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  • UCB Power destaca papel estratégico da ABGD e aponta virada de chave no mercado de armazenamento de energia

    Por EnergyChannel – Direto do Conexão Empresarial ABGD 2025 Durante o Conexão Empresarial ABGD 2025 , um dos fóruns mais relevantes do setor de geração distribuída no Brasil, o EnergyChannel  conversou com Breno Machado , representante da UCB Power , sobre os caminhos que se desenham para o futuro da energia no país especialmente no que diz respeito ao avanço do armazenamento. UCB Power destaca papel estratégico da ABGD e aponta virada de chave no mercado de armazenamento de energia Com forte presença no evento e atuação consolidada como associada da ABGD , a UCB Power reforçou a importância de encontros como este para alinhar estratégias, identificar tendências emergentes e fortalecer a colaboração entre os principais players da cadeia energética. “A ABGD tem exercido um papel fundamental na organização e desenvolvimento do nosso segmento. Estar aqui, neste momento de virada para o armazenamento de energia, é essencial para trocar informações estratégicas com quem está na linha de frente da inovação”, destacou Breno Machado. Armazenamento de energia ganha protagonismo A crescente atenção em torno do armazenamento de energia foi um dos pontos centrais levantados durante o encontro. Segundo Breno, há uma nítida mudança de foco no setor, que passa a enxergar os sistemas de baterias como ativos críticos para garantir estabilidade, eficiência e rentabilidade nas operações de geração distribuída. “O mercado está em transição. A pauta de armazenamento deixou de ser uma discussão futura e já é uma necessidade concreta. Precisamos de soluções robustas e de iniciativas que promovam essa evolução de forma estruturada e é isso que encontros como o Conexão Empresarial têm proporcionado”, afirmou. Colaboração e visão de futuro Para a UCB Power, o ambiente de colaboração criado pela ABGD tem sido crucial para fomentar debates técnicos, influenciar positivamente a agenda regulatória e consolidar o setor diante dos desafios e oportunidades que estão por vir. “Temos visto um trabalho de excelência por parte da ABGD, conduzido com maestria. Nosso compromisso é seguir contribuindo com essa construção coletiva para que o setor cresça de forma sustentável e conectada com as transformações do mercado”, concluiu Breno. 📡 Acompanhe o EnergyChannel para mais conteúdos exclusivos e análises aprofundadas sobre os caminhos da geração distribuída e o avanço das tecnologias de armazenamento no Brasil. UCB Power destaca papel estratégico da ABGD e aponta virada de chave no mercado de armazenamento de energia UCB Power destaca papel estratégico da ABGD e aponta virada de chave no mercado de armazenamento de energia

  • Valmont aposta em modelo as-a-service para destravar projetos solares e impulsionar produtividade no Brasil

    Por EnergyChannel – Direto do Greener Summit 2025 Durante o Greener Summit 2025, um dos principais encontros estratégicos do setor solar brasileiro, o EnergyChannel acompanhou de perto os movimentos mais inovadores da cadeia produtiva de energia limpa. Um deles veio da Valmont Solar , gigante global em soluções de rastreamento solar ( trackers ), que apresentou ao mercado um novo olhar sobre modelos financeiros e viabilidade de projetos fotovoltaicos. Valmont aposta em modelo as-a-service para destravar projetos solares e impulsionar produtividade no Brasil Conversamos com Vanessa Felício , diretora financeira da Valmont Solar Brasil, e Antonino Carneiro , gerente de vendas da empresa, que detalharam como a multinacional está se reposicionando estrategicamente para oferecer não apenas equipamentos de alta performance, mas soluções integradas que tornem as usinas solares mais viáveis e rentáveis  especialmente em tempos de liquidez restrita e volatilidade no setor. Do CAPEX ao OPEX: uma nova lógica para viabilizar projetos Um dos destaques da conversa foi o modelo financeiro as-a-service  que está em fase de estudo avançado dentro da Valmont. A ideia é simples, mas disruptiva: transformar um componente tradicionalmente adquirido como CAPEX (investimento inicial) no caso, o tracker em uma solução contratada via OPEX (despesa operacional) , em formato de assinatura. “Isso traz uma série de vantagens para o gestor do ativo. Em vez de comprometer o fluxo de caixa no início do projeto, ele começa a pagar o tracker somente quando a usina já está gerando receita. É um modelo que casa rentabilidade com previsibilidade”, explica Vanessa. Essa abordagem permite que a Valmont assuma parte do risco junto ao cliente, apostando na viabilidade técnica e financeira do projeto como um parceiro estratégico e não apenas como fornecedora de equipamentos . Ao final do contrato, o cliente ainda tem a opção de adquirir o ativo pelo valor residual. Sustentabilidade financeira como aliada da transição energética A proposta da Valmont Solar vai além da inovação financeira. A empresa acredita que a transição energética sustentável exige mais do que tecnologia: requer modelos de negócios alinhados à realidade dos empreendedores solares no Brasil . “Não queremos simplesmente vender um produto. A gente quer construir junto. Se o projeto do nosso cliente não der certo, o nosso também não dará. Essa é a essência do compromisso com a transição energética”, reforça Vanessa. Com larga experiência em projetos estratégicos e greenfield, a diretora financeira traz à Valmont a visão de quem já esteve do outro lado da mesa como gestora de ativos que precisam se viabilizar financeiramente em um ambiente cada vez mais desafiador. Uma nova perspectiva para o futuro do setor solar A proposta da Valmont, ainda em fase final de modelagem, é vista como uma resposta madura à complexidade atual do setor solar no Brasil. Com o avanço da geração distribuída (GD), desafios regulatórios no horizonte e gargalos financeiros recorrentes, iniciativas que ofereçam segurança e escalabilidade tendem a ganhar protagonismo. “É como se estivéssemos financiando a produtividade do cliente. Quando entregamos um tracker via modelo as-a-service , estamos dizendo: apostamos junto com você. Isso, inclusive, é um selo de confiança para o mercado financeiro, que começa a olhar para esses projetos com outros olhos”, explica Antonino Carneiro. A Valmont Solar deve anunciar em breve os primeiros projetos-piloto operando sob esse novo formato. E o EnergyChannel acompanhará de perto os desdobramentos dessa proposta , que pode redefinir a forma como o setor solar brasileiro estrutura seus investimentos. 📡 Fique ligado no EnergyChannel para mais conteúdos exclusivos sobre o futuro da energia solar no Brasil e no mundo. Valmont aposta em modelo as-a-service para destravar projetos solares e impulsionar produtividade no Brasil

  • Armazenamento de Energia ganha tração no Brasil e deve dobrar de tamanho em 2025, aponta ABGD

    Por EnergyChannel – Direto do Conexão ABGD 2025 Enquanto a regulação para o armazenamento de energia "na frente do medidor" ainda avança em ritmo lento, o mercado atrás do medidor  já vive um boom silencioso e promissor. A avaliação é de Sydney Ipiranga , diretor técnico da ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída) , durante painel realizado no Conexão ABGD , evento estratégico que discute os rumos da geração distribuída no Brasil. Armazenamento de Energia ganha tração no Brasil e deve dobrar de tamanho em 2025, aponta ABGD “Temos hoje dois grandes blocos de mercado para armazenamento: o que se conecta diretamente à rede de distribuição e o que se integra às unidades consumidoras. E é esse segundo que está explodindo em crescimento” , destacou Ipiranga. Crescimento de três dígitos e ambiente regulatório já definido De acordo com dados apresentados por Sydney, o armazenamento de energia em aplicações comerciais, residenciais e industriais — ou seja, atrás do medidor — registrou um crescimento de 200% entre 2023 e 2024 , com projeção de dobrar novamente ao longo de 2025. A estimativa é que o mercado alcance 2 GW  instalados ainda este ano. Armazenamento de Energia ganha tração no Brasil e deve dobrar de tamanho em 2025, aponta ABGD “O mercado já está regulado, a base está montada. Temos a Lei 14.300 , a resolução normativa 1059 da ANEEL , portarias do Inmetro e normas técnicas das concessionárias. Ou seja, o terreno já está pavimentado”, afirmou o diretor. Além da legislação que garante a conexão de sistemas híbridos com baterias, inversores e geração solar, Sydney reforçou que as principais distribuidoras do país já possuem normas técnicas específicas  para projetos com armazenamento, o que dá previsibilidade aos integradores e investidores. Frente do medidor: horizonte mais distante Já no que diz respeito ao armazenamento em larga escala, voltado à rede — conhecido como “frente do medidor” — o cenário é outro. O processo de regulação avança em três fases , e atualmente está na segunda etapa da Consulta Pública 39/2023 . “Cada fase pode levar cerca de 18 meses, o que nos projeta para um cenário de regulação efetiva apenas em 2027 . Mas isso não significa que o setor vai esperar até lá”, explicou Sydney. “O Brasil já tem um mercado real e com regras claras na outra ponta, e é esse que está puxando o crescimento.” Capacitação técnica: pilar essencial para o avanço Atento à necessidade de formação especializada, o executivo apresentou também uma iniciativa da Energia Plus Brasil : uma certificação profissional para projetos com sistemas híbridos e baterias . O curso, com carga horária de 16 horas, é 100% prático e voltado ao dimensionamento completo de sistemas de armazenamento. “O foco é formar profissionais capazes de realizar o dimensionamento correto, usando curvas de carga reais, softwares do mercado e metodologias validadas. Não dá mais para trabalhar com média mensal de consumo. É preciso entender a curva de demanda em intervalos de minuto”, defendeu. O recado é claro: o mercado já está acontecendo Para Sydney, o principal alerta deixado no evento é direto: quem ainda não atua com armazenamento de energia no Brasil está perdendo tempo . “O mercado está operando, tem regras, tem demanda e está dobrando de tamanho. O momento de entrar é agora”, concluiu. 📲 Para saber mais sobre o curso de certificação da Energia Plus Brasil, acesse: www.energiaaplusbrasil.plataforma.app 🔋 Continue acompanhando a cobertura completa do Conexão ABGD 2025 aqui no EnergyChannel – onde o futuro da energia se transforma em notícia. Armazenamento de Energia ganha tração no Brasil e deve dobrar de tamanho em 2025, aponta ABGD

  • ABGD amplia horizonte e prepara setor para era dos Recursos Energéticos Distribuídos

    Por EnergyChannel – Direto do Conexão Empresarial ABGD Em meio a um cenário de evolução acelerada do setor elétrico brasileiro, a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD)  anuncia um novo posicionamento estratégico: tornar-se a Associação Brasileira de Recursos Energéticos Distribuídos . A mudança vai muito além do nome — representa uma reconfiguração da atuação da entidade, com foco ampliado e adaptado aos desafios da transição energética. ABGD amplia horizonte e prepara setor para era dos Recursos Energéticos Distribuídos A transformação foi tema central do Conexão Empresarial ABGD , evento que reuniu empresários, especialistas, reguladores e investidores em um espaço de escuta ativa e articulação institucional. O EnergyChannel  acompanhou de perto os debates e conversou com Zilda Costa , vice-presidente executiva da ABGD, logo após um dos painéis de destaque da programação. “Estamos vivendo um momento sensacional. O setor de geração distribuída já provou sua força, mas agora o horizonte é maior: integrar geração, armazenamento e gestão de energia em um ecossistema distribuído e inteligente” , afirmou Zilda. Nova agenda, novo papel institucional Durante o painel ao lado de nomes como o professor Marangon , Café  e Aurélio Sydney , Zilda reforçou que o foco da ABGD é garantir segurança jurídica, clareza regulatória e estímulo a novos modelos de negócios , incluindo os leilões de armazenamento que estão em pauta nas instâncias federais. “Estamos trabalhando para que o investidor tenha confiança, e para que os marcos regulatórios acompanhem a transformação do setor. O armazenamento é peça-chave nesse processo, e é por isso que a ABGD já atua fortemente para que esse tema ganhe espaço nas políticas públicas e nos programas estruturantes do setor elétrico”, destacou. Eventos como motor de articulação e crescimento O Conexão Empresarial  se consolida como um ponto de convergência para diversos atores do mercado — fabricantes, desenvolvedores, integradores, investidores e representantes do governo. Para Zilda, encontros como esse são fundamentais para que o setor cresça de forma coordenada. “Aqui a gente ouve todo mundo: a base, os fornecedores, os reguladores. E isso é importante para o futuro da geração distribuída e dos recursos energéticos como um todo. A ABGD está aqui para facilitar esse diálogo, antecipar tendências e garantir que o setor siga forte, resiliente e inovador.” Convite à participação Antes de encerrar, Zilda fez um convite direto ao mercado: “Não fique de fora. Participe dos próximos painéis, esteja nos eventos da ABGD. Esse é o momento de ouvir, contribuir e se posicionar. A transição energética está em curso, e ela será distribuída.” Para mais reportagens sobre a evolução da energia no Brasil, continue acompanhando o EnergyChannel. ABGD amplia horizonte e prepara setor para era dos Recursos Energéticos Distribuídos

  • PV Operation aposta em plataforma e evento para profissionalizar O&M no setor solar brasileiro

    Por EnergyChannel – Direto do Greener Summit 2025 Durante a cobertura especial do Greener Summit 2025 , o EnergyChannel  conversou com Siqueira Neto , CEO da PV Operation , que compartilhou novidades importantes para o setor de energia solar. À frente de uma das iniciativas mais relevantes em operação e manutenção (O&M) de usinas solares no Brasil, Siqueira apresentou os bastidores do 360 Solar 2025  e o lançamento de uma plataforma digital voltada à gestão de ativos solares . PV Operation aposta em plataforma e evento para profissionalizar O&M no setor solar brasileiro 360 Solar: foco em armazenamento e O&M no centro do debate A próxima edição do 360 Solar já tem data e local: dias 6 e 7 de novembro , no principal centro de eventos de Florianópolis (SC) . A expectativa é reunir 1.500 participantes  entre especialistas, empreendedores e investidores do setor. “A programação está dividida entre dois grandes temas: armazenamento de energia (storage)  e gestão de ativos solares . Acreditamos que esse é o momento certo para aprofundar essas discussões. Storage será metade do evento, com presença de pesquisadores internacionais e líderes de empresas inovadoras. A outra metade vai abordar operação, manutenção, retrofit e performance de usinas” , explicou Siqueira ao EnergyChannel. Plataforma de O&M: inteligência coletiva e curadoria técnica Mais do que eventos, a PV Operation vem apostando na digitalização do relacionamento entre donos de ativos e prestadores de serviço . Para isso, acaba de lançar o Asset Management , uma plataforma gratuita dedicada à gestão de ativos e serviços de O&M no setor solar . “O objetivo é conectar quem tem usina com quem presta um serviço de qualidade. É como um marketplace especializado em O&M, mas com curadoria técnica e sistema de avaliação. O prestador de serviço cria seu perfil, é avaliado por clientes e pode ser contratado com base em reputação e proximidade geográfica”, explica Siqueira. O sistema já está disponível em versão beta no endereço assets.pvoperation.com , e deve se consolidar como uma rede inteligente de eficiência e confiabilidade para o setor de geração distribuída . Educação, curadoria e eficiência como pilares Além da plataforma, a PV Operation também promove ações educativas, como cursos técnicos, treinamentos e eventos paralelos que ajudam a profissionalizar a cadeia de operação e manutenção no Brasil . “Nos pediram para atuar como curadores, já que o mercado ainda carece de parâmetros claros. Hoje, quem busca um prestador de serviço muitas vezes recorre ao Google. A nossa proposta é ir além disso: trazer confiabilidade e ajudar a reduzir custos operacionais, conectando usinas e prestadores de forma mais inteligente e estratégica”, pontua o CEO. O&M como motor de rentabilidade Para Siqueira, o foco agora é otimizar performance, reduzir perdas e aumentar a rentabilidade das usinas . “O setor precisa evoluir, e isso passa por O&M bem feito, com tecnologia, boas práticas e eficiência logística. Nossa plataforma vai ajudar tanto os prestadores quanto os proprietários a operarem melhor seus ativos.” PV Operation aposta em plataforma e evento para profissionalizar O&M no setor solar brasileiro Acompanhe o EnergyChannel para mais entrevistas e reportagens exclusivas direto dos bastidores da energia solar no Brasil. PV Operation aposta em plataforma e evento para profissionalizar O&M no setor solar brasileiro

  • ENERGIA NO BRASIL: CONTA MAIS CARA E SEM PAPAI NOEL À VISTA

    Volto a tocar nesse ponto porque ainda tem muito consumidor acreditando em milagres. Muita gente sonha ou espera por quedas drásticas nos preços da energia, sem ter a menor ideia do que está acontecendo no setor seja no aspecto regulatório ou hidrológico.  Ainda tem quem acredite em Papai Noel. Esqueçam 2022 e 2023 faz parte de um passado anômalo.   ENERGIA NO BRASIL: CONTA MAIS CARA E SEM PAPAI NOEL À VISTA O mercado de energia brasileiro retornou à sua realidade e o mesmo enfrentou uma alta volatilidade na última semana de junho de 2025, puxada pela divulgação do Programa Mensal da Operação (PMO) e por expectativas de menor carga e chuvas reduzidas. Aqui, compartilho minha visão sobre os movimentos de preços dos contratos de energia, com base nos dados da BBCE (Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia), explico os diferentes prazos contratuais e os impactos do curtailment e das mudanças regulatórias como a MP 1.300/2025 e a Consulta Pública do MME (CP) 187 no setor. Também comento como tudo isso pode refletir nos preços do Ambiente de Contratação Livre (ACL) e no Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) futuro.   ALTA VOLATILIDADE NOS CONTRATOS DE ENERGIA CONTRATOS DE JULHO E AGOSTO O PMO trouxe previsões de menor carga e chuvas abaixo do esperado, o que mexeu fortemente com os preços dos contratos de energia convencional na plataforma EHUB da BBCE. Esses contratos de curto e médio prazo (entre 1 mês e 1 ano) são sazonais e geralmente usados para atender demandas específicas, como a complementação da geração térmica em períodos de baixa hidrologia. O resultado: os contratos de julho subiram 9,09%, chegando a R$ 198,50 por MWh. Já os contratos de agosto tiveram uma alta ainda mais expressiva: de R$ 250 para R$ 288,22 por MWh – estamos falando de energia convencional. Isso mostra como o mercado é sensível às projeções operacionais e como esses contratos são altamente expostos ao PLD, especialmente nos ajustes de curtíssimo prazo (de intradiário até 1 mês), mesmo que isso não tenha sido mencionado diretamente nesses casos. A volatilidade está ali, e é clara. CONTRATOS DE LONGO PRAZO Enquanto os contratos de curto prazo dispararam, os de médio prazo (como os do quarto trimestre de 2025) ficaram praticamente estáveis. A energia convencional recuou 1,08%, fechando em R$ 299,99 por MWh, e a energia incentivada ficou em R$ 330,49 por MWh.   ENERGIA NO BRASIL: CONTA MAIS CARA E SEM PAPAI NOEL À VISTA Esses contratos, normalmente, oferecem alguma proteção contra riscos hidrológicos e são usados em estratégias híbridas, tanto no ACL quanto no Ambiente de Contratação Regulada (ACR). Já os contratos para 2026 e 2027 considerados de longo prazo também caíram. A energia convencional de junho de 2026, por exemplo, ficou em R$ 231,50 por MWh (queda de 4,13%), e a incentivada em R$ 261,45 por MWh (queda de 4,01%). Esses contratos são voltados para novos projetos de geração, como usinas eólicas e solares, e servem de base para financiamentos, trazendo um pouco mais de estabilidade no preço. Resumindo: os preços tendem a subir, mas muitos consumidores ainda não perceberam isso. IMPACTOS DO CURTAILMENT NO MERCADO DE ENERGIA EFEITOS NOS PREÇOS NO ACL E NO PLD FUTURO A inclusão da MMGD (geração distribuída) no rateio do curtailment pode afetar diretamente os preços no ACL e no PLD futuro. Hoje, os cortes que chegaram a 3.000 MW médios no primeiro quadrimestre de 2025 (contra 450 MW em 2023) recaem principalmente sobre as usinas centralizadas. Isso aumenta os custos operacionais dessas usinas e pressiona os preços no ACL, principalmente nos contratos de curto prazo como os de julho e agosto. Se o rateio for dividido com a MMGD, a expectativa do ONS é de que os cortes nas usinas centralizadas caiam pela metade, o que pode aliviar os custos e estabilizar, no início, um pouco os preços no ACL. Entretanto, está tema ainda está um pouco longe de ter um fim “amigável”. Mas a proposta do Ministério da Fazenda de aplicar ajustes contábeis à MMGD também pode gerar custos extras para esse segmento, que hoje não tem supervisão direta do ONS. Isso pode fazer com que os preços subam para os consumidores finais no ACL, especialmente em contratos de curto prazo, mais afetados pelo PLD. Em menor grau, isso também afeta os contratos de médio prazo. ENERGIA NO BRASIL: CONTA MAIS CARA E SEM PAPAI NOEL À VISTA No PLD, a ideia de reduzir a sobreoferta com um rateio proporcional pode ajudar a mitigar picos de preço em períodos de geração renovável elevada — o que, em tese, beneficiaria os contratos de curtíssimo prazo. O problema é que, sem controle físico sobre a MMGD, essa medida pode ter eficácia limitada e manter a volatilidade no curto prazo. IMPACTO REGULATÓRIO: COMO A MP 1.300/2025 E A CP 187 PODEM MEXER COM OS PREÇOS DA ENERGIA A MP 1.300/2025 e a Consulta Pública 187 do MME trazem mudanças significativas no setor elétrico e devem impactar diretamente os preços no ACL e o PLD. A seguir, compartilho uma leitura objetiva dos principais efeitos dessas medidas, com base nos dispositivos já apresentados. FIM DOS DESCONTOS E NOVOS ENCARGOS A MP 1.300/2025 prevê o fim dos descontos tarifários a partir de 31/12/2025 (Art. 2º, §1º-P). Com isso, contratos de longo prazo — principalmente para 2026 e 2027 — devem ficar mais caros, já que passam a incorporar os custos do Supridor de Última Instância (SUI), conforme o Art. 15-A. Isso pressiona o PLD e eleva os preços médios no ACL, pois os custos extras serão repassados. ENERGIA NO BRASIL: CONTA MAIS CARA E SEM PAPAI NOEL À VISTA CONSUMIDOR DE BAIXA TENSÃO EXPOTO AO ACL Outro ponto relevante é a migração obrigatória dos consumidores de baixa tensão para o mercado livre até 2027 (Art. 15, §12). Isso expõe esse público à volatilidade do PLD e aos custos extras que até então eram amortizados no mercado regulado. A tendência é que os contratos de curto prazo fiquem mais caros para esse perfil de consumidor. RENOVÁVEIS MENOS VIÁVEIS A retirada de incentivos aos geradores renováveis, também prevista na MP, aumenta os custos de capital e reduz a atratividade de novos projetos, como usinas solares e eólicas. Menos oferta futura e menos competição podem significar preços mais altos no médio e longo prazo. ENCARGOS EXTRAORDINÁRIOS NA CP 187 A CP 187 reforça esse cenário ao prever novos encargos para custear medidas como a mitigação do curtailment e investimentos em transmissão. Esses encargos devem ser incorporados ao PLD, o que também pressiona os contratos no ACL, especialmente os de curto prazo. AUTOPRODUÇÃO POR EQUIPARAÇÃO LIMITADA A GRANDES PLAYERS Um dos pontos mais críticos da CP 187 é a regulamentação da Autoprodução por Equiparação: para ser classificado como autoprodutor, será necessário ter demanda mínima de 30.000 kW (Art. 16-A). Isso praticamente exclui os médios e pequenos consumidores da autoprodução, reduzindo a concorrência e elevando os preços no mercado livre, inclusive nos contratos de médio e longo prazo. EFEITOS ESPERADOS NO MERCADO PLD: Deve subir com os novos encargos da CP 187 e os custos do SUI trazidos pela MP. Preços no ACL: A soma dos fatores fim dos subsídios, encargos extras e menor concorrência tende a gerar alta generalizada em todos os prazos. Riscos Setoriais: Sem incentivos, os projetos renováveis ficam menos viáveis, o que pode frear novos investimentos e pressionar ainda mais os preços. Impacto nos Consumidores: Quem for migrar para o ACL, especialmente baixa tensão, vai enfrentar mais custos e volatilidade. CONCLUSÃO A volatilidade vista em junho de 2025 mostra o quanto o mercado está sensível a condições operacionais e climáticas. Os contratos de curto prazo sazonais e fortemente ligados ao PLD já estão reagindo, enquanto os de médio e longo prazo, como os de 2025 a 2027 (chegando a R$ 330,49 por MWh – energia incentivada), ainda oferecem alguma estabilidade. Mas não por muito tempo. O debate sobre o curtailment e as mudanças trazidas pela MP 1.300/2025 e a CP 187 deixa claro que o mercado vai enfrentar ainda mais incertezas. A inclusão da MMGD nos cortes e o fim dos subsídios podem até ajudar a estabilizar preços no longo prazo, mas trarão altas imediatas e mais exposição à volatilidade especialmente para quem menos entende ou tem menos estrutura para lidar com isso. O consumidor de baixa tensão e  quem opera com contratos de curto e médio prazo que se prepare. Porque a conta vai chegar. Fontes : MP 1.300/2025 (Diário Oficial da União, 21/05/2025). Resolução CCEE nº 109/2024 (Classificação de prazos contratuais). CP 187/2025 (ANEEL, extinção de subsídios). Relatório ONS "Custos do Curtailment" (2024). Terceira fase da Consulta Pública 45 de 2019 BBCE Curva Forward ENERGIA NO BRASIL: CONTA MAIS CARA E SEM PAPAI NOEL À VISTA

  • ABREN destaca o potencial do Brasil para gerar energia a partir dos resíduos durante a IFAT Brasil 2025 

    A associação realizou 3 painéis de debates sobre o tema com a participação de especialistas e representantes de grandes empresas durante o evento, realizado na última semana em São Paulo. ABREN destaca o potencial do Brasil para gerar energia a partir dos resíduos durante a IFAT Brasil 2025 São Paulo, 02 de julho de 2025 –  A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) participou na última semana, entre os dias 25 e 27 de junho, da IFAT Brasil , principal feira do setor de gestão ambiental e saneamento da América Latina. O evento, realizado em São Paulo, contou com a realização de três painéis de debate por parte da ABREN. Os debates aconteceram na quinta-feira, 26 de junho, durante o período da manhã. O primeiro painel teve o tema “CDR no Coprocessamento – Tecnologias, Qualidade e Eficiência”. Participaram da conversa Mia Gu , representante da JONO (China), Diego Tarragó , da Fundação Proamb, e Rejane Afonso , da Monitore Engenharia. A mediação será feita por Juliano Menezes de Melo , da   Revalora – CSN Cimentos S.A. A porta-voz da Jono  destacou em sua fala as soluções modulares oferecidas pela empresa com a utilização da Inteligência Artificial (IA), digitalização e mecânica de precisão, além de abordar o funcionamento das usinas de recuperação energética e de CDR da empresa na China. Já a representante da Monitore Engenharia  fez uma apresentação sobre o papel do CDRu na descarbonização do setor cimenteiro, com exemplos de cases de sucesso na Suíça, Áustria, Grécia e Bulgária. O segundo painel teve a temática “Soluções Globais para a Produção Sustentável de Biogás e Biometano”. Participaram do debate Harmen Dekker , da European Biogas Association (Bélgica), Luciane Fornari , da PlanET Brasil, Carlos Mancino , da   PRODEVAL (França), e Adilson Teixeira , da H2A. A mediação foi realizada por Yuri Schmitke , presidente da ABREN e vice-presidente LATAM do Global WtERT. O representante da H2A  explicou sobre os investimentos da empresa e sua atuação com foco no biometano certificado, no CO₂ food grade e em biofertilizantes, com destaque para a atuação nos estados de Santa Catarina e Goiás. A porta-voz da PlanET  abordou a atuação global da empresa e o vasto potencial do Brasil para produção e utilização do biometano. Já o representante da PRODEVAL  destacou o histórico e a expertise da companhia no tratamento e recuperação de biogás proveniente da digestão anaeróbia de resíduos orgânicos. O terceiro e último painel realizado pela ABREN teve o tema “Waste-to-Energy: Lições Globais e Oportunidades para o Brasil”. Participaram Siegfried Scholz , da ESWET (Bélgica), Roland Greil , da Kanadevia Inova (Suíça), Reges Dias , da Burntech, Francisco Olivati , da Interunion, e Helena Brandão , da ApexBrasil. A mediação foi feita por Antonio Bolognesi , presidente do Conselho da ABREN e CEO da WTEEC. O porta-voz da ESWET  abordou os exemplos europeus, que são referência na hierarquia de resíduos, e destacou que o waste-to-energy (WTE) deve ser priorizado como um complemento ao processo de reciclagem, o que contribuiria para uma expressiva redução do metano. O representante da Kanadevia Inova , por sua vez, destacou os benefícios do WTE e trouxe exemplos de usinas em Dubai, que possui eficiência energética de até 31%, e também de usinas na Europa, Oriente Médio, Ásia e África que são consideradas cases de sucesso no setor. Já o porta-voz da Burntech destacou   as tecnologias oferecidas pela empresa para gerar energia a partir dos resíduos, uma solução ambientalmente mais adequada do que as convencionais.  De acordo com Yuri Schmitke , presidente da ABREN, a realização de 3 painéis em um evento dessa magnitude demonstrou a importância da geração de energia a partir dos resíduos. “ Além de abordar temas essenciais para o setor de resíduos no Brasil, como o CDR, o Waste-to-Energy e a produção de biogás e biometano, os painéis contaram com especialistas de empresas nacionais e internacionais que contribuíram por meio de suas experiências e evidenciaram o enorme potencial do Brasil para gerar energia a partir dos resíduos não recicláveis” , destaca.  Parceria com a APEXBrasil Na quarta-feira, 25 de junho, a ABREN promoveu uma reunião com a APEXBrasil para a realização de uma rodada de negócios entre seus associados e as entidades parceiras. Além disso, a associação anunciou um Memorando de Entendimento (MOU na sigla em inglês) com a ApexBrasil.  Na mesma data, a associação participou de duas apresentações junto ao BNDES. A primeira abordou a estruturação de projetos por meio de concessões e parcerias público-privadas de saneamento no Brasil. Já a segunda teve como foco o financiamento para produtores e compradores de equipamentos e máquinas. Na ocasião, Helena Brandão, representante da ApexBrasil , apresentou o papel da Apex na atração de investimentos sustentáveis e destacou o papel da energia a partir de resíduos como parte da agenda de infraestrutura ambiental, descarbonização e segurança energética. Realizada pela Messe München, a IFAT Brasil reuniu os principais players do setor para apresentar inovações em gestão de resíduos, energia limpa, água e efluentes, promovendo o networking entre empresas, governos e especialistas de todo o mundo. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. ABREN destaca o potencial do Brasil para gerar energia a partir dos resíduos durante a IFAT Brasil 2025

  • Mercado Solar em Transformação: Noris quer destravar aquisições estratégicas no setor de GD

    Por EnergyChannel – Direto do Greener Summit 2025 Em meio a um cenário de incertezas regulatórias e gargalos para novas conexões no sistema elétrico, cresce no Brasil um movimento de consolidação no setor de geração distribuída (GD). E é exatamente nesse contexto que surge a Noris , empresa que atua na intermediação de aquisições de usinas solares já operacionais e que se posiciona como uma solução para quem deseja investir de forma mais segura no segmento. Mercado Solar em Transformação: Noris aposta na intermediação de usinas para destravar aquisições estratégicas no setor de GD Durante o Greener Summit 2025 , o EnergyChannel conversou com Rafael Moret , CEO e fundador da Noris, que explicou a proposta da empresa e os desafios desse novo momento do setor. “Hoje, quem tenta construir uma nova usina enfrenta grandes dificuldades, especialmente com pareceres de acesso e limitações da rede. A aquisição de ativos operacionais se torna uma alternativa viável e menos arriscada. A Noris foi criada para facilitar essas transações”, afirma Moret. Do modelo tradicional à era das aquisições A Noris atua como um hub estratégico que conecta vendedores de usinas já em operação com investidores sérios, oferecendo suporte técnico e análise completa dos ativos. Para Rafael, a empresa vai além do que se poderia chamar de "uma imobiliária solar". “Nosso trabalho é garantir que o vendedor consiga negociar com equilíbrio e transparência. Não se trata apenas de vender um ativo, mas de viabilizar negócios com potencial de retorno real, que façam sentido para ambos os lados”, destaca. A tendência se consolida em meio à baixa atratividade de novos projetos de GD2, cuja viabilidade está ameaçada pela incerteza das regras futuras da ANEEL. Moret destaca que, para quem deseja aumentar o portfólio ou mesmo entrar no setor agora, adquirir uma usina existente pode ser a forma mais eficiente e segura. Ativos entre R$ 5 e R$ 30 milhões A Noris opera com usinas a partir de 1 MWp, com valores médios por projeto que variam de R$ 5 milhões a R$ 30 milhões . Segundo o CEO, a maior parte da demanda vem de vendedores que não são originalmente do setor e que encontraram dificuldades na operação das usinas. “Muitos entraram por oportunidade, mas se depararam com a complexidade de manter uma usina rodando, atender clientes e garantir retorno. Por outro lado, há investidores com tese de construir e vender, mas que agora precisam sair. Nós ajudamos a estruturar essa ponte”, explica. Transparência e análise técnica: ativos precisam de “laudo” completo Um ponto sensível nas aquisições é a qualidade dos ativos. Moret destaca que há muitas usinas no mercado que foram mal projetadas ou executadas com equipamentos que não vão atingir a performance esperada. Por isso, a avaliação técnica rigorosa  se torna um diferencial da Noris. “Antes de levar um ativo ao investidor, fazemos uma análise completa. Identificamos pontos críticos, possíveis necessidades de retrofit e riscos ocultos. É como comprar um carro periciado o comprador sabe exatamente o que está adquirindo”, compara. Segundo o CEO, usinas com problemas corrigíveis têm viabilidade. O desafio são os ativos comprometidos estruturalmente, que exigiriam um investimento tão alto em recuperação que inviabilizaria o negócio. Nesses casos, o deságio pode ser significativo. Mercado em amadurecimento Para Moret, o setor solar brasileiro está passando por um processo de amadurecimento natural. A profissionalização dos processos de compra e venda de ativos é reflexo disso. E a Noris pretende ocupar um papel central nesse novo ciclo. “Transparência, diligência técnica e compromisso com o resultado. É isso que oferecemos. O investidor não quer surpresas, e o vendedor precisa de apoio para mostrar o real valor do seu ativo. Nossa missão é garantir que as transações ocorram com segurança e resultado”, conclui. EnergyChannel acompanha de perto a evolução da geração distribuída no Brasil.  Acompanhe nossas matérias especiais e entrevistas com os principais líderes e empreendedores do setor. Mercado Solar em Transformação: Noris quer destravar aquisições estratégicas no setor de GD 📍 Direto do Greener Summit 2025 – São Paulo

  • GoodWe e Fotus miram liderança em mercado bilionário no Brasil

    A GoodWe e a Fotus não querem apenas participar do mercado de energia solar brasileiro elas querem conquistar uma fatia maior. As duas empresas assinaram, na terça-feira (17), um acordo estratégico, o Memorando de Entendimento para a comercialização de 300MW, que marca uma guinada ousada rumo à consolidação de sua presença no país, mirando um espaço mais amplo em um dos setores que mais cresce no mundo. GoodWe e Fotus miram liderança em mercado bilionário no Brasil A parceria, que une a tecnologia global da GoodWe à logística ágil e ao conhecimento de mercado da Fotus, chega com a missão clara de acelerar a adoção de soluções fotovoltaicas de ponta. “A assinatura deste Memorando de Entendimento com a Fotus representa uma aliança estratégica com o objetivo único de melhor servir aos usuários finais, por meio de uma rede de integradores fiel, altamente capacitada e que compartilha dos valores comuns entre nossas empresas. Estamos entusiasmados com o potencial desta colaboração para impulsionar projetos de geração distribuída em todo o país”, afirma Fabio Mendes, vice-presidente da GoodWe para a América do Sul. GoodWe e Fotus miram liderança em mercado bilionário no Brasil Com previsão de crescimento de 25% em 2025, o setor solar brasileiro se tornou um campo de batalha estratégico para grandes players. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país deve adicionar mais de 13,2 gigawatts (GW) à sua capacidade instalada neste ano. Só no ano passado, o setor atraiu R$ 54,9 bilhões em investimentos. GoodWe e Fotus querem conquistar uma parte significativa desse mercado em expansão. A parceria entre as empresas tem como foco ampliar a oferta de sistemas de geração distribuída, soluções de armazenamento inteligente e suporte técnico especializado, voltados principalmente a integradores que atuam em todas as regiões do país. A Fotus, por exemplo, já opera com sua sede administrativa em Vila Velha (ES) e centros de distribuição em Campinas (SP), Aparecida de Goiânia (GO), Viana (ES), Guaramirim (SC), Ananindeua (PA) e Cabo de Santo Agostinho (PE). Além disso, está prevista a abertura de dois novos centros ainda em 2025, ampliando a presença física e reduzindo o tempo de resposta logística em todo o território nacional. “Com uma estrutura robusta de consultores especialistas, suporte técnico com engenheiros e atendimento pré e pós-venda, a Fotus fortalece o ecossistema solar nacional com agilidade, proximidade e profundo conhecimento técnico”, destaca o CEO da empresa, José João Cunha Filho. Ele também acrescentou que a parceria com a GoodWe, uma das líderes globais do setor, é motivo de grande orgulho. “A GoodWe esteve conosco desde o início da trajetória da Fotus e foi essencial para o nosso crescimento. Compartilhamos o compromisso com a inovação e a qualidade e temos plena confiança de que essa colaboração continuará gerando benefícios concretos para os integradores em todas as regiões do Brasil”, finalizou. Sobre a GoodWe A GoodWe é uma empresa global líder no setor de energia limpa e sustentável, comprometida em fornecer soluções inovadoras e de alta qualidade para um futuro mais verde. Seu portfólio inclui inversores solares, tecnologias de armazenamento de energia e sistemas BIPV. Está presente em mais de 100 países, com destaque para sua excelência em inovação e desempenho. Sobre a Fotus A Fotus Distribuidora Solar é uma das principais empresas do setor de distribuição de equipamentos fotovoltaicos no Brasil. Fundada em 2019, atua em todo o território nacional com foco no mercado B2B, oferecendo soluções completas para integradores que desenvolvem projetos solares em clientes de diversos portes.

  • Hoymiles aposta em inovação acessível e fortalece laços com o Brasil em visita exclusiva da EnergyChannel à sede na China

    Hangzhou (China), junho de 2025 A Hoymiles, uma das líderes globais em microinversores e soluções para geração distribuída, abriu as portas de sua sede em Hangzhou para uma comitiva especial do setor solar brasileiro. Hoymiles aposta em inovação acessível e fortalece laços com o Brasil em visita exclusiva da EnergyChannel à sede na China A convite da fabricante, representantes do Sebrae , da ABSOLAR  e do EnergyChannel  tiveram acesso exclusivo às inovações mais recentes da empresa que vem consolidando sua posição de destaque no cenário internacional com foco em acessibilidade tecnológica, segurança e eficiência operacional. A visita acontece em um momento estratégico para a marca, que enxerga na América Latina especialmente no Brasil um mercado prioritário para sua expansão global nos próximos anos. Hoymiles aposta em inovação acessível e fortalece laços com o Brasil em visita exclusiva da EnergyChannel à sede na China Segurança, performance e agilidade na instalação Durante a imersão técnica, a equipe da Hoymiles apresentou uma de suas principais apostas para o setor: microinversores com potência individual inferior a 120 W, atendendo rigorosamente aos padrões de segurança da IEC e reduzindo drasticamente riscos de incêndio nos sistemas fotovoltaicos. Outro destaque é o sistema plug-and-play  para conexões do lado AC, que reduz o tempo de instalação e otimiza a eficiência no campo. “Nosso objetivo é facilitar o dia a dia dos instaladores. Cada detalhe é pensado para entregar praticidade e confiabilidade”, explicou um dos engenheiros da empresa durante a demonstração técnica. Design modular e adaptação a realidades locais Inspirada no conceito LEGO, a Hoymiles desenvolveu um sistema modular para armazenamento de energia, permitindo que as soluções sejam montadas por blocos. Isso reduz a complexidade na instalação e garante maior escalabilidade. A inovação, segundo os executivos, foi inicialmente proposta pela própria Hoymiles e hoje já inspira outras empresas no setor. Antes de entrar em um novo mercado, a fabricante realiza uma análise minuciosa sobre clima, infraestrutura da rede elétrica e padrões de instalação. No caso do Brasil, o foco tem sido adaptar os sistemas às altas temperaturas e condições tropicais, garantindo desempenho otimizado. Três pilares estratégicos: foco, cliente e solução A expansão global da Hoymiles se baseia em três pilares bem definidos: 1. Foco estratégico:  concentrar recursos em produtos e mercados específicos, evitando dispersão e priorizando excelência. 2. Centrado no cliente:  ouvir e antecipar as necessidades do consumidor final, com soluções que resolvem tanto os desafios atuais quanto os futuros. 3. Mentalidade orientada a soluções:  reconhecer que nenhum cliente busca apenas um produto, mas sim um sistema confiável e integrado. Capacitação e presença local no Brasil A Hoymiles reforçou ainda seu compromisso com o mercado brasileiro, destacando a atuação de sua equipe técnica local e os investimentos em centros de treinamento. “Falamos a mesma língua dos instaladores. Acreditamos que o acesso ao conhecimento técnico é um pilar essencial para nosso crescimento. Criamos pontes reais entre quem fabrica e quem instala”, afirmou um dos porta-vozes da empresa. Além da equipe dedicada no Brasil, a Hoymiles tem estreitado relações com seus distribuidores autorizados e investido fortemente em capacitação. Segundo os diretores, esse é um sinal claro de confiança mútua entre a empresa e o setor solar brasileiro. Brasil no centro da estratégia Receber a comitiva brasileira em Hangzhou foi, segundo a própria Hoymiles, um momento simbólico. “Para nós, isso representa mais do que uma visita institucional. É uma confirmação de que o Brasil confia no que estamos construindo. E nós também confiamos no potencial desse mercado”, concluiu a empresa. Cobertura especial: EnergyChannel – Notícias internacionais sobre energia, inovação e sustentabilidade. Hoymiles aposta em inovação acessível e fortalece laços com o Brasil em visita exclusiva da EnergyChannel à sede na China

  • Grano Alimentos: A Jornada de Sustentabilidade e Inovação

    Na interseção entre desenvolvimento sustentável e excelência empresarial, a Grano Alimentos emerge como um modelo de inovação no setor de vegetais congelados no Brasil. Estabelecida em 2000, a empresa se consolidou como a maior produtora nacional de vegetais congelados – um segmento em franca ascensão, especialmente num contexto onde sustentabilidade se tornou palavra de ordem. Em uma entrevista exclusiva ao EnergyChannel, Fernando Giansante, atual CEO da Grano Alimentos, detalha a trajetória da empresa e seus avanços em responsabilidade social e sustentabilidade. Inicialmente, Giansante destaca a evolução da Grano após sua aquisição por um fundo de investimentos em 2015, o que impulsionou uma série de investimentos estratégicos que elevaram a relevância do negócio. A Grano, localizada em Serafina Correia, no Rio Grande do Sul, sustenta sua liderança no mercado com uma robusta estratégia em ESG (ambiental, social e governança), integrando ativamente 10 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A troca de empilhadeiras tradicionais por versões elétricas, juntamente com a implementação de projetos que visam reduzir em 50% as emissões de gases de efeito estufa, exemplificam essa dedicação. Fernando Giansante, atual CEO da Grano O compromisso da Grano com a sustentabilidade estende-se também à gestão da agricultura familiar. Ao trabalhar com mais de 100 agricultores locais, a empresa mantém contratos que asseguram produção estável e segurança financeira para esses trabalhadores, facilitando assim um desenvolvimento econômico regional inclusivo. Apesar dos desafios enfrentados, como as enchentes devastadoras no Rio Grande do Sul, Giansante destaca que a resiliência da Grano foi possível graças a uma governança robusta e preparação estratégica. Grano também tem se destacado no campo social A empresa conseguiu manter sua operação em meio à adversidade, ressaltando a importância do planejamento preventivo e do controle eficiente. Além dos avanços ambientais e de governança, a Grano também tem se destacado no campo social, promovendo a diversidade e a inclusão em sua força de trabalho, onde mais de 50% dos colaboradores são mulheres, refletindo um compromisso real e não meramente superficial com a igualdade de gênero. Grano Alimentos: A Jornada de Sustentabilidade e Inovação Com uma visão futurista, a participação da Grano na COP 30 deste ano promete reafirmar suas iniciativas inovadoras. A empresa pretende lançar produtos que abordem uma das maiores preocupações nacionais: a fome. Ao proporcionar uma alimentação prática, saudável e sustentável, a Grano não apenas atende às demandas atuais do consumidor moderno, mas também contribui para um futuro melhor. Por fim, Giansante enfatiza a importância do consumidor em entender a origem de seus alimentos, fortalecendo a relação de confiança entre a marca e seus clientes. A Grano continua a traçar seu caminho em direção a um desenvolvimento que alia crescimento econômico com sustentabilidade ambiental e social, demonstrando que é possível fazer negócios de maneira consciente e responsável. Foi um prazer para o EnergyChannel explorar a jornada da Grano Alimentos, uma empresa que planta não só vegetais, mas também as sementes de um futuro mais equilibrado e sustentável. Grano Alimentos: A Jornada de Sustentabilidade e Inovação

  • Tecnologia grid-forming: a peça-chave para a estabilidade energética do futuro

    Por EnergyChannel – Especial para o setor de energia e armazenamento À medida que o mundo acelera a transição para fontes renováveis, como solar e eólica, um novo desafio técnico surge com força: como manter a estabilidade da rede elétrica em um sistema cada vez mais limpo, mas também mais volátil? A resposta começa a ganhar forma com uma tecnologia emergente que promete revolucionar a operação dos sistemas elétricos: o grid-forming. Tecnologia grid-forming: a peça-chave para a estabilidade energética do futuro Ao contrário das usinas tradicionais a gás ou carvão — que fornecem serviços fundamentais como inércia, regulação de frequência e estabilidade de tensão — os sistemas renováveis precisam de soluções digitais e dinâmicas para garantir essas mesmas funções. É aí que entram os sistemas de armazenamento de energia com controle avançado e inversores inteligentes, capazes de não apenas seguir a rede (grid-following), mas sim de “formar” a rede elétrica. Ou seja, criar as condições básicas para o funcionamento estável de todo o sistema. Tecnologia grid-forming: a peça-chave para a estabilidade energética do futuro O papel da SMA e a virada tecnológica Pioneira nessa frente, a empresa alemã SMA  tem liderado a implementação global de soluções grid-forming, com equipamentos e softwares que simulam o comportamento de geradores síncronos, mas com maior velocidade de resposta, eficiência e flexibilidade. “Ao invés de simplesmente imitar máquinas do passado, nossa missão tem sido criar um sistema mais robusto, resiliente e preparado para o futuro 100% renovável”, explica um dos engenheiros-chefe da companhia. A tecnologia vem sendo aplicada com sucesso em projetos complexos ao redor do mundo, como na região de West Murray, na Austrália, onde a SMA garantiu operação contínua mesmo em condições de rede fraca e instável. Outro marco foi alcançado na ilha de St. Eustatius, no Caribe, onde, em 2017, a companhia operou com sucesso toda a rede elétrica insular sem uso de geradores a diesel, comprovando na prática a eficácia do conceito grid-forming. Como funciona a tecnologia grid-forming? A inovação está tanto no hardware quanto no software. Os inversores grid-forming da SMA operam com um controle inteligente que estabiliza automaticamente os parâmetros da rede elétrica — como frequência, tensão e corrente — em situações críticas. Isso é possível graças a uma combinação precisa entre algoritmos de inércia digital, controle de droop (compensação de carga) e capacidade de lidar com distúrbios elétricos severos, como saltos de fase ou curtos-circuitos. Para tornar isso viável, foi preciso desenvolver inversores com maior capacidade térmica e topologias capazes de suportar sobrecargas temporárias e distorções assimétricas. Tudo isso garante uma integração harmoniosa de fontes renováveis à rede, mesmo em contextos extremos. Tecnologia grid-forming: a peça-chave para a estabilidade energética do futuro Austrália como laboratório global Com a meta de atingir 82% de energia renovável até 2030, a Austrália se tornou um verdadeiro laboratório para soluções grid-forming. O país enfrenta um conjunto singular de desafios: grandes distâncias de transmissão, elevada penetração solar e eólica, e uma rede insularizada. Nesse contexto, o uso de sistemas de armazenamento em larga escala (BESS) com controle grid-forming se mostrou indispensável. Projetos de destaque, como o Blackhillock  e diversas instalações financiadas pela ARENA  (Agência Australiana de Energia Renovável), vêm recebendo aportes milionários justamente para ampliar a implantação dessas tecnologias. A SMA, que já detém uma expressiva participação no mercado australiano, foi contemplada com parte significativa desses recursos para avançar ainda mais com suas soluções. O futuro já começou A consolidação do grid-forming representa uma virada de chave para a transição energética. Ao permitir que fontes renováveis forneçam os mesmos serviços de estabilidade que antes eram exclusividade das térmicas, essa tecnologia pavimenta o caminho para redes elétricas totalmente limpas — e ainda mais seguras. Mais do que um avanço técnico, trata-se de uma transformação estrutural na forma como produzimos e distribuímos energia. E os resultados práticos já mostram: sistemas mais resilientes, capacidade ampliada de integração renovável e menos dependência de combustíveis fósseis. No EnergyChannel, seguiremos acompanhando de perto o desenvolvimento e a aplicação dessa tecnologia, que será decisiva para garantir uma matriz energética limpa, confiável e acessível nas próximas décadas. 📡 Para saber mais sobre como o grid-forming está moldando a nova geração de redes elétricas, continue com o EnergyChannel — sua fonte de informação sobre o futuro da energia. Tecnologia grid-forming: a peça-chave para a estabilidade energética do futuro

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