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  • Veja como as cidades-esponjas podem ser uma solução para amenizar os problemas com alagamentos

    O  crescimento urbano   desordenado  e a  impermeabilização excessiva do solo  têm ampliado significativamente os episódios de  alagamentos  em grandes centros urbanos. Nesse contexto, o conceito de  cidades-esponja  tem se consolidado como uma alternativa eficaz e sustentável para a  gestão das águas pluviais  e a  mitigação de enchentes  e  alagamentos. Veja como as cidades-esponjas podem ser uma solução para amenizar os problemas com alagamentos Nesta época do ano, com a aproximação do  verão , a preocupação com os alagamentos aumenta, já que as  chuvas t endem a ser mais repentinas e, muitas vezes, ocorrem com elevadas taxas de  precipitação  em curtos intervalos de tempo. Nessa situação, as  galerias pluviais  não conseguem dar  vazão  para tanta água, resultando em  problemas na superfície.   O modelo de  cidade-esponja  baseia-se no princípio de  reproduzir  o comportamento hidrológico natural do solo, permitindo que a  água da chuva  seja  absorvida, armazenada, filtrada e liberada de forma gradual.  Diferentemente dos sistemas tradicionais de drenagem, que priorizam o rápido escoamento da água por galerias e canais, essa abordagem busca  reter a água  no próprio ambiente urbano, reduzindo a  sobrecarga  da  infraestrutura convencional. Entre as principais  estratégias  adotadas estão a implantação de  pavimentos permeáveis,  jardins de chuva, valas de infiltração, bacias de retenção e detenção, telhados verdes, parques alagáveis e a  renaturalização  de rios e cursos d’água. Esses elementos atuam de forma integrada, aumentando a capacidade de infiltração do solo e retardando o escoamento superficial, o que contribui diretamente para a redução de  picos de vazão  durante eventos de  chuva intensa. Do ponto de vista técnico, estudos hidrológicos indicam que a aplicação dessas soluções pode  reduzir  significativamente o  volume e a velocidade  do  escoamento superficial , principal fator responsável por alagamentos urbanos. Ao diminuir a quantidade de água que chega simultaneamente aos sistemas de drenagem, as  cidades-esponja  ajudam a  evitar transbordamentos ,  erosões e falhas estruturais  em redes pluviais subdimensionadas. Além da eficiência no escoamento das águas pluviais, o conceito traz  benefícios ambientais  adicionais. A infiltração da água contribui para a recarga dos aquíferos, melhora a  qualidade  da água por meio da  filtração natural do solo  e  reduz a poluição  difusa que normalmente é carregada pelas  enxurradas.  Há também impactos positivos no  microclima urbano , como diminuição das ilhas de calor, aumento da  umidade relativa do ar  e ampliação das áreas verdes. Foto de Divulgação: Turenscape | Parque Floresta Benjakitti / Turenscape + Arsomsilp Community and Environmental Architect Como o sistema funciona na prática? O segredo de uma  cidade-esponja  está na substituição de superfícies impermeáveis (asfalto e concreto) por infraestruturas verdes e azuis. 1. Absorção e Permeabilidade Em cidades comuns, a chuva bate no asfalto e corre para os bueiros,  sobrecarregando  o sistema de esgoto. Na  cidade-esponja , utilizam-se: Pavimentos permeáveis:  calçadas e ruas feitas com materiais que deixam a água passar para o solo. Jardins de chuva e bio-valas:  áreas verdes rebaixadas ao lado de ruas que coletam a água e permitem que ela infiltre lentamente. 2. Armazenamento e Retenção A água que não infiltra imediatamente é direcionada para  reservatórios naturais ou artificiais: Telhados Verdes:  coberturas vegetais em prédios que retêm parte da água da chuva e ajudam no isolamento térmico. Lagos e Áreas Úmidas Artificiais:  parques que funcionam como “piscinões naturais”. Em dias secos, são áreas de lazer; em dias de tempestade, recebem o excedente de água. 3. Purificação e Reutilização A água, ao passar pelo solo e pelas  raízes das plantas  em jardins de chuva, sofre um processo de  filtragem natural , removendo poluentes antes de chegar ao lençol freático ou aos rios. Além disso, a água armazenada pode ser tratada para regar jardins públicos ou limpeza urbana. Sob a ótica do planejamento urbano, as  cidades-esponja  representam uma mudança de paradigma, ao integrar soluções baseadas na natureza ao desenho da cidade. Em vez de depender exclusivamente de obras de engenharia pesada, como canais de concreto e grandes reservatórios, o modelo propõe intervenções distribuídas e multifuncionais, que conciliam drenagem, lazer, paisagismo e adaptação climática. Experiências internacionais, especialmente na  Ásia  e na  Europa , demonstram que cidades que adotaram esse conceito apresentaram redução consistente de  alagamentos , maior  resiliência  a  eventos extremos  e  ganhos econômicos  a médio e longo prazo, ao diminuir custos com manutenção, reparos emergenciais e danos causados por  enchentes. Diante do cenário de  mudanças climáticas  e da tendência de eventos pluviométricos mais extremos, especialistas apontam que a adoção do conceito de  cidades-esponja  é uma das estratégias mais promissoras para tornar os  centros urbanos  mais  resilientes ,  sustentáveis  e  preparados  para lidar com os impactos das  chuvas intensas. Exemplos de cidades-esponjas pelo mundo Algumas grandes cidades pelo mundo já aderiram a tecnologia das  cidades-espojas , como  Jinhua e Xangai, na China, Nova York, Berlim e Copenhague, na Dinamarca.  A China se destaca por ser a pioneira na implantação das  cidades-esponjas  como medida para controlar  enchentes  e  diminuir prejuízos.  Veja como as cidades-esponjas podem ser uma solução para amenizar os problemas com alagamentos

  • O que as bandeiras tarifárias de 2025 ensinam sobre o custo da energia

    Oscilações nos valores reforçam a urgência de soluções coletivas e mais previsíveis para consumidores conectados à rede O que as bandeiras tarifárias de 2025 ensinam sobre o custo da energia Após um período prolongado com bandeira verde situação que prevaleceu de abril de 2022 até julho de 2024 consumidores voltaram a conviver com acionamentos sucessivos de bandeiras tarifárias a partir do segundo semestre de 2024, incluindo a bandeira vermelha patamar 2 em outubro. Em 2025, as oscilações tarifárias se intensificaram, reforçando a percepção de instabilidade no custo da energia. O anúncio da bandeira amarela para dezembro pela ANEEL indica apenas uma trégua pontual nas contas de luz, após meses de forte pressão. Durante o ano, o país vivenciou uma combinação de reajustes regionais nas tarifas e aplicação repetida de bandeiras vermelhas. Nos meses de agosto e setembro, a Bandeira Vermelha patamar 2 foi acionada, com adicional de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos. Em outubro e novembro, a bandeira manteve-se no Patamar 1, com acréscimo de R$ 4,46 por 100 kWh. Para dezembro, a ANEEL definiu bandeira amarela, reduzindo o adicional para R$ 1,885 por 100 kWh.  A oscilação no valor da fatura ilustra a natureza volátil do sistema tarifário, dependente do nível dos reservatórios, da necessidade de uso de usinas termelétricas e de variáveis ambientais e operacionais. Segundo Bruno Marques, diretor comercial da Nex Energy, “a alternância de bandeiras pode dar a sensação de controle, mas na prática o custo estrutural da energia no Brasil continua elevado e expõe o consumidor a variáveis sobre as quais ele não tem controle.” Além das bandeiras, a conta de luz incorpora encargos, tributos e tarifas de distribuição, o que torna a volatilidade apenas uma parte do problema. Geração compartilhada: como reduzir o impacto da volatilidade Com a variação das bandeiras e a instabilidade tarifária, modelos de geração compartilhada representam uma alternativa relevante para quem busca previsibilidade e redução de custos com energia. A Nex Energy atua nesse modelo, oferecendo a consumidores residenciais e comerciais a possibilidade de aderir a cooperativas de geração distribuída, especialmente por meio de energia solar coletiva, sem necessidade de instalação individual de painéis. Nesse modelo de geração compartilhada, a energia que é utilizada passa a vir de uma usina cooperada. Como essa energia não vem da distribuidora, ela não recebe os aumentos das bandeiras tarifárias. Isso significa que a conta de luz fica muito menos exposta a essas variações, trazendo economia e estabilidade. É uma forma simples e prática de pagar menos pela energia todos os meses. Bruno Marques reforça o valor da geração compartilhada como alternativa, afirmando que “para quem busca segurança e previsibilidade no orçamento, a geração compartilhada representa não apenas economia, mas participação ativa nas decisões e no futuro energético do país.” Para além da economia, esse modelo amplia o acesso à energia renovável e permite a diversificação da matriz energética individual, contribuindo para uso mais consciente e sustentável da eletricidade. Entenda as bandeiras tarifárias Bandeira Verde:  não há cobrança adicional – o custo da energia está em condições favoráveis. Bandeira Amarela:  acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Bandeira Vermelha -  Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh. Bandeira Vermelha -  Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh. Fonte: ANEEL, 2025 O que as bandeiras tarifárias de 2025 ensinam sobre o custo da energia

  • REIDI para Minigeração Solar: Um Sinal de Amadurecimento e Rigor Regulatório

    Por Daniel Pansarella, para a Energy Chanel Dezembro de 2025 – O apagar das luzes de 2025 trouxe um movimento decisivo do Ministério de Minas e Energia (MME) que injeta um misto de otimismo e alerta no crescente setor de minigeração distribuída solar fotovoltaica. A publicação de duas portarias cruciais, aprovando o enquadramento de 45 novos empreendimentos no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), sinaliza a continuidade do apoio governamental. Contudo, um despacho que, na mesma semana, indeferiu 33 outros pedidos , revela um novo capítulo de maior rigor e escrutínio técnico, desenhando um cenário mais complexo e maduro para os investidores.   As Portarias SNTEP/MME Nº 3.033 e Nº 3.031 , datadas de 15 e 10 de dezembro, respectivamente, foram recebidas com entusiasmo. Elas garantem a suspensão da cobrança de PIS/COFINS sobre bens e serviços para os projetos aprovados, um benefício que pode otimizar a rentabilidade e acelerar o retorno sobre o investimento em um mercado altamente competitivo. Este incentivo, previsto na Lei nº 14.300/2022, é um pilar para a viabilidade econômica de muitas usinas de minigeração, que operam em uma faixa de potência de 75 kW a 5 MW.   Entretanto, a verdadeira notícia estratégica não está apenas em quem foi aprovado, mas em quem ficou de fora. O Despacho Decisório Nº 26/2025/SNTEP serve como um termômetro da nova postura do governo. Ao negar o enquadramento a 33 projetos, o MME, com base na Nota Técnica nº 141/2025/DPOG/SNTEP, deixa claro que o cumprimento estrito dos requisitos estabelecidos pela Portaria Normativa nº 78/GM/MME, de junho de 2024, não será flexibilizado. A lista de indeferidos inclui desde pequenos desenvolvedores a consórcios, indicando que a análise técnica está sendo aplicada de forma homogênea.   Os Motivos por Trás das Negações Do ponto de vista de mercado, os indeferimentos revelam padrões críticos que os investidores precisam compreender. A maioria dos projetos negados falha em critérios técnicos específicos da ANEEL, particularmente nos Testes 1 e 2 : o primeiro verifica se os investimentos estão dentro dos limites de referência estabelecidos (em R$/kW), enquanto o segundo confirma se a potência instalada respeita os limites permitidos. Além disso, muitos pedidos apresentam incompletude documental , com formulários incompletos ou falta de atestação adequada pela distribuidora sobre a veracidade das informações fornecidas. Há também casos em que os dados do projeto não correspondem aos registros do Contrato de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD), ou ainda a ausência de licenças e autorizações exigidas. Esses problemas, embora administrativos, revelam uma falta de diligência que o governo agora penaliza com rigor.   Este cenário de "dois pesos e duas medidas" – um para os projetos que cumprem as normas e outro para os que falham – não deve ser visto como um desincentivo, mas como um sinal de amadurecimento do mercado. A era da corrida desenfreada por incentivos, sem a devida atenção à conformidade técnica e regulatória, parece estar chegando ao fim. O processo, agora mais estruturado, exige que o titular do projeto inicie a solicitação junto à distribuidora, que por sua vez a encaminha para a ANEEL para uma análise aprofundada antes da decisão final do MME. A etapa conclusiva ainda passa pela habilitação na Receita Federal.   O rigor crescente ocorre em um momento de expansão exponencial da geração distribuída no Brasil. Em 2025, o país viu a adição de mais de 5 GW em micro e minigeração, com a fonte solar fotovoltaica dominando quase 95% dessa expansão. Segundo dados da ANEEL, até julho, mais de 513 mil novas usinas foram instaladas, elevando a potência total da modalidade para mais de 42 GW . Este crescimento robusto, impulsionado pela adesão de mais de 217 mil empresas ao uso de energia solar, torna a clareza regulatória não apenas bem-vinda, mas essencial.   Para o investidor, a mensagem é clara: a oportunidade no setor de minigeração solar continua vibrante, mas a diligência e a excelência técnica tornaram-se a nova moeda de troca. A aprovação no REIDI não é mais um mero formulário, mas um selo de qualidade e conformidade que distinguirá os projetos bem-sucedidos em um mercado cada vez mais profissionalizado. O governo, por sua vez, parece empenhado em garantir que os incentivos fiscais, financiados pela sociedade, sejam direcionados a empreendimentos que efetivamente contribuam para a robustez e a sustentabilidade da infraestrutura energética nacional. REIDI para Minigeração Solar: Um Sinal de Amadurecimento e Rigor Regulatório   #REIDI #MinigeneraçãoDistribuída #EnergiaRenovável #SolarFotovoltaica #IncentivosGovernamentais #InfraestruturaEnergética #DesenvolvimentoSustentável #MercadoSolar #RegulamentaçãoEnergética #EnergyChanel

  • Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho

    Produto reúne ganhos de eficiência, operação em menor temperatura e até 2% mais geração mensal, reforçando o portfólio da marca com soluções voltadas a projetos de médio e grande porte Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho A DAH Solar anuncia a produção em larga escala de seus novos módulos fotovoltaicos de 650 W, que chegam ao mercado como uma solução de alto desempenho para instaladores e integradores que buscam maior geração de energia e menor necessidade de manutenção. O produto será disponibilizado nas versões Full-Screen e convencional, ampliando as opções para diferentes perfis de projeto. Ambas combinam avanços no design das células que elevam a potência e melhoram a confiabilidade do sistema. Na versão Full-Screen, a tecnologia, já reconhecida no setor, reduz o acúmulo de poeira e pode aumentar a produção de energia em até 15%. Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho Com eficiência de conversão de 24,06% e dimensões otimizadas, o novo módulo consolida a tecnologia TOPCon de última geração, adequando-se tanto a usinas de solo quanto a sistemas em telhado. O produto está entre os três módulos com maior eficiência atualmente disponíveis no mercado, segundo a empresa. Oferece mais potência no mesmo espaço e opera com menor temperatura, contribuindo para maior vida útil e performance mais estável. A combinação de wafers maiores, arquitetura otimizada das células e um design que reduz perdas internas permite ao módulo alcançar níveis superiores de geração, especialmente em ambientes com maior presen& ccedil;a de sujeira ou limitação de espaço. Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho A tecnologia utilizada pela DAH Solar também se destaca por ampliar a densidade energética do módulo. O espaçamento reduzido entre as células aumenta a área útil de conversão e melhora o aproveitamento de luz solar. Estudos realizados pela empresa mostram que a solução pode gerar cerca de 2% mais energia por mês em comparação com módulos convencionais, além de reduzir a necessidade de limpeza em mais de 50%, fator essencial em regiões agrícolas e áreas de alta poeira. Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho Os novos módulos contam com 15 anos de garantia para materiais e fabricação e 30 anos para geração de energia. As primeiras unidades dos módulos de 650 W devem chegar ao Brasil no início de 2026, segundo a empresa. A DAH Solar também prepara o lançamento da versão de 670 W no mesmo ano, fortalecendo sua estratégia de oferecer produtos de alta eficiência e valor agregado ao setor. Para Thais Bitencourt, gerente de marketing da DAH Solar no Brasil, o novo módulo representa um avanço importante para o mercado. “Os módulos de 650 W representam o que há de mais avançado em tecnologia Full-Screen e soluções TOPCon, entregando maior produção de energia, menor manutenção e excelente custo-benefício. Queremos que o mercado brasileiro tenha acesso a produtos que elevem a competitividade dos sistemas fotovoltaicos e ofereçam o melhor desempenho ao longo do tempo”. Sobre a DAH Solar Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho Fundada em 2009, a DAH Solar é uma das principais fabricantes chinesas especializadas em desenvolvimento de tecnologia e fabricação de módulos fotovoltaicos, com atuação também na construção e operação de usinas de energia solar. Sua unidade industrial em Hefei possui capacidade anual de produção de 10 GW em módulos e 5,5 GW em células fotovoltaicas, certificadas por órgãos nacionais e internacionais, como CQC, Líder, ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, TÜV, CE, CEC, Inmetro e FIDE. Presente em mais de 100 países e estabelecida no Brasil desde 2017, a empresa segue expandindo sua presença global com foco em inovação, eficiência e su stentabilidade. Saiba mais em  https://pt.dahsolarpv.com/ . Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho

  • Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o país

    Por Vinicius Gibrail, Diretor da Divisão de Produtos Solares e Comerciais da TÜV Rheinland na América do Sul Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o país A indústria de energia solar fotovoltaica do Brasil vive um momento de rápido crescimento e amadurecimento. Nesse sentido, a internacionalização tem sido um caminho natural e estratégico, tanto para ampliar mercados de exportação quanto para atrair investimentos estrangeiros. Um pilar fundamental desse movimento é a adesão a padrões globais de qualidade e segurança, por meio de certificações internacionais reconhecidas.   No Brasil, por muito tempo a única obrigatoriedade para equipamentos fotovoltaicos foi o selo do INMETRO, que estabelece critérios mínimos de desempenho e segurança para comercialização nacional. Contudo, a ausência de uma certificação técnica mais abrangente permitiu a proliferação de equipamentos com diferentes níveis de qualidade. Neste sentido, as certificações internacionais voluntárias têm se tornado referência de qualidade.   Organismos independentes testam os equipamentos solares de forma muito mais completa, segundo padrões internacionais rigorosos. Por exemplo, a norma IEC 61215 (da IEC) envolve cerca de 18 a 21 ensaios diferentes em módulos fotovoltaicos, incluindo ciclos de temperatura, umidade, teste de resistência mecânica, ensaios de degradação acelerada (damp heat), testes elétricos de isolação, entre outros.   Esses procedimentos vão muito além do exigido localmente e servem para assegurar que o painel possa operar com desempenho e segurança durante toda sua vida útil projetada que pode superar os 25 anos.  Mesmo que a análise do INMETRO seja extremamente relevante, o teste nacional contempla apenas 1 dos 18 testes recomendados internacionalmente. Adotar certificações internacionais confere, portanto, garantia de qualidade e confiabilidade reconhecida globalmente. Quando um produto solar brasileiro seja um painel, um inversor ou outro componente passa nos testes segundo as normas IEC, isso significa que ele atende aos requisitos considerados mundialmente necessários para desempenho, durabilidade e segurança. Esses requisitos são justamente os exigidos em mercados avançados como Europa, Estados Unidos, China, Japão e vários outros, onde a conformidade com as normas IEC é vista como mínimo obrigatório para comercialização.   Módulos solares: qualidade comprovada para competir no exterior A IEC define normas específicas para módulos solares, principalmente a IEC 61215, que trata da qualificação de projeto e desempenho, e a IEC 61730, que aborda requisitos de segurança elétrica. Fabricantes brasileiros que querem exportar seus painéis precisam obter essas certificações junto a laboratórios acreditados internacionalmente, comprovando que seus produtos resistem a condições adversas e operam com segurança equivalente aos melhores do mundo.   A certificação IEC 61215/61730 traz a confiança que o equipamento foi aprovado em todos os testes de stress, climáticos e elétricos que os mercados mais exigentes do mundo demandam. A própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem alinhado seus padrões aos da IEC; em 2024, a ABNT publicou a norma NBR IEC 61215-1:2024, uma tradução da norma IEC 61215-1:2021, listando 21 ensaios de qualidade para módulos fotovoltaicos. Isso mostra um movimento nacional de aproximação aos padrões globais, facilitando que fabricantes locais sigam as mesmas diretrizes técnicas reconhecidas internacionalmente. Inversores e componentes: adequação global e novos mercados Além dos painéis, outros componentes críticos como os inversores fotovoltaicos também precisam aderir a padrões globais. Os inversores, responsáveis por converter a energia dos módulos em eletricidade utilizável na rede, devem cumprir normas de segurança elétrica e de desempenho específicas.   Internacionalmente, existem certificações como a IEC 62116, que faz o teste de anti-ilhamento, e requisitos de compatibilidade com rede, as quais correspondem às normas IEC/EN de conexão à rede, equivalentes às normas de grid code europeias e norte-americanas. No Brasil, a Portaria INMETRO 004/2011 introduziu a certificação compulsória de inversores conectados à rede até 10 kW, assegurando parâmetros mínimos de eficiência e proteção.   Contudo, para equipamentos de maior porte ou casos fora do escopo do INMETRO, é praxe que distribuidoras de energia e clientes exijam certificados de conformidade emitidos por laboratórios internacionais. O mesmo vale para outros componentes do sistema solar fotovoltaico – estruturas de fixação, rastreadores solares (trackers), fusíveis, cabos, conectores e até baterias de armazenamento. Cada um desses itens possui normas técnicas internacionais que balizam a qualidade. Quando produtos brasileiros desses segmentos seguem tais normas e obtêm certificações reconhecidas, aumentam sua aceitação no mercado global.   Por exemplo, uma empresa nacional que produza estruturas de montagem para painéis pode buscar certificações ISO/IEC para resistência mecânica e tratamento anticorrosão; assim, seus produtos terão melhor entrada em projetos no exterior, que geralmente exigem conformidade a normas internacionais de construção e segurança.   Do ponto de vista comercial, alinhar-se com padrões globais para quaisquer componentes utilizados na geração de energia fotovoltaica, reduz obstáculos técnicos. Muitos países só permitem a importação e uso de equipamentos solares certificados conforme padrões IEC ou equivalentes. Para citar um caso, na União Europeia é obrigatório que inversores solares tenham marcação CE, o que implica atender a diversas normas IEC/EN; nos Estados Unidos, inversores e módulos precisam de certificações como UL e IEEE, que guardam correspondência com normas IEC. Se um produto brasileiro já nasce em conformidade com esses padrões internacionais, o processo de homologação em outros países torna-se muito mais ágil, sem necessidade de refazer testes do zero. Isso poupa tempo e custos, acelerando a entrada em novos mercados. Mais do que cumprir uma formalidade técnica, abraçar certificações como IEC 61215, IEC 61730, entre outras, significa posicionar o Brasil no patamar de excelência exigido pelas maiores economias do mundo. Os reflexos dessa estratégia são claros: empresas nacionais mais preparadas para exportar, produtos confiáveis que conquistam a preferência de clientes e investidores, e um mercado doméstico fortalecido por equipamentos de melhor desempenho e segurança. Sobre a TÜV Rheinland 150 anos fazendo do mundo um lugar mais seguro: TÜV Rheinland é um dos principais provedores mundiais de serviços de teste e inspeção, com receitas anuais superiores a 2,7 bilhões de euros e aproximadamente 27.000 funcionários em mais de 50 países. Seus especialistas altamente qualificados testam sistemas e produtos técnicos, estimulam a inovação e ajudam as empresas em sua transição para maior sustentabilidade. Eles capacitam profissionais em diversos campos e certificam sistemas de gestão conforme normas internacionais. Com expertise excepcional em áreas como mobilidade, fornecimento de energia, infraestrutura e além, a TÜV Rheinland oferece garantia de qualidade independente, não menos para tecnologias emergentes como hidrogênio verde, inteligência artificial e direção autônoma. Dessa forma, a TÜV Rheinland contribui para um futuro mais seguro e melhor para todos. Desde 2006, a TÜV Rheinland é signatária do Pacto Global das Nações Unidas, que promove a sustentabilidade e combate a corrupção. A sede da empresa está localizada em Colônia, Alemanha. Website:  www.tuv.com Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o país

  • Associações do biodiesel solicitam a inclusão do MAPA e do MCTI na construção da proposta de mapa da transição energética do Governo Federal

    A ABIOVE – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, a APROBIO – Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil e, a UBRABIO – União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene, encaminharam, nesta quarta-feira (17/12), um ofício à Presidência da República destacando a importância da inclusão do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) na elaboração do mapa do caminho para a transição energética justa e planejada. A solicitação é decorrência do Despacho publicado no Diário Oficial da União em 8 de dezembro de 2025 assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Associações do biodiesel solicitam a inclusão do MAPA e do MCTI na construção da proposta de mapa da transição energética do Governo Federal “É fundamental que o agronegócio, a tecnologia e a inovação estejam representadas pelos dois ministérios”, destacou Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO. “Nosso setor é energia, mas tem uma origem no setor produtivo-primário que deve estar integrado no processo para que o mapa seja realmente justo e planejado”, completou. De acordo com o ofício protocolado, “a experiência brasileira na produção e uso de biocombustíveis mostra o elevado potencial da atividade em agregar segurança energética, segurança alimentar e desenvolvimento econômico distribuído pelo país. Certamente um excelente exemplo de transição energética justa e que demanda planejamento”. As associações comprometeram-se de que o setor produtivo apresentará, oportunamente, ao grupo de trabalho propostas e contribuições dos biocombustíveis no desenho do caminho virtuoso da Transação Energética justa, bem como dos projetos estruturantes com base no desenvolvimento científico e tecnológico que permitirão a geração de riqueza de forma renovável, ampliando a segurança energética e alimentar do Brasil. Associações do biodiesel solicitam a inclusão do MAPA e do MCTI na construção da proposta de mapa da transição energética do Governo Federal

  • Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos

    Spott aponta expansão consistente da infraestrutura, maior demanda corporativa e novas soluções digitais como motores do crescimento Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos O mercado brasileiro de recarga para veículos elétricos vive um momento de expansão, impulsionado pela maior adoção da mobilidade sustentável, incentivos regulatórios e entrada de novos modelos elétricos no país. De acordo com a Spott, referência em tecnologia para redes de recarga elétrica, os próximos anos serão decisivos para consolidar o ecossistema de recarga no Brasil, tanto em escala urbana quanto em operações corporativas e de longas distâncias.  A evolução tecnológica e a ampliação dos pontos de recarga, sejam eles públicos ou privados, têm sido fundamentais para apoiar o avanço da eletromobilidade no Brasil. A empresa destaca que serviços como gestão integrada de estações de recarga, monitoramento remoto, instalação e manutenção de equipamentos, além de ferramentas de gestão energética e  smart charging , estão se tornando pilares estratégicos para empresas que buscam eficiência e segurança operacionais.  Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos “Estamos vivendo um dos ciclos mais promissores da eletromobilidade no Brasil. A expansão da infraestrutura de recarga não é apenas uma demanda tecnológica, mas um passo essencial para transformar a forma como pessoas e empresas se deslocam. Nosso papel é garantir que a experiência de recarga seja simples, confiável e integrada, conectando usuários e operadores em um único ecossistema digital”, afirma Thiago Moreno, CEO da Spott.    Segundo a empresa, entre os principais movimentos de mercado previstos para os próximos anos estão a criação de modelos de negócio baseados em energia distribuída e a digitalização de todo o ciclo de recarga, visando a redução de custos e ampliação da previsibilidade para as empresas.  Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos “A transição energética passa diretamente pela mobilidade elétrica, e estamos observando uma maturidade cada vez maior do mercado brasileiro. Mais do que instalar carregadores, as organizações querem inteligência, dados e otimização de consumo”, explica Rica Legname, sócio fundador da Spott.   Com uma rede crescente de parceiros, clientes e projetos em todo o país, a Spott destaca que o fortalecimento da infraestrutura depende também da colaboração entre o setor privado, montadoras,  utilities  e órgãos públicos. A empresa acredita que o Brasil reúne condições para atingir um novo patamar de competitividade mundial, especialmente se seguir avançando em padronização, incentivos e educação de mercado.  A expectativa é que, até 2030, o país multiplique a sua capacidade de recarga, impulsionado por novos investimentos em mobilidade elétrica, ampliação da oferta de veículos, iniciativas sustentáveis e soluções inteligentes que tornem a experiência do usuário cada vez mais eficiente.  Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos

  • Trocador de calor desafia gigantes do aquecimento residencial com 80% de redução na conta de luz

    O Resenhit, desenvolvido pela Brustec, se inspira na ciência utilizada nas piscinas para aquecimento da água residencial em aplicação inédita no Brasil e garante altos índices de desempenho e economia  Trocador de calor desafia gigantes do aquecimento residencial com 80% de redução na conta de luz O mercado de aquecimento de água residencial no Brasil está à beira de uma revolução silenciosa e altamente eficiente. A Brustec, conhecida pela inovação em soluções para piscinas, lança o Resenhit, aparelho que compete com aquecedores a gás e solar, trazendo a tecnologia a base da convencional bomba de calor, pela primeira vez utilizada neste sistema para aquecimento de água residencial. A nova tecnologia promete não apenas um desempenho superior, mas uma economia que desafia o vilão das contas de luz, o chuveiro elétrico, podendo reduzir até 80% do consumo de energia residencial. O produto da Brustec, que trabalha com um sistema de boiler (reservatório), posiciona-se como a escolha entre arquitetos, engenheiros e consumidores que buscam alta performance e baixo custo operacional. “A espinha dorsal do diferencial da Brustec é a sua eficiência energética, que garante um retorno sobre o investimento competitivo até mesmo com o gás, historicamente mais barato na instalação - mas que perde competitividade no consumo mensal", revela Michel Ângelo, responsável pelo marketing da Brustec.  O Resenhit opera de forma significativamente mais econômica do que o aquecimento por resistência. Enquanto um chuveiro de alta potência pode consumir 7.500W, o modelo maior da Brustec utiliza apenas 3.000W. A diferença se traduz em um impacto radical no orçamento mensal. "A economia pode atingir  80% na conta de energia", garante Ângelo. O desempenho superior da bomba de calor é explicado pelo seu Coeficiente de Desempenho (COP), que geralmente é de 3,0 ou superior, enquanto os aquecedores elétricos é no máximo 1,0.  O COP é o indicador-chave de eficiência energética. Quanto mais alto, mais eficiente é o equipamento. Além da eficiência no consumo, o  trocador de calor Resenhit elimina as desvantagens crônicas das suas principais tecnologias concorrentes: Vantagem sobre o gás:  a bomba de calor supera o gás com instalação simplificada e custo operacional menor. Além da economia, ainda assegura um conforto superior e sem os riscos inerentes a sistemas que confiam em diferentes tipos de gás dentro do lar. Vantagem sobre o solar:  o aquecimento solar exige um investimento inicial muito mais alto e perde eficiência em dias nublados ou à noite, forçando o acionamento de resistências elétricas de altíssimo consumo. A bomba de calor, por não depender do sol, garante água quente constante com eficiência máxima. Sobre a Brustec A Brustec é uma empresa brasileira fundada em 2007 na cidade de Brusque - SC que se estabeleceu como uma referência nacional no desenvolvimento e fornecimento de produtos e soluções inovadoras para piscinas, incluindo equipamentos de limpeza, aquecimento, manutenção de água e sistemas completos de iluminação com alta tecnologia. Seu rigoroso compromisso com a excelência é chancelado pela conquista da certificação ISO 9001:2015 de gestão de qualidade e pela sua atuação como associada ativa da ANAPP (Associação Nacional dos Fabricantes e Construtores de Piscinas e Produtos Afins), consolidando sua liderança e seriedade em todo o mercado nacional. A Brustec ainda exporta para países como Estados Unidos, Argentina, Portugal, México, Bolívia, Jamaica, Peru, Paraguai e Uruguai.  Trocador de calor desafia gigantes do aquecimento residencial com 80% de redução na conta de luz

  • Com investimento recorde, ISA ENERGIA BRASIL moderniza rede de transmissão em SP

    Companhia destinou R$ 438 milhões a projetos de reforços e melhorias no terceiro trimestre, volume 16% superior ao registrado no mesmo período de 2024; Obras contemplam a renovação de subestações e linhas de transmissão com foco em elevar a capacidade e a confiabilidade do sistema elétrico no Estado. Com investimento recorde, ISA ENERGIA BRASIL moderniza rede de transmissão em SP São Paulo, 18 de dezembro de 2025  – A ISA ENERGIA BRASIL, líder em transmissão de energia no País e responsável por cerca de 95% da energia transmitida no Estado de São Paulo, avança em seu compromisso com a modernização do sistema elétrico. No terceiro trimestre de 2025, a companhia destinou R$ 438 milhões a projetos de reforços e melhorias, volume 16% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, consolidando recorde trimestral de investimentos nesta frente. Os aportes foram dedicados à renovação dos ativos da Concessão Paulista, com a substituição de 711 equipamentos entre transformadores, disjuntores, chaves seccionadoras, sistemas de proteção e linhas de transmissão. Essa modernização é considerada essencial para a gestão eficiente do sistema, garantindo excelência na prestação de serviços, redução dos custos de operação e manutenção (O&M) e aumento da vida útil dos equipamentos. “Os projetos de reforços e melhorias são pilares que sustentam a evolução do sistema elétrico. Eles não apenas ampliam a capacidade e a confiabilidade do atendimento à demanda crescente de energia, como criam a base para integrar novas fontes de geração e acelerar a transição energética. Com um investimento recorde, executamos esses projetos de forma sustentável, garantindo que a infraestrutura acompanhe o ritmo das transformações do setor elétrico”, afirma Yeewan Joshi Otero, gerente executivo de Estruturação e Execução de Projetos de Reforços e Melhorias. No acumulado de janeiro a setembro, os investimentos atingiram R$ 1,1 bilhão, um crescimento de 17% em relação aos nove primeiros meses de 2024.  Plano de Renovação de Ativos Os investimentos em reforços e melhorias fazem parte do Plano de Renovação de Ativos, uma iniciativa contínua da companhia focada na modernização do sistema elétrico. O plano se apoia em metodologia consolidada de gestão de ativos, baseada em matriz de criticidade e condição dos equipamentos, que permite priorizar substituições, otimizar operações e ampliar a vida útil dos ativos. No terceiro trimestre, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) concedeu autorizações para novos projetos de reforços e melhorias, com investimento total aproximado de R$ 38 milhões. Com isso, a companhia possui cerca de R$ 5,7 bilhões de investimentos em projetos de reforços e melhorias já autorizados que serão executados até 2029 e que resultarão na modernização da rede, além de incrementar a Receita Anual Permitida (RAP) em um montante que varia entre 12% e 17% do investimento contratado, contribuindo para o crescimento sustentável do negócio. Os projetos voltados a reforços e melhorias são majoritariamente financiados por instrumentos do mercado de capitais, especialmente por meio da emissão de debêntures, podendo ainda contar com linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).   Sobre a ISA ENERGIA BRASIL A ISA ENERGIA BRASIL (B3: ISAE3; ISAE4) é líder em transmissão de energia no País, por meio da gestão de 34 concessões distribuídas em 18 Estados. Com mais de 1.600 colaboradores, a Companhia é responsável por cerca de 30% da energia elétrica transmitida no País e aproximadamente 95% no Estado de São Paulo, além de ser pioneira no desenvolvimento de tecnologias, como as primeiras subestações digital e 4.0, o primeiro sistema de armazenamento de energia em baterias em larga escala e o primeiro sistema com tecnologia FACTS do tipo SSSC no sistema de transmissão brasileiro. Seu sistema elétrico é composto por mais de 31 mil km de circuitos, incluindo ativos próprios e controlados em conjunto, e 136 subestações próprias com tensão de até 550 kV. Tem como acionista controlador a empresa colombiana ISA, que detém 35,82% do capital total. “Energia, Vida e Transição” são três palavras que definem a essência de sua estratégia que busca impulsionar a transformação para um futuro sustentável, com o compromisso de priorizar a vida em todas as suas formas e garantir uma transição energética resiliente, segura, limpa e justa. Com investimento recorde, ISA ENERGIA BRASIL moderniza rede de transmissão em SP

  • Transição energética na Amazônia: Aggreko integra térmica, solar e BESS e projeta crescimento regional em 2026

    Iniciativas fortalecem o uso de renováveis e ampliam o acesso à energia limpa em comunidades remotas no Norte do Brasil Transição energética na Amazônia: Aggreko integra térmica, solar e BESS e projeta crescimento regional em 2026 2025 marca um ano decisivo para a transição energética da Amazônia. Com projetos híbridos inéditos, novas tecnologias e expansão para dezenas de comunidades isoladas, a Aggreko consolidou avanços que unem redução estrutural de custos, segurança energética e ampliação do uso de renováveis em regiões remotas do Norte do Brasil.   Em agosto, a empresa foi selecionada pela chamada de projetos do Programa de Redução Estrutural de Custos de Geração de Energia na Amazônia Legal e de Navegabilidade dos Rios Madeira e Tocantins (Pró-Amazônia Legal – CGPAL) para os sistemas isolados. Nesta fase, foram contemplados os lotes 1, 2, 3, 4 e 5, que abrangem 24 comunidades do estado do Amazonas, com a previsão de instalação de 109 MWp em geração solar fotovoltaica e 119 MWh em sistemas de armazenamento de energia com baterias (BESS).  O escopo dos projetos da Aggreko selecionados contempla a hibridização de usinas térmicas com sistemas solares fotovoltaicos e baterias de armazenamento em municípios estratégicos. O projeto beneficiará mais de 200 mil pessoas em 24 localidades, entre elas, Benjamin Constant, Tefé e Tabatinga, no estado do Amazonas, promovendo maior segurança energética, sustentabilidade e redução permanente dos custos de geração. Também em junho, a Aggreko deu um passo simbólico na transição energética da região ao inaugurar a primeira usina híbrida do interior do Amazonas, localizada na comunidade de Caiambé, às margens do Rio Solimões, distrito de Tefé. O projeto-piloto já opera plenamente, fornecendo energia confiável e sustentável a centenas de famílias. “O projeto de Caiambé foi um laboratório para testar todas as premissas em tecnologias, implantação e gestão que serão usados pela Aggreko na hibridização da geração térmica com geração renovável e sistemas de armazenamento com baterias. Apesar da nossa experiência global em hibridização, a Amazônia apresenta desafios únicos como logísticos, climáticos e culturais. Desenvolver soluções alinhadas à realidade local e superar essas barreiras é o que faz deste projeto um marco importante”, destaca Cristiano Lopes Saito, diretor de Vendas Utilities da Aggreko no Brasil. Desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e cofinanciado por recursos do programa de P&D da Aneel, o modelo implementado em Caiambé representa um marco para a descarbonização de sistemas isolados. A solução conta com um sistema de controle automatizado e integrado, capaz de gerenciar múltiplas fontes de energia, térmica, solar e baterias, mesmo sob condições climáticas adversas, como os frequentes dias nublados da região. A usina combina 1,4 MW térmico, 373 kWp de potência solar instalada e um sistema de baterias BESS de 1 MW / 500 kWh, que garante estabilidade, eficiência e redução significativa das emissões de gases poluentes. A experiência prática obtida nesse projeto agora orienta a expansão da hibridização para outras usinas que atendem 24 sistemas isolados no Amazonas e pode ser adaptada para iniciativas internacionais e para setores como irrigação, mineração e operações críticas em áreas com acesso limitado ou instável à energia. Os ganhos ambientais esperados com a hibridização incluem a redução de cerca de 37 milhões de litros de diesel por ano e evitar a emissão de cerca de 104 mil toneladas de CO₂ anualmente. “Esse avanço será essencial para impulsionar novos modelos de geração na Amazônia que estão vindo a partir de 2026, abrindo caminho para uma matriz cada vez mais limpa, eficiente e conectada às necessidades da região”, ressalta o diretor. Com um pipeline robusto de oportunidades e focada em compreender as necessidades e desafios de seus clientes, como redução de custos, cumprimento de prazos ou diminuição de emissões, a Aggreko consolida ín i dices de crescimento de 2  dígitos na América Latina nos últimos anos.  Sobre a Aggreko Aggreko é um líder global em soluções de energia, fornecendo soluções modulares de energia e controle de temperatura que podem ser implantadas rapidamente, por quanto tempo forem necessárias. Somos especialistas setoriais altamente qualificados, que combinam nosso conhecimento técnico proprietário em aplicações e capacidade de engenharia para fornecer soluções de energia eficientes, confiáveis e sustentáveis.    Com experiência em trabalhar nos ambientes mais exigentes, estamos disponíveis para os clientes quando eles mais precisam, desde serviços críticos de emergência até soluções de energia de longo prazo. Estamos continuamente investindo em produtos, combustíveis e serviços mais sustentáveis para tornar soluções mais limpas acessíveis aos clientes, ajudando-os em qualquer etapa de sua jornada de transição energética. Fundada em 1962, temos sede no Reino Unido e empregamos mais de 6.800 pessoas em todo o mundo.   Para mais informações, visite nosso site em  Home | Aggreko . Transição energética na Amazônia: Aggreko integra térmica, solar e BESS e projeta crescimento regional em 2026

  • Enertrack enters 2026 with contracts underway to supply solar structures in Chile, Colombia and Brazil

    Advanced negotiations in Chile, Colombia, Brazil and Mexico position the company as a strategic supplier for large-scale solar plants in 2026;Proprietary algorithms and adaptable engineering drive contracts under negotiation across multiple countries in the region. Enertrack enters 2026 with contracts underway to supply solar structures in Chile, Colombia and Brazil Brazil, December 18, 2025  — Enertrack Tech, a global manufacturer of solar trackers and high-engineering photovoltaic structures, is advancing its expansion strategy in Latin America and projects 2026 as a year of strong technological maturation and increased competitiveness in the regional solar sector. Enertrack enters 2026 with contracts underway to supply solar structures in Chile, Colombia and Brazil With annual production capacity of up to 16 GW, more than 90 patents and 10 GW of cumulative deliveries, the company is strengthening its presence through Enertrack LatAm, a division created to serve the specific needs of large-scale power plants and distributed generation projects across Brazil, the Southern Cone, the Andean region and the Caribbean. Looking ahead to 2026, Enertrack sees a favorable environment for the expansion of utility-scale and hybrid systems (solar + storage) throughout Latin America. Key drivers include: Regulatory advances in Brazil, Chile and Colombia, reducing uncertainty and improving investment predictability; Growing demand for high-performance systems, driven by the need to optimize LCOE; Increasing integration with energy storage systems, requiring direct compatibility between trackers, inverters and hybrid project designs; Continued growth of distributed generation, especially in Brazil and Mexico, where rooftop and industrial installations remain highly competitive. According to Diego Silva, Director of Enertrack LatAm, Brazil’s updated regulatory framework is strengthening investor confidence. “Recent measures 1,300 and 1,304 have cleared up uncertainties and reinforced the viability of both distributed generation and centralized projects. Our assessment is that 2026 will be a year of consistent recovery.” Enertrack enters 2026 with contracts underway to supply solar structures in Chile, Colombia and Brazil Commercial pipeline and projects under negotiation With a physical presence in the region since early 2025, in São Paulo (Brazil) and Santiago (Chile), Enertrack is already engaged in advanced negotiations in Chile and Colombia, while proposals are under evaluation in Brazil, Mexico, Peru and the Caribbean. The projects range from power plants exceeding 100 MWp to mid-scale systems serving industry, agribusiness and commercial complexes. The current pipeline includes: Supply of 1P and 2P trackers with operation adapted to extreme wind conditions; Fixed structures for large-area plants on sites with low geotechnical quality; Flexible solutions for commercial rooftops with ultra-long spans; Integration with energy storage systems in regulated markets undergoing grid modernization. The company’s strategy includes expanding local technical teams, focusing on engineering support, structural analysis, specialized pre-sales and advanced after-sales service, increasing reliability for EPCs and project developers. Technical differentiators: efficiency, control and geographic adaptability Enertrack highlights its intelligent tracking system as a key differentiator, incorporating proprietary algorithms for trajectory calculation, shading mitigation and dynamic response to critical loads. Key benefits include: Proven energy yield gains through tracking optimized by “super-algorithms”; Stable operation under extreme conditions, including steep terrain, deserts and mountainous regions; Robust mechanical architecture, reducing maintenance needs and extending drivetrain service life; Broad compatibility with modern inverters, enabling direct integration with both centralized and string systems. Enertrack enters 2026 with contracts underway to supply solar structures in Chile, Colombia and Brazil “We have developed trackers capable of maximizing real-world field performance while reducing operating costs over the project lifecycle. This is one of our competitive pillars for 2026,” Silva adds. Fixed structures and advanced support systems Enertrack’s fixed-structure portfolio delivers solutions for projects requiring high structural efficiency, long service life and CAPEX reduction. Key technical features include: Ultra-long spans exceeding 60 meters, reducing the number of foundations; Resistance to wind force level 15, enabling installation in harsh environments; Up to 50% savings in steel and foundations, delivering significant LCOE advantages; Zero deflection during module installation, ensuring uniformity, safety and optimized energy performance. The structures are designed as lightweight, fast-assembly modules, meeting the needs of EPCs seeking shorter schedules and lower logistics costs. Regional strategy and outlook for 2026 Enertrack views Latin America as one of the world’s most strategic solar markets for 2026, driven by rising demand for high-efficiency solutions and the growth of hybrid projects. While subject to political cycles, the region’s regulatory diversity provides commercial resilience and flexibility. “Our focus is on engineering and delivery. We believe that even amid political fluctuations, there is always a market accelerating somewhere in the region. Our goal for 2026 is to establish Enertrack as a technical and commercial benchmark in advanced trackers and structures across Latin America,” the director concludes. About Enertrack Tech Enertrack Tech is a global manufacturer of solar trackers, fixed structures and photovoltaic mounting systems, headquartered in Hefei, China, with operations on all continents. With more than 20 years of experience, the company holds 90 patents, has delivered 10 GW worldwide and operates with an annual production capacity of 16 GW. Enertrack LatAm coordinates commercial operations, engineering and technical support across Latin America and the Caribbean. Enertrack enters 2026 with contracts underway to supply solar structures in Chile, Colombia and Brazil

  • Enertrack entra en 2026 con contratos encaminados para el suministro de estructuras solares en Chile, Colombia y Brasil

    Negociaciones avanzadas en Chile, Colombia, Brasil y México consolidan a la empresa como proveedor estratégico para plantas solares de gran escala en 2026;Algoritmos propietarios e ingeniería adaptable impulsan contratos en negociación en diversos países de la región. Enertrack entra en 2026 con contratos encaminados para el suministro de estructuras solares en Chile, Colombia y Brasil Brasil, 18 de diciembre de 2025  — Enertrack Tech, fabricante global de trackers solares y estructuras fotovoltaicas de alta ingeniería, avanza en su estrategia de expansión en América Latina y proyecta para 2026 un ciclo de fuerte maduración tecnológica y aumento de competitividad en el sector solar regional. Enertrack entra en 2026 con contratos encaminados para el suministro de estructuras solares en Chile, Colombia y Brasil Con una capacidad productiva anual de hasta 16 GW, más de 90 patentes y 10 GW de suministros acumulados, la empresa refuerza su actuación a través de la división Enertrack LatAm, creada para atender demandas específicas de plantas de gran escala y proyectos de generación distribuida en Brasil, el Cono Sur, la región Andina y el Caribe. Para 2026, Enertrack identifica un entorno favorable para la expansión de sistemas utility-scale  e híbridos (solar + almacenamiento) en toda América Latina. Entre los factores determinantes se destacan: Enertrack entra en 2026 con contratos encaminados para el suministro de estructuras solares en Chile, Colombia y Brasil Evolución regulatoria en Brasil, Chile y Colombia, reduciendo incertidumbres y aumentando la previsibilidad de los flujos de inversión; Crecimiento de la demanda por sistemas de alto rendimiento, impulsado por la necesidad de optimizar el LCOE; Integración creciente con sistemas de almacenamiento, que exige compatibilidad directa entre tracker, inversor y proyectos híbridos; Expansión continua de la generación distribuida, especialmente en Brasil y México, donde la competitividad de las instalaciones en techos e industrias sigue siendo elevada. Según Diego Silva, director de Enertrack LatAm, el escenario regulatorio actualizado en Brasil fortalece la confianza de los inversores. “Las recientes medidas 1.300 y 1.304 disiparon incertidumbres y refuerzan la viabilidad de la generación distribuida y de los proyectos centralizados. Nuestra evaluación es que 2026 será un año de recuperación consistente”. Pipeline comercial y proyectos en negociación Con presencia física en el continente desde comienzos de 2025, en São Paulo (Brasil) y Santiago (Chile), Enertrack ya conduce negociaciones avanzadas en Chile y Colombia, además de propuestas en evaluación en Brasil, México, Perú y el Caribe. Los proyectos abarcan desde plantas superiores a 100 MWp hasta sistemas de mediana escala destinados a industrias, agronegocio y complejos comerciales. El pipeline  actual incluye: Suministro de trackers 1P y 2P con operación adaptada a vientos extremos; Estructuras fijas para plantas de gran extensión en terrenos con baja calidad geotécnica; Soluciones flexibles para techos comerciales con vanos ultralargos; Integración con sistemas de almacenamiento en mercados regulados que inician la modernización de sus matrices energéticas. La estrategia de la empresa contempla la ampliación de equipos técnicos locales, con foco en soporte de ingeniería, análisis estructurales, preventa especializada y servicio posventa avanzado, aumentando la confiabilidad para EPCs y desarrolladores. Diferenciales técnicos: eficiencia, control y adaptación geográfica Enertrack destaca como principal diferencial su sistema de tracking  inteligente, que incorpora algoritmos propietarios para el cálculo de trayectoria, mitigación de sombras y respuesta dinámica a cargas críticas. Entre los beneficios se incluyen: Aumento comprobado de la generación gracias al rastreo optimizado mediante “superalgoritmos”; Operación estable en condiciones extremas, incluyendo áreas de alta inclinación, desiertos y regiones montañosas; Arquitectura mecánica robusta, con menor necesidad de mantenimiento y mayor vida útil del conjunto motriz; Amplia compatibilidad con inversores modernos, permitiendo integración directa con sistemas centralizados y string . “Hemos desarrollado trackers capaces de maximizar el rendimiento real en campo, con menor costo operativo a lo largo del ciclo de vida del proyecto. Este es uno de los pilares competitivos para 2026”, refuerza Diego Silva. Estructuras fijas y sistemas de soporte avanzados La línea de estructuras fijas de Enertrack presenta soluciones para proyectos que exigen alta eficiencia estructural, larga vida útil y reducción de CAPEX. Entre los principales atributos técnicos se destacan: Vanos ultralargos superiores a 60 metros, reduciendo el número de fundaciones; Resistencia a vientos de fuerza 15, permitiendo la instalación en entornos agresivos; Ahorro de hasta un 50% en acero y fundaciones, generando ventajas significativas en el LCOE; Cero deflexión en la instalación de los módulos, garantizando uniformidad, seguridad y mejor aprovechamiento energético. Las estructuras se desarrollan en módulos ligeros y de rápida instalación, atendiendo las necesidades de EPCs que buscan optimización de cronogramas y reducción de costos logísticos. Estrategia regional y perspectivas para 2026 Enertrack considera a América Latina como uno de los mercados solares más estratégicos del mundo para 2026, impulsado por el aumento de la demanda de soluciones de alta eficiencia y el crecimiento de proyectos híbridos. Aunque sujeta a ciclos políticos, la diversidad regulatoria de la región crea redundancia y flexibilidad comercial. “Trabajamos con foco en la ingeniería y la entrega. Creemos que, incluso con oscilaciones políticas, siempre existe un mercado en aceleración en el continente. Nuestra meta para 2026 es consolidar a Enertrack como referencia técnica y comercial en trackers y estructuras avanzadas en América Latina”, concluye el director. Enertrack entra en 2026 con contratos encaminados para el suministro de estructuras solares en Chile, Colombia y Brasil Sobre Enertrack Tech Enertrack Tech es un fabricante global de trackers solares, estructuras fijas y sistemas de soporte fotovoltaico, con sede en Hefei, China, y presencia en todos los continentes. Con más de 20 años de experiencia, acumula 90 patentes, 10 GW entregados y una capacidad productiva de 16 GW por año. Enertrack LatAm coordina las operaciones comerciales, de ingeniería y el soporte técnico en América Latina y el Caribe. Enertrack entra en 2026 con contratos encaminados para el suministro de estructuras solares en Chile, Colombia y Brasil

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