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  • Especialista orienta sobre critérios para escolha dos sistemas de armazenamento de energia para cada necessidade e tipo de imóvel

    Armazenamento de Energia “Se a tarifa for horária, por exemplo, a bandeira vermelha, que está em vigor no Brasil a partir desse mês de junho, programe a bateria para descarregar nos horários de pico”, orienta o engenheiro Foto: Os contêineres de armazenamento são as opções mais indicadas para as indústrias  Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa SolaX Power O mês de junho começa com uma notícia que a população não gostaria de ouvir – a conta de energia ficará mais cara, já que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou a tarifa com a bandeira vermelha a partir desse mês. Nesse sentido, uma alternativa para reduzir o valor pago na conta e que acabe com os incômodos e prejuízos provocados pela falta de energia é o desejo de boa parte da população. Esse cenário torna-se possível com um sistema híbrido, que alia os painéis fotovoltaicos ao armazenamento de energia. Porém, para que essa solução possa ser realmente eficiente e atenda às expectativas, é fundamental estar atento a alguns fatores, que vão desde a escolha dos fabricantes até a instalação dos equipamentos. Primeiro vale explicar que o sistema híbrido é composto pelos painéis fotovoltaicos, responsáveis pela produção da energia solar, aliados a um sistema de armazenamento, composto pelos inversores híbridos e baterias. Com esse sistema, é possível armazenar a energia solar excedente para ser usada em momentos de maior tarifa da concessionária, dias chuvosos, à noite ou no caso de interrupções de fornecimento da rede. Esse cenário permite que não haja falta de energia e garante a segurança energética, tanto para imóveis residenciais, industriais, comerciais como propriedades rurais. A engenheira eletricista Dieny Melo explica que os sistemas com baterias possuem a função TOU (Time of Use) - muito útil em momentos como esse, com taxação na bandeira vermelha. Por meio desse recurso, a pessoa escolhe como irá utilizar seu sistema híbrido. “Com essa função, é possível programar o sistema para alto consumo e, por meio dos módulos fotovoltaicos, carregar a bateria durante o dia. No final do dia, quando termina o período com sol, é possível realizar o autoconsumo, ou seja, as cargas do cliente começam a ser supridas pela bateria. Dessa forma, é possível que a pessoa utilize menos a rede da concessionária e conquiste a ‘liberdade energética’, ou seja, utilizar o mínimo possível a energia da rede”, explica.  E Dieny reforça a importância do sistema híbrido como aliado nesse período de taxação mais elevada. “A bateria permite amenizar os efeitos da alta na conta. É um período com menor probabilidade de quedas de energia, já que a bandeira vermelha é implantada em um período mais seco, ou seja, com menos probabilidade de chuvas. Dessa forma, as baterias podem reduzir os efeitos de utilização noturna da rede da concessionária e pagar o mínimo possível na conta de energia”. Porém, para que todos esses benefícios sejam conquistados, é preciso estar atento a alguns aspectos técnicos, econômicos e regulatórios. O engenheiro Marcelo Niendicker explica que o primeiro passo é avaliar qual o objetivo que se deseja alcançar com a implantação desse sistema: reduzir a conta de energia, realizar backup ou garantir a autonomia energética total, por exemplo. “O próximo passo é efetuar o dimensionamento desse sistema, ou seja, avaliar quais painéis e sistemas de baterias irão atender às necessidades almejadas. No caso dos painéis, quais e quantos equipamentos irão cobrir o consumo e gerar sobra para a bateria e, no caso das baterias, avaliar a capacidade baseada em horas de autonomia e potência necessárias”, explica. Realizada essa análise, é preciso verificar a viabilidade econômica, ou seja, o custo inicial desse sistema em comparação com a economia na conta de energia. “Essa análise é importante para avaliar o payback – que é o retorno do investimento – que deve considerar o objetivo do sistema, por exemplo, quanto a pessoa deixa de perder em uma queda de energia”, explica. O engenheiro também pontua que é preciso observar as normas de segurança. Importante confirmar se os equipamentos possuem certificações, principalmente a do Inmetro, e sistema BMS (Battery Management System) – que monitora e controla a operação de um conjunto de baterias, garantindo segurança, desempenho e longevidade, além de adquirir um sistema com visão no futuro, por meio do qual há a possibilidade de expandir com mais painéis ou baterias. “Se o payback  for aceitável, por exemplo, entre 5 a 7 anos, e a necessidade for clara, vale a pena o investimento”, orienta Niendicker. Dicas para cada tipo de imóvel Vale destacar ainda que a implementação de um sistema com baterias varia significativamente conforme o tipo de instalação (apartamento, casa, comércio ou indústria). No caso de apartamento, dentre os desafios, está o espaço limitado (telhado comum ou varanda pequena), regras do condomínio a serem observadas - já que podem proibir ou limitar instalações, além da conexão à rede elétrica do prédio, que pode ser complexo em sistemas compartilhados. “Para esse perfil de imóvel, o ideal é optar pelas baterias compactas e instalação de painéis, caso desejado, em varandas ou áreas comuns, caso seja permitido, usando estruturas de fixação especializadas”, explica o engenheiro. Além disso, no caso de apartamentos, o ideal seria optar por sistema de backup seletivo, ou seja, destinado a alimentar apenas pontos críticos, como geladeira e iluminação, durante as quedas de energia. Também vale a pena entrar em acordo com o condomínio para compartilhar a geração em áreas comuns, como elevadores e iluminação. Já no caso de residência, as vantagens são o espaço para instalação dos painéis e baterias e o autoconsumo direto, o que garante a redução imediata na conta de luz. “Porém, é importante avaliar se o sistema cobrirá o consumo, pensar nas baterias LFP - conhecidas pela sua segurança, longa vida útil e alta densidade de energia - para realizar os backups e suprir noites ou quedas de energia e a instalação do inversor híbrido, que permite utilizar tanto a energia da rede, como do sistema de painéis e baterias”, explica. Uma dica importante: “Se a tarifa for horária, por exemplo, bandeira vermelha, que está em vigor no Brasil a partir desse mês, programe a bateria para descarregar nos horários de pico”, alerta o engenheiro. No caso de comércio, o foco é a redução de custos com demanda contratada e proteção contra quedas. Nesse sentido, as baterias auxiliam a atender a demanda de energia e, se o estabelecimento operar à noite, o armazenamento é essencial. “Além disso, em alguns estados, as empresas podem ter incentivos fiscais, com descontos em impostos”. No caso da indústria, os principais desafios são o consumo elevado e contínuo devido ao funcionamento de máquinas e refrigeração, por exemplo.  “ Por isso, para os estabelecimentos industriais, é essencial a instalação de um sistema híbrido, com gestão ativa de energia, priorizando fontes conforme o custo e horário, além de baterias em larga escala, por exemplo, contêineres como os modelos Trene e Aelio, que integram o portfólio da SolaX ”, explica. E o engenheiro alerta: “Em apartamentos e comércios, verifique com a concessionária quais os requisitos para a conexão de sistemas com baterias (algumas exigem projetos específicos). Para indústrias, estude a modalidade ‘demanda contratada’ para otimizar o tamanho da bateria”. Vale pontuar que, entre os erros mais comuns dos consumidores está a escolha somente pelo preço do produto e preço da instalação. “É importante escolher empresas sólidas e competentes para projetar e instalar o sistema, isso garante segurança para o usuário não só no momento da instalação, mas também no futuro, quando o sistema vier a apresentar alguma falha ou necessidade de expansão”, ressalta Niendicker. Todos os cuidados são essenciais para garantir a eficiência e segurança do sistema. Se optar por baterias e inversores de baixa qualidade e sem certificação, esses equipamentos podem falhar rápido ou até causar danos a pessoas e instalações, bem como baterias sem BMS adequado podem superaquecer e causar acidentes. “Além disso, problemas de dimensionamento podem induzir ao erro de adquirir uma bateria pequena, que pode não proporcionar autonomia suficiente, ou uma bateria grande, que pode significar um custo desnecessário”. Outro ponto envolve a instalação, já que erros nessa etapa podem reduzir a vida útil do sistema e anulam a garantia. “Se a pessoa optar por empresas sem suporte técnico, pode ficar sem ajuda quando o sistema falhar, bem como um sistema ineficiente que não gera a economia esperada, prolongando o payback ”. Nesse sentido, o engenheiro alerta que é importante investir em marcas confiáveis e equipamentos com certificações, especialmente a do Inmetro. Também é importante contratar profissionais qualificados e garantias de longo prazo para os equipamentos. “Muitas vezes, preço baixo pode significar custo alto no futuro. Priorize segurança e eficiência”. Sobre a SolaX Power  - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Especialista orienta sobre critérios para escolha dos sistemas de armazenamento de energia para cada necessidade e tipo de imóvel

  • Brasil consolida protagonismo no hidrogênio com novo capítulo da transição energética

    Evento reúne líderes globais para debater soluções em hidrogênio e carbono e marca a chegada do Hyvolution ao país Brasil consolida protagonismo no hidrogênio com novo capítulo da transição energética O Rio de Janeiro se tornou, nesta terça-feira (11), o centro das discussões sobre o futuro da energia na América Latina. A terceira edição da Hydrogen Expo South America, realizada em paralelo à Carbon Capture Expo South America, reúne os principais nomes da indústria, governo, academia e especialistas que estão na linha de frente da transição energética. O tom dos discursos de abertura foi claro: a transição energética não é mais uma promessa — já é uma realidade em construção, essencial para viabilizar um futuro regenerativo. O evento, que acontece na Expo Mag até quarta-feira (12), deve reunir cerca de três mil participantes para mais de 40 horas de conteúdo técnico e estratégico, distribuídas em três salas simultâneas. A programação contempla painéis, apresentações de casos reais e debates com representantes de empresas, instituições e governos que estão liderando projetos de hidrogênio de baixa emissão e tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS). Com 70 expositores e a participação ativa de 22 entidades associativas, a edição 2025 reforça o posicionamento do Brasil como ator estratégico na nova economia verde. A feira de negócios, com acesso gratuito mediante credenciamento, evidencia o avanço da cadeia de valor do hidrogênio e das tecnologias de descarbonização no país. Brasil consolida protagonismo no hidrogênio com novo capítulo da transição energética Durante a cerimônia de abertura, o sócio e diretor-executivo da INTERLINK Exhibitions, Cassiano Facchinetti, anunciou a incorporação do evento ao Hyvolution, principal plataforma global de hidrogênio, organizada pela GL events Exhibitions. “Esse é um reflexo claro de um movimento global, que ganha agora ainda mais força, velocidade e escala no Brasil. Nosso país vive um momento estratégico, liderando o ranking global do Climate Investment Funds como o principal destino de investimentos para projetos de descarbonização industrial”, afirmou. Brasil consolida protagonismo no hidrogênio com novo capítulo da transição energética A diretora da GL events Exhibitions, Tatiana Zaccaro, reforçou que a chegada do Hyvolution ao Brasil representa um novo patamar para o setor. “Acreditamos muito no hidrogênio como o futuro energético do mundo. E o Brasil, onde temos nossa maior operação fora da França, é estratégico nesse movimento”, disse. A primeira edição do Hyvolution Brazil está marcada para os dias 26 e 27 de agosto de 2026, no Riocentro, no Rio de Janeiro, com expectativa de reunir 6 mil visitantes qualificados, mais de 800 congressistas e 100 marcas expositoras, de 14 países. Brasil consolida protagonismo no hidrogênio com novo capítulo da transição energética Pierre Buchou, diretor de desenvolvimento do Hyvolution na França, também celebrou a expansão. “Começamos o evento em Paris com 400 pessoas e 20 expositores. Hoje, temos 15 mil participantes e mais de 500 marcas. O que nos move é conectar os atores certos e fomentar ecossistemas locais e regionais. A chegada ao Brasil é mais um passo importante dessa rede global comprometida com soluções reais. É hora da revolução do hidrogênio.” Em sua fala, o presidente da AHK-RJ, Jens Hüren, reforçou o compromisso da instituição com a transição energética. “Mantemos um grupo de trabalho ativo sobre hidrogênio, com encontros mensais que reúnem especialistas e tomadores de decisão, além de iniciativas educacionais, como o novo curso sobre descarbonização na indústria. Eventos como este ajudam a esclarecer o cenário e alinhar expectativas”, disse. Hüren também apontou os desafios do setor, como a estruturação de contratos de longo prazo, falta de incentivos, custos elevados e gargalos de infraestrutura. “São obstáculos naturais em qualquer transformação. Precisamos encarar a realidade com pragmatismo e cooperação”, afirmou. O deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Comissão de Transição Energética da Câmara, destacou o papel estratégico do evento na formulação de políticas públicas. Segundo o parlamentar, o próximo desafio é transformar a legislação em prática. “Estamos agora na fase de implementação. Aprovamos instrumentos como as debêntures de infraestrutura, o PATEM (Programa de Aceleração da Transição Energética por Meio da Sustentabilidade), o programa Combustível do Futuro e o conceito do berço ao tubo, que tornam o Brasil referência em inovação e sustentabilidade”, observou Jardim. A diretora-executiva da Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde (ABIHV), Fernanda Delgado, destacou que o país já possui uma carteira sólida de investimentos, mas ainda enfrenta entraves como regulação, acesso à energia e ampliação da infraestrutura. “O que falta agora é garantir demanda e escoamento para essa produção. A energia não é escassa, o que é escasso é o tempo que temos para fazer essa mudança”, pontuou Fernanda. Carlos Cabral, diretor do Departamento de Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia (MME), destacou que o Brasil tem uma matriz energética majoritariamente renovável e trabalha para alcançar o Net Zero até 2050. “Estamos estruturando o decreto da nova lei do hidrogênio, com contribuições de diversos setores, para garantir segurança jurídica e fomentar modelos de negócio viáveis para o hidrogênio e o CCS”, afirmou. Na opinião de Marcelo Veneroso, presidente da Neuman & Esser, um dos patrocinadores do evento, a Hydrogen Expo South America já se consolidou como o principal ponto de encontro do setor de hidrogênio no Brasil e na América Latina. “O hidrogênio verde deixou de ser uma promessa distante e passou a ocupar o centro das discussões estratégicas das maiores economias do mundo. Para nós, da indústria de máquinas e equipamentos, isso representa uma oportunidade inédita. A transição energética exige novas tecnologias, e o hidrogênio é peça-chave nesse processo. Ele nos desafia a inovar, integrar competências e desenvolver soluções que impulsionem uma nova era industrial: mais limpa, mais eficiente e mais conectada”, apontou. Ansgar Pinkowski, curador técnico da Hydrogen Expo South America, encerrou os discursos de abertura com uma mensagem de otimismo e ação. “Temos aqui empresários com visão, políticos comprometidos e, juntos, podemos mostrar ao mundo que o Brasil tem potencial para liderar uma transição energética justa, concreta e produzindo hidrogênio de baixo carbono para o mercado interno e global”, destacou. Sobre a GL events Exhibitions A GL events Exhibitions é uma empresa da multinacional francesa GL events – um dos principais players do mercado de eventos no mundo, presente em 27 países. Importante catalisadora de negócios com a organização e promoção de eventos B2B e B2C, é responsável pela realização de congressos, festivais e feiras representativas em diversos segmentos da economia: Bienal do Livro Rio e Bienal do Livro Bahia, no Mercado Editorial; Brasil Brau, no universo Cervejeiro; Congresso e Feira Estetika, o evento mais importante de Estética, Saúde, Beleza e Bem-estar da América Latina; e ExpoPostos &Conveniência, maior evento do setor de combustíveis e conveniência da América Latina. Atenta às necessidades dos seus públicos, desenvolve produtos que estimulam o contato dos visitantes com as principais tendências e novidades, incentivando discussões de conteúdo relevantes, interação e networking, além da geração de negócios. Brasil consolida protagonismo no hidrogênio com novo capítulo da transição energética

  • GoodWe promove webinar exclusivo sobre o futuro do BIPV

    No próximo dia 1º de julho, às 19h (horário de Brasília), a GoodWe realiza um webinar gratuito para apresentar as principais novidades e estratégias de mercado para o segmento de BIPV (Building Integrated Photovoltaics). GoodWe promove webinar exclusivo sobre o futuro do BIPV O evento é uma oportunidade imperdível para integradores, arquitetos e profissionais do setor solar entenderem como transformar o BIPV em uma solução de valor real para seus clientes — unindo tecnologia, eficiência energética e design arquitetônico. As vagas são limitadas. Inscreva-se gratuitamente neste link. BIPV: Como transformar soluções solares em valor real para o seu cliente Por EnergyChannel Internacional– 11 de junho de 2025 O mercado de energia solar vive uma nova revolução com as soluções BIPV (Building Integrated Photovoltaics) – ou Fotovoltaico Integrado à Construção. Mais do que apenas gerar energia, essa tecnologia oferece um novo olhar para a arquitetura e a eficiência energética de edifícios, combinando design e funcionalidade em um único produto. Empresas como a *GoodWe*, referência global em soluções de energia inteligente, têm apostado fortemente no potencial dos sistemas BIPV, ampliando o leque de possibilidades para integradores, projetistas e empreendedores do setor solar. GoodWe promove webinar exclusivo sobre o futuro do BIPV O que é BIPV e por que você deve apresentar aos seus clientes? Diferente dos módulos fotovoltaicos tradicionais, o BIPV não é um componente instalado sobre a estrutura: ele *faz parte da edificação*, substituindo elementos como fachadas, coberturas e brises. Com isso, une geração de energia limpa com estética arquitetônica, isolamento térmico e aumento do valor do imóvel. GoodWe promove webinar exclusivo sobre o futuro do BIPV Para os integradores e empresas do setor, essa é uma oportunidade estratégica: além da sustentabilidade, o BIPV representa um diferencial competitivo para quem deseja oferecer soluções completas, inteligentes e economicamente viáveis aos seus clientes. Tendências e novidades do setor O avanço da tecnologia BIPV foi destaque no último evento técnico promovido pela *GoodWe*, que reuniu especialistas e profissionais do mercado para apresentar as inovações mais recentes. Entre os temas discutidos estiveram: •⁠ ⁠*Eficiência energética ampliada*, com células de alta performance adaptáveis a diferentes tipos de construção. •⁠ ⁠*Design customizável*, permitindo integração estética aos projetos arquitetônicos, sem comprometer a geração elétrica. •⁠ ⁠*Novos materiais e acabamentos*, que oferecem resistência, durabilidade e versatilidade, mesmo em condições climáticas adversas. Além disso, os especialistas reforçaram que soluções BIPV trazem retorno financeiro não apenas pela economia na conta de luz, mas também pelo potencial de valorização imobiliária e pela contribuição direta para certificações verdes (como LEED e EDGE). Como vender BIPV: argumentos que convencem Para conquistar o cliente final, o integrador deve ir além da explicação técnica e demonstrar os reais ganhos de investir no BIPV: ✔ *Sustentabilidade com estética*: O sistema valoriza o imóvel e contribui para a imagem ecológica da empresa ou residência. ✔ *Redução de custos a longo prazo*: Economia energética combinada com menor necessidade de manutenção de fachada ou cobertura. ✔ *Conformidade com exigências ambientais*: Cada vez mais, projetos precisam atender a requisitos de eficiência energética e redução de carbono. ✔ *Inovação percebida pelo cliente*: Diferencial competitivo para incorporadoras, construtoras e investidores imobiliários. O futuro do BIPV no Brasil Com o crescimento do mercado de construção sustentável e as novas exigências ambientais, o BIPV deve ganhar espaço no Brasil nos próximos anos. Eventos como o da GoodWe reforçam que o momento é agora para empresas do setor fotovoltaico se capacitarem e oferecerem essa solução de alto valor agregado. GoodWe promove webinar exclusivo sobre o futuro do BIPV Para quem deseja se manter competitivo no setor solar, entender e saber apresentar o BIPV aos clientes deixou de ser uma opção – e passou a ser uma necessidade estratégica. GoodWe promove webinar exclusivo sobre o futuro do BIPV

  • Inversores da SolaX Power possuem tecnologia integrada que impede prejuízo com sombreamento e aumenta eficiência do sistema fotovoltaico

    Foto: SolaX Power   Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power De acordo com o relatório divulgado pela Solfácil, que acompanha o desempenho do setor com base em informações da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o Brasil registrou mais de 240 mil novas instalações de energia solar em 2025, totalizando mais de 3,4 milhões de sistemas solares conectados à rede elétrica, sendo que 83% são em residências. Diante desse cenário, que tem apresentado aumento ano a ano, nem sempre as instalações são realizadas na localização ideal para garantir a eficiência máxima desse sistema. É por isso que a SolaX Power integrou aos seus inversores híbridos mais recentes uma tecnologia que aprimora a geração diária em casos de sombreamento fixo do sistema fotovoltaico e garante a eficiência máxima na produção da energia solar. Em alguns casos, os painéis fotovoltaicos podem ser instalados em locais que são prejudicados pelo sombreamento de prédios vizinhos e o ponto de potência máxima (MPP) pode ser afetado por essas condições de sombreamento parcial em algumas horas durante o dia, o que resulta na diminuição da produção de energia. Então, para resolver esse problema e aumentar a eficiência do sistema, a SolaX integrou a solução de varredura Global MPPT (GMPPT) nos inversores solares mais recentes.  “Quando não há sombreamento nos painéis fotovoltaicos, os inversores SolaX podem atingir o ponto de potência máxima sem esforço e com precisão. No entanto, quando parte dos painéis fotovoltaicos é sombreada, acarreta redução de energia e perdas de rendimento para o proprietário desse sistema”, explica o engenheiro Marcelo Niendicker. E completa: “Por outro lado, com a solução SolaX Global MPPT Scan, os inversores SolaX verificarão periodicamente qual o ponto de potência mais alto possível, o que auxilia na eficiência máxima do sistema. Com essa tecnologia, o aumento na produção de energia solar pode chegar a 15%”. Vale ressaltar que essa solução funciona de forma independente para cada inversor e o intervalo para realizar cada uma das varreduras a fim de definir esse ponto de potência máxima pode ser controlável. “Essa tecnologia também auxilia na identificação do problema de sombreamento e correção da instalação dos painéis”, completa o engenheiro. Sobre a SolaX Power  - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Inversores da SolaX Power possuem tecnologia integrada que impede prejuízo com sombreamento e aumenta eficiência do sistema fotovoltaico

  • SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável

    Foi oficialmente lançada no Brasil a SNEC – International Photovoltaic Power Generation and Smart Energy Conference & Exhibition, a maior feira de energia solar do mundo. O anúncio foi feito por João Paulo Pícolo, CEO da NürnbergMesse Brasil, e Sérgio R. Carvalho, CEO da OAKSTREAM, durante um evento que reuniu lideranças e representantes estratégicos do setor de energia limpa no país. SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável A primeira edição da SNEC Brasil acontecerá de 17 a 19 de março de 2026, no Distrito Anhembi em São Paulo e já nasce com a promessa de se tornar um marco para os grandes eventos internacionais do setor de energia renovável na América Latina. Com foco em geração solar fotovoltaica, armazenamento de energia, redes inteligentes e mobilidade elétrica, a feira pretende conectar o Brasil ao ecossistema global da transição energética. SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável A chegada da SNEC ao Brasil reforça o protagonismo do país na matriz energética limpa e amplia as oportunidades de negócios, inovação e cooperação internacional. “Estamos trazendo para o Brasil um evento com o peso e a relevância da SNEC de Xangai, que hoje é referência mundial. O potencial brasileiro para energias renováveis merece uma plataforma desse porte”, destacou João Paulo Pícolo. Para Sérgio R. Carvalho, a SNEC Brasil será uma vitrine global: “Queremos criar uma ponte entre o mercado brasileiro e os principais players internacionais. O Brasil tem tudo para liderar a nova economia verde, e a SNEC será catalisadora desse processo.” Com a chancela de duas grandes organizadoras e o know-how de edições internacionais bem-sucedidas, a SNEC Brasil deve atrair empresas, investidores, especialistas e representantes governamentais de diversos países, consolidando-se como um novo polo de inovação e negócios no cenário das energias renováveis. SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável

  • O papel dos investidores estratégicos na expansão dos renováveis

    Por Laís Víctor  – Diretora Executiva de Parcerias e Especialista em Energia  O papel dos investidores estratégicos na expansão dos renováveis   A nova arquitetura financeira da transição energética A transição energética deixou de ser uma pauta de nicho restrita a especialistas ambientais e passou a ocupar posição central nas agendas econômicas, políticas e diplomáticas globais. Hoje, a descarbonização das matrizes energéticas não é apenas uma exigência climática, mas um vetor estratégico de competitividade e soberania para as nações. O avanço exponencial das tecnologias limpas, como energia solar, eólica, armazenamento e hidrogênio verde, aliado à crescente sofisticação regulatória e à incorporação definitiva dos critérios ESG nas decisões de investimento, vem redesenhando profundamente os fluxos globais de capital. Trata-se de um movimento que já mobiliza trilhões de dólares anualmente, com forte protagonismo de investidores institucionais, fundos soberanos, utilities globais e conglomerados industriais. Neste novo desenho, o papel dos investidores estratégicos transcende a função tradicional de financiadores passivos. Eles emergem como verdadeiros arquitetos de ecossistemas, capazes de integrar, simultaneamente, políticas públicas ambiciosas, cadeias de fornecimento globais, inovação tecnológica e mecanismos robustos de governança. É justamente essa capacidade de articulação sistêmica que lhes permite reduzir assimetrias de risco, viabilizar projetos em ambientes desafiadores e acelerar o avanço sustentável das energias renováveis em escala. Com isso podemos observar com clareza que o futuro da transição energética não dependerá apenas da disponibilidade de recursos financeiros, mas da inteligência estratégica na orquestração desses múltiplos atores, alinhando interesses públicos e privados em um horizonte de longo prazo. Um cenário global de competição por ativos de qualidade Nos últimos cinco anos, o volume de investimentos em energias renováveis atingiu níveis históricos. De acordo com a BloombergNEF (BNEF), somente em 2023 foram investidos mais de US$ 1,8 trilhão em transição energética no mundo, considerando não apenas energias renováveis, mas também veículos elétricos, redes inteligentes e armazenamento de energia. Desse montante, mais de US$ 600 bilhões foram destinados exclusivamente à geração renovável. Essa movimentação é resultado da combinação entre a pressão climática crescente, impulsionada por tratados como o Acordo de Paris, as Conferências das Partes (COPs) e os pactos nacionais de descarbonização, o avanço tecnológico com a queda expressiva dos custos de tecnologias como painéis solares, turbinas eólicas e baterias, além da evolução no comportamento dos investidores institucionais, cada vez mais guiados por critérios de ESG (ambiental, social e governança) em suas decisões de alocação de capital. O novo perfil do investidor estratégico em energia Dentro dessa nova dinâmica, o investidor estratégico se diferencia claramente dos investidores tradicionais. Enquanto estes atuam de forma predominantemente financeira e passiva, os investidores estratégicos desempenham múltiplos papéis simultâneos: são, ao mesmo tempo, desenvolvedores de projetos, operadores industriais, gestores de risco e articuladores de ecossistemas completos. Trabalham com uma visão de longo prazo, muitas vezes com horizontes de retorno superiores a 15 ou 20 anos, buscando não apenas o lucro imediato, mas a construção de plataformas sustentáveis de negócios. Buscam ainda a integração vertical da cadeia de valor, desde a geração da energia até a sua comercialização nos mercados finais. Além disso, participam ativamente de discussões regulatórias e políticas públicas nos países em que atuam, e realizam análises amplas de risco que englobam variáveis financeiras, políticas, jurídicas, tecnológicas e reputacionais. Grandes utilities globais como Iberdrola, Enel, EDF e Engie, fundos soberanos como GIC, Mubadala e Temasek, conglomerados industriais como Mitsubishi e Siemens, além de fundos especializados em infraestrutura energética, exemplificam esse novo perfil de atuação. Os desafios estruturais que vão além do capital Apesar do volume crescente de recursos, o simples aporte de capital não é suficiente para garantir o sucesso dos projetos. Existem diversos desafios estruturais que exigem inteligência estratégica, capacidade de articulação e experiência operacional. A instabilidade regulatória é, talvez, o fator que mais afasta investidores em mercados emergentes. Mudanças frequentes nas regras de leilões, subsídios, licenciamento ambiental e tarifação de redes criam incertezas jurídicas e riscos institucionais difíceis de mensurar. A competição global por projetos maduros e bem estruturados também pressiona as avaliações financeiras, reduzindo as margens de retorno dos investimentos. Além disso, a integração de novas tecnologias, como os projetos híbridos combinando solar, eólico e armazenamento, bem como a exploração do hidrogênio verde e parques offshore, ainda envolve riscos tecnológicos em evolução e exige competências técnicas sofisticadas. Em muitos países, ainda persiste a limitação de uma cadeia de fornecimento local robusta, o que dificulta a implementação em larga escala e eleva os custos logísticos. Soma-se a isso o agravamento das disputas geopolíticas por insumos críticos, como lítio, terras raras e semicondutores, o que compromete a previsibilidade das cadeias globais de suprimento. O diferencial competitivo do investidor estratégico É justamente neste ambiente complexo que o investidor estratégico consegue oferecer diferenciais competitivos decisivos. Sua capacidade de estruturar alianças multilaterais, organizar consórcios com bancos multilaterais, governos e parceiros locais, além de gerir os projetos de forma integrada desde a concepção até a comercialização da energia, permite mitigar riscos e aumentar a resiliência dos empreendimentos. Graças ao seu histórico operacional e à solidez financeira, esses investidores também têm acesso privilegiado a financiamentos de longo prazo com custos de capital mais competitivos. Sua experiência em governança, compliance e gestão socioambiental os credencia junto aos stakeholders globais cada vez mais exigentes. Outro ponto de destaque é a visão global que possuem para fomentar clusters industriais regionais, estabelecendo polos de tecnologia, inovação e capacitação de mão de obra especializada. Como criar ambientes atrativos para o capital estratégico Para que países e empresas consigam atrair e consolidar o interesse desses investidores estratégicos, é fundamental criar um ambiente institucional previsível, seguro e atrativo. A estabilidade de regras e contratos, a celeridade nos processos de licenciamento ambiental e territorial, o desenvolvimento de infraestrutura robusta (incluindo transmissão, portos, dutos e logística intermodal), a apresentação de portfólios de projetos maduros com due diligence técnico-socioambiental, além de políticas claras de conteúdo local, transferência de tecnologia e incentivos fiscais inteligentes, formam o conjunto de pré-requisitos essenciais. Mais do que atrair capital, esses fatores promovem um ciclo virtuoso de competitividade, profissionalização e inovação contínua no setor. O investidor estratégico como arquiteto da nova economia verde À medida que a transição energética avança como um dos principais motores de reorganização econômica global, a capacidade dos países de criar ambientes favoráveis à atuação de investidores estratégicos torna-se um divisor de águas entre aqueles que conseguirão converter potencial em protagonismo e aqueles que permanecerão espectadores do novo ciclo de crescimento sustentável. Não estamos mais diante de um debate meramente financeiro ou ambiental. O investidor estratégico representa, hoje, uma peça central na construção de ecossistemas completos, em que inovação tecnológica, robustez institucional, governança socioambiental e inserção competitiva nas cadeias globais de valor precisam caminhar de forma coordenada. No contexto brasileiro, essa agenda adquire contornos ainda mais relevantes. Com abundância de recursos renováveis, localização geográfica privilegiada, matriz energética já majoritariamente limpa e um mercado interno expressivo, o Brasil detém atributos que o credenciam como plataforma natural para atração desse capital estratégico. Entretanto, como especialista que acompanha de perto a dinâmica internacional de investimentos, ressalto que essas vantagens naturais precisam ser acompanhadas de um sólido alicerce institucional. Sem previsibilidade regulatória, segurança jurídica duradoura e políticas públicas estáveis, o risco percebido pelos investidores continuará elevado, limitando a nossa capacidade de atrair players globais de referência. Neste novo ciclo econômico global, o capital estratégico deixou de ser uma mera vantagem competitiva eventual. Ele se tornou a condição estruturante para transformar recursos em projetos concretos, tecnologia em desenvolvimento local e energia renovável em crescimento sustentável de longo prazo. O Brasil tem diante de si uma janela histórica de oportunidade, mas aproveitá-la exigirá visão de longo prazo, disciplina institucional e uma articulação eficaz entre governo, iniciativa privada e sociedade civil para consolidar um ambiente de negócios confiável, transparente e integrado à nova ordem energética internacional. Sobre a autora: Laís Víctor é especialista em energias renováveis e diretora executiva de parcerias, com 14 anos de atuação no setor de energia. Sua atuação inclui o desenvolvimento de negócios, estruturação de alianças estratégicas e apoio à atração de investimentos para projetos de transição energética, com foco na construção de ecossistemas sustentáveis e inovação no mercado global de renováveis. Créditos da imagem: Freepik Fontes de referência: BloombergNEF (BNEF). Energy Transition Investment Trends 2024.  Bloomberg New Energy Finance. International Energy Agency (IEA). World Energy Outlook 2023. International Renewable Energy Agency (IRENA). World Energy Transitions Outlook 2023. United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC). Acordo de Paris e documentos das COPs recentes. World Economic Forum (WEF). The Global Energy Transition Index 2023. McKinsey & Company. The Global Energy Perspective 2023. Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). Global Hydrogen Trade to Meet the 1.5°C Climate Goal. Banco Mundial (World Bank). World Development Indicators: Energy Sector Data. Relatórios setoriais de utilities globais e fundos soberanos mencionados (Iberdrola, Enel, EDF, Engie, GIC, Mubadala, Temasek, Mitsubishi, Siemens). O papel dos investidores estratégicos na expansão dos renováveis

  • Solis comemora 20 anos com lançamentos revolucionários na SNEC 2025Xangai, China — Junho de 2025

    A Solis, líder global em tecnologia de inversores FV e soluções de armazenamento de energia, celebrará seu 20º aniversário com uma grande apresentação na SNEC 2025 (11 a 13 de junho), introduzindo inovações de ponta no setor — o Inversor Híbrido de Parede de 125kW. Solis comemora 20 anos com lançamentos revolucionários na SNEC 2025Xangai, China — Junho de 2025   Duas Décadas de Inovação, Um Futuro de Crescimento Fundada em 2005 em Ningbo, China, a Solis cresceu de uma startup pioneira para uma das marcas de inversores mais confiáveis do mundo, com mais de 100GW de produtos enviados para mais de 100 países e regiões. Sob a liderança contínua do fundador Yiming Wang, a empresa permanece na vanguarda da tecnologia solar e de armazenamento, permitindo que residências, empresas e utilities façam a transição para energia limpa. Inversores de Armazenamento de Energia C&I da Solis com Funcionalidade 4-em-1: Energia Reimaginada Estreando na China na SNEC, a série S6-EH3P(75--125)K10-NV-YD-H estabelece novos padrões para armazenamento de energia comercial, oferecendo flexibilidade e desempenho excepcionais: com  funcionalidade 4-em-1  — integrando FV, bateria, rede elétrica e controle de gerador — este inversor híbrido simplifica o gerenciamento de energia e maximiza o ROI. Tanto em aplicações on-grid quanto off-grid, ele apresenta vantagens distintas: Principais Recursos para Aplicações On-Grid: Corrente máxima de entrada FV de 21A, com potência FV utilizável de até 200% da potência nominal do inversor Compatível com módulos de bateria de 100-314Ah Carregamento rápido com corrente de bateria de até 200A Conexão FV flexível através de acoplamento CC e CA simultaneamente Portas de bateria independentes para integração de baterias mistas Principais Recursos para Aplicações Off-Grid: Capacidade de sobrecarga de 160% para maior resistência a impactos Operação em paralelo de até 10 unidades (recomendado 6+ com o Gabinete de Distribuição de Energia da Solis) Configurações personalizáveis de bateria e garantia robusta de backup Priorização inteligente de carga com suporte estendido a cargas críticas Transição perfeita entre modos on-grid e off-grid em <10ms SolisCloud AI Assistente de Energia Inteligente: Gestão Simplificada Estreando na SNEC 2025, o SolisCloud AI representa uma grande evolução da plataforma original de gerenciamento de energia da Solis. Atualizado com automação inteligente e análises avançadas, o SolisCloud AI transforma dados de energia em insights acionáveis — ajudando os usuários a otimizar desempenho, minimizar custos e tomar decisões mais inteligentes em tempo real. Principais Vantagens: Gestão de Tempo de Uso (TOU) com IA Adapta automaticamente os horários de carga e descarga com base em preços de energia em tempo real e previsões do tempo — maximizando economia sem intervenção manual. Integração Perfeita com EMS e Interoperabilidade com Terceiros Totalmente compatível com padrões modernos de rede e ecossistemas de energia, permitindo controle automatizado, conformidade regulatória fácil e integração flexível com sistemas de terceiros. Um Ecossistema Completo de Energia para Todas as Aplicações "Enquanto celebramos essa marca de 20 anos, nosso foco está em moldar o futuro da energia renovável", diz Yiming Wang, Presidente da Solis. "Nosso crescimento foi possível graças à confiança de nossos clientes, parceiros e equipe dedicada. Na SNEC 2025, temos o orgulho de apresentar inovações que impulsionarão a próxima década de avanços em energia solar e armazenamento." Junte-se a Nós na SNEC 2025 A Solis convida profissionais do setor, mídia e apoiadores de energia renovável a vivenciar 20 anos de inovação em: Datas: 11 a 13 de junho de 2025 Local: Pavilhão 5.1H, Stand E680, Shanghai National Exhibition and Convention Center Descubra como a tecnologia de alto desempenho e o gerenciamento inteligente de energia estão transformando o setor solar. Sobre a Solis: Fundada em 2005, a Ginlong (Solis) Technologies (Código de Ações: 300763.SZ ) é uma das maiores e mais experientes fabricantes de inversores string FV. Sob a marca Solis, o portfólio da empresa utiliza tecnologia inovadora de inversores string para oferecer confiabilidade de primeira classe, validada sob as certificações internacionais mais rigorosas. Com uma cadeia de suprimentos global, P&D de classe mundial e capacidades de manufatura, a Ginlong otimiza seus inversores para cada mercado regional, atendendo e apoiando seus clientes com expertise local. Visite  Solis - Global Manufacturer of Solar & Energy Storage Solutions . Solis comemora 20 anos com lançamentos revolucionários na SNEC 2025Xangai, China — Junho de 2025

  • Por que os módulos HJT da Huasun praticamente eliminam a LID e a PID?

    Os módulos solares da Huasun, referência mundial em tecnologia HJT (heterojunction), incorporam avanços estruturais e materiais que solucionam dois dos principais mecanismos de degradação em módulos fotovoltaicos: a LID (Light-Induced Degradation) e a PID (Potential-Induced Degradation). Por que os módulos HJT da Huasun praticamente eliminam a LID e a PID? A afirmação abaixo é uma das bases da confiabilidade dos produtos da Huasun: "A ausência de ligações B-O em wafers do tipo N e o TCO condutor na superfície da célula HJT, sem camadas isolantes, praticamente elimina a LID e a PID." Vamos entender o porquê disso: 1. LID – Light-Induced Degradation A LID é causada pela formação de defeitos no silício, especialmente em células baseadas em wafers tipo P, onde ocorre a interação entre átomos de boro (dopante) e oxigênio (impureza). Isso forma complexos B-O que atuam como centros de recombinação, diminuindo a eficiência da célula. ✅ Os módulos da Huasun são baseados em wafers tipo N, que não utilizam boro, eliminando completamente a possibilidade de formação desses complexos. ✅  Resultado:  Praticamente zero LID. A performance da célula permanece estável desde os primeiros dias de exposição ao sol. 2. PID – Potential-Induced Degradation A PID ocorre quando há alta diferença de potencial elétrico entre o vidro do módulo e as células, principalmente em ambientes úmidos e sistemas de alta tensão. Camadas isolantes tradicionais podem acumular cargas superficiais que provocam fuga de corrente e perda de desempenho. ✅ Nas células HJT da Huasun, a superfície é revestida com um TCO (óxido condutor transparente) — como o ITO — que é condutor e não isolante. ✅ Esse TCO permite o escoamento natural das cargas, impedindo o acúmulo que causaria a degradação por PID. ✅  Além disso , os módulos HJT da Huasun utilizam encapsulamento tipo PID-resistente, com desempenho superior contra umidade. A estrutura com vidro duplo impede a corrosão dos materiais internos, evitando a atenuação por PID ao longo do tempo. Por que a Huasun é destaque no uso dessa tecnologia? A Huasun se posiciona na vanguarda da energia solar por aplicar, com excelência, os princípios mais modernos da engenharia de células solares: Uso de wafer tipo N de alta pureza , Tecnologia HJT bifacial , altamente eficiente, TCO condutor  que garante proteção estrutural e elétrica, Processos de fabricação avançados  que asseguram qualidade, confiabilidade e longa vida útil. 🔬  Na prática:  os módulos Huasun entregam mais energia ao longo do tempo, com menor taxa de degradação anual e maior segurança para o investidor fotovoltaico. Resumo técnico: Fator Técnico Causa da Degradação Solução presente nos módulos Huasun Resultado prático LID  (Light-Induced Degradation) Complexos B-O em wafers tipo P Wafers tipo N (sem boro) Desempenho estável desde o início PID  (Potential-Induced Degradation) Acúmulo de cargas superficiais e migração de íons TCO condutor + encapsulamento resistente + vidro duplo Redução drástica da PID Conclusão final: Ao adotar o melhor da tecnologia HJT com wafers tipo N, TCO condutor e encapsulamento avançado, a Huasun entrega um módulo mais confiável, durável e energeticamente eficiente . É por isso que seus produtos praticamente eliminam os efeitos da LID e da PID — tornando-se a escolha ideal para integradores, EPCs e investidores que buscam alta performance com segurança de longo prazo. Por que os módulos HJT da Huasun praticamente eliminam a LID e a PID?

  • O Brasil e suas oportunidades energéticas

    Por Eustaquio Sirolli    Faz um bom tempo que tenho a oportunidade de trabalhar com novas energias. Em 1984, a empresa para a qual trabalhava construiu um veículo a gás metano, precisamente um ônibus urbano, que foi cedido ao setor de motores da USP para rodar experimentalmente na referida universidade. Deste primeiro teste seguiu-se com a montagem de 3 veículos urbanos para rodarem pelo país nos locais onde havia metano. O Brasil e suas oportunidades energéticas Nesse contexto de provação de nova energia, uma sequência de montagem de veículos para oferta ao mercado foi feita, mas infelizmente as vendas não ocorreram e um lote expressivo ficou no pátio da montadora. Essas informações estou compartilhando “de memória”, sem intenção de um resgate preciso no tempo, mas são como me lembro. Já em 2018, tive a oportunidade de trabalhar com 4 caminhões chineses que operavam com metano líquido, LCH4, combustão no ciclo Otto, e as surpresas apareceram: boa performance, baixo ruido, freio motor muito bom, consumo adequado para as expectativas. Após um período de rodagem, o teste foi concluído e os resultados passados ao cliente para seguir no negócio com o fornecedor dos caminhões. Nessa fase de testes dos caminhões, foi possível contatar o RCGI, Research Centre for Greenhouse Gas Innovation da USP, cujo contato foi feito com a Professora Doutora Dominique Mouette, para entender os andamentos acadêmicos de P&D&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) e ver se as investigações empresariais teriam convergências ou divergências no tema. Também com um grupo de empresários do setor de ônibus, fizemos uma visita à unidade de produção de hidrogênio a partir do etanol, conceito desenvolvido pela brasileira Hytron, sendo o Dr. Gabriel Daniel Lopes um dos desenvolvedores desse processo. Fomos atendidos pela Professora Doutora Karen Louise Mascarenhas e equipe, sendo o Professor Júlio Romano Meneghini o diretor do RCGI. Vale ressaltar que a estação de produção de hidrogênio do RCGI vai abastecer pelo menos 3 ônibus e carros da Toyota que usam essa fonte energética. Na busca do conhecimento de novas fontes energéticas, com apelo em energias de fontes renováveis, chegamos ao etanol, que é o combustível “plantado” onde o Brasil se destaca. Com observações de experts no tema, obtive a seguinte linha técnica: é possível desenvolver um motor focado em usar somente o etanol na sua combustão e assim pode-se otimizar a queima para se obter um motor energeticamente falando muito próximo ao diesel, por exemplo. Fazê-lo sendo um flex dificulta a queima eficiente dos combustíveis envolvidos, tema a ser observado e acompanhado. Nessa fase fiz para mim mesmo a seguinte pergunta: qual o novo energético a ser considerado? Assim acabei em contato com o IPEN, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, onde já havia feito o mestrado em Ciência dos Materiais. Agora com foco energético para propulsão veicular, os Professores Doutores Fabio Coral Fonseca e Elisabete Inacio Santiago me apresentaram o hidrogênio e células a combustível cujo centro de Pesquisa encontra-se dentro do IPEN na USP.   Por sugestão dos professores Fábio e Elisabete orientaram-me a fazer as matérias que poderiam ser usadas como créditos para mestrado, doutorado ou pelo menos nivelar conhecimento no tema. As matérias foram:            - Célula a Combustível, ministrada pela professora Elisabete e Fábio           - Hidrogênio, pelo professor Vanderlei Bergamaschi e Jamil Ayoub           - Eletro-catalisadores, pelos professores Almir Oliveira e Rodrigo Brambilla               Esse conjunto de matérias foi importante para fundamentar entendimento nos artigos,  papers  e materiais relacionados ao tema hidrogênio/ Fuel Cell . Aos interessados sugiro analisarem participação nesse curso, algo de vanguarda tecnológica.             Preciso externar minha surpresa com o time de professores e pesquisadores do IPEN focados em hidrogênio e  Fuel Cell , bem como a receptividade na interlocução sobre essa energia que permite que as emissões sejam calor e vapor de água!             Como investigação sobre como obter o hidrogênio, fiz contato com a GAS FUTURO, representada pelo Rodrigo Bogcaz e Ricardo Barreira e sua parceira chinesa HOUPU, para obter detalhes sobre eletrolisadores e estações de abastecimento. Resumindo, é preciso aportar um capital expressivo para criar esse posto de abastecimento. Faço esse histórico nominando os colaboradores, pois os contatos foram possíveis pelas pessoas e não pelas siglas das empresas. Para não me alongar também tenho que mencionar a dedicação da Mônica Panik por sua curadoria no time da SAEH2  student challenge  e seria muito injusto não externar esse fato. Há muito a mencionar, mas gostaria de ressaltar a visita feita a Toyota com o time que o MSc. Camilo Adas da SAE, que coordenou, posteriormente com os professores e pesquisadores do IPEN, que contou com a presença da sua superintendente Professora Doutora Isolda Costa. Externo minha percepção da rodagem com o Mirai a hidrogênio, um “tapete voador”. Fiz esse resgate histórico do envolvimento pessoal com novas fontes de energias, para fazer uma sugestão para o Brasil na questão do hidrogênio. Direto ao tema: uma estação de abastecimento com hidrogênio a 350 bar, 700 bar e liquefeito, poderia ser disponibilizada em São Paulo e outra no Rio de Janeiro que tem uma distância de 450 km. Isso permitiria que empresas já com carros, caminhões e ônibus usando hidrogênio pudessem exercitar o uso dos veículos nesse novo mundo energético. A Toyota tem o Mirai, Hyundai com o Nexo e com o caminhão XCIENT, a Daimler Tuck com o caminhão GenH2, que usa hidrogênio líquido. A Marcopolo, com seus ônibus a hidrogênio, também, ou seja, o Brasil criaria a primeira rota operacional para essa nova tecnologia. Todas essas empresas já têm um  know-how  mínimo com seus veículos. Resumindo, essas duas estações permitiriam a criação de um “consórcio” de usuários e interessados no hidrogênio no Brasil. O Brasil e suas oportunidades energéticas Bio Eustaquio Sirolli  Mestrado em Ciência dos Materiais IPEN/USP MBA em Automotive Business FGV  Engenharia de Produção FEI Engenharia Automobilística FEI Foton Caminhões 9 anos Mercedes-Benz 39 anos  H2 Fuel Cell Engenharia

  • “Queremos que a energia limpa seja o carro-chefe dos projetos em Santa Catarina”, destaca secretário de Meio Ambiente e Economia Verde do Estado

    Emerson Stein participou nesta quinta-feira (5) da 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos, em Florianópolis, e destacou as iniciativas do governo estadual voltadas à gestão de resíduos Florianópolis (SC), 06 de junho de 2025 – O secretário de Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina, Emerson Stein , destacou nesta quinta-feira (05), durante participação na 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos, realizado em Florianópolis pela Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN), que a energia limpa é considerada o carro-chefe dos projetos de energia no Estado, além de destacar o papel estratégico da gestão de resíduos na transição energética. “Queremos que a energia limpa seja o carro-chefe dos projetos em Santa Catarina”, destaca secretário de Meio Ambiente e Economia Verde do Estado “ A Secretaria da Economia Verde lançou recentemente, por exemplo, o Programa de Transição Energética Justa. Ações como essa são fundamentais para ampliar o uso de energias renováveis no estado. Para isso, é essencial também a expansão do uso dos consórcios públicos, viabilizando iniciativas de geração de energia e reciclagem, e tornando a gestão de resíduos mais eficiente e menos onerosa para os municípios ", destacou Stein  durante o painel de abertura do evento. Além do representante do governo do estado, participaram da abertura do congresso Yuri Schmitke , presidente da ABREN   e Vice-Presidente LATAM do WtERT, Antonio Bolognesi , presidente do Conselho da ABREN, Rolf Pickert , CEO Messe München Brasil, e Kamila Lehmkuhl , secretária executiva da Associação de Produtores de Energia de Santa Catarina (APESC). Os participantes ressaltaram o potencial do setor de resíduos para impulsionar a transição energética e contribuir com as metas climáticas do Brasil e de Santa Catarina.  Schmitke  frisou a importância de se aproveitar o potencial energético dos resíduos como solução ambiental e climática. De acordo com o especialista, “ uma das maiores oportunidades que o Brasil tem para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e cumprir as metas de mitigação de metano está no setor de resíduos, tanto urbanos quanto agroindustriais. Ao tratarmos corretamente esses resíduos, não apenas enfrentamos o problema do lixo e da mudança climática, como também geramos energia limpa e renovável, fortalecendo ainda mais a transição energética brasileira ”. Bolognesi , por sua vez, fez uma reflexão sobre a ausência de usinas de recuperação energética de resíduos, que transformam o lixo não reciclável em energia, na América do Sul. " Há cerca de 3 mil usinas dessa natureza no mundo, mas só a América do Sul não possui uma planta de recuperação energética de resíduos. Por quê? É caro? Então por que até na Etiópia já existe? O que falta, na verdade, é vontade política, clareza regulatória e prioridade na agenda pública. Temos tecnologia, temos resíduos disponíveis e temos urgência ambiental. O Brasil não pode mais adiar essa decisão! " Outra participante da mesa de abertura do evento, Kamila Lehmkuhl  destacou que Santa Catarina já conta com uma base sólida para avançar na valorização energética de resíduos, com a possibilidade de instalação de usinas de recuperação energética. " Santa Catarina possui toda a cadeia necessária para implantação de usinas dessa natureza. Temos o Programa Energia Boa, por exemplo, mas ainda não há projetos de biomassa cadastrados. A proposta é investir na construção de subestações e atrair novos empreendimentos." Já Rolf Pickert  enfatizou a parceria com a ABREN para otimizar a gestão de resíduos no Brasil e convidou o público a participar da próxima edição da IFAT, que será realizada de 25 a 27 de junho em São Paulo. " É uma honra estar aqui e reforçar a parceria entre a ABREN e a IFAT. Estamos juntos para construir um setor de saneamento mais sustentável, inovador e alinhado com os desafios ambientais. Esperamos todos na IFAT Brasil. " A 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos  seguirá nesta sexta-feira, 06 de junho, último dia de evento. O congresso, realizado pela ABREN e organizado pela Porthus Eventos, conta com a participação de mais de 35 palestrantes e tem como objetivo abordar, por meio da realização de 8 painéis de debate, as alternativas para a gestão de resíduos sólidos urbanos, industriais e da agropecuária. Nesta sexta-feira, o congresso terá a palestra de abertura conduzida por  Yuri Schmitke , que irá apresentar as tecnologias sustentáveis para geração de energia por meio de resíduos - biogás, biometano, recuperação energética e CDR. Na sequência, os painéis de debate irão abordar o modelo e os resultados no aproveitamento de resíduos sólidos urbanos por parte do Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí; as tecnologias emergentes, com foco na Gaseificação e Pirólise; o equilíbrio no desenvolvimento econômico e sustentabilidade na gestão de resíduos; os desafios e oportunidades para municípios na busca por soluções para tratar os resíduos sólidos urbanos; e inovação, ESG e o mercado de carbono para energia de resíduos, entre outros temas.  A programação completa do evento está  disponível aqui . Sobre o 6º Congresso de Energia de Resíduos: A 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos é uma realização da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) e da Porthus Eventos. O evento tem como objetivo fomentar a recuperação energética de resíduos, buscando alternativas para a destinação dos resíduos sólidos e a geração de energia limpa. O congresso pretende apresentar alternativas de gestão de resíduos sólidos urbano, comerciais, industriais e da agropecuária, trazer atualização tecnológica e oportunizar intercâmbio de informações entre inciativa pública e privada. São prioridades do evento: Apresentar atualização tecnológica para melhor aproveitamento de resíduos; Estimular o poder público a interagir com especialistas na busca de soluções regionais; Estimular o uso de energias renováveis através de resíduos sólidos; Debater interesses econômicos, sociais e ambientais; Contribuir para o desenvolvimento sustentável de nossa sociedade; Democratizar técnicas sobre novas alternativas em energias renováveis; Obter uma visão estratégica para cada prefeitura ou indústria; Apresentar contribuições acadêmicas e projetos científicos no setor; Identificar oportunidades de investimentos e regiões potenciais. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. “Queremos que a energia limpa seja o carro-chefe dos projetos em Santa Catarina”, destaca secretário de Meio Ambiente e Economia Verde do Estado

  • GoodWe marca presença no Sunhub Summit

    A GoodWe, estará presente no Sunhub Summit em São Paulo. O encontro será realizado nos dias 8 e 9 de junho de 2025, no Teatro Gamaro, em São Paulo, na capital. Os participantes terão a oportunidade de aprender sobre as soluções inovadoras da GoodWe e como elas podem impulsionar suas vendas. GoodWe marca presença no Sunhub Summit Para Thiago Guimarães, diretor de vendas da GoodWe, “o Sunhub Summit é uma plataforma ideal para networking e oportunidades de negócios. Estaremos presentes para  conectarmos com profissionais e especialistas da área e discutir soluções personalizadas para atender às necessidades do mercado”. Com sua presença no Sunhub Summit, a GoodWe reafirma seu compromisso em liderar a revolução solar e promover a adoção de energia limpa e sustentável. A empresa está comprometida em fornecer soluções inovadoras e de alta qualidade. No evento, durante dois dias intensos, os participantes terão acesso a insights, estratégias e tendências apresentadas pelas maiores autoridades do setor de energia solar, que contará com palestras de especialistas renomados, incluindo Fábio Furtado, Giovanni Begossi, Gabriel Mineiro, Marcelo Abuhamad, Alexandre Rodrigues, Romulo Vieira e Diego Cordovez. Serviço O que: Sunhub Summit Quando: 9 e 10 de junho Horário: Das 9h às 20h Onde: Teatro Gamaro, Rua Doutor Almeida Lima, n. 1176, Moóca, São Paulo (Sp). Inscrições: https://sunhub.app.br/ GoodWe marca presença no Sunhub Summit

  • Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL

    Em 4 de junho, a Kiwa PV Evolution Labs (Kiwa PVEL), um laboratório independente líder em testes de confiabilidade para módulos FV, divulgou o Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025. Os módulos HJT das séries Himalaya G12-132 e Everest da Huasun Energy foram homenageados como Top Performers pelo terceiro ano consecutivo. Esta distinção não apenas destaca a excepcional confiabilidade e desempenho dos produtos de heterojunção (HJT) da Huasun, mas também reafirma sua posição de liderança em tecnologia e fabricação fotovoltaica. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL Como laboratório terceirizado globalmente reconhecido para testes de confiabilidade e desempenho de módulos FV, a Kiwa PVEL conquistou ampla confiança ao longo da última década por meio do Programa de Qualificação de Produtos (PQP), conhecido por seus procedimentos rigorosos e métricas quantificáveis. O PQP avalia os módulos em sete dimensões críticas: Ciclo Térmico (TC), Calor Úmido (DH), Sequência de Estresse Mecânico (MSS), Sequência de Estresse de Granizo (HSS), Degradação Induzida por Potencial (PID), Degradação Induzida por Luz + Degradação Induzida por Luz e Temperatura Elevada (LID + LETID), e desempenho de arquivo PAN. Este processo abrangente de avaliação tornou-se uma referência na indústria para avaliar a confiabilidade e o desempenho de módulos a longo prazo sob diversas condições ambientais. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL Estes testes simulam condições extremas muito além dos requisitos padrão da indústria, tornando o PQP o padrão ouro para desenvolvedores e investidores na seleção de módulos FV confiáveis e duráveis. No ciclo de testes deste ano, os módulos das séries G12 e G12R da Huasun passaram por múltiplas avaliações rigorosas, incluindo ciclos térmicos e testes LETID, e demonstraram degradação mínima de potência. Durante o período de testes de seis meses, os módulos HJT da Huasun exibiram estabilidade excepcional, fornecendo forte garantia de confiabilidade a longo prazo para usinas de energia FV. Como um dos poucos fabricantes de HJT a receber este reconhecimento em 2025, a Huasun mais uma vez validou a alta eficiência e o desempenho robusto de seus produtos em ambientes operacionais complexos. Com bifacialidade ultra-alta e excelentes coeficientes de temperatura, os módulos HJT da Huasun proporcionam rendimento energético excepcional e garantem retornos estáveis e de longo prazo para projetos FV em vários cenários de aplicação. Aproveitando uma solução avançada de encapsulamento — "filme de conversão de luz + PIB + vidro duplo" — os módulos resistem efetivamente à degradação induzida por UV e melhoram a resistência à umidade, garantindo ≤1% de degradação no primeiro ano e ≥90,3% de retenção de potência ao longo de 30 anos. Isso fornece uma base sólida para a operação estável de usinas de energia FV. Na Intersolar Europe 2025 em Munique, Tristan Erion-Lorico, Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Kiwa PVEL, visitou o estande da Huasun para apresentar os troféus e certificados de "Top Performer 2025" para os módulos das séries Himalaya G12-132 e Everest, reafirmando ainda mais a liderança global da Huasun em tecnologia HJT. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL Desde receber seu primeiro reconhecimento em 2023 até alcançar três vitórias consecutivas em 2025, a Huasun evoluiu de pioneira em tecnologia HJT para líder em confiabilidade em apenas três anos. Enquanto busca avanços na eficiência de conversão, a Huasun também aprimorará a confiabilidade dos produtos por meio de inovação contínua de materiais e otimização de processos, oferecendo suporte técnico sólido e soluções confiáveis para a transição energética global, e impulsionando a indústria fotovoltaica em direção a um futuro mais eficiente, confiável e sustentável. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL

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