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- TSUNESS aposta em microinversores, inovação e suporte técnico local para conquistar o mercado brasileiro
Com presença global, produção própria e foco em segurança e performance, fabricante avança no Brasil com soluções acessíveis e atendimento técnico ágil e eficiente. Por EnergyChannel – São Paulo O setor de energia solar no Brasil vive um momento de expansão acelerada e crescente demanda por tecnologias que combinem eficiência, segurança e suporte pós-venda confiável. É nesse cenário que a TSUNESS, fabricante especializada em microinversores, ganha destaque com uma proposta clara: entregar mais geração, mais segurança e mais proximidade com o cliente brasileiro. O EnergyChannel recebeu no estúdio de São Paulo o Head LATAM da TSUNESS, Victor Curi Segato, para uma conversa exclusiva com o jornalista Ricardo Honório. A entrevista abordou desde os bastidores da fábrica na China até os diferenciais da marca para o mercado brasileiro. De startup à referência global Fundada em 2019, a TSUNESS nasceu com foco em MLPE (Module-Level Power Electronics) e rapidamente consolidou sua operação global. Apesar de jovem, a empresa traz a experiência de seu CEO, Andy Lew — também fundador da ProJoy Electric e cofundador da OMNI e Everlight, esta última adquirida pela SMA. Atualmente, a TSUNESS exporta para mais de 30 países, com produção 100% própria e centros de pesquisa avançada na China. “Somos especialistas em microinversores e temos uma estrutura pensada para escalar inovação com segurança e performance”, afirmou Segato. Inovação como rotina A TSUNESS mantém uma equipe de mais de 60 engenheiros dedicados exclusivamente ao desenvolvimento de microinversores. Entre os lançamentos mais recentes, destacam-se modelos de 3,3 kW com capacidade para até seis módulos — um diferencial que amplia a competitividade da tecnologia em projetos maiores. “Microinversores deixaram de ser solução apenas para telhados residenciais. Hoje, vemos usinas comerciais e industriais com dezenas ou centenas de unidades em operação”, explica Segato. A empresa também anunciou a entrada oficial no mercado de armazenamento de energia (storage), com baterias próprias e microinversores híbridos, reforçando o posicionamento como fornecedora completa de soluções solares inteligentes. Segurança e performance no centro da proposta A principal aposta da TSUNESS está na segurança elétrica e na otimização de geração. Com tensão de operação abaixo de 60 V, os microinversores da marca estão alinhados com as normas de segurança da ABNT (NBR 17903), dispensando o uso de dispositivos de desligamento rápido (RSD) exigidos em sistemas com tensão superior a 720 V. Além disso, cada módulo conta com um MPPT individual, o que garante maior eficiência em casos de sombreamento, sujeira ou degradação dos painéis. “Com microinversor, a performance é otimizada módulo a módulo, e o sistema é mais resiliente”, reforça. Suporte técnico local e garantia realista Um dos maiores diferenciais da TSUNESS no Brasil é o suporte técnico localizado e direto com a fábrica. Com equipe baseada em Belo Horizonte, a empresa oferece atendimento via WhatsApp, e-mail e telefone, com foco em agilidade e proximidade com o integrador. Em junho, a TSUNESS registrou mais de 600 chamados técnicos, com 97% de satisfação dos clientes. “Não fazemos reparo em produto. Em caso de garantia, enviamos um equipamento novo via distribuidor, com agilidade”, garantiu Segato. A garantia de 15 anos para os microinversores comercializados no Brasil reforça o compromisso da empresa com a qualidade sem promessas exageradas. “Preferimos oferecer o que conseguimos cumprir com responsabilidade. Falar em 25 anos de garantia é marketing que não se sustenta tecnicamente”, afirmou. Preço competitivo e soluções acessíveis Segundo o executivo, os avanços na escala de produção e nos processos de engenharia permitiram à TSUNESS oferecer microinversores com preços mais acessíveis, inclusive abaixo de muitos modelos string importados. “Hoje, temos micro de 3 kW com custo mais baixo do que inversores string equivalentes. Além disso, a instalação é mais simples e os ganhos em performance compensam no longo prazo”, explicou. A filosofia da empresa, de entregar soluções “ affordable ” — acessíveis e eficientes — orienta toda a estratégia para a América Latina. Quer saber mais sobre os bastidores da TSUNESS na China e as tendências da tecnologia fotovoltaica? Acompanhe o EnergyChannel e assista à entrevista completa em nosso canal no YouTube. TSUNESS aposta em microinversores, inovação e suporte técnico local para conquistar o mercado brasileiro 📍 EnergyChannel – O canal da transição energética.
- SolMais aposta em armazenamento e capacitação para liderar a nova fase da energia solar no Brasil
Por EnergyChannel – Direto do Performatec 2025, Campinas (SP) SolMais aposta em armazenamento e capacitação para liderar a nova fase da energia solar no Brasil Com o avanço da transição energética e a pressão crescente sobre as margens da geração distribuída tradicional, o mercado fotovoltaico brasileiro entra em uma nova etapa: a da gestão inteligente de energia . E quem quiser sobreviver nesse cenário, precisa fazer mais do que instalar painéis solares. Precisa entender de armazenamento , de soluções híbridas e, acima de tudo, de educação técnica. Foi com essa mensagem que a SolMais , distribuidora nacional com forte presença no setor, marcou presença na edição 2025 do Performatec , realizada em Campinas (SP). Durante o evento, o diretor comercial e de negócios da empresa, Joaquim Fernandes , destacou que o momento é de virada — e de preparo. “Quem insistir no modelo de negócio baseado apenas em preço está com os dias contados. Armazenamento é a nova onda da energia solar, e quem não surfar vai ficar para trás”, afirmou Joaquim em entrevista exclusiva ao EnergyChannel. Armazenamento: mais do que tendência, uma resposta ao mercado Com a queda nas margens dos projetos fotovoltaicos tradicionais e o aumento das exigências técnicas, o setor passa a exigir soluções mais completas, capazes de garantir autonomia, segurança e eficiência energética para consumidores residenciais, comerciais e industriais. A SolMais foi uma das primeiras distribuidoras a identificar essa mudança. Desde 2023, a empresa vem promovendo uma série de treinamentos técnicos presenciais com foco em armazenamento, reunindo mais de 200 integradores em encontros realizados em Maringá (PR). Além disso, mantém um canal no YouTube com dezenas de horas de conteúdo voltado à capacitação do integrador. “Não se trata apenas de vender produtos. Estamos desenvolvendo parceiros com conhecimento real sobre como dimensionar, ofertar e instalar sistemas de armazenamento. Isso muda o jogo”, reforça o executivo. Inversores híbridos e soluções para o cenário brasileiro Entre as tecnologias mais promissoras citadas por Fernandes estão os inversores híbridos , capazes de operar tanto on-grid quanto off-grid, com funcionalidades como agendamento de injeção, backup automático e resposta inteligente a falhas na rede. Mas adaptar essas tecnologias ao mercado brasileiro não é simples. O Brasil possui uma das arquiteturas elétricas mais complexas do mundo, com redes trifásicas em 127V e ausência de neutro em diversas regiões. Segundo a SolMais, são poucos os fabricantes que hoje oferecem equipamentos compatíveis e homologados para essa realidade — e a empresa já dispõe de soluções prontas para atender essa demanda. Casos práticos e ROI viável A SolMais defende que o armazenamento não é apenas viável, mas já oferece retornos de investimento entre 4 e 5 anos , especialmente em aplicações como: Backup para cargas essenciais (residências, condomínios e comércios); Redução de demanda contratada ; Ciclagem programada em horários de ponta ; Estabilidade e continuidade em regiões com falhas frequentes de fornecimento . “Quanto vale sua segurança? O consumidor precisa entender que, além de economia, o armazenamento entrega continuidade, inteligência e conforto. Quem já precisou abrir um portão eletrônico manualmente em um apagão entende o valor disso”, comenta Joaquim. Educação como pilar estratégico Além da tecnologia, a formação do integrador tem sido um dos principais pilares da estratégia da empresa. A SolMais aposta em conteúdo técnico qualificado para preparar o setor para o próximo salto de maturidade. “Armazenamento não é mais sobre o futuro. É sobre agora. E o integrador que quiser se manter relevante precisa entender profundamente como entregar soluções completas”, diz o executivo. SolMais na Intersolar 2025 e no estúdio EnergyChannel A empresa promete levar suas principais novidades em armazenamento para a Intersolar South America 2025 , incluindo cases, equipamentos e condições especiais para integradores. E a parceria com o EnergyChannel também continua: Joaquim e equipe estarão no estúdio oficial do canal durante a feira, em uma nova entrevista exclusiva sobre os caminhos da energia solar inteligente no Brasil. SolMais aposta em armazenamento e capacitação para liderar a nova fase da energia solar no Brasil
- Hopewind Lidera a Nova Era da Estabilidade Energética com Soluções Grid-Forming
Shenzhen, China À medida que os sistemas energéticos globais avançam na transição para fontes renováveis, a instabilidade das redes se torna um desafio crítico. Hopewind Lidera a Nova Era da Estabilidade Energética com Soluções Grid-Forming A Hopewind enfrenta essa fronteira com sua inovadora tecnologia grid-forming, que transforma ativos eólicos, solares e de armazenamento em elementos estabilizadores da rede. Reconhecida como a única fabricante na China certificada para aplicações grid-forming em todos os cenários tanto em energia eólica quanto solar a Hopewind está redefinindo a integração das renováveis. Hopewind Lidera a Nova Era da Estabilidade Energética com Soluções Grid-Forming Exigência Técnica Evidenciada pelas Vulnerabilidades da Rede Os inversores tradicionais do tipo grid-following que dependem de sinais externos da rede para sincronização têm contribuído cada vez mais para a instabilidade em redes com alta penetração de renováveis. O blecaute ocorrido na Espanha em 28 de abril evidenciou as fragilidades desses sistemas convencionais, reforçando a urgência por soluções autônomas de estabilização. A tecnologia grid-forming da Hopewind transforma os ativos renováveis em fontes ativas de estabilidade para a rede. Sua capacidade de corrente reforçada permite suporte robusto em falhas, com capacidade de sobrecarga de até 3×. Ao contrário dos sistemas grid-following , que atuam de forma reativa às variações de frequência, a solução da Hopewind realiza regulação primária de frequência, resposta de inércia virtual e compensação instantânea a saltos de fase, garantindo controle proativo. Adicionalmente, a tecnologia proporciona estabilização ativa da tensão, com correção autônoma de desvios e excelente desempenho em redes fracas operando de forma estável com razão de curto-circuito (SCR) de até 1.1.Crucialmente, ao eliminar as restrições de despacho causadas por limitações de estabilidade típicas dos sistemas grid-following , os equipamentos grid-forming da Hopewind maximizam a geração de energia renovável e elevam significativamente a viabilidade econômica dos projetos. Reconhecimento e Validação Técnica A DNV, instituição internacionalmente reconhecida, concedeu à Hopewind a primeira certificação mundial para conversores grid-forming, comprovando conformidade com os requisitos das redes de próxima geração com predominância de fontes renováveis. Em setembro de 2024, a tecnologia de "Estações de Geração Eólico-Solar como Fonte Principal" da Hopewind foi aprovada em avaliação técnica pela Sociedade Chinesa de Engenharia Elétrica (CSEE). Essas validações independentes reforçam a liderança da Hopewind tanto em inovação quanto em implementação em larga escala de soluções grid-forming. Implantação Pioneira de Projetos Grid-Forming A Hopewind lidera diversas iniciativas inéditas na China em projetos com tecnologia grid-forming. Na província de Gansu, foi comissionado o primeiro parque eólico do mundo com 100MW operando em modo grid-forming, validado por mais de 530 testes rigorosos, incluindo partida a frio ( black-start ) e testes de transitórios. Paralelamente, na província de Xinjiang, a empresa viabilizou a primeira usina fotovoltaica grid-forming da China, utilizando inversores de 320kW sistema testado em mais de 209 condições operacionais e que ainda contribui com ações de restauração ecológica por meio de complementaridade pastoril-fotovoltaica. A tecnologia também foi aplicada em projetos de armazenamento de energia de grande escala, com soluções string e centrais, como os projetos de 50MW/100MWh em Xinjiang e 40MW/80MWh em Yunnan. Mais recentemente, a Hopewind participou do desenvolvimento do primeiro sistema grid-forming com baterias de sódio-íon do mundo (40MWh), em parceria com a CSG Energy Storage e a Xuda New Energy um marco em inovação para redes fracas. Expansão Global Esses marcos consolidam a Hopewind como a única fabricante na China capaz de fornecer soluções grid-forming completas para aplicações em energia eólica, solar e armazenamento. Atualmente, a empresa está ampliando suas parcerias estratégicas com concessionárias e desenvolvedores na Ásia, Europa, África e América do Sul, com o objetivo de implantar sua tecnologia em mercados que buscam alta penetração de energias renováveis. Sobre a Hopewind Fundada em 2007 e listada na Bolsa de Valores de Xangai desde 2017, a Hopewind é especializada no desenvolvimento e fabricação de soluções para energia renovável e elétrica, incluindo conversores eólicos, inversores fotovoltaicos, sistemas de armazenamento de energia (BESS) e acionamentos industriais. Pioneira em inovações tecnológicas, a Hopewind participou do projeto de pesquisa Wingrid, financiado pela União Europeia por meio do programa Horizon 2020 e conduzido no laboratório da DNV na Holanda. Em 2023, o conversor eólico da Hopewind recebeu a primeira certificação grid-forming do mundo emitida pela DNV. A empresa também foi reconhecida pela Bloomberg New Energy Finance como fabricante Tier 1 de inversores. Até o momento, a Hopewind já embarcou mais de 180 GW em equipamentos de energia renovável globalmente. Hopewind Lidera a Nova Era da Estabilidade Energética com Soluções Grid-Forming
- SMA reforça cibersegurança em soluções de energia renovável
Por EnergyChannel – Especial para o setor de energia e transição energética SMA reforça cibersegurança em soluções de energia renovável Cibersegurança em energia renovável: prioridade estratégica na nova matriz elétrica Com a digitalização acelerando a transição energética, um novo pilar ganha protagonismo no setor: a cibersegurança em energia renovável . A modernização da matriz elétrica, cada vez mais descentralizada e conectada via nuvem, cria um ecossistema tecnológico sofisticado — mas também mais vulnerável a ataques cibernéticos. Frente a esse novo cenário, fabricantes de equipamentos e operadores de sistemas de energia limpa precisam ir além da eficiência técnica. A proteção digital se torna uma exigência estratégica. Entre os líderes que já incorporam essa visão está a SMA , multinacional com forte presença global no mercado de energia solar e armazenamento. A empresa vem se destacando por adotar padrões avançados de cibersegurança em toda sua cadeia de desenvolvimento e operação. Desenvolvimento seguro: SMA adota ciclo completo de proteção digital Para garantir segurança em cada etapa, a SMA estruturou suas operações com base no modelo Secure Development Life Cycle (SDLC) — um ciclo de vida de desenvolvimento seguro que integra práticas de proteção desde o design dos produtos até sua operação no campo. Entre os principais pilares dessa estratégia estão: ✅ Análises de risco e testes de vulnerabilidade contínuos, que antecipam falhas em fases iniciais do desenvolvimento; ✅ Monitoramento permanente de ameaças , tanto em sistemas internos quanto nas plataformas acessadas por clientes e integradores, como o Sunny Portal ; ✅ Desenvolvimento interno de softwares críticos , eliminando a dependência de terceiros e minimizando riscos de brechas externas. Atualizações automáticas: firmware como linha de defesa digital Outro destaque na política de cibersegurança da SMA é a recomendação de ativar a atualização automática de firmware nos equipamentos instalados. Essa funcionalidade garante que os inversores e sistemas operem com os protocolos de segurança mais recentes , reduzindo significativamente o risco de exploração por falhas já conhecidas. A ativação pode ser feita diretamente na interface dos equipamentos ou via Sunny Portal , com facilidade e agilidade. “Atualizações regulares não são apenas uma questão de desempenho. Elas representam uma camada essencial de defesa digital , cada vez mais relevante na realidade do setor”, destaca a empresa. Energia segura é energia inteligente A crescente frequência de eventos climáticos extremos, somada às ameaças físicas e digitais ao setor, reforça a importância de pensar a resiliência energética de forma integrada. Nesse contexto, a cibersegurança deixa de ser um diferencial e passa a ser parte fundamental da competitividade no setor elétrico. Ao incorporar protocolos de proteção avançada em suas soluções, a SMA dá um sinal claro ao mercado: não há energia limpa sem segurança digital. SMA reforça cibersegurança em soluções de energia renovável O papel da cibersegurança no futuro da energia Para profissionais e empresas que atuam na geração distribuída, integração de sistemas ou operação de usinas, investir em cibersegurança em energia renovável não é mais opcional. Trata-se de um fator-chave para a confiabilidade e continuidade do negócio. O EnergyChannel continua acompanhando os movimentos mais relevantes do setor — da inovação tecnológica à regulação —, com foco em temas como digitalização, proteção de dados e inteligência aplicada à infraestrutura energética. SMA reforça cibersegurança em soluções de energia renovável
- Proteção elétrica ganha protagonismo na expansão solar: Embrastec destaca soluções em String Box e eletropostos no Performatec 2025
📍 Cobertura exclusiva do EnergyChannel direto de Campinas – Performatec 2025 Proteção elétrica ganha protagonismo na expansão solar: Embrastec destaca soluções em String Box e eletropostos no Performatec 2025 Segurança elétrica se torna peça-chave para crescimento do setor solar e mobilidade elétrica O setor solar brasileiro vem amadurecendo rapidamente, e junto com o aumento da demanda por armazenamento de energia e infraestrutura para veículos elétricos , cresce a consciência sobre a importância da proteção elétrica . Durante o Performatec 2025, realizado em Campinas (SP), o EnergyChannel conversou com Felipe De Lima Viotto , engenheiro de aplicação da Embrastec , sobre os caminhos para garantir confiabilidade em sistemas solares e eletropostos residenciais. “Não adianta falar em eficiência energética se a instalação não está protegida. A proteção é o que assegura que todo o investimento realmente funcione” , afirmou Felipe durante o bate-papo com o jornalista Ricardo Honório. String Box volta ao centro das discussões com nova regulamentação Por muitos anos, a String Box foi considerada um componente opcional ou secundário em projetos fotovoltaicos. Isso está mudando rapidamente com a entrada em vigor da norma NBR 17193 e com a popularização de temas como rapid shutdown e segurança operacional . Segundo Felipe, a falta de proteção adequada pode resultar em perdas financeiras diretas , como o chamado “lucro cessante” de uma usina parada, além dos custos com manutenção e deslocamento de equipamentos danificados. “O mercado está entendendo que proteger um inversor com uma String Box de qualidade custa muito menos do que interromper a operação e correr atrás do prejuízo. É um seguro que não exige mensalidade — e só se renova quando cumpre sua missão.” Proteção elétrica ganha protagonismo na expansão solar: Embrastec destaca soluções em String Box e eletropostos no Performatec 2025 Estações de recarga de veículos elétricos também precisam de proteção Com o avanço dos veículos elétricos , cresce a necessidade de instalar eletropostos domésticos e comerciais . E com essa infraestrutura, surgem também novos riscos — e a Embrastec está atenta a esse movimento. Felipe destacou que a empresa já oferece soluções de proteção para estações de até 22 kW , padrão trifásico (380V), voltadas principalmente ao mercado residencial e de pequenos comércios. “Estamos estudando a expansão para potências maiores, mas neste momento já conseguimos atender com eficácia boa parte da demanda atual”, afirma. Proteção para eletropostos é garantia de serviço contínuo Um dos pontos mais ressaltados por Felipe é que a proteção garante o fornecimento contínuo de energia — seja para carregar um carro ou manter uma residência com geração solar ativa. “A gente costuma dizer que o surto elétrico não avisa. E quando ele chega, se não houver proteção, a perda é imediata — de energia, de confiança e de dinheiro. A proteção é o que transforma o sistema em algo confiável de verdade.” Tecnologia nacional com presença internacional Com mais de 30 anos de mercado , a Embrastec vem expandindo sua atuação internacionalmente. A empresa participou recentemente de feiras na Colômbia e no Paraguai , e está iniciando exportações para outros países da América Latina. Um dos diferenciais é que toda a produção é realizada no Brasil — com tecnologia desenvolvida internamente. “Temos orgulho de dizer que somos uma empresa brasileira desenvolvendo tecnologia no nosso território.” Conclusão: proteção é parte da transição energética inteligente O EnergyChannel reforça, com base na participação da Embrastec no Performatec 2025, que a proteção elétrica deve estar no centro do planejamento de qualquer sistema de geração distribuída ou eletromobilidade . A maturidade do setor passa pela adoção de soluções que tragam não apenas inovação, mas também segurança e longevidade para os investimentos. Proteção para sistemas fotovoltaicos e estações de recarga 📺 Assista à entrevista completa no canal do EnergyChannel no YouTube. 📩 Para mais insights técnicos e entrevistas exclusivas, siga nossas redes sociais e acompanhe a cobertura completa da Performatec. Proteção elétrica ganha protagonismo na expansão solar: Embrastec destaca soluções em String Box e eletropostos no Performatec 2025
- Solis conquista certificação ISO 27001 em Segurança da Informação
Protegendo a espinha dorsal da energia solar inteligente: monitoramento, automação por IA e sistemas de controle conectados Solis conquista certificação ISO 27001 em Segurança da Informação Ningbo, China – 1º de julho de 2025 – A Solis, reconhecida como uma das fabricantes de inversores mais experientes e de maior porte do mundo, conquistou a certificação ISO/IEC 27001:2022 do Sistema de Gestão de Segurança da Informação , concedida pela TÜV Süd – uma das mais respeitadas e confiáveis entidades de testes e certificação. A notícia representa um marco na missão da Solis de oferecer não apenas tecnologia de ponta, mas também soluções digitais seguras e preparadas para o futuro. Com os sistemas de energia inteligente cada vez mais conectados, a cibersegurança tornou-se uma prioridade para distribuidores, instaladores e usuários finais. Essa certificação, reconhecida internacionalmente como o padrão ouro em segurança da informação, reforça o compromisso da Solis em proteger as pessoas que confiam em seus produtos e serviços. “ Mais do que um selo, isso representa um compromisso ”, afirma Jimmy Wang, CEO da Solis. “ Temos orgulho de entregar produtos confiáveis – e hoje, confiabilidade também significa proteger dados dos usuários, plataformas em nuvem e dispositivos conectados. Conquistar a ISO 27001 mostra aos nossos parceiros e clientes que levamos essa responsabilidade a sério, especialmente à medida que ampliamos nossos serviços de monitoramento de energia e recursos de controle inteligente em todo o mundo. Queremos que nossos clientes tenham a certeza de que a Solis é uma marca em que podem confiar. ” Esse novo marco se soma ao sólido histórico da Solis em qualidade e conformidade. A empresa possui uma ampla gama de certificações internacionais, incluindo: Regulamentação de cibersegurança PSTI do Reino Unido Práticas de proteção de dados alinhadas ao GDPR na plataforma SolisCloud Certificações de segurança de produto CE, UKCA e VDE Conformidade de rede em importantes mercados globais IEC 61727 & IEC 62116 – Conexão e operação em rede IEC 62109-1 & IEC 62109-2 – Normas de segurança para inversores fotovoltaicos A certificação ISO 27001 reforça a dedicação da Solis à liderança em segurança da informação, aspecto especialmente crítico para a SolisCloud, plataforma de monitoramento de energia da empresa. Com a introdução de novos recursos, como controle por IA e gerenciamento automatizado de energia, a Solis assegura que essas atualizações sejam sustentadas por uma proteção de dados confiável. A empresa continuará trabalhando em estreita colaboração com órgãos reguladores, entidades de testes e parceiros para manter os mais altos padrões de segurança. À medida que o setor energético se torna cada vez mais digital, a Solis garante que a inovação não venha às custas da segurança de seus clientes. Solis conquista certificação ISO 27001 em Segurança da Informação Solis conquista certificação ISO 27001 em Segurança da Informação
- Marketing e Armazenamento de Energia: como posicionar valor no modelo Energy as a Service
A transformação digital aliada à transição energética vem impulsionando modelos de negócio baseados em recorrência. No entanto, o sucesso do modelo não se apoia apenas na tecnologia, mas na capacidade de comunicar valor com precisão, clareza e sofisticação, sendo aqui que entra o marketing estratégico. Marketing e Armazenamento de Energia: como posicionar valor no modelo Energy as a Service No modelo de negócio EaaS (Energy as a Service) , os clientes pagam por um serviço de energia sem ter que fazer nenhum investimento inicial. O tamanho do mercado global deste modelo foi estimado em US$ 77,56 milhões em 2023 e a projeção é de que cresça US$ 208,20 milhões até 2032, apresentando uma taxa de crescimento CAGR ( Compound Annual Growth Rate ) de 11,75% durante o período previsto, segundo a Fortune Business Insights. Marketing e Armazenamento de Energia: como posicionar valor no modelo Energy as a Service À medida que o modelo cresce no mundo, as provedoras de Energy as a Service não só fornecem eletricidade, mas também outros serviços correlacionados, desde a consultoria até a instalação da infraestrutura e ferramenta para o controle de consumo. Todo esse crescimento é impulsionado por fatores como a digitalização, políticas de descarbonização e a busca por soluções energéticas mais resilientes e economicamente previsíveis. Em meio a esse cenário, o marketing não pode mais ser um exercício estético ou exclusivamente promocional: ele deve estar ancorado nas decisões estruturais do negócio. Na imagem abaixo, desenvolvi um exemplo aplicado ao modelo do negócio: Marketing e Armazenamento de Energia: como posicionar valor no modelo Energy as a Service Ao migrarmos essa visão para o setor elétrico, o posicionamento de soluções como armazenamento de energia precisam ir além da ficha técnica. A construção de marca precisa reforçar atributos como resiliência energética, autonomia operacional e controle inteligente, que são critérios decisivos. Esses atributos, embora derivados da performance técnica dos sistemas, devem ser traduzidos em promessas claras e verificáveis de valor, conforme demonstrado na imagem abaixo: Marketing e Armazenamento de Energia: como posicionar valor no modelo Energy as a Service Na imagem acima, é possível ver outro exemplo desenvolvido, incorporando o marketing ao modelo de negócio, identificando como é possível correlacioná-los e como isso poderia impactar na receita do negócio. Neste contexto, é possível interpretarmos que o branding técnico aplicado ao setor elétrico deve construir narrativas que conectem as capacidade do sistema de armazenamento com benefícios operacionais mensuráveis: como a continuidade em caso de falhas na rede, o ganho de previsibilidade no consumo, ou a possibilidade de operar em peak shaving. O preço de uma solução com baterias só é justificado quando a proposta de valor percebida excede a simples comparação de custo-benefício com soluções convencionais. Em mercados técnicos e de complexidade de entendimento para o público alvo, o canal de comunicação não é neutro: ele molda a credibilidade da mensagem e influencia diretamente na confiança do decisor. Para isso, vale aplicar o The P.O.E.T.I.C Framework , um modelo robusto para mapear os canais de marketing externos que suportam o posicionamento estratégico da marca. Quando bem mapeados, esses canais potencializam a percepção de atributos. Paid Media: Em mercados emergentes ou com baixa maturidade por parte do consumidor, é essencial usar canais pagos para criar awareness e explicar o diferencial da solução. Por exemplo, campanhas em mídia programática com branded content técnico em portais ou ações com influenciadores do setor elétrico que fazem reviews de soluções, ajudam a gerar visibilidade com autoridade. Owned Media: Os canais proprietários são essenciais para a sustentação da narrativa técnica ao longo do funil. Sites com simuladores de retorno sobre o investimento ou com perspectivas de economia com as soluções de armazenamento, newsletter com dados de monitoramento em tempo real e blogs com artigos de engenharia aplicada reforçam a credibilidade e educam o cliente. Empresas que oferecem EaaS com bateria devem transformar seus canais em centros de conhecimento, elevando a proposta de valor além da venda. Earned Media: Quando a solução entrega valor real, a própria experiência do cliente se transforma em ativo de marketing. Cases publicados em veículos especializados, reviews espontâneos e menções funcionam como validação social. Um case premiado de uma empresa agroindustrial que evitou perdas com falhas na rede, graças ao sistema de backup inteligente, é muito mais poderoso do que qualquer anúncio. Teamwork: No modelo EaaS, parcerias são estratégicas. Collabs entre integradoras e fabricantes de baterias, ou entre fintechs de energia e empresas de engenharia, criam canais bilaterais onde marcas se impulsionam mutuamente. Um bom exemplo seria uma ação conjunta entre uma empresa de armazenamento e uma cooperativa agrícola para promover soluções com opções de pagamento diversas como, por exemplo, por safra, veiculada em feiras do agro. Interactive: A experiência com a solução deve ser vivida, não apenas contada. Palestras técnicas em conferências do setor, visitas guiadas a instalações com sistemas híbridos, ou ativações em eventos com simulações de economia em tempo real são formas interativas de tangibilizar a promessa da marca. O onboarding dos clientes também pode ser transformado em canal de marketing, quando se apresenta com clareza o impacto financeiro e operacional da bateria ao longo do tempo. Community: Por fim, as comunidades são o canal mais poderoso para consolidar a marca como referência no setor. Fóruns de integradores, grupos de Whatsapp com suporte técnico e programas de indicação entre empresas criam ambientes em que a solução circula organicamente entre pares. No caso do armazenamento, uma comunidade de usuários avançados pode inclusive influenciar o roadmap de desenvolvimento e criar defensores da marca a longo prazo. Ao aplicar o framework dentro do Marketing Canvas, conseguimos conectar canais, mensagens e atributos de marca de maneira integrada. Em vez de fragmentar a comunicação por departamento ou por campanha, o marketing passa a ser um sistema de sustentação da proposta de valor, ancorado no modelo de negócio de Energy as a Service. O marketing não serve apenas para “vender mais”, não é sobre “panfletagem”, mas sobre ancorar a percepção de valor de um modelo de negócio que pode soar complexo ao público alvo. Isso exige repertório técnico, alinhamento com os frameworks estratégicos e uma compreensão profunda da cadeia de valor energético. A marca é o elo entre a proposta e a percepção e é por isso que, no Energy as a Service , branding e modelo de negócio devem caminhar juntos, sob a mesma arquitetura estratégica para gerar receita. Tatiane Carolina Especialista em marketing e modelos de negócios no setor elétrico. Engenheira, MBA em Gerenciamento de Projetos e pós-graduanda em Comunicação Empresarial Transmídia pela ESPM, atua conectando engenharia e marketing no desenvolvimento de marcas, produtos e ecossistemas no setor de energia. CEO da Ello Moving e Host do podcast Boteco Solar. Marketing e Armazenamento de Energia: como posicionar valor no modelo Energy as a Service
- Rio Grande do Norte pode receber até R$ 2,5 bilhões em investimentos para gerar energia a partir do lixo, destaca ABREN
O presidente da associação, Yuri Schmitke, participou na última sexta-feira (4) do EVEx Brasil 2025 – Energy Experience, realizado em Natal, e destacou o potencial do Estado para o aproveitamento energético dos resíduos Rio Grande do Norte pode receber até R$ 2,5 bilhões em investimentos para gerar energia a partir do lixo, destaca ABREN Natal (RN), 07 de julho de 2025 – O presidente da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) , Yuri Schmitke , participou na última sexta-feira (4) do EVEx Brasil 2025 – Energy Experience , realizado em Natal. O representante da ABREN integrou o painel de debates que teve como tema a “Integração energética e a resiliência climática: fortalecendo a transição ibero-americana”, e destacou que o Rio Grande do Norte tem um grande potencial para gerar energia a partir dos resíduos, com a possibilidade de receber até R$ 2,5 bilhões em investimentos. Durante sua participação, Schmitke apresentou um estudo com o potencial do Estado para gerar energia a partir do lixo urbano não reciclável. “ Os resíduos que atualmente são enviados a lixões e aterros sanitários, soluções que não são ambientalmente adequadas, podem ter uma destinação diferente a partir do envio a usinas de recuperação energética, uma solução de saneamento básico que também transforma o lixo em energia elétrica ”, explicou. Segundo cálculos da ABREN , o Rio Grande do Norte poderia receber uma usina de 46 MW de potência instalada para tratamento do resíduo urbano da região metropolitana de Natal. Além disso, caso o sistema atual de destinação do lixo permaneça, o Estado teria um gasto relacionado à saúde pública e ao meio ambiente nos próximos 40 anos superior aos R$ 2,5 bilhões necessários para a instalação das UREs. “ Ou seja, cabe ao estado decidir se continuará gastando esse valor com problemas decorrentes de saúde e do meio ambiente ou se irá investir para utilizar uma tecnologia que já é madura e usada em inúmeros países, como China, Japão, França, Dinamarca e Etiópia, entre outros, que possuem mais de 3 mil usinas dessa natureza ”, explica o presidente da ABREN. “O Rio Grande do Norte sempre foi protagonista quando se trata de energias renováveis. Agora, o estado tem a chance de se protagonista também na transformação de resíduos em energia” , conclui. Além de Schmitke, participaram do painel Nelson Lage, presidente da ADENE – Agência para a Energia de Portugal, Alessandra Amaral, presidente executiva da ADELAT – Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas, Clauber Leite, diretor de Energia Sustentável e Bioeconomia do Instituto E+ Transição Energética, e Angela Livino, consultora de Energia da OLADE – Organización Latinoamericana Energía. A moderação foi realizada por Rossana Fonseca – Moderadora, sócia do NDF Advogados. O EVEx – Energy Virtual Experience é uma iniciativa pioneira e internacional que reúne especialistas da área de energia, desde o ano de 2020, com o apoio de empresas e outras organizações. O evento tem como objetivos principais debater tendências, trocar experiências e encontrar plataformas de cooperação para acelerar a transição energética nos países da Península Ibérica e da América Latina – em especial, Brasil, Portugal e Espanha. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil. A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram e YouTube da associação. Rio Grande do Norte pode receber até R$ 2,5 bilhões em investimentos para gerar energia a partir do lixo, destaca ABREN
- Gás Natural no Brasil: Diagnóstico Consolidado, Hora de Avançar na Implementação
O debate sobre o gás natural no Brasil amadureceu. Depois de anos de discussões fragmentadas, o país chegou a um diagnóstico claro e amplamente consensual: o maior obstáculo à competitividade do gás não está apenas na produção da molécula, mas, sobretudo, na forma como sua infraestrutura de escoamento, processamento, transporte e distribuição está estruturada e remunerada. Gás Natural no Brasil: Diagnóstico Consolidado, Hora de Avançar na Implementação O custo dessa cadeia logística tem sido o principal fator de elevação do preço final ao consumidor, limitando o potencial de uso industrial e prejudicando a competitividade de diversos segmentos da economia. Os avanços institucionais são inegáveis. A nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021), os decretos regulamentadores subsequentes – com destaque para o Decreto nº 12.153/2024 – e os estudos técnicos conduzidos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pelo próprio Ministério de Minas e Energia (MME) construíram uma base normativa robusta. O diagnóstico está feito. O problema está mapeado. O passo seguinte exige foco na implementação. O desafio central reside na superação de gargalos históricos relacionados ao acesso à infraestrutura de escoamento e processamento, segmentos que, por suas características técnicas e econômicas, configuram monopólios naturais. A regulação precisa avançar no sentido de estabelecer regras claras, objetivas e previsíveis para a remuneração desses ativos, de forma a conciliar a necessária atratividade ao investimento com a redução dos custos de acesso. A experiência internacional é rica em exemplos de como diferentes modelos de regulação econômica podem gerar resultados positivos tanto para investidores quanto para consumidores. É nesse contexto que a atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) adquire um papel estratégico. A definição de metodologias de cálculo tarifário, a publicização de bases de ativos e a garantia de condições isonômicas de acesso à infraestrutura são instrumentos regulatórios indispensáveis para corrigir assimetrias históricas. Além disso, a ampliação da transparência sobre os custos operacionais e de capital das infraestruturas permitirá maior previsibilidade e segurança jurídica para novos agentes interessados em acessar o mercado. Do ponto de vista da oferta, os investimentos já anunciados – como o desenvolvimento da Rota 3, o Projeto Raia e o Sergipe Águas Profundas – demonstram o potencial de crescimento da produção nacional. Adicionalmente, a integração com países vizinhos, especialmente a Argentina, surge como alternativa estratégica para diversificação de fontes e redução de riscos de suprimento, desde que acompanhada de infraestrutura adequada para transporte e interconexão. No entanto, o aumento da oferta, por si só, não será suficiente se não houver avanços simultâneos na regulação do acesso e na estruturação das tarifas. Não se trata apenas de expandir a produção, mas de garantir que o gás chegue ao consumidor final a preços competitivos e sustentáveis. Sem uma redução estrutural dos custos de transporte, escoamento e processamento, qualquer ganho na produção acabará neutralizado antes de chegar à indústria. Do lado da demanda, o potencial é evidente. Segmentos intensivos em energia, como a indústria cerâmica, o setor vidreiro, a petroquímica e a siderurgia, já demonstraram disposição para aumentar o consumo, caso os preços se tornem mais alinhados aos patamares internacionais. Estudos setoriais indicam que a indústria paulista, por exemplo, poderia ampliar significativamente seu consumo se o gás fosse ofertado a preços mais competitivos. Além disso, o próprio movimento de abertura de mercado tem mostrado resultados, especialmente no estado de São Paulo, com o crescimento do Ambiente Livre de gás. Entretanto, a velocidade dessa abertura ainda é limitada pelas restrições de infraestrutura e pela ausência de uma regulação econômica plenamente implementada para os serviços de escoamento e processamento. A discussão também precisa incorporar a questão da reinjeção de gás nos campos de produção. O Brasil reinjeta volumes significativamente superiores à média mundial, o que reforça a necessidade de uma análise equilibrada entre as demandas da produção de petróleo e a expansão da oferta de gás ao mercado doméstico. Reduzir a reinjeção, dentro de parâmetros técnicos e operacionais adequados, pode ser um vetor adicional de crescimento da oferta. Há, portanto, uma oportunidade real de transformação. Os fundamentos jurídicos e regulatórios estão postos. Os instrumentos de política pública foram desenhados. Os estudos técnicos foram realizados com a profundidade necessária. Agora, a prioridade deve ser a implementação coordenada dessas medidas. O momento exige decisão política e ação regulatória. A indústria aguarda a concretização de uma estrutura que garanta previsibilidade, acesso não discriminatório e preços sustentáveis. A superação das distorções históricas que ainda caracterizam o mercado de gás natural no Brasil passa, inevitavelmente, pela aplicação efetiva dos instrumentos já disponíveis. A agenda é conhecida: regulação econômica da infraestrutura essencial, fortalecimento da governança regulatória, incentivo à expansão da oferta e promoção da concorrência na comercialização da molécula. O caminho está traçado. O próximo passo é percorrê-lo com a agilidade e a determinação que o tema requer. Gás Natural no Brasil: Diagnóstico Consolidado, Hora de Avançar na Implementação
- Engenharia sob medida e parcerias estratégicas: GM Estrutura Metálica aposta em soluções completas para o integrador solar
📍 Campinas, 1º de julho de 2025 – Performatec Campinas Engenharia sob medida e parcerias estratégicas: GM Estrutura Metálica aposta em soluções completas para o integrador solar Em um cenário onde o setor solar brasileiro exige mais do que apenas produtos padronizados, a GM Estrutura Metálica se consolida como uma aliada estratégica dos integradores ao oferecer soluções completas, que vão da fabricação à instalação de estruturas metálicas para usinas solares, com foco total em personalização, viabilidade e parceria de longo prazo. Durante o Performatec Campinas, o jornalista Ricardo Honório, do EnergyChannel, conversou com Richard Mormul, representante da GM, que destacou como a empresa vem transformando o conceito de estrutura metálica no setor fotovoltaico. “Nosso negócio é tornar a vida do integrador viável, em qualquer lugar do Brasil, com qualquer condição de solo”, afirmou. Uma nova visão sobre estrutura: mais que um produto, uma solução A GM não entrega apenas aço – entrega engenharia. Seus projetos são pensados para atender realidades específicas, muitas vezes desafiadoras, como terrenos inclinados, áreas com solo de baixa compactação ou regiões litorâneas com alta salinidade. "Muita gente ainda vê estrutura metálica como um item de prateleira. Nosso foco é oferecer uma solução customizada, com RT de fabricação, instalação e todo o suporte técnico necessário", destacou Mormul. Com atuação nacional, a GM fornece desde carports para estacionamentos até megaprojetos de solo. Além disso, oferece treinamentos e suporte full-time para integradores, participando ativamente de todo o processo — do planejamento à execução. Menos terraplanagem, mais inteligência estrutural Um dos diferenciais da empresa está justamente em sua abordagem técnica. Em vez de priorizar grandes movimentações de terra, que encarecem o projeto, a GM propõe soluções inteligentes adaptadas ao terreno natural. “Às vezes, é mais barato e mais eficiente adaptar a estrutura ao relevo do que tentar nivelar tudo. A estrutura pode se ajustar ao solo, e isso evita problemas no futuro", explicou. Esse tipo de abordagem garante mais agilidade e economia na implantação de usinas, sem abrir mão da durabilidade e da segurança. Alumínio para ambientes agressivos e soluções sustentáveis A GM também tem forte presença no fornecimento de estruturas de alumínio para regiões com alta corrosão, como áreas costeiras. “Você não vai investir milhões numa estrutura de aço que vai durar seis anos. Em regiões de maresia, o alumínio é a única escolha inteligente e sustentável”, reforçou Mormul. Essa preocupação ambiental também se reflete nos projetos da GM que contribuem para a obtenção de selos verdes e fomentam o uso de energia solar em áreas isoladas, como soluções off-grid com baterias e módulos, evitando o uso de geradores a diesel. Cases em todo o Brasil e foco total no cliente Com mais de 400 mil m² de estrutura instalada de norte a sul do Brasil, a GM mostra que entende o mercado, seus desafios e particularidades. A empresa se posiciona como parceira do integrador e não como mera fornecedora: “A GM não impõe, ela se adapta. Quem precisa da solução é o cliente. Estamos aqui para entregar o que ele precisa, não o que a GM quer vender.” Próximos passos Com planos de ampliar sua presença em obras de maior escala, a GM também deve marcar presença na Intersolar Brasil 2025, onde apresentará novidades e aprofundará o debate sobre a importância de soluções sob medida para a eficiência e longevidade de projetos fotovoltaicos. “Hoje, mais do que nunca, entregar qualidade e responsabilidade é um compromisso da GM. Nosso maior interesse é que as usinas durem décadas, porque nossa marca está nelas”, finalizou Richard. O EnergyChannel seguirá acompanhando de perto os próximos passos da GM e de outros protagonistas da energia solar no Brasil. Fique ligado na nossa cobertura especial direto dos principais eventos do setor. Engenharia sob medida e parcerias estratégicas: GM Estrutura Metálica aposta em soluções completas para o integrador solar
- Brasil se prepara para marco regulatório do armazenamento de energia ainda em 2025, afirma diretor da Aneel
Por EnergyChannel — Brasília A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está prestes a dar um passo decisivo para o futuro do setor elétrico brasileiro. Segundo o diretor Daniel Danna, relator da Consulta Pública nº 39/2023, o país deve contar com sua primeira regulação específica para sistemas de armazenamento de energia ainda em 2025. A afirmação foi feita durante audiência pública na Câmara dos Deputados, realizada para discutir o papel do armazenamento na matriz energética nacional. Brasil se prepara para marco regulatório do armazenamento de energia ainda em 2025, afirma diretor da Aneel O novo conjunto de regras abrangerá temas cruciais como o processo de outorga, o acesso e uso da rede, bem como a remuneração dos serviços prestados por sistemas de armazenamento — com destaque para o chamado empilhamento de receitas , mecanismo que permite múltiplas fontes de remuneração para uma mesma instalação. Armazenamento de energia no centro das discussões A regulamentação vem sendo discutida com o objetivo de viabilizar a entrada em escala de sistemas de baterias, tecnologias térmicas e outras soluções capazes de fornecer flexibilidade e estabilidade ao sistema elétrico brasileiro. “O armazenamento é peça-chave na transição energética e precisa de uma regulação clara para se desenvolver com segurança jurídica e atratividade econômica”, destacou Danna durante sua participação no debate. A proposta em estudo prevê que o armazenamento deixe de ser tratado apenas como suporte técnico e passe a ser reconhecido como um agente econômico relevante, com direito à remuneração por serviços como redução de picos de demanda, estabilidade de frequência, adiamento de investimentos na rede e suporte à integração de fontes renováveis intermitentes. Um mercado emergente que aguarda sinal verde Empresas do setor já se movimentam para ocupar espaço nesse mercado em formação. Fabricantes de baterias, integradores e investidores enxergam o Brasil como um dos próximos grandes polos de expansão da tecnologia, mas aguardam a publicação do marco regulatório para consolidar planos e aportes financeiros. Com o avanço da geração solar distribuída e dos projetos híbridos — que combinam usinas solares, eólicas e sistemas de armazenamento —, cresce a pressão por regras claras que definam responsabilidades, limites operacionais e formas de compensação pelos serviços prestados. Palavra-chave: regulação do armazenamento de energia O EnergyChannel acompanhará de perto os desdobramentos da regulação do armazenamento de energia , tema que promete remodelar o setor elétrico nos próximos anos e abrir caminho para novas soluções tecnológicas e modelos de negócio. A previsão de publicação ainda em 2025 marca um momento histórico e pode posicionar o Brasil na vanguarda da inovação energética na América Latina. A expectativa agora recai sobre o texto final da Aneel — e sobre como o mercado reagirá ao tão aguardado sinal verde para armazenar, transformar e distribuir energia com inteligência. Brasil se prepara para marco regulatório do armazenamento de energia ainda em 2025, afirma diretor da Aneel
- Cemig SIM mira liderança nacional em geração compartilhada com meta de 1 GWp até 2029
Por EnergyChannel – Especial de Minas Gerais A Cemig SIM, subsidiária da Companhia Energética de Minas Gerais focada em soluções energéticas inteligentes, traçou um plano ambicioso: alcançar 1 gigawatt-pico (GWp) em capacidade instalada de usinas de geração compartilhada no estado mineiro até 2029. Com um investimento estimado em R$ 3,5 bilhões, a companhia quer protagonizar a transformação do setor, posicionando-se como uma das maiores operadoras deste modelo no Brasil. Cemig SIM mira liderança nacional em geração compartilhada com meta de 1 GWp até 2029 Segundo a empresa, aproximadamente 600 megawatts-pico (MWp) serão de usinas próprias, enquanto os outros 40% da capacidade total virão por meio de arrendamentos estratégicos. O foco está na consolidação — e não na pulverização — de ativos. A companhia aposta em escala, segurança regulatória e previsibilidade de receita como pilares do seu plano de crescimento. Fora da microgeração distribuída Diferentemente de outras empresas do segmento de energia solar, a Cemig SIM não atua na chamada microgeração distribuída (GD) — sistemas de menor porte instalados em telhados residenciais ou pequenos comércios — e afirma não ter interesse em ingressar nesse mercado. Segundo a empresa, o modelo de geração compartilhada oferece maior escalabilidade e controle, além de permitir contratos mais robustos com clientes de médio e grande porte. Com isso, a estratégia está claramente voltada a atender consumidores do mercado cativo com faturas acima de R$ 500 e empresas que buscam reduzir custos energéticos sem a necessidade de investir em infraestrutura própria. Expansão com DNA mineiro A escolha por focar exclusivamente em Minas Gerais não é por acaso. O estado é hoje um dos maiores mercados de geração distribuída do Brasil, com uma regulamentação estadual favorável, alta incidência solar e grande demanda por energia limpa e mais barata. “Temos uma infraestrutura sólida, relacionamento com milhares de consumidores e conhecimento do território. É aqui que vamos crescer”, declarou a empresa. Além da expansão em capacidade, a Cemig SIM também planeja desenvolver soluções digitais para gestão de contratos, consumo e performance das usinas, visando aumentar a eficiência operacional e a transparência para seus clientes. Com um plano estruturado e metas agressivas, a Cemig SIM sinaliza sua entrada definitiva na disputa pela liderança do setor de geração compartilhada. E, ao que tudo indica, Minas Gerais continuará sendo o epicentro dessa revolução energética. Cemig SIM mira liderança nacional em geração compartilhada com meta de 1 GWp até 2029











