agregado — que envolvam desde a mineração até o beneficiamento, o refino e a fabricação de componentes — é o único caminho para evitar que o país permaneça na condição de mero exportador de commodities. Empresas como a CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) já vêm desenvolvendo técnicas de aproveitamento desses recursos com foco em inovação e sustentabilidade. Com o avanço de estudos geológicos e tecnológicos, cresce a expectativa de que o país possa alcançar protagonismo na produção mundial. Inovação como vetor de soberania tecnológica Transformar potencial mineral em riqueza estratégica exige pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação . O Brasil começa a dar passos importantes que cabem destaque: GT10 do MIBI/MDIC : Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, responsável por articular políticas públicas para impulsionar a cadeia produtiva de materiais críticos, nos quais se incluem as terras raras. O GT10 integra governo, setor produtivo e academia com foco na inovação e soberania tecnológica. Centro de Inovação e Tecnologia para Ímãs de Terras Raras (CIT SENAI ITR), em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. o CIT SENAI ITR é o primeiro laboratório-fábrica da América do Sul voltado à produção de ímãs de terras raras. A instituição também está próxima de formalizar o projeto estruturante MagBras, que reunirá 28 empresas e seis Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), além do próprio CIT SENAI ITR. A iniciativa cria uma rede robusta de pesquisa e desenvolvimento com foco em soberania tecnológica, inovação industrial e sustentabilidade e visa estruturar uma cadeia nacional e competitiva para esses materiais críticos. Fomento Finep e BNDES: edital que encerrou em maio deste ano, iniciativa no âmbito da Nova Indústria Brasil recebeu 124 propostas de 136 grupos econômicos, com destaque para investimentos em terras raras, lítio, cobre e grafite. Objetivo é apoiar projetos ligados à transformação de minerais estratégicos, totalizando investimento potencial de R$ 85,2 bilhões. Essas iniciativas mostram que o Brasil está começando a alinhar recursos naturais, capacidade tecnológica e inteligência institucional para ocupar seu lugar no tabuleiro da transição energética global. Importante que neste contexto tenhamos visão de médio e longo prazo e políticas de estado perenes que tragam não apenas recursos financeiros, mas também segurança jurídica e política para investimentos robustos também do setor privado. Sustentabilidade: o maior desafio e a maior oportunidade A mineração de terras raras pode gerar impactos ambientais significativos se conduzida sem critérios. O desafio brasileiro está em construir um modelo sustentável , que combine crescimento econômico com responsabilidade ambiental. Isso inclui: Tecnologias limpas de extração e separação; Políticas de reabilitação de áreas mineradas; Reciclagem e reaproveitamento de resíduos industriais; Fomento à pesquisa em universidades e centros tecnológicos. Transformar terras raras em um pilar estratégico exige mais do que mineração, requer uma nova mentalidade industrial , baseada em inovação e sustentabilidade. Uma nova corrida do ouro — e o Brasil pode liderar O mundo caminha para uma economia verde, digital e descarbonizada. E nesse novo cenário, os elementos raros são a base invisível sobre a qual se erguerá boa parte da tecnologia do século XXI. O Brasil tem as condições ideais para liderar esse processo: reservas abundantes, capacidade científica instalada, capital humano qualificado e um ecossistema de inovação em expansão . O momento exige coordenação estratégica, investimento e visão de futuro. Se bem conduzida, essa jornada pode gerar bilhões em investimentos, novos empregos, fortalecimento da indústria nacional e posicionar o país como referência mundial em mineração e tecnologia limpa . Vamos conversar sobre isso? Se você atua nos setores de inovação, mineração, energia ou políticas públicas, quero ouvir sua opinião. Como o Brasil pode consolidar uma cadeia sustentável e inovadora de minerais estratégicos? O debate está aberto. #inovacao #terrasraras #transicaoenergetica #mineracao #sustentabilidade #CTI #Brasil #MineraisCriticos #CITSENAIITR #GT10 #tecnologia #economiaverde #industria4.0 #liderança #SoberaniaNacional #MineraisEstrategicos Inovação, Terras Raras e a Oportunidade Histórica do Brasil na Transição Energética
- Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa
Brasília – 18 de junho de 2025 – O Congresso Nacional concluiu nesta semana a votação que derruba os principais vetos presidenciais ao marco legal da energia eólica offshore no Brasil. A decisão representa uma vitória para o setor elétrico, especialmente para pequenos produtores e para projetos de geração renovável vinculados ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), bem como para Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa A derrubada dos vetos garante, entre outros pontos, que contratos de usinas do Proinfa – programa criado no início dos anos 2000 para estimular fontes alternativas – possam ser prorrogados por mais 20 anos, sob regras já previstas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A decisão beneficia dezenas de empreendimentos eólicos, de biomassa e PCHs que já viam seus contratos originais se aproximando do fim, sem regras claras para renovação. Além disso, o Congresso também retomou artigos que tratam da prorrogação de contratos de uso de bens da União para PCHs. A medida assegura mais estabilidade regulatória e abre caminho para novos investimentos no segmento de pequenas hidrelétricas, consideradas uma fonte renovável relevante para a segurança energética do país. Mas o ponto mais simbólico da votação foi a preservação do capítulo que define as bases para o desenvolvimento da energia eólica offshore no Brasil. O texto estabelece critérios para cessão de uso do espaço marinho, assegura prioridade para projetos que avancem em licenciamento ambiental e define a necessidade de realização de leilões para garantir competitividade entre os interessados em explorar o potencial eólico da costa brasileira. Com isso, o marco legal das eólicas offshore volta a ter força integral, criando segurança jurídica para investidores e sinalizando a disposição do país em atrair capital privado para explorar uma das fontes de energia mais promissoras da transição energética global. Repercussão no setor Especialistas e representantes do mercado comemoraram a decisão. Para associações do setor eólico e de PCHs, a medida corrige distorções que poderiam comprometer a viabilidade de projetos maduros e já consolidados, além de abrir espaço para novos empreendimentos de larga escala no mar, área em que o Brasil é visto como um mercado emergente com grande potencial. "A decisão do Congresso elimina incertezas e torna o ambiente de negócios mais previsível para investidores nacionais e internacionais" , avaliou um executivo do setor ouvido pelo EnergyChannel . O marco das eólicas offshore é considerado fundamental para que o Brasil diversifique ainda mais sua matriz energética renovável, hoje já fortemente baseada em hidrelétricas e energia solar. Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa
- ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil
Brasília – 18 de junho de 2025 – O cenário de crescimento acelerado das fontes renováveis no Brasil traz consigo um novo desafio para o setor elétrico: o aumento do curtailment – termo que se refere à limitação ou corte da geração de energia de usinas renováveis, mesmo quando elas estariam tecnicamente aptas a produzir. ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil Em recente análise, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sinalizou que essa prática deve se intensificar nos próximos anos, principalmente em regiões com alta concentração de usinas solares e eólicas, como o Nordeste. O motivo: a expansão dessas fontes variáveis não tem sido acompanhada no mesmo ritmo por obras de reforço em transmissão e por soluções de armazenamento, criando gargalos na capacidade de escoamento da energia gerada. ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil “Estamos diante de um novo patamar de operação do sistema, em que o excesso momentâneo de geração renovável já não é exceção, mas uma realidade recorrente”, destacou o ONS no documento técnico. Isso significa que, mesmo com condições climáticas ideais para produção, usinas poderão ser acionadas para reduzir ou parar sua geração, a fim de evitar sobrecarga nas redes ou desequilíbrios operacionais. Impacto econômico e necessidade de modernização Esse fenômeno, que já vem sendo registrado em picos sazonais, poderá impactar diretamente a receita de empreendedores do setor renovável. Para os investidores, representa um risco adicional em projetos que dependem de previsibilidade de geração e retorno financeiro. Segundo analistas ouvidos pelo EnergyChannel , o crescimento do curtailment reforça a urgência de políticas públicas e ações estruturantes – como a modernização das redes de transmissão, o incentivo a soluções de armazenamento de energia (como baterias em larga escala) e a adoção de mecanismos de mercado mais flexíveis, incluindo resposta da demanda. “Não basta apenas adicionar nova capacidade de geração renovável. O sistema precisa ser preparado para absorver essa energia de forma eficiente e segura, evitando desperdícios e perdas econômicas” , avaliou um consultor especializado em planejamento energético. Oportunidades em meio ao desafio Apesar do alerta, o cenário abre espaço para inovação. Tecnologias de armazenamento, como baterias de lítio e sistemas híbridos, ganham relevância estratégica. Além disso, soluções de gestão inteligente da demanda – permitindo o ajuste do consumo em momentos de excesso de oferta – podem mitigar o problema. O ONS também sugere que leilões futuros de energia e projetos de expansão considerem de forma mais integrada a distribuição geográfica das novas usinas e a capacidade real da malha elétrica, a fim de reduzir o risco de curtailment nos próximos ciclos de crescimento. Para o Brasil, que busca consolidar uma matriz energética limpa e competitiva no cenário global, o desafio do curtailment é mais um fator que exigirá planejamento, investimento e inovação para ser superado. ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil
- Os Desafios da Eletrificação do Transporte Coletivo nas Cidades Brasileiras
Por Marco Saltini , Vice-president at VW Truck & Bus Com o avanço das discussões sobre sustentabilidade e a necessidade urgente de redução das emissões de gases de efeito estufa, a eletrificação do transporte coletivo desponta como uma solução estratégica para os centros urbanos brasileiros. No entanto, apesar dos benefícios ambientais e econômicos associados à transição dos ônibus a diesel para modelos elétricos, as cidades brasileiras enfrentam uma série de desafios que tem dificultado a consolidação dessa nova solução de mobilidade. Os Desafios da Eletrificação do Transporte Coletivo nas Cidades Brasileiras Um dos principais entraves à eletrificação está na ausência de infraestrutura adequada. Se por um lado vemos a crescente presença de automóveis elétricos ou híbridos plug in circulando nas grandes cidades brasileiras, a situação para as frotas de ônibus urbanos nestas cidades é bem mais complexa. A rede de abastecimento elétrico, por exemplo, não está preparada para atender à demanda de carregamento em larga escala. A instalação de eletropostos, subestações, pontos de recarga e sistemas de gerenciamento inteligente da energia exige altos investimentos e planejamento urbano integrado, o que ainda é uma barreira em muitas cidades. Os Desafios da Eletrificação do Transporte Coletivo nas Cidades Brasileiras Além disso, os sistemas de transporte atuais foram concebidos com base em veículos movidos a combustíveis fósseis. A adaptação da malha viária, garagens e terminais de ônibus para atender às novas exigências tecnológicas é um processo complexo e dispendioso e precisa necessariamente ser planejado como um todo. Não basta apenas a aquisição dos veículos, é preciso principalmente equacionar a questão da recarga destes veículos. Há de se considerar por exemplo que boa parte destes ônibus voltam às garagens no inicio da madrugada e tem que minimamente fazer uma higienização (limpeza, lavagem), manutenção (e não apenas de sistema de propulsão mas de todos os itens que compõe por exemplo a carroceria) e recarregar para que no inicio da manhã já esteja apto a circular novamente. É impossível resolver estas situações? Claramente não, mas é preciso planejar adequadamente as soluções e desafios, que não são poucos. O custo de aquisição de ônibus elétricos ainda é significativamente superior ao dos modelos convencionais a diesel. Embora os veículos elétricos tenham menor custo operacional ao longo da vida útil (menos manutenção e menor gasto com energia em comparação ao diesel), o investimento inicial elevado dificulta sua adoção em larga escala, especialmente para prefeituras e empresas concessionárias com orçamentos limitados. Esse cenário exige a criação de políticas públicas de financiamento, subsídios e incentivos fiscais, além de parcerias público-privadas para viabilizar a eletrificação de forma escalável e sustentável. Isto tem sido uma prática em países desenvolvidos e até mesmo em alguns países em desenvolvimento mas não temos visto ações concretas no Brasil. A eletrificação do transporte coletivo requer diretrizes claras e articulação entre os níveis federal, estadual e municipal. No entanto, ainda há carência de políticas públicas robustas que incentivem a transição energética no setor de mobilidade urbana. Muitas iniciativas ocorrem de forma isolada, sem continuidade administrativa ou metas claras de redução de emissões. O planejamento de longo prazo é essencial para que a transição ocorra de maneira eficiente, com integração entre transporte, energia e desenvolvimento urbano. A criação de marcos regulatórios, metas de eletrificação e programas de capacitação técnica são passos fundamentais para impulsionar este processo. A criação de marcos regulatórios, metas de eletrificação A operação e manutenção de ônibus elétricos exigem conhecimentos técnicos específicos que ainda são escassos no Brasil. A formação de profissionais capacitados, desde motoristas até técnicos de manutenção e engenheiros, é indispensável para garantir a eficiência e segurança do sistema. Lembremos que estes veículos operam com alta tensão e portanto os cuidados com manutenção são específicos. Além disso, é preciso preparar todo o ambiente que envolve a circulação desta tecnologia. Por exemplo, em caso de acidentes, como fazer o resgate de vitimas sem por em risco as próprias vítimas e as equipes de resgate. O Brasil é um país de dimensões continentais e grande desigualdade entre suas cidades. Enquanto capitais como São Paulo, Curitiba e Salvador já iniciaram programas-piloto com ônibus elétricos, municípios de médio e pequeno porte ainda enfrentam dificuldades até mesmo para renovar suas frotas a diesel por veículos com tecnologias mais avançadas, como os que atendam aos limites da atual legislação de emissões do PROCONVE (P8/Euro 6). A adoção de políticas públicas inclusivas, que contemplem diferentes realidades regionais, será crucial para que a eletrificação do transporte coletivo não acentue ainda mais as desigualdades urbanas. A eletrificação do transporte coletivo de passageiros é um passo necessário para a construção de cidades mais sustentáveis, limpas e eficientes. Porém, sua implementação no Brasil depende de ações coordenadas, investimentos contínuos e uma visão estratégica de futuro. Superar os desafios técnicos, econômicos e institucionais exige não apenas vontade política, mas também o engajamento da sociedade civil, do setor privado e da comunidade científica. A mobilidade elétrica não é uma utopia distante — é um caminho possível, desde que percorrido com planejamento, inovação e compromisso. Por fim, é fundamental considerar também as potencialidades brasileiras para o uso de biocombustíveis como o biodiesel, HVO e Biometano. Isto não pode e não deve ser desprezado. São alternativas que podem garantir uma transição adequada dentro de um planejamento que permita uma descarbonização do transporte que deve ser o principal objetivo para uma mobilidade sustentável. Os Desafios da Eletrificação do Transporte Coletivo nas Cidades Brasileiras
- PREÇOS DA ENERGIA ELÉTRICA NO MERCADO LIVRE: ALTA SIGNIFICATIVA EM 2025
Como alguns que acompanham meus artigos já notaram, vez ou outra menciono a curva forward da BBCE. Considero essa ferramenta útil para entender o sentimento do mercado, embora nem sempre isenta de vieses — algo que quem lida com energia no dia a dia já aprendeu a observar com cautela. PREÇOS DA ENERGIA ELÉTRICA NO MERCADO LIVRE: ALTA SIGNIFICATIVA EM 2025 Em 2025, essa curva tem refletido uma escalada expressiva nos preços do mercado livre de energia elétrica, impulsionada por fatores climáticos que impactam diretamente a geração hidrelétrica, responsável por cerca de 60% da capacidade instalada no país, segundo dados da EPE (2024). A redução na perspectiva de chuvas, aliada a taxas elevadas de evapotranspiração, tem pressionado fortemente os contratos negociados na plataforma EHUB. Neste artigo, analiso essas tendências de preços, os efeitos do clima sobre o sistema e as estratégias de mercado — como os contratos Swap Físico — que têm ganhado espaço como forma de mitigar riscos em um cenário de incerteza crescente. SITUAÇÃO ATUAL DOS PREÇOS Os preços de energia no mercado livre registraram aumentos expressivos na última semana, conforme reportado pela BBCE em 16 de junho de 2025. Os contratos mais negociados, com vencimento em julho de 2025, subiram 20,81% , alcançando R$ 267,10 por MWh . Esses contratos movimentaram 881 GWh em 509 operações , totalizando R$ 207 milhões na plataforma EHUB, destacando a alta liquidez desse período. Outros contratos também apresentaram elevações significativas: Agosto de 2025 : Aumento de 22,09% , de R$ 270,08 para R$ 329,75 por MWh . Fim de 2025 : Energia convencional: Alta de 12,44% , para R$ 328 por MWh . Energia incentivada: Alta de 11,16% , para R$ 358,80 por MWh . Produtos mensais e anuais : Todos os contratos mensais até setembro de 2025, o quarto trimestre de 2025, e os produtos anuais de 2026 e 2027 também registraram aumentos. Além disso, nesta semana algumas comercializadoras estão negociando energia a preços ainda mais altos, entre R$ 290,00 e R$ 350,00 por MWh , enquanto a Eletrobrás, por exemplo, oferece a competitivos R$ 269,00 por MWh para grandes consumidores , refletindo a volatilidade do mercado. FATORES CLIMÁTICOS A principal causa dessa alta nos preços é a menor perspectiva de chuvas, que compromete a geração hidrelétrica. Segundo previsões climáticas da Organização Meteorológica Mundial (WMO), o El Niño-Oscilação Sul (ENOS) deve permanecer em estado neutro até meados de 2026, com índices Niño variando em ±0,5°C da média histórica. No entanto, um gradiente leste-oeste nas temperaturas do Pacífico, com anomalias negativas de até -0,8°C na região Niño 4 e positivas de +0,6°C na região Niño 1+2, sugere condições semelhantes a uma La Niña fraca. No Atlântico, temperaturas 0,3°C acima da média aumentam a evapotranspiração em áreas tropicais. No Brasil, as chuvas devem ser 30-40% abaixo da média no Atlântico equatorial e sudeste do Pacífico entre junho e agosto de 2025, com volumes entre 50-70 mm , contra 120 mm históricos. Isso pode reduzir as vazões em bacias como a do São Francisco em 10-15% , de 2.800 m³/s para 2.400 m³/s . No Sudeste, a evapotranspiração deve atingir 4,5 mm/dia , impulsionada por temperaturas 1,5°C acima da média (cerca de 28°C ), impactando reservatórios como os da Cantareira, que operam entre 40-50% da capacidade em anos neutros. Por outro lado, o noroeste da Amazônia pode registrar chuvas 20-25% acima da média , cerca de 200 mm contra 160 mm , aumentando as vazões na bacia do Madeira em 12% , de 18.000 m³/s para 20.200 m³/s . No entanto, temperaturas globais entre 1,2-1,8°C acima da média elevam a evapotranspiração em até 10% , reduzindo os ganhos hídricos. Esses fatores climáticos pressionam os reservatórios, aumentando a dependência de fontes mais caras e elevando os preços no mercado livre. IMPACTO NOS AGENTES DO MERCADO A alta nos preços afeta diretamente os agentes do mercado livre, incluindo comercializadoras, geradoras e consumidores. A volatilidade levou algumas comercializadoras a praticarem preços entre R$ 290,00 e R$ 335,00 por MWh , enquanto a Eletrobrás mantém preços competitivos a R$ 269,00 por MWh . Essa disparidade reflete estratégias distintas para lidar com a incerteza climática e a escassez hídrica. Empresas que dependem de contratos de curto prazo enfrentam custos mais altos, enquanto aquelas com contratos de longo prazo podem mitigar os impactos. A volatilidade também foi observada em 2024, quando a negociação de contratos na BBCE triplicou, alcançando R$ 88,4 bilhões , devido a uma seca severa e aumento da carga, conforme reportado pela InfoMoney em 9 de janeiro de 2025. Esse cenário reforça a tendência de preços elevados em 2025, especialmente com a continuidade da seca. CONTRATOS SWAP FÍSICO Como sabemos, os preços da energia no mercado livre podem variar muito entre os submercados devido a fatores como o clima. Por exemplo, uma seca no Nordeste pode reduzir a água nos reservatórios hidrelétricos, diminuindo a geração de energia e aumentando os preços. Já no Sul, chuvas abundantes podem manter os preços mais baixos. Os contratos Swap Físico permitem que as empresas ajustem suas posições para evitar pagar preços altos em regiões afetadas. Recentemente, a curva para contratos Swap Físico com vencimento em junho de 2025 encerrou a semana negativa em R$ 21,41, indicando que o mercado está se ajustando às condições climáticas (Preços de energia voltam a subir). Isso mostra que as empresas estão usando esses contratos para se protegerem contra a volatilidade de preços causada por chuvas abaixo da média. PERSPECTIVAS PARA O FUTURO As previsões para 2026 indicam a continuidade do ENOS em estado neutro, com chuvas 5-10% abaixo da média no Sudeste (de 150 mm para 135 mm por mês no verão) e aumento de 8% no Sul (de 180 mm para 195 mm ). A evapotranspiração, com temperaturas médias de 27°C no Sudeste, pode reduzir os níveis dos reservatórios em mais 3-5% , especialmente na bacia do Paraná. Para 2027, modelos do IPCC (2023) apontam uma probabilidade 20% maior de secas severas, possivelmente devido a uma La Niña, com chuvas no Sudeste e Nordeste caindo 40-50% (de 120 mm para 60-72 mm por mês), reduzindo os reservatórios em 20-25% . Para enfrentar esses desafios, o modelo GTEP sugere aumentar a capacidade eólica no Nordeste em 10-15% , de 20 GW para 23 GW , e investir em linhas de transmissão para escoar 5 GW adicionais do Sul. Tecnologias como baterias, com capacidade de 2 GW , podem gerenciar picos de demanda, enquanto barragens para regular vazões e sistemas de drenagem urbana podem minimizar perdas. CONCLUSÃO Os preços elevados da energia no mercado livre em 2025 — com contratos oscilando entre R$ 267,10 e R$ 358,80 por MWh — são consequência direta de um cenário climático desfavorável, marcado por chuvas abaixo da média histórica e evapotranspiração acentuada que compromete a geração hidrelétrica. A curva forward da BBCE Incentivada 50, observada no início de maio, já apontava esse movimento de alta, partindo de R$ 252,14/MWh em maio e saltando para patamares próximos a R$ 368/MWh entre julho e dezembro . Embora algumas semanas recentes tenham dado sinais de acomodação ou recuo pontual, é fundamental que os consumidores não interpretem isso como tendência definitiva de queda . Pelo contrário: os valores da curva atual podem, sim, retornar ao patamar registrado em maio, ou até superá-lo, caso o cenário hidrológico continue se deteriorando ou as previsões climáticas não se confirmem. Ou seja, não estamos apenas diante de uma alta passageira, mas de uma instabilidade que exige atenção redobrada . Com a manutenção da seca até pelo menos 2026 e riscos crescentes de secas severas em 2027, o momento exige um olhar estratégico. Diversificar fontes de suprimento, utilizar instrumentos como contratos Swap Físico e antecipar a alocação de energia com inteligência são ações que se tornam cruciais. O monitoramento contínuo das variáveis climáticas e os investimentos em infraestrutura de geração e transmissão serão determinantes para mitigar riscos e evitar surpresas desagradáveis em um mercado cada vez mais volátil. PREÇOS DA ENERGIA ELÉTRICA NO MERCADO LIVRE: ALTA SIGNIFICATIVA EM 2025
- Huasun Energy Acelera a Comercialização de Tecnologia HJT por Meio de Alianças Estratégicas em Materiais-Chave para Módulos Fotovoltaicos
Durante a SNEC PV Expo Shanghai, realizada entre 11 e 13 de junho de 2025, a Huasun Energy — líder global em tecnologia solar de heterojunção (HJT) — anunciou uma série de parcerias estratégicas com o objetivo de impulsionar a pesquisa e desenvolvimento, a inovação em materiais e a expansão de mercado. A iniciativa representa um passo importante rumo à comercialização em larga escala da tecnologia HJT. Em conjunto com o Comitê Administrativo da Zona de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico de Xuancheng, sua subsidiária de investimentos ligada ao Grupo Kaisheng, e a fabricante de pastas condutoras DK Electronic Materials (DKEM), a Huasun irá desenvolver materiais de metalização de nova geração para células HJT — incluindo pasta de cobre revestida com prata, pasta de cobre puro e adesivo butílico. O objetivo da cooperação é estabelecer um processo verticalmente integrado, desde a pesquisa até a produção em massa, com foco na redução de custos, aumento da eficiência e fortalecimento da resiliência da cadeia de suprimentos da tecnologia HJT. Huasun Energy Acelera a Comercialização de Tecnologia HJT por Meio de Alianças Estratégicas em Materiais-Chave para Módulos Fotovoltaicos A Huasun também está expandindo sua atuação em inovação no segmento de vidro fotovoltaico por meio de parcerias estratégicas: Almaden: A colaboração prevê a produção personalizada de vidro fotovoltaico ultrafino, otimizado para módulos HJT, atendendo à demanda do setor por estruturas mais leves e de alta transmitância de luz. Huasun Energy Acelera a Comercialização de Tecnologia HJT por Meio de Alianças Estratégicas em Materiais-Chave para Módulos Fotovoltaicos Triumph New Energy , subsidiária do China National Building Materials Group (CNBM): As duas empresas vão explorar conjuntamente o desenvolvimento de materiais de vidro fotovoltaico de nova geração, com o objetivo de melhorar o desempenho dos módulos solares, aproveitando a experiência da Triumph em processos de vidro laminado. Huasun Energy Acelera a Comercialização de Tecnologia HJT por Meio de Alianças Estratégicas em Materiais-Chave para Módulos Fotovoltaicos Newtime: Em parceria com esta importante fabricante europeia de vidro, a Huasun irá desenvolver soluções de fotovoltaico integrado a edifícios (BIPV) e módulos HJT de alta eficiência na Itália. A iniciativa une os 20 anos de expertise da Newtime em vidro arquitetônico com a tecnologia HJT da Huasun, de olho no crescente mercado europeu de energia renovável. Huasun Energy Acelera a Comercialização de Tecnologia HJT por Meio de Alianças Estratégicas em Materiais-Chave para Módulos Fotovoltaicos Ao alinhar estrategicamente recursos essenciais da cadeia produtiva — tanto a montante quanto a jusante — a Huasun acelera a transição da inovação para a industrialização em grande escala. Essas alianças fortalecem sua liderança tecnológica e contribuem para superar o desafio histórico da indústria fotovoltaica: o equilíbrio entre eficiência, custo e confiabilidade. Huasun Energy Acelera a Comercialização de Tecnologia HJT por Meio de Alianças Estratégicas em Materiais-Chave para Módulos Fotovoltaicos
- ABGD promove mais uma edição do Conexão Empresarial
Reforma do Setor Elétrico em Pauta: Desafios e Oportunidades A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) realiza no próximo dia 30 de junho , em São Paulo, mais uma edição do Conexão Empresarial ABGD . Com o tema “Reforma do Setor Elétrico em Pauta: Desafios e Oportunidades” , o evento promete reunir especialistas, autoridades e empresários para debater os rumos do setor elétrico brasileiro diante das transformações regulatórias e tecnológicas em curso. ABGD promove mais uma edição do Conexão Empresarial O evento acontece no auditório da ABGD , das 9h às 13h , e deve reunir cerca de 100 convidados , entre representantes de empresas associadas, líderes do mercado e profissionais ligados à transição energética. A programação inclui painel-debate temático, palestra empresarial e coffee break de networking , proporcionando um ambiente propício para troca de experiências, construção de parcerias e articulação institucional. Entre os temas que estarão em pauta, destacam-se: Armazenamento de energia e integração com a rede elétrica Regulação das baterias Mercado e oportunidades emergentes Modelos de negócios e comercialização Faturamento, medição e impactos na distribuição Abertura do mercado livre e a relação com a geração distribuída ONS, DSO e futuro dos recursos energéticos distribuídos Tarifas, encargos e legislação aplicável Atuação da ABGD, estudos de caso e próximos passos do setor “O Conexão Empresarial é mais do que um encontro entre associados, é um movimento estratégico para fomentar conhecimento, negócios e conexões que impactam diretamente o futuro da geração distribuída no país”, afirma Carlos Evangelista , Presidente da ABGD. Palestrantes confirmados: Bernardo Marangon – Canal Solar Ricardo Lira – Sany Prof. Marangon – ABGD Zilda Costa – ABGD Carlos Café – AEVO Energia Marco Togniazollo – Secpower Miriam Penna – UCB Vinícius Berná – Cela Marcelo Souza – Gotion Einar Tribuci – Tribuci Advogados Priscila Pereira – Thopen O evento integra o calendário anual da ABGD e reforça o compromisso da entidade com o desenvolvimento sustentável do setor elétrico e a valorização da geração distribuída como pilar da transição energética brasileira. Evento: Conexão Empresarial ABGD Tema: Reforma do Setor Elétrico em Pauta: Desafios e Oportunidades Data: 30 de junho de 2025 Horário: Credenciamento e welcome coffee às 9h | Início às 10h | Término às 13h Local: Auditório da ABGD – Av. Dr. Chucri Zaidan, 1550 – São Paulo/SP Formato: Painel-debate, palestra institucional e networking Link para inscrição : https://www.sympla.com.br/evento/conexao-empresarial-abgd/2975808?referrer=www.google.com ABGD promove mais uma edição do Conexão Empresarial
- SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação
Shanghai (China) – Reportagem Especial EnergyChannel Durante a SNEC 2025, a SolaX Power apresentou ao mercado global suas novas soluções de armazenamento de energia em alta tensão, desenvolvidas para otimizar projetos de grande porte com foco especial na simplicidade de instalação e robustez operacional. SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação A linha ESS Aelio foi projetada para atender demandas de larga escala, como usinas solares e aplicações industriais, oferecendo opções de configuração que variam entre 2MW/5MWh e 7,5MW/15MWh de capacidade. De acordo com a fabricante, o grande diferencial da solução está em sua estrutura pré-fabricada, que chega ao cliente com toda a infraestrutura de conexão interna pronta, reduzindo drasticamente o tempo de instalação no campo. SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação “É uma solução desenhada para agilizar o trabalho do integrador. Todas as conexões internas – baterias, BMS e gerenciamento de cargas – saem da fábrica já integradas, o que elimina a necessidade de ajustes manuais ou intervenções no local”, explicou a equipe técnica da SolaX à reportagem do EnergyChannel. A instalação no cliente final, segundo a empresa, pode ser concluída em cerca de uma hora, bastando realizar as conexões AC, fotovoltaicas e de comunicação na parte lateral do container. SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação O sistema opera com tecnologia de alta tensão e conta com um avançado BMS (Battery Management System), responsável pela gestão inteligente de todo o banco de baterias, bem como pelo controle de cargas prioritárias e interface com a rede elétrica. Um ponto técnico relevante é a capacidade do sistema operar em 0.5C, o que significa que ele é capaz de entregar até 50% da energia armazenada de forma contínua, ideal para aplicações que exigem flexibilidade e resposta rápida. SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação Além da eficiência energética, a SolaX enfatiza o ganho logístico e operacional para integradores e EPCs: “O projeto prevê não apenas robustez tecnológica, mas também facilidade de transporte, instalação e comissionamento, o que se traduz em menos tempo de obra e maior produtividade nas operações de campo”, destacou o representante da empresa. SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação Essa solução evidencia o compromisso da SolaX em fornecer sistemas de armazenamento de energia que atendem às crescentes demandas globais por flexibilidade, escalabilidade e segurança na transição energética. Para mais novidades exclusivas direto da SNEC 2025, continue acompanhando o EnergyChannel. SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação SolaX destaca solução de armazenamento de energia de alta tensão com foco em agilidade e eficiência na instalação
- Solis apresenta solução inovadora para o mercado brasileiro de energia solar na SNEC 2025
Shanghai (China) — Cobertura Especial EnergyChannel Direto da SNEC 2025, a maior feira de energia renovável do mundo, a Solis revelou uma solução tecnológica sob medida para o mercado brasileiro: o novo inversor split-fase, uma resposta concreta à demanda específica do setor residencial no Brasil. Solis apresenta solução inovadora para o mercado brasileiro de energia solar na SNEC 2025 Em entrevista exclusiva ao EnergyChannel, Renato Sakamoto, engenheiro de suporte técnico da Solis, destacou os diferenciais do equipamento. “Trata-se de uma solução pensada para a realidade elétrica brasileira, com redes de 127V e 220V, sem necessidade de transformadores para rebaixamento de tensão, o que reduz custos e simplifica a instalação”, explicou. Solis apresenta solução inovadora para o mercado brasileiro de energia solar na SNEC 2025 O novo inversor não se limita à compatibilidade elétrica. Ele também se destaca pela versatilidade: é compatível com diversas marcas de baterias, ampliando o leque de opções para integradores e usuários finais. Além disso, o equipamento pode ser usado como sistema de backup, oferecendo segurança energética em situações de instabilidade na rede pública. Outro ponto importante é a possibilidade de operação em série, o que permite ampliar a capacidade do sistema conforme a necessidade do projeto — seja em residências, comércios ou pequenas indústrias. Solis apresenta solução inovadora para o mercado brasileiro de energia solar na SNEC 2025 A aposta da Solis nessa tecnologia reflete a atenção crescente do mercado global às especificidades regionais da América Latina, em especial do Brasil, um dos principais polos de expansão da energia solar nos próximos anos. A nova linha de inversores apresentada na SNEC 2025 já gera expectativas entre distribuidores e integradores brasileiros que buscam soluções mais eficientes, econômicas e adaptadas à infraestrutura elétrica local. Fique ligado no EnergyChannel para mais novidades e lançamentos direto da SNEC 2025. Solis apresenta solução inovadora para o mercado brasileiro de energia solar na SNEC 2025 Solis apresenta solução inovadora para o mercado brasileiro de energia solar na SNEC 2025
- Sungrow estreia "Sungrow Talks": novo podcast vai conectar o setor de energia solar brasileiro às principais tendências e inovações do mercado mundial
Foto crédito, Sungrow: Sungrow estreia "Sungrow Talks": novo podcast vai conectar o setor de energia solar brasileiro às principais tendências e inovações do mercado mundial Através de entrevistas, análises e debates com especialistas, líderes do setor, formuladores de políticas e outros atores relevantes, o podcast oferece uma plataforma para compartilhar experiências, informações e boas práticas; O podcast amplia o alcance e a acessibilidade ao disponibilizar conteúdos de alta qualidade no YouTube, Spotify e redes sociais; Apresentado por Eduardo Martinesco e Caroline Oliveira, o "Sungrow Talks" já conta com oito episódios trazendo conteúdo relevante para públicos diversos, incluindo especialistas, parceiros e entusiastas, com convidados de empresas renomadas e especialistas da Sungrow. Foto crédito, Sungrow: Sungrow estreia "Sungrow Talks": novo podcast vai conectar o setor de energia solar brasileiro às principais tendências e inovações do mercado mundial Brasil, 17 de janeiro de 2025 - A Sungrow, líder global em fornecimento de inversores e sistemas de armazenamento de energia, reforça seu compromisso com o desenvolvimento do mercado de energia solar na região com o lançamento do "Sungrow Talks", o seu novo podcast oficial no Brasil. A iniciativa visa ampliar o diálogo, compartilhar conhecimento e promover debates qualificados sobre as principais inovações, tendências e desafios do setor de energia, sustentabilidade e tecnologia. A criação do "Sungrow Talks" tem um propósito estratégico de fortalecer o setor de energia solar no Brasil, um país com um potencial excepcional para a geração de energia limpa e renovável. O podcast serve como uma plataforma de disseminação de informações, troca de experiências e debates sobre as inovações tecnológicas, políticas e econômicas que impactam o mercado de energia solar. Dessa forma, contribui para a formação de um ecossistema mais informado, colaborativo e preparado para os desafios futuros. Foto crédito, Sungrow: Sungrow estreia "Sungrow Talks": novo podcast vai conectar o setor de energia solar brasileiro às principais tendências e inovações do mercado mundial Além disso, o podcast pode atingir o público de diversas formas: ao disponibilizar conteúdos acessíveis e de alta qualidade no YouTube, Spotify e redes sociais, ele amplia o alcance e a acessibilidade às informações. Isso permite que profissionais técnicos, empresários, investidores, estudantes e entusiastas do setor tenham contato contínuo com as tendências e boas práticas do mercado. Assim, o "Sungrow Talks" não apenas fortalece a marca Sungrow, mas também impulsiona o crescimento do setor de energia solar no Brasil, promovendo uma cultura de inovação, sustentabilidade e conectividade que é fundamental para o desenvolvimento de uma matriz energética mais limpa e eficiente. Criado por profissionais com perfil inovador e experiente, Eduardo Martinesco e Caroline Oliveira (fotos), o "Sungrow Talks" apresenta nesta primeira etapa oito episódios recheados de conteúdo relevante, acessível a públicos diversos — desde especialistas técnicos, parceiros, clientes e até entusiastas do tema. A cada edição, o programa convida representantes de empresas renomadas, como Comexport, Absolar, Deif, Flexen, Staubli, Epowerbay, além de especialistas da própria Sungrow, fortalecendo o intercâmbio de ideias e experiências. Os episódios completos estão disponíveis no canal oficial da Sungrow no YouTube e no Spotify, com cortes estratégicos nas redes sociais, facilitando o acesso às principais informações e insights dos convidados. Mais do que um podcast, o "Sungrow Talks" é uma plataforma de diálogo que promove a construção coletiva de um setor de energia mais sustentável, moderno e conectado. Para Caroline Oliveira, Marketing Assistant da Sungrow, o podcast "Sungrow Talks" representa uma oportunidade única de fortalecer o diálogo e a troca de conhecimentos no setor de energia solar. Ela diz: "Nosso objetivo é criar conexões entre profissionais, especialistas e entusiastas, promovendo debates construtivos sobre as inovações, tendências e desafios do mercado de energia sustentável. Através do 'Sungrow Talks', buscamos não apenas compartilhar informações, mas também inspirar ações que contribuam para um futuro mais limpo, moderno e conectado." Já Eduardo Martinesco, Marketing Analyst da Sungrow destaca: “Fico muito satisfeito com o lançamento do 'Sungrow Talks', um espaço fundamental para promover o diálogo e a troca de conhecimentos no setor de energia solar. Com a crescente demanda por soluções sustentáveis e a forte presença da Sungrow no Brasil, esse tipo de iniciativa é essencial para fortalecer o mercado, estimular inovações e enfrentar os desafios do setor. Nosso país possui um potencial enorme para expandir ainda mais a energia solar, e eventos como esse ajudam a conectar profissionais, especialistas e entusiastas em busca de um futuro mais limpo, moderno e conectado." A Sungrow, que já comercializa mais de 20 GW de equipamentos na América Latina, destaca-se no mercado brasileiro com uma capacidade instalada de 5,5 GW, representando 32% do mercado nacional, conforme relatório mais recente da ePowerBay (janeiro de 2025). Além de fornecer inversores de alta eficiência, a empresa investe estrategicamente no desenvolvimento de sistemas de armazenamento de energia (BESS), essenciais para garantir maior estabilidade, segurança e eficiência na rede elétrica brasileira. Com o lançamento do "Sungrow Talks", a companhia reforça sua posição de liderança e seu compromisso em promover o avanço sustentável do setor energético na região, fomentando o diálogo e a troca de experiências entre todos os atores do mercado. Sungrow Talks est[á disponível nos links das plataformas do Spotify e YouTube: 📢 Spotify: https://lnkd.in/dv-Zswyt 🎥 YouTube: https://lnkd.in/dRTRUSJN Sobre a Sungrow A Sungrow, líder global em tecnologia de energia renovável, é pioneira em soluções de energia sustentável há mais de 28 anos. Em dezembro de 2024, a Sungrow instalou 740 GW de conversores eletrônicos de potência em todo o mundo. A empresa é reconhecida como a número 1 do mundo em remessas de inversores fotovoltaicos (S&P Global Commodity Insights) e a empresa de armazenamento de energia mais lucrativa do mundo (BloombergNEF). Suas inovações impulsionam projetos de energia limpa em mais de 180 países, apoiados por uma rede de 520 pontos de atendimento, garantindo uma excelente experiência ao cliente. Na Sungrow, estamos comprometidos em fazer a ponte para um futuro sustentável por meio de tecnologia de ponta e serviço incomparável. Para mais informações, visite: www.sungrowpower.com . Sungrow estreia "Sungrow Talks": novo podcast vai conectar o setor de energia solar brasileiro às principais tendências e inovações do mercado mundial
- MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG
Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG Empresa conta com mais de 4 GWp instalados, atendendo a mais de 1.200 usinas e conta com retrofit de usinas antigas principalmente de GD para crescer 30% até o final do ano; CEO da MTR diz que retrofit completo de uma usina de 1 MW, por exemplo, tem um custo aproximadamente de 50% se comparado a instalação de uma nova usina; Diferencial da empresa é a fabricação de peças personalizadas e logística própria e estoque à pronta entrega que garante a MTR Sola maior agilidade na substituição de componentes das usinas; MTR Solar inaugurou em novembro/2024 o maior complexo fabril de energia solar da América Latina, localizado em Juiz de Fora/ MG, com 38 mil metros quadrados. Brasil, 17 de junho de 2025 - A MTR Solar, um dos maiores fabricantes e distribuidores de equipamentos para usinas fotovoltaicas no Brasil, projeta crescimento para os próximos anos de sua nova divisão dedicada ao retrofit de usinas solares. Com uma vasta experiência no setor e um forte foco em inovação, a empresa passa a oferecer soluções completas de modernização e atualização de equipamentos e estruturas antigas, além de otimização de layouts, garantindo maior desempenho e retorno sobre o investimento para os proprietários de usinas fotovoltaicas. Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG De acordo com Thiago Rios, CEO da MTR Solar (foto) , “O retrofit de usinas solares na MTR Solar é uma oportunidade de revitalizar projetos existentes, elevando sua eficiência e prolongando sua vida útil. Nosso compromisso é fornecer soluções confiáveis e de alta qualidade que atendam às necessidades atuais do mercado, contribuindo para uma matriz energética mais sustentável. Nosso diferencial é que somos uma empresa 100% nacional e que atende em todo o país com logística própria”. Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG A MTR Solar possui uma sólida trajetória, com mais de 4 GWp instalados, atendendo a mais de 1.200 usinas e mais de 2,2 milhões de módulos instalados. Com sede em Alphaville, Barueri/SP, e uma das maiores fábricas do setor da américa latina em Juiz de Fora/MG, com mais de 38 mil m² de área, a empresa oferece soluções completas, incluindo trackers, estruturas fixas, sistemas de monitoramento por inteligência artificial, inversores e outros componentes essenciais. Com fabricação própria e estoque à pronta entrega, a MTR Solar garante agilidade na substituição de componentes, possibilitando que sua usina atinja o máximo desempenho com soluções confiáveis e de alta qualidade. Por possuir uma fábrica própria, a MTR Solar consegue fabricar peças idênticas às do tracker solar e da estrutura fixa originais, mesmo que esses componentes não sejam produzidos pela própria MTR. Dessa forma, o cliente pode substituir facilmente as peças com problemas, mantendo a estrutura original da usina solar e garantindo a continuidade e eficiência do sistema. Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG Nos primeiros seis meses do ano, a empresa realizou o retrofit de aproximadamente 50 MW de usinas de Geração Distribuida, abrangendo instalações que nasceram até 2020. Muitas dessas usinas apresentavam equipamentos oxidados e componentes que, com o tempo, perderam eficiência. Segundo Thiago Rios , “Um retrofit completo de uma usina de 1 MW, por exemplo, tem um custo aproximadamente de 50% se comparado a construção de uma nova usina, mas garante a continuidade da geração de energia com maior economia e eficiência.” Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG Ele destaca ainda que “a demanda por retrofit tende a crescer exponencialmente nos próximos anos, devido ao grande volume de usinas existentes que, ao longo do tempo, precisarão de modernização. Nossa solução envolve a substituição de estruturas que apresentavam problemas de oxidação, além de trackers solares e módulos com vida útil reduzida. Os avanços tecnológicos, como trackers com eficiência 40% maior do que há 5 ou 10 anos, e módulos mais resistentes às intempéries, contribuem significativamente para essa evolução.” Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG A aplicação de inteligência artificial (IA) no monitoramento e posicionamento dos trackers também representa um diferencial. “Hoje, nossos sistemas de IA não apenas seguem a rota do sol, mas também captam na hora a radiação mais favorável, otimizando a geração de energia. Além disso, os módulos modernos suportam temperaturas mais elevadas e variáveis climáticas, mantendo sua eficiência por mais tempo”, explica Rios. Outro avanço importante é na comunicação dos sistemas, que antes dependiam de cabos suscetíveis à degradação, animais ou danos ambientais. Agora, a comunicação via Wi-Fi oferece maior confiabilidade e facilidade de manutenção. Optar pelo retrofit com a MTR Solar traz diversos benefícios, como aumento da geração de energia, maior vida útil dos equipamentos, redução de custos operacionais e maior retorno sobre o investimento. Além de garantir conformidade com as normas setoriais, a atualização promove uma operação mais segura, sustentável e alinhada às exigências do mercado atual. Serviços de retrofit oferecidos pela MTR Solar incluem: Produção de peças personalizadas, mesmo que o tracker solar não seja originalmente da marca MTR-ARCOL; Atualização de peças utilizadas nas usinas; Troca de inversores antigos por modelos mais eficientes e modernos; Atualização de módulos fotovoltaicos para painéis de maior eficiência; Renovação de cabeamento e conexões para minimizar perdas elétricas; Reorganização dos painéis para otimizar o aproveitamento das strings; Implementação de softwares de análise de dados e IoT para monitoramento em tempo real; Integração com sistemas de armazenamento de energia, como baterias, para comunicação contínua; Estratégias para redução de perdas térmicas e aplicação de revestimentos refletivos e anti-poeira nos painéis. Expansão industrial e novas soluções Em novembro de 2024, a MTR Solar inaugurou o maior complexo fabril de energia solar da América Latina, localizado em Juiz de Fora/ MG, com 38 mil metros quadrados. Este centro de produção já está fabricando equipamentos como rastreadores solares (trackers), skids e eletrocentros, que são essenciais para novas usinas solares e para o retrofit de usinas antigas. A expectativa é alcançar e 5 GW de capacidade comercializada até o final do ano. Essa expansão também visa atender setores estratégicos como agronegócio, indústria e hospitais, que demandam energia estável para suas operações. No setor agrícola, a iniciativa Vertical Agro tem permitido reduções de até 70% nos custos com irrigação, substituindo geradores a diesel por sistemas híbridos com armazenamento integrado. Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG Para mais informações, entre em contato com a equipe da MTR Solar e descubra como modernizar sua usina fotovoltaica com soluções inovadoras e de alta qualidade. Foto crédito MTR Solar: MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG Sobre a MTR Solar A MTR Solar é uma das maiores fabricantes e distribuidoras de equipamentos para usinas fotovoltaicas no Brasil, com uma sólida experiência de mais de 4 GWp instalados, atendendo a mais de 1.200 usinas e milhões de módulos instalados. Com sede em Alphaville e uma das maiores fábricas do setor em Juiz de Fora, a empresa oferece soluções completas, incluindo estruturas, trackers, sistemas de monitoramento e inversores, sempre priorizando inovação, qualidade e sustentabilidade. Saiba mais em www.mtrsolar.com.br MTR Solar faz retrofit em mais de 50 MW de usinas em 2025 e potencializa produção de mega fábrica em MG
- Com novo momento da energia solar fotovoltaica, Greener Summit 25 debate o futuro do setor elétrico
Evento acontece nos dias 24 e 25 de junho na AMCHAM Brasil, em São Paulo São Paulo, 17 de junho de 2025 - A expansão da geração, o avanço das renováveis e os desafios de flexibilidade e infraestrutura exigem um olhar atento para o setor elétrico nos próximos anos. Com o tema "Do solar para o futuro", o Greener Summit 25 vai abordar desde a integração de novas tecnologias até a criação de modelos de negócio mais sustentáveis. O evento acontece nos dias 24 e 25 de junho na AMCHAM Brasil, em São Paulo. Com novo momento da energia solar fotovoltaica, Greener Summit 25 debate o futuro do setor elétrico Com a presença de representantes dos principais órgãos reguladores e players que estão liderando a transformação do mercado, a programação do Greener Summit 25 promove uma imersão nos fundamentos que irão definir os rumos do setor. Dia 1 | 24 de junho - Como otimizar o retorno dos investidores? Cenário macroeconômico brasileiro e perspectivas para o mercado de energia Cenários de preços e tarifas de energia de curto, médio e longo prazo Reforma Tributária e impactos no mercado solar fotovoltaico Case Greener: uma análise prática dos modelos de negócio mais atrativos no solar fotovoltaico Um novo momento no mercado livre de energia: dos grandes consumidores à atuação de comercializadoras varejistas A era da Energia por Assinatura: os desafios comerciais na Geração Compartilhada e no Autoconsumo Remoto Como o mercado livre de energia e a Geração Distribuída dividirão os potenciais clientes em cenários futuros? Performance operacional real e a possibilidade de retrofit dos ativos: a virada de chave para o sucesso? Construir um novo ativo ou adquirir um operacional: a decisão de crescimento nas mãos do investidor Dia 2 | 25 de junho - Os protagonistas do novo mercado de energia Escoamento da geração e descasamento com a demanda: flexibilidade será a próxima tendência? Mercado de Armazenamento de Energia no Brasil: modelos de negócios que já são realidade e Energy Storage as a Service (eSaaS) na prática Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência para baterias: a virada para os investimentos de utility scale Regulação dos sistemas de armazenamento de energia Muito além do solar tradicional: os novos modelos de negócio alternativos Novos vetores de consumo e políticas Net Zero na economia mundial: o que é aplicável e rentável no Brasil? Data Centers no contexto atual do setor elétrico brasileiro: nova solução para a ausência de demanda? Power-to-X: o futuro dos investimentos em transição energética? “O Greener Summit é o ponto de encontro de toda a cadeia solar fotovoltaica e de transição energética, aliando conhecimento técnico, planejamento estratégico e análise de mercado. Com olhos para o futuro, a proposta do evento é preparar o público participante para as oportunidades e desafios da nova realidade energética do país”, destaca Marcio Takata, CEO da Greener. Mais informações, programação completa e inscrições para o Greener Summit 25 estão disponíveis no site https://www.greenersummit.com.br . Greener Summit 25 Quando: 24 e 25 de junho, das 8h às 20h Local: Amcham Brasil – Rua da Paz, 1431 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP Sobre a Greener A Greener é um ecossistema de inteligência de mercado para a transição energética, integrando Educação, Negócios e Inteligência para oferecer soluções completas para toda a cadeia produtiva. Com mais de 12 anos de experiência, a Greener capacita profissionais e empresas por meio de programas educacionais avançados, além de conectar os principais players do setor, gerando negócios e fornecendo análises detalhadas para decisões baseadas em dados confiáveis. Por meio de estudos estratégicos, negócios de valor e educação, a Greener apoia toda a cadeia produtiva na transformação de desafios em oportunidades de crescimento sustentável. Com novo momento da energia solar fotovoltaica, Greener Summit 25 debate o futuro do setor elétrico











