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  • Um Passo à Frente no Armazenamento por Baterias

    Por Daniel Lima - ECOnomista O futuro das baterias pode estar prestes a mudar drasticamente, e a China está liderando essa revolução. Com uma velocidade impressionante, a tecnologia de íons de sódio está saindo dos laboratórios e entrando na produção em larga escala, trazendo uma nova era de inovação energética. Um Passo à Frente no Armazenamento por Baterias No início deste ano, a CATL, maior fabricante de baterias do mundo, anunciou que suas primeiras baterias comerciais de íons de sódio entrarão em produção ainda este ano. Essa mudança representa um avanço significativo em relação às tradicionais baterias de íons de lítio, abordando desafios como degradação, tempo de carregamento e segurança. Por que as baterias de íons de sódio são revolucionárias? Vida útil estendida: Capazes de suportar mais de 10.000 ciclos de carga e descarga sem degradação significativa. Carregamento ultrarrápido: Podem recarregar de 30% a 80% em apenas meia hora, mesmo sob temperaturas extremas de -30°C. Maior segurança: Testes rigorosos, incluindo penetração de pregos e compressão, comprovaram que essas baterias não pegam fogo, diferentemente das versões de íons de lítio. Densidade energética competitiva: Com 175 Wh/kg, superam muitas baterias LFP convencionais, que apresentam cerca de 150 Wh/kg. Sustentabilidade e custo reduzido: O sódio é 1.000 vezes mais abundante que o lítio na crosta terrestre, sendo mais barato e menos tóxico, tornando a produção mais acessível e ambientalmente sustentável. Impacto global e futuro energético Essa inovação pode remodelar toda a indústria de armazenamento de energia. A redução da dependência do lítio possibilita uma democratização da produção de baterias, além de diminuir os impactos ambientais causados pela extração de recursos. Setores como armazenamento estacionário de energia e veículos elétricos podem se beneficiar enormemente dessa tecnologia, acelerando a transição para fontes mais limpas. Com tantos benefícios, será que estamos testemunhando o início do fim das baterias de íons de lítio? O caminho está aberto para novas possibilidades, e a resposta pode surgir mais cedo do que imaginamos. Um Passo à Frente no Armazenamento por Baterias

  • PERDAS DE ENERGIA NO BRASIL: O PESO DA INEFICIÊNCIA QUE TODOS PAGAMOS

    O setor elétrico brasileiro, em 2024, mais uma vez mostrou uma face preocupante: as perdas de energia, que alcançaram 14,0% da energia injetada nas redes de distribuição. Isso corresponde a um volume colossal de 84,8 TWh, energia suficiente para abastecer vários estados brasileiros por meses, mas que foi literalmente desperdiçada entre geração e consumo final. Dividem-se essas perdas em 44,6 TWh (7,4%) de perdas técnicas e 40,2 TWh (6,6%) de perdas não técnicas. Esses números são inaceitáveis em um setor que movimentou mais de R$ 400 bilhões em receitas em 2024 e impactam diretamente tarifas, encargos e a competitividade econômica do país. AS PERDAS TÉCNICAS: UM MAL FÍSICO, MAS AMPLIFICADO PELA INFRAESTRUTURA PRECÁRIA As perdas técnicas são inevitáveis: decorrem do transporte da energia, da resistência dos cabos, perdas em transformadores e subestações. Em 2024, o custo tarifário dessas perdas foi de R$ 11,2 bilhões, valor que acaba incorporado nas contas de todos os consumidores. O problema não é só que elas existam, mas seu tamanho: no Norte, o índice foi de 10,2%; no Nordeste, 8,4%; no Centro-Oeste, 7,1%; no Sudeste, 6,2%; e no Sul, 5,7%. PERDAS DE ENERGIA NO BRASIL: O PESO DA INEFICIÊNCIA QUE TODOS PAGAMOS  Essas diferenças mostram como a infraestrutura desigual do país amplifica as perdas. Redes longas, equipamentos antigos e baixa densidade populacional aumentam os desperdícios. Em países da OCDE, as perdas técnicas raramente ultrapassam 5%. AS PERDAS NÃO TÉCNICAS: O RETRATO DO DESCASO E DO CRIME O verdadeiro escândalo do setor são as perdas não técnicas, que somaram 40,2 TWh e custaram ao setor cerca de R$ 10,3 bilhões em 2024. A ANEEL reconheceu R$ 7,1 bilhões como perdas eficientes para repasse às tarifas, o que corresponde a 2,85% da receita requerida ou 9,22% da Parcela B. O restante (cerca de R$ 3,2 bilhões) foi prejuízo direto das distribuidoras.  Concessionárias como Light (RJ) e Amazonas Energia (AM) são líderes absolutas do desperdício, com 34,1% das perdas não técnicas nacionais. Outras concessionárias com grande contribuição para o problema são Equatorial Pará (PA), Enel RJ, Celpe (PE), Enel CE, Coelba (BA) e Neoenergia PE. PERDAS DE ENERGIA NO BRASIL: O PESO DA INEFICIÊNCIA QUE TODOS PAGAMOS Como visto no gráfico, as perdas não técnicas estão concentradas no Norte (19,5%) e Nordeste (13,5%) da energia injetada, enquanto no Sul o índice cai para 4,8%. COMO O CONSUMIDOR LIVRE É IMPACTADO Engana-se quem pensa que o consumidor livre está imune a essas perdas. Apesar de não arcar diretamente com a compra da energia perdida, ele sofre os efeitos colaterais em diversas frentes. As TUST e TUSD, tarifas de uso do sistema, são calculadas considerando o volume total de energia transportada, incluindo o excesso necessário para compensar as perdas. Isso significa que o consumidor livre está pagando para utilizar uma rede ineficiente. Além disso, as perdas aumentam o custo sistêmico, levando o Operador Nacional do Sistema a acionar fontes caras (como usinas térmicas) para cobrir o déficit, pressionando o PLD e os encargos setoriais como o ESS, que são repassados ao mercado como um todo.  Ou seja, o consumidor livre paga, sim — na forma de encargos mais altos e tarifas de acesso infladas pela ineficiência. EVOLUÇÃO DAS PERDAS E A AÇÃO DA REGULAÇÃO Desde 2008, o país reduziu as perdas não técnicas no mercado de baixa tensão de 16,2% para 10,6%. Mas essa evolução tem sido lenta, como mostra o gráfico a seguir. PERDAS DE ENERGIA NO BRASIL: O PESO DA INEFICIÊNCIA QUE TODOS PAGAMOS  O modelo de regulação por incentivos da ANEEL, baseado em benchmarking e ranking de complexidade, não tem produzido o impacto necessário. As glosas, embora crescentes (de R$ 1 bilhão em 2012 para R$ 3 bilhões em 2024), não conseguiram reduzir substancialmente as perdas reais. O QUE DEVERIA ESTAR SENDO FEITO A resposta para o problema das perdas de energia no Brasil está em ações integradas , firmes e urgentes. A modernização das redes , com uso de medidores inteligentes , telemetria , fiscalização eletrônica  e automação , já não é mais uma opção: é uma obrigação imediata  diante da magnitude do desperdício e do impacto nas tarifas. O Brasil já dispõe das tecnologias e dos modelos regulatórios necessários para reduzir essas perdas; o que falta é execução concreta  e compromisso real  com resultados. PERDAS DE ENERGIA NO BRASIL: O PESO DA INEFICIÊNCIA QUE TODOS PAGAMOS  A ANEEL deve vincular a renovação das concessões e os direitos tarifários ao cumprimento de metas reais e anuais de redução de perdas , É inaceitável que concessionárias sigam operando com níveis tão altos de perdas sem contrapartidas rigorosas para manter seus contratos e benefícios. Por sua vez, o poder público precisa atuar na raiz do problema , com políticas estruturantes de inclusão social , regularização fundiária  e acesso formal à energia elétrica . A exclusão social e a precariedade urbana  não podem continuar servindo como justificativa para o colapso de um sistema que deveria ser eficiente, justo e sustentável . Onde há pobreza extrema, o furto de energia muitas vezes é visto como uma necessidade e não como crime, e por isso a solução exige um esforço conjunto entre Estado, regulador e empresas. Não podemos continuar repassando ao consumidor regular o custo da ineficiência e da conivência com o desperdício. CONCLUSÃO O relatório de 2024 escancara um problema estrutural do setor elétrico brasileiro. As perdas de energia, especialmente as não técnicas, são um fardo para todos: consumidores cativos e livres, empresas e o próprio desenvolvimento econômico do país. Não há mais espaço para complacência. É preciso modernizar as redes, endurecer os mecanismos regulatórios, atrelar metas de redução ao direito de operar e envolver o Estado em ações que combatam as causas sociais do furto de energia. Cada megawatt perdido por ineficiência ou crime é um megawatt pago por quem faz o certo. Isso precisa mudar. Fonte:  Relatório Perdas de Energia Elétrica na Distribuição 2024/2025, Superintendência de Gestão Tarifária e Regulação Econômica – ANEEL. PERDAS DE ENERGIA NO BRASIL: O PESO DA INEFICIÊNCIA QUE TODOS PAGAMOS

  • DESAFIOS CRÍTICOS PARA OS LEILÕES DE RESERVA DE CAPACIDADE NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO

    Ao ler alguns artigos e informações neste final de semana, resolvi manifestar-me sobre os desafios enfrentados pelos leilões de reserva de capacidade (LRCap) no Brasil. O país vive um momento decisivo para o Sistema Interligado Nacional (SIN), que precisa equilibrar a crescente participação de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, enquanto garante a segurança e a estabilidade da rede elétrica. Nesse contexto, os leilões de energia são ferramentas estratégicas para contratar potência e capacidade, mas enfrentam obstáculos técnicos, políticos e regulatórios que podem comprometer o futuro do setor elétrico. DESAFIOS CRÍTICOS PARA OS LEILÕES DE RESERVA DE CAPACIDADE NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO A DIVERSIDADE DE FONTES E A NECESSIDADE DE PLANEJAMENTO O Ministério de Minas e Energia (MME), por meio do secretário de Energia Elétrica, Gentil Nogueira, defende a inclusão de diversas fontes nos leilões, como termelétricas a gás natural e biodiesel, hidrelétricas (com eficientização de usinas existentes e possível retomada de obras) e sistemas de armazenamento por baterias. No entanto, a afirmação de Nogueira de que há espaço para todas as fontes soa excessivamente simplista e desconexa da realidade. A ausência de um planejamento claro e a falta de priorização estratégica entre tecnologias podem gerar ineficiências e atrasos, comprometendo a segurança energética do país. Os leilões de reserva de capacidade, inicialmente previstos para 27 de junho de 2024, foram adiados devido a disputas judiciais envolvendo regras do certame. Essas controvérsias, lideradas por setores como o agronegócio (biodiesel) e empresas de gás natural, como a Eneva, evidenciam a dificuldade de alinhar interesses econômicos e técnicos, o que reforça a necessidade de um planejamento mais robusto e transparente. O PAPEL DAS BATERIAS E OS RISCOS DE ATRASOS Os sistemas de armazenamento de energia (BESS) são fundamentais para gerenciar a intermitência de fontes renováveis, armazenando energia excedente em momentos de alta produção e liberando-a em períodos de maior demanda. Contudo, o leilão de baterias, anunciado em 2023, enfrenta barreiras significativas. Além disso, a decisão do governo de priorizar o leilão de termelétricas antes das baterias, influenciada por pressões políticas do setor de gás natural, adia a adoção de tecnologias cruciais para a transição energética. A demanda inicial por baterias no leilão é estimada em 1 GW, modesta frente aos 16,7 GW de capacidade termelétrica instalada. Projeções da BloombergNEF apontam que, entre 2029 e 2034, o Brasil poderá adicionar mais de 1 GW de baterias por ano, destacando seu potencial. No entanto, a indefinição sobre a data do leilão frustra o setor, que permanece sem perspectiva de demanda no mercado regulado. DISPUTAS NO LEILÃO DE TERMELÉTRICAS Dividido em três certames (termelétricas, pequenas hidrelétricas e baterias), o leilão de reserva de capacidade foi marcado por conflitos. A inclusão de regras que favoreciam usinas a biodiesel, como maior agilidade no acionamento e a remoção do teto do Custo Variável Unitário (CVU), gerou questionamentos judiciais de empresas como a Eneva, enquanto o setor de biodiesel, representado pela Raízen, também buscou vantagens. Essas disputas culminaram no cancelamento do leilão de junho de 2024, expondo fragilidades como a falta de oferta firme de biodiesel e preocupações com a autenticidade do combustível. O MME avalia realizar um certame específico para biodiesel, mas especialistas alertam que o adiamento pode agravar o déficit de potência em 2025. A ABERTURA DE MERCADO E O RISCO DE DESESTABILIZAÇÃO O MME aposta na eficientização da oferta e na mudança de comportamento do consumidor por meio da Medida Provisória (MP) 1.300, que prevê a abertura do mercado de energia, com tarifas horárias e digitalização do consumo. A ideia é que os consumidores programem eletrodomésticos, como máquinas de lavar, para horários de energia mais barata, reduzindo a necessidade de potência adicional. Contudo, a afirmação de Gentil Nogueira de que a digitalização permitirá tais ajustes é ingênua e carece de coerência com a realidade.  Sem uma campanha robusta de educação e infraestrutura para orientar os consumidores, a abertura do mercado pode ser um tiro no pé, desestabilizando o setor elétrico. A falta de preparo do consumidor para lidar com tarifas horárias pode levar a picos de consumo inesperados, sobrecarregando o SIN e comprometendo a eficiência almejada. DESAFIOS REGULATÓRIOS E PERSPECTIVAS A incerteza regulatória, agravada pelo término do mandato do diretor da Aneel responsável pela regulamentação das baterias, Ricardo Tili, sem a finalização do trabalho, intensifica os desafios. A ausência de uma data clara para o leilão de baterias e a priorização de termelétricas, influenciada por interesses políticos, atrasam a transição para um sistema mais sustentável. Markus Vlasits, presidente da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (Absae), critica a postergação dos leilões, afirmando que “não há lógica técnica nem política” em priorizar termelétricas em detrimento de baterias. Entretanto, não podemos introduzir um novo sistema “a toque de caixa”. Ao ler alguns artigos e informações neste final de semana, resolvi manifestar-me sobre os desafios enfrentados pelos leilões de reserva de capacidade (LRCap) no Brasil. O país vive um momento decisivo para o Sistema Interligado Nacional (SIN), que precisa equilibrar a crescente participação de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, enquanto garante a segurança e a estabilidade da rede elétrica. Nesse contexto, os leilões de energia são ferramentas estratégicas para contratar potência e capacidade, mas enfrentam obstáculos técnicos, políticos e regulatórios que podem comprometer o futuro do setor elétrico. A DIVERSIDADE DE FONTES E A NECESSIDADE DE PLANEJAMENTO O Ministério de Minas e Energia (MME), por meio do secretário de Energia Elétrica, Gentil Nogueira, defende a inclusão de diversas fontes nos leilões, como termelétricas a gás natural e biodiesel, hidrelétricas (com eficientização de usinas existentes e possível retomada de obras) e sistemas de armazenamento por baterias. No entanto, a afirmação de Nogueira de que há espaço para todas as fontes soa excessivamente simplista e desconexa da realidade. A ausência de um planejamento claro e a falta de priorização estratégica entre tecnologias podem gerar ineficiências e atrasos, comprometendo a segurança energética do país. Os leilões de reserva de capacidade, inicialmente previstos para 27 de junho de 2024, foram adiados devido a disputas judiciais envolvendo regras do certame. Essas controvérsias, lideradas por setores como o agronegócio (biodiesel) e empresas de gás natural, como a Eneva, evidenciam a dificuldade de alinhar interesses econômicos e técnicos, o que reforça a necessidade de um planejamento mais robusto e transparente. O PAPEL DAS BATERIAS E OS RISCOS DE ATRASOS Os sistemas de armazenamento de energia (BESS) são fundamentais para gerenciar a intermitência de fontes renováveis, armazenando energia excedente em momentos de alta produção e liberando-a em períodos de maior demanda. Contudo, o leilão de baterias, anunciado em 2023, enfrenta barreiras significativas. Além disso, a decisão do governo de priorizar o leilão de termelétricas antes das baterias, influenciada por pressões políticas do setor de gás natural, adia a adoção de tecnologias cruciais para a transição energética. A demanda inicial por baterias no leilão é estimada em 1 GW, modesta frente aos 16,7 GW de capacidade termelétrica instalada. Projeções da BloombergNEF apontam que, entre 2029 e 2034, o Brasil poderá adicionar mais de 1 GW de baterias por ano, destacando seu potencial. No entanto, a indefinição sobre a data do leilão frustra o setor, que permanece sem perspectiva de demanda no mercado regulado. DISPUTAS NO LEILÃO DE TERMELÉTRICAS Dividido em três certames (termelétricas, pequenas hidrelétricas e baterias), o leilão de reserva de capacidade foi marcado por conflitos. A inclusão de regras que favoreciam usinas a biodiesel, como maior agilidade no acionamento e a remoção do teto do Custo Variável Unitário (CVU), gerou questionamentos judiciais de empresas como a Eneva, enquanto o setor de biodiesel, representado pela Raízen, também buscou vantagens. Essas disputas culminaram no cancelamento do leilão de junho de 2024, expondo fragilidades como a falta de oferta firme de biodiesel e preocupações com a autenticidade do combustível. O MME avalia realizar um certame específico para biodiesel, mas especialistas alertam que o adiamento pode agravar o déficit de potência em 2025. A ABERTURA DE MERCADO E O RISCO DE DESESTABILIZAÇÃO O MME aposta na eficientização da oferta e na mudança de comportamento do consumidor por meio da Medida Provisória (MP) 1.300, que prevê a abertura do mercado de energia, com tarifas horárias e digitalização do consumo. A ideia é que os consumidores programem eletrodomésticos, como máquinas de lavar, para horários de energia mais barata, reduzindo a necessidade de potência adicional. Contudo, a afirmação de Gentil Nogueira de que a digitalização permitirá tais ajustes é ingênua e carece de coerência com a realidade.  Sem uma campanha robusta de educação e infraestrutura para orientar os consumidores, a abertura do mercado pode ser um tiro no pé, desestabilizando o setor elétrico. A falta de preparo do consumidor para lidar com tarifas horárias pode levar a picos de consumo inesperados, sobrecarregando o SIN e comprometendo a eficiência almejada. DESAFIOS REGULATÓRIOS E PERSPECTIVAS A incerteza regulatória, agravada pelo término do mandato do diretor da Aneel responsável pela regulamentação das baterias, Ricardo Tili, sem a finalização do trabalho, intensifica os desafios. A ausência de uma data clara para o leilão de baterias e a priorização de termelétricas, influenciada por interesses políticos, atrasam a transição para um sistema mais sustentável. Markus Vlasits, presidente da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (Absae), critica a postergação dos leilões, afirmando que “não há lógica técnica nem política” em priorizar termelétricas em detrimento de baterias. Entretanto, não podemos introduzir um novo sistema “a toque de caixa”. DESAFIOS CRÍTICOS PARA OS LEILÕES DE RESERVA DE CAPACIDADE NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO

  • Primeiro projeto piloto de energia eólica offshore flutuante do Brasil é apresentado em parceria com o Sindienergia-RS

    Tecnologia japonesa e consórcio internacional escolhem o Rio Grande do Sul para impulsionar a transição energética nacional.Durante o evento de apresentação, firmou-se uma  Carta de Intenções , formalizando o compromisso com a estruturação do projeto e a busca conjunta por fontes de financiamento. Primeiro projeto piloto de energia eólica offshore flutuante do Brasil é apresentado em parceria com o Sindienergia-RS PORTO ALEGRE (RS)  - O Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul ( Sindienergia-RS ) sediou nesta sexta-feira (13/06) a apresentação oficial do Aura Sul Wind, o  primeiro projeto piloto de energia eólica offshore flutuante do Brasil . Liderada pela empresa japonesa  JB Energy,  a iniciativa é fruto de um  consórcio internacional,  que reúne empresas, entidades e governos, prevendo a instalação de uma plataforma em águas profundas, próximo ao porto, da cidade de  Rio Grande (RS) , para iniciar a sua fase de testes a partir de  2030 .A novidade representa um passo inicial importante rumo à estruturação da indústria brasileira de energia eólica offshore, com foco em fundações flutuantes. “É um marco não apenas para o setor, mas para toda a economia do Sul. Este projeto reforça a posição do Rio Grande do Sul como polo estratégico de inovação e transição energética no Brasil”, afirma  Daniela Cardeal , presidente do  Sindienergia-RS , entidade que também integra o consórcio. Plataforma flutuante: tecnologia validada internacionalmente e adaptada ao Brasil A plataforma flutuante a ser utilizada no projeto é baseada na tecnologia  Raijin FOWT ® (floating offshore wind turbine) , desenvolvida no Japão, país onde projetos pilotos de plataforma para eólica offshore flutuante já operam com sucesso desde 2013. Projetada para águas profundas (acima de 50 metros), onde fundações fixas não são viáveis, a Raijin FOWT ® se destaca por sua  estrutura modular de concreto armado . Uma alternativa que  reduz em até 50% tanto o custo quanto o tempo de construção , além de 50% da emissão de carbono, quando comparada a estruturas similares em aço. “A grande vantagem deste sistema flutuante, a Raijin FOWT ®, é a facilidade na construção e instalação da fundação, e o uso de concreto, material que o Brasil domina tecnologicamente e produz em larga escala, o que reduz os tempos e custos de realização. Isso também ativa uma cadeia produtiva local e acelera a industrialização do setor offshore no Brasil”, explica  Rodolfo Gonçalves  - especialista em energia eólica offshore, conselheiro da  JB Energy  e professor da Universidade de Tóquio, no Japão -, que liderou a apresentação técnica do projeto e idealizou a formação do consórcio. Além de permitir a montagem em terra e o reboque da plataforma até o local de operação - o que diminui riscos e despesas, essa tecnologia elimina a necessidade de grandes estaleiros especializados e pode ser montada em áreas portuárias. A instalação das plataformas em regiões mais afastadas da costa onde as águas são mais profundas implica em menor impacto ambiental e visual. A durabilidade da estrutura, com mais de 30 anos de vida útil, e a baixa manutenção em ambiente marinho completam os diferenciais. Por que o Rio Grande do Sul? O estado do RS foi escolhido por reunir  condições excepcionais para o offshore flutuante , como fortes regimes de vento, águas profundas próximas à costa e portos estruturados - em especial o  Porto de Rio Grande , que será fundamental para a montagem e operação da plataforma. A localização também oferece proximidade com centros consumidores e integração com o sistema elétrico nacional. Etapas e articulação institucional O projeto será desenvolvido em quatro fases: estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental; projeto executivo; construção e monitoramento da plataforma; e, por fim, a fase comercial. O investimento estimado até a conclusão do piloto é de  US$ 100 milhões . A meta é validar a tecnologia, testar a cadeia local de suprimentos e preparar o caminho para implantações em escala - que podem movimentar milhões em recursos, além do alto potencial na geração de empregos.Além do  Sindienergia-RS e da JB Energy , o consórcio é formado por  Ming Yang Smart Energy Group  (fornecedora de turbinas),  Portos RS  (infraestrutura portuária e operações),  Technomar Engenharia  (monitoramento em tempo real de condições ambientais e operações),  Blue Aspirations Brazil  (sensoriamento para monitoramento ambiental) e a  Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) . O projeto conta ainda com apoio da  ABEEólica  (Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias) e do Governo Federal (por meio do  Ministério da Pesca e Aquicultura ). O Governo do Estado do Rio Grande do Sul e a prefeitura Municipal de Rio Grande também estão entre os convidados para apoiar a iniciativa.Durante o evento, as entidades firmaram uma  Carta de Intenções , formalizando o compromisso com a estruturação do projeto e a busca conjunta por fontes de financiamento. “Esse é o primeiro passo de um processo transformador. Com a expertise internacional e a força produtiva do Sul, o Brasil pode se tornar protagonista global em energia eólica offshore flutuante”, apontou  Rodolfo Gonçalves . Programa Portos Verdes O Projeto Aura Sul Wind integra o Programa Portos Verdes, iniciativa que consolida o compromisso do Rio Grande do Sul com a descarbonização dos modais logísticos e a transição energética. Ao unir esforços entre Portos RS e Sindienergia-RS, o programa fortalece o papel estratégico do Estado na logística voltada à geração de energia eólica near e offshore, posicionando a região como referência na atração de investimentos sustentáveis. Mais do que um avanço tecnológico, trata-se de um movimento alinhado às metas globais de neutralidade de carbono, em que a infraestrutura portuária se torna catalisadora de um novo modelo de desenvolvimento: limpo, competitivo e conectado com o futuro da matriz energética brasileira. Primeiro projeto piloto de energia eólica offshore flutuante do Brasil é apresentado em parceria com o Sindienergia-RS

  • Japão avança em armazenamento de energia com megaprojeto de baterias em Fukushima

    A cidade de Soma, na província japonesa de Fukushima, será palco de um dos maiores projetos de armazenamento de energia da Ásia. A iniciativa da desenvolvedora de renováveis Gurīn Energy contará com um sistema de baterias de íon-lítio (BESS) fornecido pela francesa Saft, subsidiária da TotalEnergies, reforçando a infraestrutura elétrica do país em um momento estratégico para a transição energética japonesa. Japão avança em armazenamento de energia com megaprojeto de baterias em Fukushima O empreendimento prevê mais de 1 gigawatt-hora (GWh) de capacidade instalada em armazenamento, suficiente para fornecer 240 megawatts (MW) de potência por até quatro horas consecutivas. Com início de construção programado para 2026, o projeto tem como meta oferecer maior flexibilidade à rede elétrica nacional, permitindo o equilíbrio entre oferta e demanda energética, além de reduzir perdas e desperdícios associados à geração renovável. Armazenamento: a peça que faltava para as renováveis no Japão O desafio da integração de fontes como solar e eólica à matriz japonesa está no fornecimento intermitente dessas energias. Sistemas robustos de armazenamento surgem como solução essencial para compensar oscilações na geração e evitar o desperdício de energia limpa em períodos de baixa demanda — problema conhecido como curtailment . O projeto em Fukushima representa um passo importante para o Japão alcançar sua meta de ter entre 40% e 50% da matriz elétrica composta por fontes renováveis até 2040, contra os atuais 27%. O país também mira a neutralidade de carbono até 2050. Para viabilizar o projeto, a Saft fornecerá uma solução completa de armazenamento, que inclui não apenas as baterias de íon-lítio, mas também sistemas de conversão de energia, gestão de potência e uma plataforma avançada de supervisão baseada em inteligência artificial — o I-Sight Cloud. O pacote prevê ainda instalação, comissionamento e manutenção do sistema no local. Parceria estratégica para um novo cenário energético O projeto marca uma colaboração significativa entre a Saft e a Gurīn Energy, uma das principais desenvolvedoras de ativos renováveis do continente asiático, com presença em mercados como Indonésia, Singapura, Coreia do Sul e Tailândia. Para Vincent Le Quintrec, diretor de Vendas e Marketing de Sistemas de Armazenamento da Saft, a Ásia se consolida como um mercado chave para a expansão global da companhia. “Estamos orgulhosos em contribuir para este projeto que terá papel decisivo no futuro energético do Japão”, afirmou. Já para Ushio Okuyama, country manager da Gurīn Energy no Japão, a iniciativa representa um divisor de águas para a rede elétrica japonesa. “Nosso projeto em Fukushima trará mais estabilidade e flexibilidade não só para a região, mas para todo o sistema energético do país”, destacou. O papel do armazenamento no futuro da energia O investimento em armazenamento em larga escala não apenas viabiliza a expansão das renováveis no Japão, como também serve de referência para outros mercados asiáticos em busca de soluções para descarbonização e segurança energética. Para o EnergyChannel, este movimento revela uma tendência global irreversível: o armazenamento de energia como elemento estratégico para qualquer país que deseje acelerar sua transição energética com segurança e eficiência. Japão avança em armazenamento de energia com megaprojeto de baterias em Fukushima

  • TotalEnergies aposta em inteligência artificial para acelerar transição energética global

    A multinacional francesa TotalEnergies deu mais um passo estratégico em sua jornada rumo à digitalização e à descarbonização de suas operações. A empresa anunciou uma parceria com a Mistral AI, startup europeia especializada em inteligência artificial generativa, com o objetivo de desenvolver soluções digitais inovadoras para otimizar seus processos industriais, ampliar o uso de energias renováveis e oferecer novos serviços aos consumidores. TotalEnergies aposta em inteligência artificial para acelerar transição energética global O acordo prevê a criação de um laboratório conjunto de inovação em inteligência artificial, reunindo especialistas das duas companhias. A proposta é utilizar tecnologias avançadas de IA não apenas para aumentar a eficiência de ativos industriais e reduzir emissões de CO₂, mas também para apoiar o trabalho de mil pesquisadores da TotalEnergies na busca por novas fontes de energia de baixo carbono. Além disso, soluções digitais devem ser desenhadas para melhorar a experiência dos clientes e incentivá-los a adotar práticas de consumo energético mais sustentáveis. “A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante e já impacta diretamente setores estratégicos da indústria de energia. Essa iniciativa reforça a aposta da TotalEnergies em tecnologia como um dos pilares da transição energética”, afirma Patrick Pouyanné, presidente e CEO da companhia. A parceria prevê também o desenvolvimento de plataformas voltadas à operação de usinas renováveis, bem como o estudo de infraestruturas digitais que garantam a soberania tecnológica europeia — uma preocupação crescente no cenário global. Um novo capítulo digital para a TotalEnergies Embora a TotalEnergies já aplicasse inteligência artificial em processos como manutenção preditiva e análise de dados geológicos, a nova colaboração com a Mistral AI amplia o escopo de uso da tecnologia para toda a cadeia energética. A expectativa é acelerar o desenvolvimento de soluções para energia solar, eólica, biogás e hidrogênio verde, além de novas ferramentas de gestão para seus consumidores. Com uma unidade própria dedicada à inovação digital — a Digital Factory  — a TotalEnergies já desenvolveu mais de uma centena de soluções tecnológicas, incluindo aplicações baseadas em machine learning e IA generativa. São iniciativas que prometem transformar não apenas a operação das plantas da empresa, mas o relacionamento com clientes e parceiros. Europa busca autonomia tecnológica Outro ponto estratégico da parceria é a discussão sobre a adoção de infraestrutura de IA própria pela TotalEnergies, em linha com os esforços europeus para reduzir a dependência de plataformas tecnológicas de fora do continente. Para a Mistral AI, esse movimento também representa a oportunidade de demonstrar como suas soluções podem impactar positivamente o setor energético. “A colaboração com a TotalEnergies é uma demonstração clara do potencial transformador da inteligência artificial em uma indústria crítica como a de energia. Estamos comprometidos em levar inovação para todas as etapas, do laboratório ao consumidor final”, afirma Arthur Mensch, CEO da Mistral AI. O acordo reforça a posição da TotalEnergies como uma das gigantes globais dispostas a liderar a transição energética combinando inovação digital e compromisso ambiental. Se você quiser, posso também preparar uma versão resumida para LinkedIn  ou um roteiro para vídeo curto (Reel/Short)  com base nesta matéria. Deseja que eu faça? TotalEnergies aposta em inteligência artificial para acelerar transição energética global

  • GoodWe recebe delegação da América do Sul na China

    A GoodWe recebeu na segunda-feira (09), uma delegação com mais de 70 participantes da América do Sul, incluindo distribuidores, integradores, investidores e arquitetos. A visita teve como objetivo estreitar laços e apresentar as mais recentes tecnologias da empresa. GoodWe recebe delegação da América do Sul na China A delegação começou com uma visita à nova sede da GoodWe na cidade de Suzhou, inaugurada em novembro do ano passado. O edifício sustentável é um exemplo da tecnologia BIPV (Building Integrated Photovoltaics) da empresa, que é responsável por gerar mais de 80% da energia consumida no local. Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer o showroom da empresa e ver todo o portfólio de produtos, incluindo inversores, baterias, BIPV e bombas para troca de calor. No segundo dia, a delegação visitou a fábrica da GoodWe na cidade de Guangde, onde puderam ver de perto o processo de manufatura dos equipamentos. Além disso, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a casa inteligente da empresa, onde puderam ver os equipamentos instalados e em pleno funcionamento. O CEO da empresa, Daniel Huang, afirmou ter enorme satisfação em compartilhar as mais recentes tecnologias e soluções inovadoras da marca. “Essa visita é um exemplo da nossa dedicação em estreitar laços e construir parcerias sólidas com nossos clientes e parceiros. Estamos ansiosos para trabalhar juntos e encontrar soluções inovadoras para os desafios energéticos da América do Sul” , diz Huang. “A América do Sul é uma região com um enorme potencial para liderar a transição para uma matriz energética mais sustentável. Com a abundância de recursos naturais, como o sol, temos a oportunidade de desenvolver soluções inovadoras e eficientes para atender às nossas necessidades energéticas. A GoodWe está comprometida em contribuir para essa transição, oferecendo soluções de energia solar e armazenamento que sejam eficientes, confiáveis e acessíveis”, ressalta Fabio Mendes, vice-presidente da GoodWe. Lançamentos e parcerias Nos dias seguintes, a delegação visitou o estande da GoodWe e teve a oportunidade de ver as mais recentes tecnologias em lançamento na China. A visita também contou com a presença do Senador por Mato Grosso, Wellington Fagundes, que também é presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), na oportunidade, o parlamentar deu início a tratativas com a empresa para estabelecer parcerias que fortaleçam a formação técnica e ampliem o acesso à energia limpa em quatro instituições públicas de ensino superior — UFMT, UNEMAT, UFR e IFMT, todas em Mato Grosso. A proposta do senador é equipar os campi com tecnologias de ponta, criando ambientes integrados de capacitação prática em sistemas fotovoltaicos e baterias de lítio. “Estamos conectando nossas universidades ao que há de mais avançado no mundo. Essa articulação com a GoodWe é um passo importante para formar jovens talentos e garantir um futuro energético mais limpo e acessível”, afirmou Fagundes. Sobre a GoodWe A GoodWe é uma empresa líder em tecnologia de energia solar e armazenamento, e sua presença na América do Sul é fundamental para o desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras na região. A empresa está comprometida em trabalhar com parceiros locais para promover a adoção de energias renováveis e reduzir a dependência de fontes de energia fósseis. GoodWe recebe delegação da América do Sul na China

  • Solis Inicia o SNEC 2025 comemorando seus de 20 Anos, Revelando Inversor Híbrido Líder do Setor e Plataforma de Energia com IA 

    Xangai, China — 11 de junho de 2025 — A Solis, líder global em soluções de inversores fotovoltaicos e armazenamento de energia, celebrou seu 20º aniversário no SNEC 2025 com uma exposição inovadora, destacando a estreia do seu Inversor Híbrido de Parede 125kW e o revolucionário Assistente de Energia Inteligente SolisCloud AI . O primeiro dia atraiu uma multidão de profissionais do setor, imprensa e entusiastas de energia renovável para o Pavilhão 5.1H (Estande E680), onde a Solis apresentou suas últimas inovações que prometem redefinir a tecnologia solar e de armazenamento.  Solis Inicia o SNEC 2025 comemorando seus de 20 Anos, Revelando Inversor Híbrido Líder do Setor e Plataforma de Energia com IA Uma Celebração Marcante: 20 Anos de Inovação   O presidente da Solis, Yiming Wang , abriu o evento refletindo sobre a trajetória da empresa desde sua fundação em Ningbo, China, em 2005, até se tornar uma marca globalmente reconhecida, com mais de 100GW de inversores instalados em mais de 100 países e regiões . “Nosso 20º aniversário não é apenas uma celebração do passado, mas um compromisso com o futuro”, disse Wang. “Hoje, apresentamos tecnologias que acelerarão a transição do mundo para a energia limpa — mais inteligentes, eficientes e acessíveis do que nunca.”  Estrela do Evento: O Inversor Híbrido 4-em-1 de 125kW  A série S6-EH3P(75-125)K10-NV-YD-H , que fez sua estreia na China, roubou a cena com sua integração 4-em-1 (controle de PV, bateria, rede elétrica e gerador), projetada para maximizar o ROI em aplicações comerciais e industriais. Os participantes exploraram seus recursos avançados, incluindo:  - Sobrecarga de 200% em PV e carregamento rápido de bateria de 200A para eficiência on-grid.  - Capacidade de sobrecarga de 160% e transição de <10ms para resiliência off-grid.  - Operação paralela de até 10 unidades , possibilitada pelo Gabinete de Distribuição de Energia da Solis.  Solis Inicia o SNEC 2025 comemorando seus de 20 Anos, Revelando Inversor Híbrido Líder do Setor e Plataforma de Energia com IA SolisCloud AI: A Inteligência por Trás da Energia Mais Eficiente  O Assistente de Energia Inteligente SolisCloud AI se destacou por sua análise em tempo real por IA e, principalmente, pela gestão automatizada de Tarifação por Horário de Uso (TOU), uma funcionalidade estratégica para o mercado brasileiro. Ao otimizar automaticamente o consumo nos horários de ponta e fora de ponta — ajustando os fluxos de energia conforme a tarifa vigente e previsões climáticas —, o SolisCloud maximiza a economia e a eficiência energética. A plataforma ainda oferece suporte a integrações com terceiros e cumpre os padrões globais de rede, tornando-se uma  ferramenta essencial para instaladores e concessionárias que buscam inteligência operacional e redução de custos.  Solis Inicia o SNEC 2025 comemorando seus de 20 Anos, Revelando Inversor Híbrido Líder do Setor e Plataforma de Energia com IA Solis é reconhecida pela TÜV por excelência em tecnologia solar  Durante a SNEC 2025 a Solis recebeu recentemente a prestigiada certificação da TÜV, atestando a excelência de seus inversores fotovoltaicos em desempenho, segurança e durabilidade. O selo, concedido após rigorosos testes, reforça o compromisso da marca com inovação e qualidade, validando sua tecnologia como uma das mais confiáveis do mercado para projetos residenciais, comerciais e industriais. A premiação consolida a posição da Solis como referência no setor, aliando eficiência energética comprovada aos mais altos padrões internacionais.  Experiência Prática e Parcerias Globais   O primeiro dia contou com demonstrações ao vivo, palestras de especialistas e sessões interativas, onde engenheiros da Solis destacaram estudos de caso da Europa, Ásia e mercados emergentes. Parceiros elogiaram o suporte localizado e a agilidade em P&D da empresa.  Solis Inicia o SNEC 2025 comemorando seus de 20 Anos, Revelando Inversor Híbrido Líder do Setor e Plataforma de Energia com IA Sobre a Solis:   Fundada em 2005, a Ginlong (Solis) Technologies (Código de Ação: 300763.SZ ) é uma das maiores e mais experientes fabricantes de inversores string fotovoltaicos. Com o portfólio apresentado sob a marca Solis, a empresa utiliza tecnologia inovadora de inversores string para oferecer confiabilidade de primeira classe, validada pelas certificações internacionais mais rigorosas. Com uma cadeia de suprimentos global, P&D e capacidades de fabricação de alto nível, a Ginlong otimiza seus inversores para cada mercado regional, oferecendo suporte e atendimento localizado aos clientes. Visite [Solis - Global Manufacturer of Solar & Energy Storage Solutions https://www.solisinverters.com .  Solis Inicia o SNEC 2025 comemorando seus de 20 Anos, Revelando Inversor Híbrido Líder do Setor e Plataforma de Energia com IA

  • Merivaldo Britto é homenageado pela GoodWe na China por liderança em energia renovável

    Estudante de escola pública, Merivaldo seguiu seus sonhos e se tornou um exemplo na carreira Merivaldo Britto é homenageado pela GoodWe na China por liderança em energia renovável Com uma trajetória marcada por dedicação e conhecimento técnico, o mato-grossense Merivaldo Britto foi homenageado nesta segunda-feira (9), na China, pela GoodWe, uma das maiores empresas globais em soluções de energia solar e armazenamento. Ele recebeu o reconhecimento por seu trabalho como Embaixador da GoodWe na América do Sul e como Key Opinion Leader (KOL) — título concedido a profissionais com sólida formação científica e experiência prática no setor. Diferentemente de um influenciador tradicional, um KOL é alguém que domina profundamente os produtos, soluções e tecnologias que representa. E Merivaldo é exatamente isso: referência técnica, formador de opinião qualificado e agente ativo na promoção da transição energética no continente. Sua história começou de forma humilde, como eletricista em uma concessionária de energia em Mato Grosso. Com orgulho, ele lembra de sua formação educacional. “Cursei o 1º e 2º grau em instituições públicas até conseguir ingressar no ensino técnico em Eletrotécnica pelo Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT)”, relata Merivaldo. A partir daí, Merivaldo trilhou um caminho sólido: formou-se em Engenharia Elétrica, concluiu o mestrado em Energia e atualmente cursa o doutorado, sempre conciliando a teoria com a prática do setor energético. Como Embaixador da GoodWe, sua missão é capacitar empreendedores do setor, levando conhecimento, soluções inovadoras e suporte técnico àqueles que atuam com geração e armazenamento de energia solar. “É um grande orgulho ocupar esse cargo. Como ex-estudante de escola pública, chegar a esse nível de reconhecimento mostra que é possível superar obstáculos com esforço e dedicação. Quero ser inspiração para outros profissionais do setor a nunca desistirem dos seus sonhos”, declarou Britto. Merivaldo também reforça seu compromisso com a transformação energética, “meu propósito é desenvolver o setor com soluções sustentáveis que tragam independência energética, economia e mais qualidade de vida ao consumidor. Com a GoodWe, quero seguir promovendo um futuro mais limpo e eficiente para todos”. A entrega da homenagem contou com a presença do vice-presidente da GoodWe para a América do Sul, Fábio Mendes, e do senador por Mato Grosso, Wellington Fagundes, que exaltaram o exemplo de Merivaldo. “É um prazer imenso reconhecer o trabalho do Merivaldo. Seu conhecimento técnico e seu compromisso com a capacitação de empreendedores são fundamentais para a missão da GoodWe”, afirmou Fábio Mendes. “É motivo de muito orgulho prestigiar um filho de Mato Grosso que está se destacando internacionalmente. O reconhecimento da GoodWe reforça o potencial dos nossos profissionais”, destacou o senador Wellington Fagundes. Merivaldo Britto é homenageado pela GoodWe na China por liderança em energia renovável

  • SolaX Power leva profissionais brasileiros para conhecer fábrica na China

    Energia solar A unidade totalmente automatizada e sustentável torna a operação flexível, eficiente, econômica e com qualidade superior Foto: Os integradores e distribuidores puderam conhecer todas as etapas da produção das principais tecnologias voltadas ao armazenamento de energia Simone Cesário Assessoria de Imprensa da SolaX Power Apresentar todo o processo produtivo das mais modernas inovações tecnológicas do mercado mundial de armazenamento de energia. Esta foi a proposta da SolaX Power ao levar integradores e distribuidores brasileiros para conhecer sua fábrica localizada em Tonglu, na China. A visita aconteceu no último dia 9 e contou com 15 participantes brasileiros. “Tivemos a oportunidade de conhecer todo o processo fabril de inversores e placas eletrônicas, além da área de baterias, para acompanhar onde são testadas e como são produzidas. As pessoas não têm noção do tamanho dessa fábrica – triplicaram de tamanho em dois anos e agora irão triplicar novamente. Hoje fabricam 30 unidades do gabinete ESS-Trene por dia e a previsão é de fabricar 300. É muito interessante estar do outro lado do mundo vendo esse processo fabril, entender um pouco da preocupação que a empresa tem em manter tudo funcionando e muito bem testado. É uma experiência que, quem um dia tiver a oportunidade de vir, nunca irá esquecer”, enfatiza Caio Lucena, da Plug Solar. Para Sophia Cavalcanti, da ION Energia, “a iniciativa, além de demonstrar o compromisso da marca com qualidade e inovação, permitiu acompanhar de perto cada etapa da fabricação — do desenvolvimento ao controle final — reforçando o padrão elevado que diferencia a SolaX no mercado. Para nós, players do setor, estar próximo da origem do produto torna ainda mais claro seu valor. Isso nos dá segurança técnica e nos permite transmitir com mais propriedade aos clientes por que estamos diante de uma solução de alta qualidade em armazenamento de energia”. E completa: “Mais do que uma solução de alta qualidade, a SolaX entrega um produto competitivo para o mercado brasileiro, o que é um diferencial importante. Esse contato direto com a fábrica fortalece nossa convicção de que estamos ao lado de um parceiro sólido, com tecnologia de ponta e preparados para crescer junto conosco no desenvolvimento do mercado de armazenamento de energia no país”. Para o diretor-executivo da SolaX Power no Brasil, Gilberto Camargos, “levá-los até à fábrica é uma oportunidade para aproximar nossos integradores e distribuidores parceiros aos produtos com os quais lidam diariamente. Eles puderam conhecer como são produzidos os equipamentos, com uma imersão nesse ambiente fabril que dispõe de tecnologia de ponta, já que essa é uma premissa da empresa na produção de seus equipamentos”, destaca o executivo.”. Além da visita, a SolaX Power levará os brasileiros para a SNEC PV Power Expo 2025 - Exposição e Conferência Internacional de Geração de Energia Fotovoltaica e Energia Inteligente – o principal evento mundial do setor, que acontece entre os dias 11 a 13, em Xangai, na China. Nesta edição, a SolaX terá um estande com as principais inovações, com foco nos lançamentos em sistemas BESS para armazenamento de energia, inversores híbridos e baterias.  Fábrica Inteligente A unidade, totalmente automatizada e com uma operação que prima pela sustentabilidade, ocupa uma área total de cerca de 100.000 m², com capacidade de produção de 30GW (8,76 milhões de unidades anuais) em inversor e 7,4GWh (7,3 milhões de unidades anuais) em bateria. Para garantir a fabricação em massa, a unidade é totalmente automatizada e possui 30 linhas de produção de ponta, além de 12 linhas de produção SMT automáticas. Com uma fábrica inteligente, foi possível reduzir significativamente as etapas de design de produtos, bem como os cronogramas de aquisição e produção. Dessa forma, a operação torna-se flexível, eficiente, econômica e com qualidade superior. Além disso, trata-se de uma fábrica totalmente sustentável, que utiliza um sistema de gestão de energia para obter o rastreamento digital do consumo de energia e o monitoramento do seu uso, ou seja, a gestão de energia em tempo real, além de utilizar a geração de energia solar. Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. SolaX Power leva profissionais brasileiros para conhecer fábrica na China

  • ABREN destaca a urgência de o Brasil investir em tecnologias para a gestão de resíduos durante o ENASE 2025 

    Yuri Schmitke, presidente da associação, participou do evento e ressaltou a necessidade de o país desenvolver termoelétricas verdes, como as usinas waste-to-energy (energia de resíduos), além do biogás e da biomassa. Yuri Schmitke, presidente da ABREN, participa do ENASE 2025 Rio de janeiro (RJ), 12 de junho de 2025 –  O presidente executivo da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN), Yuri Schmitke , participou nesta quarta-feira, 11 de junho, do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico – ENASE, realizado no Rio de janeiro, e destacou a urgência de o Brasil investir em tecnologias para a gestão de resíduos, em especial as termoelétricas verdes, como as usinas waste-to-energy (energia de resíduos), além do biogás e da biomassa. O representante da ABREN integrou o painel “Adaptação e Mitigação às Mudanças Climáticas”, que teve como objetivo discutir os caminhos mais indicados para garantir estabilidade, segurança e resiliência ao sistema elétrico nacional diante de cenários cada vez mais extremos. Em sua apresentação, Schmitke  enfatizou ainda a complementariedade do biogás para a geração elétrica, especialmente com o uso de gasômetros, que permitem armazenar o gás e despachar energia nos momentos de menor geração renovável. “ A valorização energética de resíduos é uma solução estratégica para o Brasil. Além de garantir estabilidade ao sistema, pode evitar até 80% das emissões de metano equiparáveis às do setor de transporte ”, alertou. A presidente da ABRAGE, Marisete Pereira , outra participante do painel, destacou a necessidade de contratação de potência por meio das hidrelétricas, defendendo a realização de leilões específicos de potência como forma de garantir confiabilidade à rede elétrica nos horários de ponta e mitigar a intermitência das fontes renováveis variáveis. Segundo ela, “ diante da crescente participação de fontes como eólica e solar, é fundamental fortalecer a base do sistema com recursos despacháveis e previsíveis ”. Também participaram do debate José Bruzadin , Diretor da Veolia, e Pedro Regoto , Head de Customer Success da Climatempo, sob a mediação de Natália Addas , da RegE Consultoria. O painel teve ampla interação com o público, que respondeu a enquetes sobre os desafios da transição energética e as expectativas em torno da COP30. O consenso foi claro: sem planejamento estruturante, contratação de potência firme e integração de soluções sustentáveis, o setor elétrico brasileiro corre riscos de fragilidade crescente frente à crise climática. O ENASE é considerado o principal encontro do setor elétrico brasileiro. O evento reforçou a preparação do setor elétrico brasileiro para a COP30, que ocorrerá em Belém (PA), em novembro deste ano, consolidando o país como protagonista global da agenda climática. O ENASE 2025 demonstrou que a transição energética precisa ser tanto limpa quanto segura — e que a agenda da COP30 deve incorporar compromissos reais de resiliência, descarbonização e acessibilidade, com forte articulação entre agentes públicos, privados e reguladores. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. ABREN destaca a urgência de o Brasil investir em tecnologias para a gestão de resíduos durante o ENASE 2025

  • Solis demonstra compromisso contínuo com a sustentabilidade com o lançamento de Declarações Ambientais de Produto na SNEC 2025

    Xangai, China: 12 de junho de 2025 — Durante a Exposição Internacional de Energia Solar & Energia Inteligente SNEC, a TÜV SÜD entregou oficialmente as Declarações Ambientais de Produto (EPDs) para a Solis, referentes à sua sexta geração da série de inversores comerciais de 80–125kW: S6-GC(80–125)K. Foto crédito Solis Essa conquista, juntamente com a recente publicação do Relatório ESG 2024 da Solis e seu reconhecimento pela EcoVadis, marca um compromisso contínuo e proativo da empresa com a sustentabilidade. O Sr. Xu Hailiang, Vice-Presidente da TÜV SÜD Smart Energy, apresentou oficialmente os certificados ao Sr. Sandy Woodward, Gerente Geral da Europa. As EPDs são desenvolvidas com base nas normas internacionais ISO 14025 e EN 15804, fornecendo uma avaliação abrangente do impacto ambiental de um produto ao longo de todo o seu ciclo de vida — desde a extração de matérias-primas e produção, passando pela distribuição e uso, até a reciclagem e descarte no fim da vida útil. Ao divulgar informações quantificadas sobre o impacto ambiental, as EPDs ajudam compradores e usuários a tomarem decisões de aquisição mais informadas e sustentáveis sobre produtos e marcas. Comentando sobre a certificação, Woodward afirmou: “É fundamental, no atual cenário energético dinâmico e competitivo, que sejamos transparentes em relação à nossa fabricação e cadeias de suprimentos. A Solis está comprometida em apoiar seus clientes em toda a Europa, e poder fornecer certificados EPD é apenas uma das maneiras de demonstrarmos nossa crença fundamental em fornecimento ético e sustentabilidade”. A disponibilização dos certificados EPD faz parte da estratégia mais ampla da Solis para sustentabilidade e transparência corporativa. A recente publicação do Relatório ESG Corporativo 2024 reforça ainda mais o foco da empresa no desempenho Ambiental, Social e de Governança em todos os níveis do negócio. A Solis continua buscando avanços no campo da inovação em novas tecnologias de energia, impulsionada pela crença de que a tecnologia é o veículo para nos conduzir rumo a um futuro energético mais verde. Desde novembro de 2024, a Solis foi reconhecida com o status “Committed” pela EcoVadis, em reconhecimento ao seu forte desempenho em critérios-chave de sustentabilidade. A EcoVadis é uma das plataformas mais confiáveis do mundo para avaliação de sustentabilidade corporativa, fornecendo classificações independentes nas áreas de práticas ambientais, trabalho e direitos humanos, ética e compras sustentáveis. Fundada na França em 2007, a EcoVadis tornou-se a principal e mais confiável fornecedora global de classificações de sustentabilidade corporativa. Sobre a Solis Fundada em 2005, a Ginlong (Solis) Technologies (Código de Ações: 300763.SZ ) é uma das mais experientes e maiores fabricantes de inversores string para energia fotovoltaica. Apresentada sob a marca Solis, o portfólio da empresa utiliza tecnologia inovadora de inversores string para oferecer confiabilidade de primeira classe, validada sob as certificações internacionais mais rigorosas. Com uma cadeia de suprimentos global e capacidades de P&D e fabricação de nível mundial, a Ginlong otimiza seus inversores para cada mercado regional, atendendo e apoiando seus clientes com expertise local. Visite: www.solisinverters.com Sobre a TÜV SÜD Fundada em 1866 como uma associação de inspeção de caldeiras a vapor, a TÜV SÜD evoluiu para uma organização global. Com mais de 1.000 filiais em 50 países e quase 28.000 colaboradores, o grupo se dedica à melhoria contínua da expertise técnica, sistemas e conhecimento profissional. A TÜV SÜD tem realizado inovações notáveis na Indústria 4.0, direção autônoma e na segurança e confiabilidade de tecnologias de energia renovável.

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