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  • Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia abre 100 vagas gratuitas para estudantes do setor de renováveis

    Iniciativa promove acesso de jovens talentos femininos a um dos eventos mais relevantes do setor energético nacional Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia abre 100 vagas gratuitas para estudantes do setor de renováveis São Paulo, agosto de 2025 – O setor de energia renovável está em plena transformação — e essa mudança precisa de mais mulheres protagonistas. Com esse propósito, o Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia  anunciou a abertura de 100 inscrições gratuitas exclusivas para estudantes mulheres  de cursos técnicos, tecnológicos ou superiores ligados à área de energias limpas. O evento acontece no dia 25 de agosto , no Teatro Santander , em São Paulo (SP), reunindo autoridades, especialistas e líderes do setor energético , em uma programação intensa voltada à inovação, sustentabilidade e liderança feminina. Estudantes são parte essencial da transição energética A iniciativa visa fortalecer a presença de jovens mulheres na cadeia produtiva da energia renovável, incentivando sua formação, conexão com o mercado e engajamento em pautas de sustentabilidade e equidade. As bolsas são destinadas a mulheres com 18 anos ou mais , regularmente matriculadas em 2025 em cursos de áreas como: Energias Renováveis Engenharia Elétrica, de Energia ou Ambiental Sustentabilidade e Meio Ambiente Transição Energética Outras áreas correlatas Como participar As interessadas devem realizar a inscrição diretamente pelo site www.mulheresdaenergia.com.br , utilizando o voucher ESTUDANTE100 . As 100 vagas serão preenchidas por ordem de inscrição , com possibilidade de priorização da diversidade regional e social . No dia do evento, será necessário apresentar documento com foto e comprovante de matrícula atualizado. O que está incluso Acesso gratuito à programação principal (das 9h às 18h) Certificado de participação Conteúdos exclusivos no pós-evento Importante:  não estão inclusos transporte, alimentação, hospedagem ou ingresso para o coquetel e premiação. Um palco para novas vozes da energia Mais do que uma experiência acadêmica, o Congresso se posiciona como um ponto de encontro entre o presente e o futuro do setor energético brasileiro. É uma oportunidade única para estudantes conhecerem de perto quem está liderando a revolução da energia limpa no Brasil — e para se tornarem parte ativa dessa jornada. Quer garantir sua vaga? Acesse agora: www.mulheresdaenergia.com .br Voucher: ESTUDANTE100 📍 Teatro Santander – São Paulo/SP 🗓 25 de agosto de 2025 Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia abre 100 vagas gratuitas para estudantes do setor de renováveis

  • Fox ESS apresenta solução híbrida split-phase com suporte simultâneo a 127 V e 220 V

    Fox ESS apresenta solução híbrida split-phase com suporte simultâneo a 127 V e 220 V A Fox ESS amplia seu portfólio de soluções inteligentes para o setor de energia solar com o lançamento do inversor híbrido split-phase da série US, voltado para aplicações residenciais e comerciais que exigem maior flexibilidade e eficiência no consumo energético. Com tecnologia de fase dividida (split-phase), o equipamento permite a operação simultânea de cargas em 127 V e 220 V a partir de uma conexão CA composta por fase + fase + neutro + terra — realidade comum em instalações elétricas de diversos países da América Latina e nos Estados Unidos. O modelo é monofásico, mas oferece versatilidade para atender desde residências até pequenos comércios e projetos de maior porte, incluindo apartamentos. Fox ESS apresenta solução híbrida split-phase com suporte simultâneo a 127 V e 220 V Por ser híbrido, o sistema integra geração fotovoltaica, armazenamento em baterias e o uso estratégico da energia da rede. Um dos diferenciais do modelo é sua capacidade de expansão: cada inversor pode operar com até quatro baterias de alta tensão (HV) em paralelo, proporcionando maior autonomia energética. O modo híbrido também permite estratégias de economia, como o Time of Use  (ToU) ou Energy Shifting , armazenando o excedente de energia solar gerado durante o dia para uso nos horários de pico, quando a tarifa é mais alta. Em situações de queda de energia, o sistema entra em modo backup com comutação inferior a 20 milissegundos, garantindo fornecimento contínuo para cargas prioritárias. Entre os destaques técnicos, o inversor série US da Fox ESS oferece: eficiência de conversão de até 97,8%, capacidade de sobredimensionamento em 100%, grau de proteção IP65, ideal para ambientes externos e monitoramento remoto via portal, Wi-Fi ou aplicativo FoxCloud 2.0 (disponível em português). A solução oferece não apenas confiabilidade e segurança, mas também liberdade para que o consumidor gere, armazene e utilize energia de acordo com suas necessidades — seja em ambientes residenciais, comerciais ou multifamiliares. Mais informações estão disponíveis no site oficial:   br.fox-ess.com Fox ESS apresenta solução híbrida split-phase com suporte simultâneo a 127 V e 220 V

  • Data centers e indústrias verdes impulsionam contratos de compra de energia no Brasil

    Por Laís Víctor – Especialista em energias renováveis e Diretora Executiva Data centers e indústrias verdes impulsionam contratos de compra de energia no Brasil Nos últimos anos, temos testemunhado uma transformação profunda no mercado de energia brasileiro, impulsionada principalmente pelo crescimento acelerado da demanda energética por parte de data centers e indústrias comprometidas com metas ambientais mais ambiciosas. A digitalização da economia e a pressão crescente por práticas sustentáveis vindas de investidores, clientes e órgãos reguladores colocaram o tema da energia limpa no centro das decisões estratégicas de grandes empresas. Nesse contexto, os contratos de compra de energia de longo prazo, conhecidos como PPAs (Power Purchase Agreements), deixaram de ser ferramentas restritas a grandes geradores e passaram a ser adotados como instrumentos fundamentais de gestão de riscos, competitividade e reputação ESG. Empresas que operam com alto consumo energético estão cada vez mais preocupadas em garantir acesso contínuo a fontes renováveis, com preços previsíveis e contratos que ofereçam estabilidade a longo prazo. Essa mudança de comportamento tem provocado um novo ciclo de investimentos em geração solar, eólica e biomassa, sobretudo no ambiente de contratação livre (ACL), onde consumidores têm mais autonomia para definir seus fornecedores e estratégias. O que está em jogo não é apenas o custo da energia, mas o posicionamento de mercado dessas organizações em um cenário global cada vez mais pautado por responsabilidade socioambiental, inovação e eficiência. Data centers e indústrias em transformação com foco na energia limpa que está redesenhando o consumo no Brasil Os data centers vêm se consolidando como uma das infraestruturas mais intensivas em consumo de energia, operando de forma contínua durante 24 horas por dia, sete dias por semana. Esse perfil de consumo elevado, aliado ao avanço da digitalização e da economia de dados, tem incentivado a rápida expansão desses centros no Brasil, com destaque para regiões como São Paulo, Rio de Janeiro e também áreas estratégicas no interior do Nordeste. De acordo com projeções do IDC, o consumo de energia por data centers no país deve dobrar até o ano de 2030, o que reforça a necessidade de soluções energéticas mais sustentáveis e eficientes. Data centers e indústrias verdes impulsionam contratos de compra de energia no Brasil Paralelamente a esse crescimento, setores industriais com grande impacto ambiental, como mineração, papel e celulose, química e alimentos vêm adotando metas cada vez mais rigorosas de redução de emissões. Para cumprir compromissos de descarbonização e atender exigências regulatórias e de mercado, essas indústrias têm recorrido à compra de energia renovável certificada, incorporando esses contratos aos seus inventários de emissões e relatórios ESG. Nesse cenário de transformação e pressão ambiental, os contratos de compra de energia de longo prazo, os chamados PPAs, têm ganhado destaque como a principal alternativa para viabilizar a construção de novos empreendimentos solares, eólicos e de biomassa. Esses contratos oferecem vantagens relevantes tanto para quem gera quanto para quem consome: garantem previsibilidade de receita para os desenvolvedores de projetos e asseguram estabilidade de custos para os grandes consumidores, permitindo planejamento de longo prazo e reforço na imagem corporativa voltada à sustentabilidade. Os obstáculos ainda invisíveis que limitam o acesso à energia limpa no Brasil Mesmo com o avanço dos contratos de compra de energia de longo prazo no Brasil, ainda existem barreiras relevantes que dificultam a ampliação desse modelo, especialmente para consumidores que desejam migrar para fontes renováveis no mercado livre. Um dos principais desafios está na complexidade contratual envolvida nos PPAs. Muitos consumidores, especialmente os de médio porte, ainda enfrentam dificuldades técnicas e jurídicas para interpretar, negociar e gerir contratos estruturados no Ambiente de Contratação Livre (ACL). A falta de padronização contratual e a linguagem altamente especializada afastam empresas que não contam com suporte jurídico e regulatório interno. Segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL), esse é um dos pontos que mais limitam a democratização do acesso ao mercado livre. Outro ponto crítico é a infraestrutura de escoamento. A expansão da geração renovável, em especial solar e eólica tem ocorrido em áreas remotas, como o interior do Nordeste e o Norte de Minas Gerais. No entanto, a capacidade da malha de transmissão nem sempre acompanha esse crescimento. Isso gera gargalos no transporte da energia até os centros de consumo, dificultando a conexão de novos projetos. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o déficit de infraestrutura é um fator limitante para o aproveitamento pleno do potencial renovável do país. Há também o risco regulatório e de mercado, que traz incertezas para investidores e consumidores. A ausência de um mercado de capacidade plenamente implementado, somada à falta de previsibilidade nas tarifas de uso do sistema de distribuição (TUSD), impacta diretamente o retorno dos investimentos e compromete a segurança jurídica dos contratos. Informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) apontam que essas indefinições reduzem a atratividade para novos entrantes no ACL. Com isso, destaca-se a assimetria de informação. Pequenos e médios consumidores nem sempre dispõem de ferramentas adequadas para realizar análises de viabilidade, simulações de preços e gestão de risco energético. Essa limitação torna o processo de contratação mais difícil, concentrando as oportunidades nas mãos de grandes empresas com estrutura técnica robusta. Conforme a pesquisa “Energia no Brasil: o papel do mercado livre na transição” (Instituto Escolhas, 2023), a baixa acessibilidade à informação é uma das principais causas da baixa participação de PMEs no ACL. Esses desafios não anulam o potencial dos PPAs, mas reforçam a importância de políticas públicas, capacitação técnica e inovação regulatória para garantir que a transição energética seja, de fato, inclusiva e acessível. A nova onda de oportunidades que conecta energia limpa, finanças sustentáveis e inovação digital Apesar dos desafios estruturais e regulatórios que ainda limitam a escala dos PPAs no Brasil, o cenário atual é bastante promissor para empresas e investidores que buscam unir competitividade, sustentabilidade e gestão estratégica de energia. O ambiente regulatório vem evoluindo, e os avanços tecnológicos, somados à pressão por compromissos climáticos mais transparentes, estão abrindo novas portas para contratos mais sofisticados e personalizados. Um dos principais motores desse movimento é o alinhamento com metas de descarbonização. Empresas que assinam contratos de fornecimento de energia renovável conseguem reduzir de forma direta suas emissões de escopo 2, associadas ao consumo de eletricidade, fortalecendo seu desempenho em indicadores ESG. Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e a Science Based Targets initiative (SBTi), essas ações são essenciais para o cumprimento de metas alinhadas ao Acordo de Paris. Outro ponto positivo é a crescente atração de capital verde. Projetos que contam com PPAs firmados com grandes consumidores ganham mais previsibilidade de receita, o que eleva sua bancabilidade e facilita o acesso a linhas de financiamento sustentáveis. Conforme levantamento da BloombergNEF (2023), cerca de 65% dos investimentos em energia renovável no mundo foram viabilizados por PPAs corporativos. No Brasil, essa tendência também se confirma com o aumento de emissões de títulos verdes vinculados a projetos de geração limpa no mercado livre. Além disso, a digitalização do setor elétrico e o aumento da competição entre comercializadoras estão democratizando o acesso a soluções de compra de energia sob medida. Plataformas digitais permitem modelar contratos mais aderentes ao perfil de consumo das empresas, com simulações de risco, previsões de carga e ferramentas de monitoramento. Isso favorece tanto grandes indústrias quanto consumidores de médio porte que buscam previsibilidade e desempenho ambiental. Nesse aspecto, surgem no mercado novos produtos que agregam flexibilidade e valor aos contratos. Exemplos disso são os PPAs indexados à inflação, os contratos híbridos que combinam energia com certificados de energia renovável (I-RECs), e os acordos com cláusulas de flexibilidade de consumo. Essas inovações estão sendo cada vez mais adotadas para atender diferentes perfis de carga e acomodar variações de demanda ao longo do tempo. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o número de contratos com estrutura híbrida e cláusulas customizadas vem crescendo de forma consistente desde 2021. Essas oportunidades mostram que os PPAs deixaram de ser um instrumento exclusivo de grandes geradores para se tornarem ferramentas estratégicas de sustentabilidade, reputação e vantagem competitiva. O momento é ideal para que empresas incorporem inteligência de mercado e inovação contratual às suas estratégias energéticas. O que falta para os PPAs decolarem de vez no mercado brasileiro de energia Para que os contratos de compra de energia de longo prazo avancem de forma estruturada e mais inclusiva no Brasil, é necessário agir em diferentes frentes. Um dos pontos-chave é ampliar a capacitação técnica dos consumidores. Muitos ainda não se sentem prontos para operar no Ambiente de Contratação Livre (ACL) por não dominarem os aspectos regulatórios, jurídicos ou financeiros desses contratos. Sem conhecimento, a autonomia se perde. A Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL) aponta que o desconhecimento técnico é um dos principais fatores que limitam o crescimento do ACL entre pequenas e médias empresas. Outra frente importante é o investimento em inteligência de mercado. Estruturar PPAs sob medida exige análise detalhada do perfil de consumo, projeções de crescimento, riscos regulatórios e objetivos climáticos da empresa. Contratos bem desenhados não são apenas sobre preço, mas sobre estratégia. Segundo o relatório da International Energy Agency (IEA), empresas que combinam dados de consumo e modelagem de cenários conseguem otimizar em até 15% seus custos com energia no médio prazo. Também é necessário repensar a localização da geração renovável. Criar polos de produção de energia próximos a centros industriais ou digitais ajuda a reduzir perdas na transmissão e diminui a dependência de uma infraestrutura de rede muitas vezes sobrecarregada. Estudos recentes da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que projetos com geração descentralizada regional ganham viabilidade técnica e econômica mais rapidamente. Nesse mesmo movimento, parcerias entre comercializadoras, consumidores e desenvolvedores devem ser incentivadas. Modelos cooperativos, como compras conjuntas ou projetos compartilhados, permitem que empresas menores acessem energia limpa com custos mais competitivos. Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram que o número de consumidores em contratos coletivos cresceu quase 40% nos últimos dois anos. Acredito ser essencial fortalecer a previsibilidade regulatória. A definição clara de regras sobre tarifas, acesso à rede, compensações e o funcionamento do mercado de capacidade é o que vai garantir segurança jurídica e atrair novos investimentos. Conforme a ANEEL destacou no relatório de planejamento 2024, ainda há lacunas que geram incertezas e travam decisões importantes para o setor. Para que os PPAs de fato escalem e se tornem uma peça central na transição energética brasileira, é preciso mais do que vontade de consumir energia limpa. É necessário estrutura, colaboração e clareza regulatória. O futuro da energia limpa passa por quem entende que consumo também é estratégia A chegada de data centers, big techs e indústrias com metas ambientais ambiciosas ao centro das decisões de compra de energia marca uma mudança profunda e irreversível no modelo de contratação no Brasil. Não estamos apenas falando de consumidores de grande porte, mas de agentes que carregam um novo perfil de demanda: mais técnico, mais consciente e muito mais comprometido com metas de neutralidade de carbono e compliance ambiental. Na minha visão, esse movimento não é uma tendência passageira. Trata-se de uma transição estrutural que redefine os papéis no setor elétrico. Os PPAs deixaram de ser instrumentos exclusivos dos geradores para se tornarem ferramentas estratégicas nas mãos de executivos que desejam garantir previsibilidade de custos, melhorar a reputação ESG de suas marcas e se posicionar de forma sólida em um mercado que valoriza consistência ambiental. O Brasil, com sua matriz energética já majoritariamente renovável, tem uma vantagem competitiva clara nesse cenário. Mas para que essa vantagem se consolide, é necessário entender que energia não é mais apenas um insumo operacional. Energia é, cada vez mais, um ativo de posicionamento e de gestão estratégica. E os contratos de longo prazo, os PPAs  são o elo que conecta o discurso sustentável à prática corporativa. Segundo relatório da BloombergNEF, o volume global de PPAs corporativos atingiu 46 gigawatts em 2023, e a América Latina foi a região com o maior crescimento percentual. Isso mostra que empresas estão dispostas a assumir compromissos de longo prazo quando enxergam valor econômico e reputacional nessa escolha. No Brasil, esse comportamento começa a se espalhar entre os setores que mais pressionam por energia limpa: tecnologia, alimentos, mineração e química. E é justamente nesses segmentos que vemos as primeiras lideranças se formando com base na inteligência energética. Minha recomendação, enquanto profissional do setor, é clara: quem entender que energia limpa é um diferencial competitivo, e não apenas uma obrigação regulatória, estará à frente nos próximos ciclos de crescimento. Investidores, comercializadoras e grandes consumidores que agirem agora com visão estratégica, capacidade técnica e clareza sobre seus compromissos climáticos terão papel de liderança na transição energética brasileira. A lógica do consumo mudou. E com ela, muda também a lógica de quem vai ocupar espaço de destaque no futuro do setor elétrico nacional. Sobre a autora   Laís Víctor é especialista em energias renováveis e diretora executiva de parcerias, com 14 anos de atuação no setor de energia. Sua atuação inclui o desenvolvimento de negócios, estruturação de alianças estratégicas e apoio à atração de investimentos para projetos de transição energética, com foco na construção de ecossistemas sustentáveis e inovação no mercado global de renováveis.  Data centers e indústrias verdes impulsionam contratos de compra de energia no Brasil

  • Intersolar South America apresenta as últimas tecnologias em energia solar com foco em novos mercados e modelos de negócio

    Evento integra a programação da The smarter E South America, que acontece de 26 a 28 de agosto em São Paulo  Intersolar South America apresenta as últimas tecnologias em energia solar com foco em novos mercados e modelos de negócio São Paulo, 31 de julho de 2025  - Apesar dos desafios  conjunturais e estruturais , o setor solar brasileiro mantém o ritmo de crescimento. A produção de energia solar no país fechou o primeiro semestre com 5,25 GW de potência instalada adicionados à matriz elétrica, sendo 4,5 GW em geração distribuída (GD) e 738 MW em geração centralizada (GC), de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Favorecido pela abundância de recursos, o Brasil é um dos mercados mais promissores para grandes investimentos. E, mais uma vez, os principais players de toda a cadeia solar estarão na Intersolar South America, que acontece de 26 a 28 de agosto em São Paulo. Parte integrante da The smarter E South America, principal pólo de inovações para a nova realidade energética, a Intersolar South America é o maior evento solar da América Latina. Centenas de expositores nacionais e estrangeiros apresentam as últimas novidades e aplicações em tecnologia fotovoltaica e termossolar, além de oferecerem uma ampla gama de soluções e serviços. Paralelamente, o congresso Intersolar South America promove um grande debate sobre o avanço da geração solar na região. A sessão de abertura, no dia 26, contará com especialistas que compartilharão suas perspectivas para o setor solar nos próximos anos, à luz de políticas públicas, planejamento, regulação, operação e mercado. No dia 27, um dos destaques é a sessão sobre Marco Regulatório e a superação dos impactos de inversões de fluxo na energia fotovoltaica distribuída, que terá a participação do diretor da ANEEL, Fernando Mosna. “O congresso oferece conteúdo essencial sobre energia solar fotovoltaica no Brasil e na América Latina, consolidando-se como um evento indispensável para profissionais e empresas do setor. Além disso, é uma excelente oportunidade para contatar clientes, fornecedores e especialistas capazes de alavancar negócios”, afirma Rodrigo Sauaia, diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Inscrições, programação completa e outras informações estão disponíveis em  https://www.intersolar.net.br/ . Sobre The smarter E South America “Acelerando soluções integradas de energia” – essa é a meta do evento The smarter E South America, a maior aliança de feiras para o setor energético da América Latina. O objetivo é criar uma realidade energética voltada para o futuro e, para isso, focalizamos não apenas energias renováveis, descentralização e informatização, mas também soluções cruzadas incluindo os setores de eletricidade, calor e transporte para chegarmos a um fornecimento sustentável e contínuo de energia. Abrangendo quatro feiras, The smarter E South America 2025 reunirá  profissionais e líderes dos mercados mais influentes do mundo para apresentar e conhecer as mais recentes novidades, tendências e tecnologias em energia. As feiras, juntamente com seus quatro congressos, serão realizadas no Expo Center Norte, São Paulo, em 26-28 de agosto de 2025. Intersolar South America: A maior feira e congresso da América Latina para o setor solar ees South America: O evento essencial para baterias e sistemas de armazenamento de energia na América Latina Power2Drive South America: A feira e congresso fundamentais para infraestrutura de recarga e eletromobilidade na América Latina Eletrotec+EM-Power South America: O evento de infraestrutura elétrica e gestão de energia Organização:  The smarter E South America é organizado pela Solar Promotion International, Pforzheim e Freiburg Management und Marketing International, e coorganizado pela Aranda Eventos & Congressos, São Paulo. Intersolar South America apresenta as últimas tecnologias em energia solar com foco em novos mercados e modelos de negócio The smarter E South America 2025 Datas:  26–28 de agosto de 2025 Horário da feira:  das 12h às 20h Horário do congresso:  das 9h às 20h Expo Center Norte – São Paulo, SP Para mais detalhes sobre The smarter E South America,   acesse   www.ThesmarterE.com.br

  • Tecnologia limpa: cientistas chineses criam vidro autolimpante que dispensa água e produtos químicos

    Por EnergyChannel – Inovação & Sustentabilidade Tecnologia limpa: cientistas chineses criam vidro autolimpante que dispensa água e produtos químicos Imagine janelas, painéis solares ou fachadas inteiras que se limpam sozinhas em segundos, sem uma gota de água ou qualquer produto químico. Esse futuro está mais próximo do que nunca graças a um avanço promissor vindo da China. Cientistas desenvolveram um tipo de vidro fino e transparente com capacidade de autolimpeza ativada por campo elétrico, eliminando até 98% da poeira acumulada na superfície em poucos segundos. A inovação, que une engenharia de materiais, nanotecnologia e eficiência energética, representa um passo importante para a manutenção de superfícies expostas ao tempo – especialmente em regiões secas ou poluídas, onde a limpeza frequente se torna um desafio logístico e ambiental. Como funciona o vidro autolimpante? O funcionamento do novo vidro é baseado em uma rede de eletrodos embutidos que, ao receberem uma carga elétrica, geram um campo que atrai ou repele partículas de poeira da superfície. Esse processo, além de rápido, é altamente eficiente e sustentável: não requer água, produtos químicos nem um consumo elevado de energia. Testes laboratoriais demonstraram que o vidro é capaz de remover até 98% da sujeira em segundos, sem comprometer a transparência ou a integridade do material. Aplicações no setor de energia O potencial da tecnologia vai muito além do uso residencial ou em edifícios corporativos. Uma das aplicações mais promissoras está no setor solar. Painéis fotovoltaicos perdem eficiência quando cobertos por poeira, especialmente em regiões áridas como o Oriente Médio, Norte da África e até no interior do Brasil. A nova tecnologia pode evitar perdas significativas de geração sem a necessidade de manutenção manual ou lavagem com água — um recurso cada vez mais escasso. Além disso, a aplicação pode ser expandida para veículos elétricos, fachadas de prédios inteligentes, drones e sensores ambientais, tornando a manutenção dessas superfícies muito mais simples e econômica. Sustentabilidade e economia aliadas à inovação A inovação chinesa reforça uma tendência global: soluções de baixa emissão e alta eficiência estão cada vez mais presentes no centro das estratégias para cidades inteligentes e transição energética. A possibilidade de limpar vidros sem água — recurso crítico em muitas regiões do mundo — também posiciona a nova tecnologia como um aliado poderoso da sustentabilidade urbana. Com um mercado cada vez mais atento à redução de custos operacionais e pegada ambiental, tecnologias como essa devem ganhar espaço rapidamente, inclusive em países como o Brasil, onde os desafios de manutenção em ambientes externos tropicais e industriais são recorrentes. Acompanhe o EnergyChannel  para mais notícias sobre inovações tecnológicas, soluções energéticas e tudo que está moldando o futuro da energia e da sustentabilidade no Brasil e no mundo. Tecnologia limpa: cientistas chineses criam vidro autolimpante que dispensa água e produtos químicos

  • Comissão Europeia lança novo leilão de € 1,1 bilhão para impulsionar hidrogênio renovável

    Terceira rodada do Banco Europeu de Hidrogênio mira descarbonização marítima e independência tecnológica da China Europa amplia aposta no hidrogênio com novo leilão bilionário e foco estratégico no setor marítimo A Comissão Europeia  acaba de anunciar a abertura do terceiro leilão do Banco Europeu de Hidrogênio , com um orçamento robusto de até € 1,1 bilhão , reforçando seu compromisso em acelerar a produção e o uso do hidrogênio renovável e de baixo carbono . A nova rodada apresenta uma novidade estratégica: um segmento exclusivo voltado ao setor marítimo , além de mecanismos para estimular a produção local de eletrolisadores , evitando a dependência de fornecedores asiáticos especialmente da China. Com este movimento, a União Europeia avança em sua estratégia de autonomia energética e industrial , promovendo o desenvolvimento de uma cadeia de valor europeia para o hidrogênio verde e fortalecendo o papel do bloco como líder na transição energética global. Apoio direto a projetos inovadores e infraestrutura marítima O novo leilão, previsto para o segundo semestre de 2025, contempla subsídios diretos a projetos que comprovem viabilidade técnica e econômica , além de estarem alinhados com os critérios de sustentabilidade definidos pelo bloco. A criação de um segmento específico para aplicações marítimas mostra uma clara intenção de descarbonizar rotas comerciais e portos europeus , setores historicamente difíceis de eletrificar. A expectativa é atrair operadores navais, estaleiros, desenvolvedores de infraestrutura portuária e fabricantes de combustíveis alternativos. Redução da dependência tecnológica e industrial da Ásia Outro ponto central da rodada é o incentivo à produção europeia de eletrolisadores , os equipamentos essenciais para gerar hidrogênio por eletrólise da água. Atualmente, a China domina mais de 60% da capacidade global de fabricação desses equipamentos , o que levanta preocupações quanto à soberania energética do bloco. A Comissão Europeia vai bonificar propostas que incluam cadeias de suprimento localizadas na Europa , com o objetivo de criar um ecossistema industrial robusto e menos vulnerável a tensões geopolíticas e logísticas. Banco Europeu de Hidrogênio: ferramenta de transição energética O Banco Europeu de Hidrogênio foi criado para viabilizar economicamente o hidrogênio verde  por meio de mecanismos de leilão que cobrem a diferença entre o custo de produção e o preço de mercado. O modelo funciona como um contrato por diferença (CfD) , garantindo uma remuneração estável aos produtores e reduzindo o risco dos investidores. Desde seu lançamento, o banco já movimentou bilhões de euros em projetos distribuídos por diversos países europeus, com foco em industrialização sustentável, descarbonização de setores difíceis e integração energética regional . Hidrogênio no centro da matriz do futuro Com metas ambiciosas para 2030 e 2050, a Europa quer posicionar o hidrogênio como um vetor central da descarbonização industrial, do transporte pesado e da produção de energia térmica . O novo leilão de € 1,1 bilhão representa mais um passo concreto rumo à viabilização desse cenário, com impactos diretos na inovação tecnológica, na reindustrialização verde e na segurança energética do continente. Comissão Europeia lança novo leilão de € 1,1 bilhão para impulsionar hidrogênio renovável

  • Novo estudo aponta para crescimento da Geração Distribuída e mostra um protagonismo maior dos Recursos Energéticos Distribuídos

    O ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgaram, nesta sexta-feira (1/08), o mais novo estudo (disponibilizado em PDF no link abaixo): Caderno de Micro e Minigeração Distribuída e Baterias Atrás do Medidor. Este estudo aponta tendências do mercado, ingresso de novas tecnologias e a necessidade de um planejamento de infraestrutura para que a sociedade seja beneficiada com os avanços que a Geração Distribuída-GD está trazendo para melhorar a resiliência da economia brasileira. A GD é um emergente e promissor mercado degeração de energia elétrica que intercala novas tecnologias de geração elétrica e novos modelos de negócios. Gerar a própria energia na maior base por fonte solar mediante painéis fotovoltaicos instaladossobre telhados, estacionamentos, propriedade rurais e junto aos locais onde essa energia seráconsumida; foi iniciada no Brasil em 2012 e ganhou impulso nas vendas a partir de 2020 quando o Brasil enfrentava uma crise de escassez hídrica histórica com risco de apagão.   Nesta crise os preços da energia foram elevados com a criação das bandeiras tarifárias para fazer os consumidores pouparem energia nestes períodos mais críticos. Este crescimento vertiginoso foi beneficiado com a queda nos custos de aquisição dos sistemas geradores. Com estes cenários a GD se transformou em uma solução para consumidores terem umaenergia barata, segura e confiável com mais versatilidade e resiliência. Um exemplo da versatilidade é a possibilidade de armazenar energia e despachar para as cargas a qualquer momento. Estes novos mecanismos afetaram o fluxo elétricodas redes públicas uma vez que a energia que não é consumida instantaneamente junto aos dispositivos eletroeletrônicos que estão ligados como televisões, geladeiras, chuveiros, motores, etc. acabam sendo injetados na rede pública caso a unidade consumidora não tenha ainda um sistema de armazenamento de energia.   A injeção na rede desta energia passou a ser um desafio para o planejamento elétrico pois os recursos energéticos que as tecnologias da GD estão espalhando em milhões de pequenas instalações, fazem o fluxo de energia ter um novo comportamento diferente da usual energia unidirecional impulsionada nas redes elétricas atuais.  Isto aponta a necessidade de preparar uma infraestrutura para uma nova onda tecnológica inevitável, os Recursos Energéticos Distribuídos (RED). O estudo apresentado faz parte do Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 (PDE 2035). A publicação apresenta uma visão integrada da evolução da micro e minigeração distribuída (MMGD) e do papel crescente das baterias dentro das unidades consumidoras, refletindo a importância dos REDs para a modernização, digitalização e a descentralização do sistema elétrico nacional. O documento projeta que a MMGD poderá alcançar, até 2035, entre 61,4 gigawatts (GW) e 97,8 GW de capacidade instalada, a depender do cenário. No cenário de referência, estima-se a adesão de cerca de 9,5 milhões de consumidores, totalizando 78,1 GW de capacidade instalada e contribuindo com 12,1 GW médios de geração elétrica no país. O estudo revela que, pelo quarto ano consecutivo, a fonte solar distribuída liderou a expansão da capacidade instalada de geração em 2024, consolidando a geração junto à carga como protagonista no setor elétrico. Atualmente, a geração distribuída representa aproximadamente 5,6% da eletricidade gerada no Brasil e responde por cerca de 13% do consumo cativo nacional. O segmento residencial se mantém como principal motor dessa expansão, impulsionado por ganhos de competitividade e pelo marco legal estabelecido pela Lei nº 14.300/2022. Baterias atrás do medidor ajudam na modernização da rede elétrica   Um dos destaques da publicação é o avanço das análises sobre o papel das baterias que são instalados dentro dos locais de consumo e atrás do medidor de energia da concessionária.   Este mecanismo energético vêm ganhando protagonismo pois não depende de atos regulatórios dando assim mais segurança, sustentabilidade e resiliência para as unidades consumidoras de energia. A expressiva redução nos preços globais das baterias de íon-lítio em 2024 abriu novas possibilidades para aplicações comerciais, industriais e residenciais. No Brasil, simulações já indicam que sistemas de armazenamento de energia já podem ser economicamente viáveis. A substituição de geradores a diesel por baterias de armazenamento é um mecanismo mais sustentável e parte estratégica na transição energética e no cumprimento das metas brasileiras de descarbonização. O armazenamento atrás do medidor também se mostra promissor para aumentar o autoconsumo em sistemas de geração distribuída, permitindo ao consumidor armazenar excedentes da geração fotovoltaica para uso posterior. Embora o tempo de retorno do investimento ainda seja elevado em muitos casos, a expectativa de redução adicional nos preços dos sistemas e a possibilidade de mudanças regulatórias a partir de 2029 tornam esse mercado cada vez mais atrativo. Atualmente as empresas que vendem e instalam os sistemas de energia solar estão sofrendo queda nas vendas e demissões de funcionários ocasionados pela retração do mercado. Um modelo comercial mais voltado a oferecer financiamentos de longo prazo mas que hoje estão inviáveis pelas altas taxas de juros dos financiamentos. Este cenário de retração nas vendas poderá se reverter com a interpretação da importância de gerar a própria energia com as novas tecnologias que continuam surgindo. Eventos climáticos que resultem em longos períodos de apagões também poderão gerar uma nova corrida para estas possibilidades apresentadas no estudo. O estudo chama a atenção para a necessidade de novas políticas públicas utilizando de mecanismos de regulação mais modernos e novos estímulos econômicos  para assim garantir uma transição energética eficiente, resiliente e justa.. Acesse o estudo completo em PDF aqui . Renato Zimmermann Desenvolvedor de Negócios Sustentáveis, Mentor e Ativista da Transição Energética

  • ANÁLISE DE PREÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA E PROJEÇÕES DE MERCADO

    Na minha opinião, o mercado de energia elétrica no Brasil enfrenta e enfrentárá nos próximos tempos um cenário de alta volatilidade, com preços de referência registrando aumentos significativos e mudanças estruturais no consumo e na geração. Dados recentes da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e da consultoria Dcide apontam para uma escalada de mais de 15% nos preços trimestrais de energia, refletindo pressões sazonais, condições hidrológicas adversas e a transição para fontes renováveis. ANÁLISE DE PREÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA E PROJEÇÕES DE MERCADO Considero que esses fatores combinados explicam os aumentos expressivos. O contexto atual, analisado com base no relatório InfoMercado Quinzenal № 353 (CCEE, 2025) e no levantamento da Dcide, também projeta tendências futuras que indicam desafios contínuos para o setor. CONTEXTO ATUAL DOS PREÇOS DE ENERGIA   De acordo com a Dcide, os preços trimestrais de energia para entrega de agosto a outubro de 2025 registraram alta semanal superior a 15%. O índice para energia convencional atingiu R$ 284,30 /MWh , um aumento de 17,51% em relação à semana anterior (R$ 241,94/MWh). Em um ano, a valorização foi de 104,59%, evidenciando uma forte pressão inflacionária. Para a energia incentivada  — proveniente de fontes eólicas, solares, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) —, o preço subiu 15,36% na semana, alcançando R$ 312,35/MWh, com alta anual de 81,18%. O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD),  divulgado pela CCEE em 30 de julho de 2025, registrou uma média de R$ 311,38/MWh nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Nordeste, e R$ 311,39/MWh no Norte.  Esses valores refletem a volatilidade do mercado de curto prazo, com máximas diárias de R$ 333,47/MWh e mínimas de R$ 292,43/MWh, influenciadas por fatores como demanda, disponibilidade de geração e condições hidrológicas. CONSUMO E GERAÇÃO: PRIMEIRA QUINZENA DE JULHO DE 2025 O relatório InfoMercado Quinzenal № 353  da CCEE, que compara os dados de 1º a 15 de julho de 2025 com o mesmo período de 2024, indica uma queda de 6,6% no consumo de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN).  No Ambiente de Contratação Livre (ACL), a redução foi de 4,5% , enquanto no Ambiente de Contratação Regulada (ACR) atingiu 8,2%. Regionalmente, Rio de Janeiro (-19,7%), Tocantins (-18,9%) e Rondônia (-17,4%) apresentaram as maiores retrações, enquanto Acre (14,8%) e Maranhão (2,6%) registraram crescimento. Na geração, houve uma queda estimada de 3,8% em relação a 2024.  As fontes hidráulicas, ainda predominantes na matriz energética, registraram uma redução de 12,5%, refletindo condições hidrológicas desfavoráveis. Em contrapartida, fontes renováveis e térmicas apresentaram crescimento:   a geração fotovoltaica aumentou 4,7%, a eólica 5,0% e a térmica 16,9%,  indicando uma diversificação gradual da matriz energética. FATORES QUE INFLUENCIAM OS PREÇOS A escalada nos preços da energia resulta de múltiplos fatores: CONDIÇÕES HIDROLÓGICAS DESFAVORÁVEIS : A queda de 12,5% na geração hidráulica eleva a dependência de térmicas,  mais custosas devido ao uso de combustíveis fósseis, impactando diretamente o PLD e os preços de referência. CRESCIMENTO DAS FONTES RENOVÁVEIS : Apesar do aumento na geração eólica e fotovoltaica, a intermitência dessas fontes exige maior despacho térmico para garantir a estabilidade do sistema. DEMANDA E SAZONALIDADE : A redução de 6,6% no consumo pode estar associada à desaceleração econômica em setores industriais (temos de ficar de olho) e à sazonalidade do inverno, que reduz a demanda em algumas regiões. DINÂMICA DE MERCADO : A migração de consumidores para o ACL e o aumento da participação de autoprodutores e varejistas intensificam a competição, mas também contribuem para a volatilidade dos preços. TENDÊNCIAS FUTURAS PARA O MERCADO DE ENERGIA O setor elétrico brasileiro está em transformação, com tendências que moldarão seu futuro: EXPANSÃO DAS FONTES RENOVÁVEIS E FIM DA ENERGIA INCENTIVADA : O crescimento de 5,0% na geração eólica e 4,7% na fotovoltaica sinaliza uma maior participação dessas fontes. Contudo, a MP 1300, que propõe mudanças regulatórias, pode extinguir os incentivos para energia incentivada, como o desconto de 50% na tarifa de uso do sistema de distribuição (TUSD) para fontes renováveis. Isso pode elevar os custos para consumidores de energia eólica, solar, biomassa e PCHs, impactando a competitividade dessas fontes no curto prazo. Investimentos em armazenamento de energia e tecnologias de previsão climática serão cruciais para mitigar a intermitência e reduzir a dependência de térmicas. CRESCIMENTO DA AUTOPRODUÇÃO : A autoprodução de energia, especialmente por grandes consumidores industriais e comerciais, está em ascensão no ACL. Esse movimento, incentivado pela busca por custos mais previsíveis e pela sustentabilidade, pode reduzir a demanda no mercado cativo e pressionar as distribuidoras. A MP 1300 pode facilitar a regulamentação da autoprodução, estimulando investimentos em projetos de geração, como usinas solares e eólicas. DIGITALIZAÇÃO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA : Apesar dos desafios financeiros, a implementação de redes inteligentes ( smart grids ) e sistemas de gestão de energia pode otimizar o consumo, reduzindo perdas (atualmente em 2,74% para consumo e 2,71% para geração) e estabilizando a demanda.  LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO : A expansão do ACL, com maior participação de consumidores livres, especiais e autoprodutores, deve continuar, promovendo competição. Contudo, a possível extinção dos descontos da energia incentivada, prevista na MP 1300, pode exigir regulação robusta para evitar distorções nos preços e garantir a competitividade do mercado. IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS : A imprevisibilidade das chuvas, agravada pelas mudanças climáticas, manterá a pressão sobre as hidrelétricas, demandando maior diversificação da matriz e investimentos em resiliência, como sistemas de armazenamento e fontes complementares. POLÍTICAS DE TRANSIÇÃO ENERGÉTICA : A MP 1300 pode reformular o modelo de precificação do PLD e incentivar a transição para fontes limpas, mas a extinção da energia incentivada pode aumentar os custos no curto prazo. A coordenação entre agentes do setor será essencial para equilibrar sustentabilidade e acessibilidade. CONCLUSÃO Conclui-se que o mercado de energia elétrica no Brasil vive um cenário de alta volatilidade e incertezas estruturais, com aumento superior a 15% nos preços em apenas uma semana e queda de 6,6% no consumo na primeira quinzena de julho de 2025.  A redução da geração hidráulica e a maior participação de fontes renováveis e térmicas evidenciam uma transição em curso na matriz energética, ao mesmo tempo em que reforçam a necessidade de estratégias seguras e economicamente vantajosas para suprimento de energia. Diante disso, ganha ainda mais relevância a compra de energia incentivada, especialmente considerando a possibilidade concreta de extinção desse benefício a partir de 31/12/2025, conforme previsto na Medida Provisória nº 1.300.  A combinação entre pressão de preços, mudanças regulatórias e a incerteza sobre o futuro da energia incentivada impõe decisões estratégicas ainda em 2025. Adiar pode significar perder oportunidades. Fontes: CCEE. (2025). InfoMercado Quinzenal № 353 - 1ª edição . Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Disponível em: [Documento fornecido]. Dcide. (2025). Preços trimestrais de energia têm alta semanal de mais de 15% . Relatório de mercado, 30 de julho de 2025. CCEE. (2025). Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) - 30 de julho de 2025 . Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. ANÁLISE DE PREÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA E PROJEÇÕES DE MERCADO

  • Itália eleva teto de preço para baterias no Leilão MACSE: € 37 mil por MW/ano

    Regulador italiano ajusta parâmetros econômicos e impulsiona competitividade do mercado de capacidade com foco no armazenamento de energia Itália eleva teto de preço para baterias no Leilão MACSE: € 37 mil por MW/ano Armazenamento de energia ganha fôlego na Itália com novo teto de preço em leilão MACSE O setor de armazenamento de energia na Itália acaba de receber um impulso significativo. O regulador energético do país anunciou o aumento do teto de preço para projetos com baterias no Leilão MACSE (Mercado de Capacidade) , estabelecendo o novo valor em € 37.000 por megawatt por ano (MW/ano)  — um acréscimo de € 5.000 em relação ao valor anterior. A medida visa atrair mais investimentos privados e ampliar a capacidade instalada de armazenamento no sistema elétrico italiano, elemento estratégico para viabilizar a transição energética e garantir segurança energética diante do crescimento das fontes renováveis variáveis, como solar e eólica. Nova base econômica impulsiona atratividade do setor A decisão de elevar o teto foi fundamentada em ajustes de três variáveis-chave que compõem a precificação dos projetos no leilão: INV (Investimento de Capital):  Atualização dos custos médios dos sistemas de armazenamento, refletindo o cenário tecnológico atual. WACC (Taxa de Retorno sobre o Capital):  Revisão da remuneração mínima esperada pelos investidores. CFO (Custo Fixo Operacional):  Recalibragem dos custos operacionais ao longo da vida útil das baterias. Esses parâmetros atualizados reconhecem a crescente complexidade e os desafios financeiros enfrentados pelos empreendedores do setor, tornando o ambiente mais favorável para projetos de médio e grande porte. Leilão MACSE e papel estratégico das baterias O MACSE é o mecanismo de capacidade da Itália voltado a assegurar a disponibilidade de potência firme no sistema elétrico, especialmente em momentos de alta demanda. Com o avanço da geração renovável intermitente, o armazenamento por baterias passa a ser peça fundamental para manter o equilíbrio da rede, estabilizar frequências e reduzir a necessidade de fontes fósseis. Ao elevar o teto de remuneração, o regulador sinaliza um compromisso com a descarbonização da matriz energética italiana  e fortalece a atratividade do país como polo de inovação no segmento de armazenamento. Implicações para o mercado europeu O movimento da Itália também reverbera em todo o mercado europeu de energia. Ao revisar suas métricas regulatórias, o país se alinha a outras nações que buscam acelerar o uso de tecnologias de armazenamento como solução para desafios de intermitência, estabilidade e flexibilidade da rede. Empresas do setor, investidores internacionais e desenvolvedores de projetos veem no novo teto de € 37.000/MW/ano uma oportunidade concreta de viabilizar empreendimentos com retorno financeiro adequado e forte impacto ambiental positivo. Itália eleva teto de preço para baterias no Leilão MACSE: € 37 mil por MW/ano

  • ISA Energia investe R$ 100 milhões na modernização de linha de transmissão em Araras (SP)

    Araras, SP — 1º de agosto de 2025 | EnergyChannel A ISA Energia Brasil, uma das principais operadoras de infraestrutura de transmissão elétrica do país, concluiu a modernização de uma importante linha de transmissão no município de Araras, interior de São Paulo. Com um investimento robusto de R$ 100 milhões , a obra representa um salto estratégico na eficiência e capacidade do sistema elétrico regional. Segundo a companhia, a intervenção quase triplicou a capacidade de escoamento de energia elétrica  na região, ampliando significativamente o suporte à crescente demanda industrial, urbana e do agronegócio local setores que exigem cada vez mais confiabilidade e estabilidade energética para manter suas operações em ritmo acelerado. Infraestrutura modernizada para um novo ciclo de crescimento A obra, que envolveu a substituição de cabos condutores e atualização de tecnologias nos sistemas de proteção e controle, visa atender às exigências do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para reforço da malha de transmissão do Sudeste especialmente em um cenário de crescimento da geração renovável no país. “Araras é um ponto estratégico no sistema de transmissão de energia do estado de São Paulo. Com essa modernização, reforçamos a resiliência e a eficiência da rede, contribuindo diretamente para a segurança energética do sistema interligado nacional”, destaca Daniel Gómez , diretor-presidente da ISA Energia Brasil. Segurança e eficiência com menor impacto ambiental A intervenção foi executada sem a necessidade de novas faixas de servidão, o que reduziu impactos ambientais e sociais. O projeto foi planejado para garantir baixa interferência na vegetação nativa e nas áreas urbanas , respeitando critérios técnicos de sustentabilidade e governança ambiental. Além disso, a modernização prepara a infraestrutura local para suportar a conexão de novos empreendimentos de energia limpa como usinas solares e parques eólicos do interior paulista e mineiro favorecendo o escoamento da geração descentralizada com mais qualidade e segurança. Interior paulista como novo hub de energia Com a crescente concentração de projetos renováveis e a expansão de grandes consumidores industriais no interior do estado, a região de Araras ganha relevância como um novo hub energético . A modernização da rede de transmissão amplia o potencial de conexão de novas cargas e geração, impulsionando o desenvolvimento regional com infraestrutura elétrica de ponta. ISA Energia: foco em inovação e sustentabilidade Presente em mais de 15 estados brasileiros, a ISA Energia Brasil vem consolidando sua atuação com foco em inovação, segurança operacional e transição energética. A empresa faz parte do grupo colombiano ISA uma das maiores holdings de transmissão da América Latina, reconhecida por seu compromisso com projetos sustentáveis e integrados. Com esse investimento em Araras, a empresa reafirma sua estratégia de crescimento pautada na modernização da infraestrutura existente e na preparação do sistema para os desafios de um novo setor elétrico: mais digital, descentralizado e limpo. ISA Energia investe R$ 100 milhões na modernização de linha de transmissão em Araras (SP)

  • Brasil na Mira: Disputa por Minerais Críticos Reacende Tensões com os EUA e expõe fragilidade diplomática

    Por EnergyChannel | Publicado em 1º de agosto de 2025 Brasil na Mira: Disputa por Minerais Críticos Reacende Tensões com os EUA e expõe fragilidade diplomática A corrida global por minerais estratégicos ganhou um novo capítulo envolvendo diretamente o Brasil e os Estados Unidos. O que parecia uma reedição das tarifas protecionistas impostas por Donald Trump agora revela contornos mais profundos: o verdadeiro foco está nos recursos naturais essenciais para a transição energética. Durante encontro com representantes do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), o encarregado de negócios da embaixada dos EUA em Brasília, Gabriel Escobar, deixou claro que as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros justificadas oficialmente por razões comerciais fazem parte de um jogo maior. Em troca de eventuais concessões nas taxas, Washington busca acesso preferencial aos chamados minerais críticos , insumos indispensáveis para baterias, turbinas e veículos elétricos. Uma nova diplomacia dos recursos naturais A movimentação americana reflete uma reconfiguração geopolítica em que matérias-primas tornaram-se ativos estratégicos, especialmente diante da crescente dependência da China na cadeia global de suprimentos. O Brasil, com sua vasta riqueza mineral, voltou ao centro desse tabuleiro. Entre os destaques brasileiros estão: Nióbio:  maior reserva mundial; Grafite e Terras Raras:  segunda maior; Níquel:  terceira maior reserva global. Esses elementos são peças-chave na produção de tecnologias limpas, incluindo baterias de lítio, motores elétricos e sistemas de armazenamento de energia. “Não se trata apenas de tarifas. É uma disputa por soberania tecnológica e energética no século XXI” Crise institucional e imagem externa desgastada Apesar do protagonismo natural que o Brasil poderia exercer como potência mineral e energética, o país enfrenta um desafio adicional e autoinfligido: a perda de credibilidade internacional . Nos bastidores de negociações recentes com EUA e Europa, diplomatas e investidores vêm expressando preocupação crescente com o ambiente político brasileiro , especialmente em relação às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de ultrapassar os limites da legalidade e interferir diretamente no processo político. O ápice dessa tensão foi a inédita aplicação da Lei Magnitsky legislação norte-americana voltada à punição de autoridades estrangeiras envolvidas em violações de direitos humanos contra o ministro do STF Alexandre de Moraes. Nunca antes um juiz de Suprema Corte havia sido alvo dessa medida, o que reforça o nível de desconfiança internacional em relação às instituições brasileiras . Além disso, cresce o sentimento interno de insatisfação com o governo atual. Diversas pesquisas de opinião indicam que uma parcela expressiva da população considera o governo “péssimo”, agravando ainda mais o isolamento diplomático e o enfraquecimento do país nas mesas de negociação global. “O Brasil tem minerais estratégicos, mas perde poder de barganha porque o mundo desconfia da sua condução institucional” Diplomacia sob pressão Em contraste com a abordagem brasileira, outras nações têm avançado em acordos de forma mais estruturada e transparente. Em 2024, ainda sob o governo de Joe Biden, Brasil e EUA assinaram a “Nova Parceria Brasil-EUA para a Transição Energética”, com foco na cadeia de suprimento de tecnologias limpas. No entanto, os desdobramentos políticos no Brasil estão ofuscando os benefícios desse tipo de cooperação. Em junho de 2025, pouco antes do anúncio das tarifas, a Amcham Brasil e a U.S. Chamber of Commerce chegaram a entregar uma proposta conjunta de cooperação para fortalecer a cadeia de minerais críticos. Mas, na prática, a instabilidade institucional e a crescente politização do Judiciário brasileiro vêm minando a confiança externa. O Brasil tem o que o mundo precisa mas não inspira confiança Com a maior parte do planeta em rota acelerada de descarbonização, o Brasil poderia ser um protagonista na nova ordem energética global . Mas, sem previsibilidade institucional, segurança jurídica e respeito aos direitos fundamentais, a abundância de recursos não se traduz em poder real de negociação . O caso da Groenlândia cortejada por Trump anos atrás por suas reservas minerais — mostra que o mundo está disposto a ir longe por insumos estratégicos. Mas também deixa claro que, quando a confiança nas instituições de um país é abalada, até o mais rico dos solos pode se tornar terra esquecida. Brasil na Mira: Disputa por Minerais Críticos Reacende Tensões com os EUA e expõe fragilidade diplomática

  • Setor imobiliário acelera lançamentos com foco em eficiência energética e sustentabilidade

    Segmento residencial registra alta de 58% nos lançamentos no primeiro semestre de 2025, impulsionado por novas demandas e tecnologias mais sustentáveis Setor imobiliário acelera lançamentos com foco em eficiência energética e sustentabilidade Setor Imobiliário avança com força e sinaliza nova fase marcada por inovação e energia limpa O mercado imobiliário brasileiro vive um momento de forte expansão em 2025 e essa retomada não se resume apenas a números. O setor tem demonstrado fôlego para incorporar tecnologias sustentáveis, com destaque para soluções energéticas mais inteligentes e projetos cada vez mais alinhados à transição energética nacional. De acordo com dados reunidos pelo EnergyChannel  com base em prévias operacionais do segundo trimestre, as incorporadoras de médio e alto padrão aceleraram seus lançamentos em 58% no primeiro semestre deste ano, totalizando R$ 13,2 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV). O número mostra um apetite renovado por parte das construtoras, mesmo com as vendas líquidas crescendo em um ritmo mais moderado. Na base da pirâmide, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV)  continua como um pilar de sustentação do setor. No segundo trimestre, os lançamentos do segmento popular somaram R$ 9,1 bilhões uma alta de 28% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado do semestre, o salto foi de 43%, atingindo R$ 17,2 bilhões. Esses avanços evidenciam a diversificação da demanda, com faixas de renda distintas reagindo positivamente a estímulos do mercado e políticas públicas. E, em ambos os extremos, cresce a exigência por imóveis mais eficientes do ponto de vista energético, com painéis solares, sistemas inteligentes de gestão de consumo e certificações verdes. 🔎 Números do setor no 1º semestre de 2025 Minha Casa, Minha Vida (MCMV) • Lançamentos: R$ 17,2 bilhões (+43% vs. 2024)• Vendas líquidas: R$ 15 bilhões (+13,6% vs. 2024) Médio e Alto Padrão (MAP) • Lançamentos: R$ 13,2 bilhões (+57% vs. 2024)• Vendas líquidas: R$ 11,2 bilhões (+13% vs. 2024) Cyrela lidera e sinaliza novo ciclo Um dado que chama atenção é o protagonismo da Cyrela , que sozinha foi responsável por 47% dos lançamentos de médio e alto padrão no semestre. A incorporadora tem se posicionado como uma das principais impulsionadoras de um novo ciclo, focado em inovação construtiva e eficiência operacional. Em paralelo, empresas do segmento econômico também têm incorporado soluções solares e estratégias de redução de custos operacionais, respondendo à demanda crescente de consumidores atentos ao custo da energia elétrica e à sustentabilidade dos empreendimentos. Perspectivas: eficiência energética como diferencial competitivo O crescimento dos lançamentos não significa apenas mais obras. Ele marca uma transição importante para o setor imobiliário brasileiro, onde a eficiência energética começa a se consolidar como diferencial competitivo não apenas em empreendimentos de alto padrão, mas também no mercado de habitação social. A expectativa para o segundo semestre é de continuidade nesse ritmo positivo, com mais projetos sendo lançados e uma presença cada vez maior de tecnologias limpas, como energia solar fotovoltaica, reuso de água e certificações ambientais. Setor imobiliário acelera lançamentos com foco em eficiência energética e sustentabilidade

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