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  • Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia antecipa COP30 e transforma São Paulo na capital da transição energética 

    Evento reúne mais de mil líderes no Teatro Santander e lança debates sobre justiça climática, regulação eficiente e infraestrutura verde Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia antecipa COP30 e transforma São Paulo na capital da transição energética No dia 25 de agosto, São Paulo será o epicentro da discussão global sobre energia limpa e equidade de gênero. O Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia chega à sua 4ª edição com o tema “Energia Limpa, Inteligência Coletiva”, posicionando-se como um dos principais fóruns da América Latina no setor energético. A abertura será conduzida por Lúcia Abadia, idealizadora do congresso, ao lado de Laly Mansur, mantenedora da UniFAJ e UniMAX. Logo no início, o painel “COP30 e o Brasil Real: Transição Justa, Infraestrutura Verde e Regulação Eficiente” trará ao palco especialistas como Alessandra Torres (ABRAPCH) e Elisa Bastos (ONS), antecipando os debates que serão aprofundados em novembro, durante a COP30, em Belém (PA). Mais de mil profissionais do setor são esperados no Teatro Santander, em São Paulo, para acompanhar discussões sobre inteligência artificial, mobilidade elétrica e armazenamento de energia em baterias – pilares que devem moldar a matriz elétrica até 2050. O encontro também marcará a elaboração da Carta das Mulheres da Energia, documento coletivo que será entregue à presidência da COP30. Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia antecipa COP30 e transforma São Paulo na capital da transição energética O congresso conta com o apoio de patrocinadores estratégicos como ENGIE, Unifaj/Unimax, ABGD, Interrisk, EMAE, Lindenberg Construtora, Thopen e Instituto Eldorado, reforçando a integração entre setor privado, academia e sociedade civil no avanço de uma agenda sustentável e inclusiva. “Nosso objetivo é mostrar que a transição energética só será justa se incorporar a diversidade de vozes e a inteligência coletiva”, destaca Lúcia Abadia. ServiçoEvento: 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da EnergiaData : 25 de agosto de 2025 Local : Teatro Santander – Complexo JK Iguatemi – São Paulo/SP Programação e inscrições : www.mulheresdaenergia.com .br Vagas limitadas. Restam poucos convites Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia antecipa COP30 e transforma São Paulo na capital da transição energética

  • Baterias ganham destaque no 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia como solução-chave para o setor elétrico

    Soluções de armazenamento surgem como resposta aos cortes de geração solar, que já impactam centenas de usinas no país. Baterias ganham destaque no 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia como solução-chave para o setor elétrico Com o avanço da transição energética e a crescente participação das fontes renováveis, o armazenamento de energia ganha protagonismo como uma das soluções mais estratégicas para o futuro do setor elétrico. O debate se intensifica após a publicação da Nota Técnica Conjunta nº 13/2025, da ANEEL, que estabelece as primeiras diretrizes regulatórias para os Sistemas de Armazenamento de Energia (SAEs). É nesse contexto que o 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia, o maior fórum da América Latina com palco exclusivamente feminino, traz o tema como um de seus eixos centrais. O evento acontece em 25 de agosto, em São Paulo. Baterias ganham destaque no 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia como solução-chave para o setor elétrico “Estamos vivendo uma virada de chave no setor elétrico. As baterias serão essenciais para uma matriz mais limpa, flexível e resiliente. E esse diálogo precisa acontecer com diversidade de vozes”, afirma Lúcia Abadia, idealizadora do congresso. As baterias despontam como solução estratégica para enfrentar um dos principais gargalos do setor elétrico brasileiro: o curtailment. Ao permitir o armazenamento da energia excedente em momentos de baixa demanda e sua posterior injeção no sistema, elas reduzem perdas e ampliam a flexibilidade operacional. O problema não é pequeno. Em junho de 2025, cerca de 28% da produção solar centralizada foi cortada, de acordo com o Bradesco BBI. Já a consultoria Volt Robotics calcula que, em 2024, o impacto financeiro das restrições alcançou R$ 1,6 bilhão, com mais de 14,6 TWh de geração suprimida em 1.445 usinas.  Especialistas avaliam que a expansão do armazenamento pode transformar esse cenário, dando novo fôlego à previsibilidade e à eficiência da matriz elétrica nacional. Além disso, elas possibilitam a prestação de serviços ancilares, como controle de frequência e tensão, essenciais para a estabilidade do sistema interligado. Esses desafios e soluções estarão no centro do painel “Brasil em Movimento: Mobilidade Elétrica e o Futuro da Energia Armazenada”, que integra a programação do Congresso. O debate abordará como as baterias não apenas resolvem gargalos do sistema elétrico, mas também são essenciais para a viabilidade da mobilidade elétrica, ao permitir carregamento inteligente, uso mais eficiente da rede e maior autonomia para veículos elétricos. “Mais do que debater tecnologias, o Congresso propõe uma visão de futuro: como mulheres líderes e especialistas podem transformar desafios complexos em soluções sustentáveis e inclusivas para o setor energético brasileiro”, conclui Lúcia Abadia. ServiçoEvento: 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da EnergiaData : 25 de agosto de 2025 Local : Teatro Santander – Complexo JK Iguatemi – São Paulo/SP Programação e inscrições : www.mulheresdaenergia.com .br Vagas limitadas. Restam poucos convites Baterias ganham destaque no 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia como solução-chave para o setor elétrico

  • Em cena na Intersolar South America 2025: Usinas Verticais HJT da Huasun impulsionam o futuro solar

    Em cena na Intersolar South America 2025: Usinas Verticais HJT da Huasun impulsionam o futuro solar São Paulo, 2025  – No epicentro da inovação solar, a Intersolar South America 2025 prepara-se para receber um destaque inspirador: a palestra “Usinas Verticais: a inovação da Huasun que está transformando o futuro da energia solar” , apresentada por Vinicius Luiz, Country Manager da Huasun no Brasil. O evento ocorre no dia 27 de agosto, às 14h, no palco Innovation & Application, Pavilhão Azul (B3.11). É um convite imperdível para quem deseja acompanhar de perto os avanços que podem transformar nossa forma de produzir energia. Em cena na Intersolar South America 2025: Usinas Verticais HJT da Huasun impulsionam o futuro solar Por que as usinas verticais mudam o cenário solar? A Huasun, líder global em tecnologia HJT (heterojunction), apresenta uma abordagem inovadora com seu módulo Kunlun G12R , otimizado para instalações verticais. Com bifacialidade de quase 100% , ele capta luz solar de ambos os lados do módulo, ampliando significativamente a produção de energia ao longo do dia e em espaços reduzidos.   Além disso, esses sistemas verticais auxiliam na: Otimização da terra : ideal para integração com agricultura (agri-PV), infraestrutura de transporte e fachadas de edificações, sem comprometer o uso do solo ou paisagem. Curva de geração dual-peak : maior geração nas manhãs e finais de tarde, quando a energia costuma ter maior valor, elevando a rentabilidade. Desempenho superior a sistemas tradicionais : estudos pilotos mostram que instalações verticais geram mais energia e melhor retorno econômico (IRR), além de menor custo nivelado de eletricidade (LCOE). Alta durabilidade e resiliência térmica : módulos com excelente coeficiente de temperatura (-0,24%/°C) e encapsulamento avançado que resiste à poeira, calor e degradação UV. Em cena na Intersolar South America 2025: Usinas Verticais HJT da Huasun impulsionam o futuro solar Inovação HJT: performance e sustentabilidade A tecnologia HJT da Huasun combina: Alta potência e eficiência : módulos como o Himalaya G12-132 alcançam até 760 W  de potência comercial e 24,75% de eficiência  — desempenho superior em climas quentes, gerando mais de 3% a mais do que módulos TOPCon equivalentes. Confiabilidade comprovada : baixa degradação, alta produtividade ao longo dos anos, e adaptação a condições extremas. Aplicação versátil e industrialmente madura : ampla adoção em projetos na Europa, Ásia e América Latina, como usinas semi-flutuantes na Tailândia e modelos “PV + transporte” na Alemanha. Em cena na Intersolar South America 2025: Usinas Verticais HJT da Huasun impulsionam o futuro solar Convite especial A palestra de Vinicius Luiz  é uma oportunidade única para quem busca compreender como tecnologias como a Huasun Kunlun vertical HJT  podem reconfigurar a produção solar, combinando eficiência energética e sustentabilidade espacial. Detalhes do evento: Tema:   Usinas Verticais: a inovação da Huasun que está transformando o futuro da energia solar Palestrante:  Vinicius Luiz (Country Manager – Huasun Brasil) Data:  Quarta-feira, 27 de agosto de 2025Horário:   14h (horário de Brasília) Local:   Innovation & Application Stage , Pavilhão Azul (B3.11), Intersolar South America 2025 Fique atento, vista-se de curiosidade, e venha conhecer os horizontes verticais da energia solar. O futuro começa agora! Em cena na Intersolar South America 2025: Usinas Verticais HJT da Huasun impulsionam o futuro solar

  • Fronius encerra venda de inversores no Brasil e foca em soldagem e carregamento

    A Fronius, fabricante austríaca reconhecida no setor de energia solar, anunciou que deixará de comercializar inversores no mercado brasileiro a partir de dezembro de 2025. A decisão faz parte de uma reestruturação estratégica da empresa, que passará a concentrar suas operações exclusivamente nos segmentos de Welding  (soldagem) e Charging  (carregamento de baterias e veículos elétricos). Fronius encerra venda de inversores no Brasil e foca em soldagem e carregamento Apesar do encerramento das vendas, a Fronius garante que o suporte técnico para os sistemas de inversores permanecerá integralmente disponível  aos clientes, assegurando manutenção e assistência em equipamentos já instalados. O EnergyChannel acredita que a saída da Fronius representa a perda de uma grande marca no Brasil , reconhecida por oferecer inversores robustos, confiáveis e duradouros , que conquistaram espaço tanto no mercado residencial quanto comercial ao longo dos anos. Em nota oficial, a empresa destacou que a mudança busca otimizar recursos e ampliar sua presença em mercados com maior potencial de crescimento , como soluções industriais de soldagem e carregamento elétrico. A estratégia também reflete uma tendência global do grupo, que vem reforçando investimentos em tecnologias que combinam inovação, eficiência e sustentabilidade. Para o setor solar brasileiro, a saída da Fronius representa uma reorganização do mercado de inversores , abrindo espaço para outros fabricantes expandirem sua atuação. Especialistas apontam que a demanda por sistemas fotovoltaicos segue em alta, impulsionada por crescimento residencial e comercial , bem como pelo interesse em soluções de autoconsumo energético. Fronius encerra venda de inversores no Brasil e foca em soldagem e carregamento O EnergyChannel seguirá acompanhando de perto os desdobramentos dessa movimentação e trará atualizações sobre como a saída da Fronius impactará integradores, distribuidores e o mercado de energia solar no país. Fronius encerra venda de inversores no Brasil e foca em soldagem e carregamento

  • CATL apresentará TENER Stack, primeiro sistema de armazenamento de energia do mundo com 9 MWh, durante o The smarter E South America 2025

    Inovação histórica combina alta capacidade com transporte flexível, redefinindo o armazenamento de energia em larga escala. CATL apresentará TENER Stack, primeiro sistema de armazenamento de energia do mundo com 9 MWh, durante o The smarter E South America 2025 Na próxima semana, durante a feira The smarter E South America 2025 , em São Paulo, a CATL líder global em baterias de íon-lítio e sistemas de armazenamento de energia apresentará oficialmente ao mercado brasileiro o TENER Stack , primeiro sistema de armazenamento de energia do mundo a alcançar capacidade de 9 MWh , pronto para produção em massa. A novidade, já apresentada na ees Europe 2025 , é considerada um marco para o setor, pois alia alta densidade energética, maior segurança, flexibilidade logística e custos otimizados . O sistema foi projetado para atender à crescente demanda global por energia em setores estratégicos, desde data centers com operações de inteligência artificial  até grandes indústrias em processo de eletrificação . Capacidade inédita e integração inteligente O TENER Stack  utiliza células de alta densidade energética da CATL, com tecnologia de degradação zero em cinco anos. O resultado é uma melhoria de 45% na utilização do volume  e um aumento de 50% na densidade energética  em comparação a sistemas convencionais de contêineres de 20 pés. CATL apresentará TENER Stack, primeiro sistema de armazenamento de energia do mundo com 9 MWh, durante o The smarter E South America 2025 Com capacidade interna de 9 MWh , o sistema pode carregar 150 carros elétricos  ou abastecer uma residência média na Alemanha por seis anos consecutivos . Além disso, sua arquitetura suporta tanto PCS centralizados quanto em série, oferecendo maior compatibilidade com equipamentos de corrente alternada (CA) e diferentes aplicações de rede. Economia de espaço e custos Uma das grandes vantagens do TENER Stack está na otimização de espaço e custos. Para implantar 800 MWh de armazenamento , por exemplo, o sistema exige quase um terço a menos de contêineres  em comparação aos modelos tradicionais de 6 MWh. Essa eficiência reduz a necessidade de equipamentos PCS adicionais, evita custos ocultos de superdimensionamento e aumenta em 40% a eficiência no uso do solo . Para os desenvolvedores, isso significa uma redução de até 20% no custo total de construção  das estações. Transporte flexível e seguro Outro desafio resolvido pelo TENER Stack é o transporte. Muitos sistemas de grande porte ultrapassam o limite legal de 36 toneladas em diversos países, exigindo logística especial. Para contornar isso, a CATL desenvolveu um design "dois em um" , com unidades de meia altura que permanecem dentro dos limites de peso aceitos em 99% dos mercados globais . Esse formato bipartido permite o uso de equipamentos de transporte padrão , reduzindo custos logísticos em até 35% . Com centro de gravidade mais baixo, o sistema também se adapta melhor a rotas com restrições, como pontes ou áreas rurais. Padrões de segurança reforçados Segurança foi outro foco central no desenvolvimento. O TENER Stack utiliza baterias de LFP (Lítio-Ferro-Fosfato) , conhecidas por sua estabilidade térmica. Entre os avanços estão: Sensores de gás 40% mais sensíveis , com resposta 35% mais rápida; Isolamento de camada tripla , capaz de resistir a incêndios por até duas horas; Certificação contra eventos extremos, como terremotos de magnitude 9  e furacões de categoria 5 . O sistema ainda conta com um novo TMS (Sistema de Gerenciamento Térmico) suspenso , que reduz a radiação térmica, mantém baixo nível de ruído (65 dB(A)) e facilita manutenção em áreas urbanas. Evolução da linha TENER A chegada do TENER Stack reforça a estratégia da CATL em expandir soluções de armazenamento em larga escala. Até novembro de 2024, os sistemas ESS da companhia já haviam sido implantados em mais de 1.700 projetos globais , cobrindo diferentes climas e condições operacionais. Em 2023, a empresa lançou o TENER (20 pés/TEU)  e o TENER FLEX , voltado para implantação modular em racks. O TENER Stack consolida os avanços dessas versões, elevando a capacidade e a eficiência para novos patamares. Vozes da liderança da CATL “A CATL sempre esteve na vanguarda da transição energética”, destacou Amanda Xu , CTO da ESS e Presidente da ESS Europe da CATL. “Com o TENER Stack, superamos limitações de capacidade e transporte, oferecendo avanços inéditos em espaço, eficiência e custo.” “O TENER Stack não é apenas uma bateria, mas uma solução global para acessibilidade energética”, afirmou Hank Zhao , CTO da ESS Europe. “Cada novo avanço em densidade energética representa mais valor entregue em menos espaço — e estamos apenas começando.” Serviço | Apresentação no The smarter E South America 2025 📍 Local:  Expo Center Norte – São Paulo (SP) 📅 Data:  26 de agosto de 2025 (terça-feira) 🕓 Horário:  16h – 16h45 📌 Estande:  B3.70 – CATL CATL apresentará TENER Stack, primeiro sistema de armazenamento de energia do mundo com 9 MWh, durante o The smarter E South America 2025

  • Valmont Solar: Engenharia de Trackers Otimiza Usinas Solares em Terrenos Irregulares

    Por EnergyChannel – 19 de agosto de 2025 No universo da geração solar, cada detalhe conta para garantir máxima eficiência e retorno sobre o investimento. Entre módulos e inversores, um componente se destaca como o verdadeiro “coração” da usina: o tracker. E, segundo a Valmont Solar , a escolha correta desse equipamento pode representar a diferença entre um projeto viável e custos desnecessários. Valmont Solar: Engenharia de Trackers Otimiza Usinas Solares em Terrenos Irregulares Durante o Greener Summit 2025, conversamos com * Carolina Carvalho , *Application Engineering Manager da Valmont Solar, que destacou a importância da análise técnica personalizada antes da instalação de trackers especialmente em terrenos irregulares. Trackers não são todos iguais De acordo com Carolina, é comum que integradores e investidores considerem que todos os trackers entregam o mesmo resultado, mas isso está longe da realidade. “O tracker envolve módulo, string e terreno. É a parte mais crítica na concepção da usina. Um projeto mal dimensionado pode gerar custos extras, principalmente com movimentação de terra” , explica. Enquanto módulos e inversores seguem padrões industriais relativamente uniformes, o tracker precisa ser adaptado ao relevo. A topografia influencia diretamente no custo de instalação, já que ondulações ou desníveis podem demandar cortes e aterros que elevam o orçamento. Valmont Solar: Engenharia de Trackers Otimiza Usinas Solares em Terrenos Irregulares Menos terraplanagem, mais rentabilidade Para a Valmont, a prioridade é oferecer soluções que minimizem custos indiretos. Estruturas menores, por exemplo, permitem maior flexibilidade de instalação e adaptação a variações do terreno, reduzindo a necessidade de terraplanagem — custo que Carolina define como “dinheiro enterrado”. “Se conseguimos ajustar o tracker para se adequar ao relevo, podemos economizar até 100% do valor previsto para movimentação de terra. Isso significa mais investimento na usina e maior retorno de geração ao longo do tempo”, afirma. Tecnologia e monitoramento próprios Além da engenharia customizada, a Valmont Solar desenvolve internamente tecnologias de monitoramento que elevam a disponibilidade da usina, garantindo operação mais estável e eficiente. “Nosso sistema permite identificar e corrigir problemas rapidamente, mantendo a produção em níveis ideais” , ressalta Carolina. Consultoria técnica antes da venda O processo da Valmont vai além da simples comercialização do tracker. A equipe de engenharia realiza uma avaliação detalhada que considera módulo, inversor, string e relevo. Com esses dados, é possível indicar a estrutura mais adequada para cada projeto, sempre com foco na redução de custos e aumento da performance. “Já tivemos inúmeros casos de clientes que chegaram com uma decisão tomada e, após nossa análise, mudaram o projeto para obter economia significativa. Isso faz parte do nosso dia a dia” , conclui Carolina. Valmont Solar : Engenharia de Trackers Otimiza Usinas Solares em Terrenos Irregulares

  • O PREÇO DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA: DÍVIDAS, CURTAILMENT E O FUTURO DAS RENOVÁVEIS

    O setor energético brasileiro está passando por um momento desafiador e cheio de decisões estratégicas difíceis. Entre vendas de ativos multimilionários, cortes inesperados na geração e dificuldades financeiras enfrentadas por empresas de comercialização, fica claro que cada movimento tem um efeito em toda a cadeia de energia do país. Neste artigo, busco trazer uma visão detalhada desses acontecimentos, mostrando os números, os impactos das regras do setor e fenômenos como o curtailment, que têm moldado a realidade das empresas e do mercado como um todo. O PREÇO DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA: DÍVIDAS, CURTAILMENT E O FUTURO DAS RENOVÁVEIS A VENDA DA COMÉRC PELA VIBRA A Vibra (VBBR3), conhecida por operar postos de gasolina, surpreendeu o mercado ao colocar a geradora de energia Comerc à venda apenas alguns meses após a aquisição. Para conduzir a transação, a companhia contratou o Goldman Sachs. O valor pago pela Comerc foi de aproximadamente R$ 7 bilhões, sendo que em janeiro a Vibra adquiriu 50% da geradora por R$ 3,7 bilhões, alcançando uma participação de 98,7%. No entanto, o preço tem sido um obstáculo, com potenciais compradores oferecendo valuations menores. Essa possível venda é considerada estratégica, pois permite à Vibra desalavancar-se, focar em seu core business e fortalecer seu perfil de risco e retorno. A dívida líquida da Vibra em junho de 2025 atingiu R$ 21 bilhões, frente a R$ 10,4 bilhões em junho de 2024, principalmente devido à aquisição da Comerc. O lucro líquido no segundo trimestre de 2025 caiu 66,3% na base anual, chegando a R$ 292 milhões. PROBLEMAS FINANCEIROS NO SETOR DE GERAÇÃO DE ENERGIA A indústria de energia solar e eólica no Brasil tem enfrentado sua pior crise, impulsionada principalmente pelo fenômeno do curtailment, ou cortes de geração. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) tem imposto interrupções na produção de usinas, especialmente as renováveis (eólica e solar), devido a gargalos na transmissão de energia, notadamente do Nordeste para o Sul e Sudeste do país. Esses cortes resultam em prejuízos financeiros substanciais para as geradoras, tornando projetos inviáveis e desestimulando novos investimentos. A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) estima um prejuízo total de R$ 700 milhões para geradores eólicos entre agosto de 2023 e o final de 2024. Já a Absolar, associação do setor de energia solar, calcula perdas de R$ 50 milhões para o setor solar de abril a julho do ano corrente. Diversas empresas foram afetadas, incluindo a 2W Ecobank, que entrou com pedido de recuperação judicial, e a Rio Alto Energia Renováveis, que buscou proteção temporária contra credores para reestruturar dívidas. A Aeris, maior produtora de pás para parques eólicos, também reestruturou suas dívidas após cortes de empregos. Usinas específicas, como a solar Banabuiu (CE) da SPIC Brasil e o complexo eólico Serra do Mel II B (RN) da Equatorial (EQTL3), registraram frustrações de geração superiores a 50%. Outras grandes elétricas como Engie Brasil (EGIE3), Alupar (ALUP11), Voltalia e Elera (da Brookfield) também sentiram os impactos. Outro exemplo a ser citado é a Raízen que é um grande player de açúcar, etanol e combustíveis, registrou prejuízo de R$ 2,57 bilhões no 3º trimestre da safra 2024/25, com dívida líquida de R$ 49 bilhões. Para reduzir endividamento, vendeu ativos, incluindo 55 usinas por R$ 600 milhões. A Cosan não fará novos aportes, exigindo que a Raízen se capitalizar. O caso mostra como até grandes empresas sofrem com ciclos de crescimento seguidos de alta de juros e fatores macroeconômicos. Além dos prejuízos diretos, as empresas são forçadas a comprar energia no mercado para honrar seus contratos, gerando custos adicionais. A incerteza regulatória e a falta de ressarcimento integral pelos cortes desestimulam investimentos em novas usinas renováveis, comprometendo os objetivos de transição energética do Brasil. A ISA Energia Brasil, por exemplo, registrou uma dívida líquida de R$ 12,8 bilhões e uma alavancagem Dívida Líquida/EBITDA de 3,43x em julho de 2025, enquanto a Voltalia projetou um impacto de 40 milhões de euros em seu EBITDA de 2024 devido aos cortes. PROBLEMAS FINANCEIROS DE COMERCIALIZADORAS DE ENERGIA O mercado livre de energia no Brasil tem enfrentado um crescente risco de inadimplência por parte das comercializadoras, o que tem gerado pressão por regras mais rigorosas no setor. Um exemplo notório é o caso das comercializadoras 2W Ecobank e Gold Energia, que juntas acumulam uma dívida de mais de R$ 3,3 bilhões no mercado livre de energia. A 2W Ecobank entrou em recuperação judicial com um rombo de R$ 2,2 bilhões, enquanto a Gold Energia, em recuperação extrajudicial, deve pouco mais de R$ 1,15 bilhão. As empresas atribuem suas dificuldades financeiras à volatilidade do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que em 2024 e 2025 variou significativamente, impactando sua liquidez. A 2W também mencionou atrasos na implantação de investimentos em geração própria devido à insolvência da empreiteira responsável. Em suas propostas de recuperação, a Gold Energia, por exemplo, propõe pagar apenas 2,5% da dívida com cada credor, com um limite global de R$ 25 milhões, e o restante seria pago ao longo de dez anos em caso de um 'evento de liquidez', como a venda de ativos. A fragilidade financeira de algumas comercializadoras levanta preocupações sobre um possível risco sistêmico para o setor elétrico como um todo. CURTAILMENT E SEUS IMPACTOS NO SETOR ELÉTRICO O curtailment, ou corte de geração, é uma medida imposta pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para garantir a segurança e o equilíbrio do sistema elétrico. As condições para essa restrição são definidas pela REN ANEEL 1.030/2022 e incluem indisponibilidade externa (gargalos na transmissão), atendimento a requisitos de confiabilidade elétrica e razão energética (descasamento entre oferta e demanda). Em 2024 e 2025, o curtailment foi ampliado devido a fatores como o atraso na entrada em operação de novas linhas de transmissão, a expansão da Micro e Minigeração Distribuída (MMGD) e uma operação mais conservadora do ONS após o apagão de agosto de 2023. Embora a Lei 10.848/2004 preveja o ressarcimento aos geradores pelos cortes, a regulamentação atual (REN ANEEL 1.030/2022) restringe o reembolso apenas para indisponibilidade externa, deixando as perdas por confiabilidade e razão energética a cargo das geradoras. Financeiramente, isso obriga os geradores de energia eólica e solar a comprar energia no Mercado de Curto Prazo (MCP) a preços voláteis para cumprir seus contratos, resultando em prejuízos significativos. A FSET estimou um prejuízo de R$ 710 milhões para eólicas e R$ 165 milhões para solares de janeiro a setembro do ano passado. Os cortes de geração aumentaram consideravelmente, passando de 4,8% para 34,8% em solares e de 2,2% para 18,1% em eólicas entre abril e setembro. A incerteza regulatória e a falta de ressarcimento integral têm levado a uma crescente judicialização no setor, com liminares favoráveis aos geradores sendo suspensas pelo STJ. Essa situação deteriora a percepção de risco dos investidores, ameaçando a viabilidade econômica de projetos renováveis e, consequentemente, a transição para uma matriz elétrica mais limpa. O ONS projeta que o curtailment energético deve aumentar até 2029, com cortes médios acima de 10% para eólica e 20% para solar, caso todas as usinas com CUST (Custo Unitário de Serviço de Transmissão) entrem em operação. CONCLUSÃO O setor energético brasileiro, em especial os segmentos de geração e comercialização de energia, enfrenta um cenário de desafios financeiros complexos. A decisão da Vibra de vender a Comerc, pouco tempo após sua aquisição, é um reflexo das pressões financeiras e estratégicas que permeiam o mercado. O alto endividamento da Vibra, em parte decorrente da aquisição da Comerc, e a queda em seu lucro líquido, ilustram a complexidade de operar em um ambiente de transição energética e abertura de mercado. Paralelamente, o fenômeno do curtailment tem imposto perdas bilionárias às geradoras de energia renovável, especialmente eólica e solar. A falta de infraestrutura de transmissão adequada e as regras de ressarcimento que não cobrem todas as perdas têm desestimulado novos investimentos, colocando em risco a expansão da matriz energética limpa do país. A judicialização crescente e a incerteza regulatória agravam ainda mais esse quadro. No segmento de comercialização, casos como os da 2W Ecobank e Gold Energia, com dívidas que somam bilhões de reais, evidenciam a fragilidade de algumas empresas. A recuperação judicial e extrajudicial dessas empresas, com propostas de pagamento que preveem grandes descontos, ressaltam a necessidade de maior rigor e transparência no mercado livre de energia. Em suma, o setor energético brasileiro está em um momento de reajuste, onde a busca por eficiência, a superação de gargalos de infraestrutura e a revisão de marcos regulatórios são cruciais para garantir a estabilidade financeira das empresas e o avanço da transição energética no país. O PREÇO DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA: DÍVIDAS, CURTAILMENT E O FUTURO DAS RENOVÁVEIS

  • Megaprojetos de energia eólica offshore podem redefinir a transição energética no Reino Unido

    EnergyChannel –  O Reino Unido enfrenta um dilema estratégico: ampliar rapidamente sua capacidade de geração limpa enquanto reduz custos para consumidores e fortalece a economia. Megaprojetos de energia eólica offshore podem redefinir a transição energética no Reino Unido De acordo com especialistas em inovação do setor, a resposta pode estar nos megaprojetos de energia eólica offshore empreendimentos de larga escala capazes de transformar não apenas a matriz energética britânica, mas também o papel do país na corrida global por fontes renováveis. A ORE Catapult , centro britânico de pesquisa e inovação em energia offshore, defende que esses projetos monumentais são essenciais para sustentar a liderança do Reino Unido no setor eólico. Segundo a instituição, a aposta em empreendimentos de grande porte permitiria acelerar a transição energética, criar milhares de empregos qualificados e impulsionar o desenvolvimento de cadeias industriais nacionais. Oportunidade estratégica para o governo britânico Com a meta de neutralidade de carbono até 2050, o governo do Reino Unido enfrenta pressões crescentes para ampliar investimentos em fontes renováveis. Para a ORE Catapult, o caminho mais eficaz está na consolidação de parques eólicos offshore gigantescos, capazes de fornecer energia estável em larga escala. Além de atender à demanda interna, a expansão abriria espaço para que o país se tornasse referência mundial em exportação de tecnologia, atraindo investimentos internacionais e fortalecendo a competitividade da indústria britânica. Benefícios econômicos e sociais Os especialistas destacam que os megaprojetos não se limitam à geração de eletricidade. Eles representam também um motor de crescimento econômico. Estima-se que a expansão da energia eólica offshore possa: Gerar milhares de empregos diretos e indiretos , principalmente em regiões costeiras; Reduzir os custos de energia  para famílias e empresas; Atrair investimentos privados  em infraestrutura e inovação; Estimular o desenvolvimento de novas tecnologias , como turbinas de maior potência e soluções de armazenamento em larga escala. Desafios e próximos passos Apesar do potencial, os megaprojetos enfrentam desafios regulatórios, financeiros e de infraestrutura. A necessidade de ampliar a rede elétrica nacional e garantir licenciamento ambiental ágil são pontos críticos para que o setor avance sem atrasos. A ORE Catapult reforça que a cooperação entre governo, empresas e centros de pesquisa será determinante para transformar o cenário em realidade. O momento, segundo especialistas, é de decisão estratégica: acelerar a implantação de projetos robustos agora pode garantir ao Reino Unido um papel de liderança global no setor energético das próximas décadas. Megaprojetos de energia eólica offshore podem redefinir a transição energética no Reino Unido

  • UCB POWER e Fotus firmam parceria para ampliar oferta de soluções de armazenamento de energia no Brasil

    Distribuidora passa a comercializar a linha Unipower, atendendo projetos residenciais, comerciais e industriais em diferentes regiões do país UCB POWER e Fotus firmam parceria para ampliar oferta de soluções de armazenamento de energia no Brasil São Paulo, XX de agosto de 2025 - A UCB POWER, empresa nacional voltada ao desenvolvimento de soluções de armazenamento de energia, anunciou uma parceria com a Fotus, distribuidora atuante no mercado fotovoltaico. A partir deste mês, a Fotus passa a comercializar a linha de baterias Unipower, voltada para aplicações em sistemas híbridos, off-grid e on-grid. Com presença em todo o território nacional, a Fotus atua no fornecimento de equipamentos e suporte técnico para integradores, engenheiros e empresas do setor de energia solar. A incorporação da linha Unipower ao portfólio amplia a gama de soluções oferecidas, possibilitando o atendimento de projetos que vão de pequenas instalações residenciais a empreendimentos industriais de grande porte. “A entrada da Fotus como parceira estratégica é mais um passo na missão da UCB POWER de democratizar o acesso a soluções de armazenamento com qualidade, suporte técnico e escala nacional”, afirma Leonardo Carmo, Diretor de Marketing e Negócios da UCB POWER. “Essa sinergia representa um salto em inovação e valor agregado para o mercado.” Segundo a Fotus, a parceria vai ao encontro da demanda crescente por sistemas de armazenamento no país, impulsionada pela evolução da geração distribuída e pelas novas exigências do setor elétrico. “A chegada da Unipower representa a inclusão de uma tecnologia 100% nacional, confiável e alinhada à crescente demanda do mercado por sistemas de armazenamento eficientes, sobretudo diante dos novos desafios e oportunidades da transição energética no Brasil”, afirma Breno Ventorim, Head de Supply Chain da Fotus. A linha Unipower foi desenvolvida pela UCB POWER com foco em durabilidade, desempenho e segurança, atendendo diferentes perfis de consumo. Os equipamentos permitem maior autonomia energética, melhor aproveitamento da geração solar e estabilidade no fornecimento, aspectos relevantes para consumidores residenciais, empreendimentos comerciais e indústrias que buscam reduzir custos e dependência da rede elétrica. O mercado brasileiro de armazenamento de energia está em expansão, seguindo uma tendência global. Além de atender à demanda por backup em casos de instabilidade na rede, as soluções de armazenamento permitem que usuários aproveitem de forma mais eficiente a energia gerada, armazenando o excedente para uso em horários de maior consumo ou tarifa elevada. Para a UCB POWER, a parceria fortalece a rede de distribuição da marca, ampliando o acesso às soluções e aproximando o produto de diferentes perfis de clientes. Para a Fotus, a iniciativa representa a diversificação de um portfólio que já contempla inversores, módulos fotovoltaicos, estruturas e outros componentes essenciais para projetos solares. A expectativa é que, com a nova parceria, integradores e empresas do setor encontrem mais facilidade na aquisição de baterias de alta performance, com disponibilidade nacional e suporte técnico especializado. Sobre a UCB POWER A UCB é uma das maiores marcas de soluções de armazenamento de energia do Brasil e da América Latina. Presente há 50 anos no mercado, a empresa combina extensa experiência em manufatura de eletrônicos e agilidade operacional. A UCB é fornecedora de baterias estacionárias, baterias portáteis para celulares e laptops e baterias para mobilidade elétrica. A sede administrativa está localizada em São Paulo, possui plantas industriais, localizadas em Manaus - AM e Extrema - MG, um escritório em Porto Velho e parceria comercial com dois escritórios na Ásia (Seul e Shenzhen) e futuramente em Marselha na França. A UCB é uma das empresas signatárias do Pacto Global da ONU e está entre as mil melhores empresas, é a líder nacional no fornecimento de soluções de armazenamento de energia para comunidades remotas. Para mais informações, acesse: www.ucbpower.com.br Sobre a Fotus A Fotus é uma distribuidora nacional de produtos fotovoltaicos que acredita no protagonismo do integrador, oferecendo uma jornada completa — da capacitação técnica ao suporte no pós-venda — para garantir proximidade, parceria e presença em todo o Brasil. Nosso compromisso é estar ao seu lado, em cada passo, para que cada projeto alcance o máximo potencial. Com mais de 20 anos de experiência em importação e distribuição, atendemos integradores em 100% dos estados brasileiros, com 80 mil m² de estrutura e mais de 300 consultores dedicados a um atendimento personalizado, ágil e eficiente. Reconhecida como uma das melhores distribuidoras de energia solar do país, a Fotus une condições comerciais competitivas, produtos de alta qualidade e suporte técnico especializado para assegurar máxima performance e confiabilidade. Para mais informações, acesse: www.fotus.com.br UCB POWER e Fotus firmam parceria para ampliar oferta de soluções de armazenamento de energia no Brasil

  • A Bioenergia na Rota do Hidrogênio de Baixo Carbono

    Publicada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE),  a Nota Técnica "Hidrogênio e Biomassa" , revela uma oportunidade estratégica ainda pouco explorada: o uso da bioenergia e da vasta disponibilidade de biomassa em território nacional para a produção de hidrogênio de baixo carbono. A Bioenergia na Rota do Hidrogênio de Baixo Carbono Esta abordagem não apenas amplifica a diversificação da matriz energética brasileira, mas também fortalece a economia nacional, alinhando o país às mais modernas demandas de descarbonização adicionando uma significativa vantagem competitiva frente à outros países e bloco econômicos globais. O documento  destaca uma relação de benefício mútuo fundamental: a biomassa, um recurso renovável e abundante em todo o território nacional, oferece rotas tecnológicas únicas e competitivas para gerar hidrogênio de baixo carbono. O hidrogênio de baixo carbono, produzido com biomassa, agrega um imenso valor à cadeia da bioenergia, criando novos mercados e produtos de alta tecnologia, como o Combustível Sustentável de Aviação (SAF) e o Metanol Verde. Os dados gráficos mostram o "Potencial de Biomassa: Produção Primária Líquida (NPP)" indicando que o Brasil possui uma produtividade de biomassa de 8,5 toneladas de carbono por hectare-ano, mais que o dobro da média mundial. O documento também evidencia, de forma inequívoca que existe uma capacidade natural inigualável para fornecer a matéria-prima necessária, não apenas de culturas energéticas, mas também de resíduos agrícolas e agroindustriais, que hoje são subutilizados. Essa abundância de matéria-prima, que vai desde o bagaço da cana e palhas de milho até resíduos de madeira e dejetos, pode ser convertida em hidrogênio por meio de rotas termoquímicas maduras, como a gaseificação e a pirólise. O processo é ainda mais promissor, pois, ao utilizar o carbono de origem biogênica presente na própria biomassa, ele se torna um insumo estratégico para a produção de combustíveis sintéticos, como o diesel verde e o SAF, que são "drop-in", ou seja, compatíveis com a infraestrutura logística e os motores atuais. A análise da demanda futura por hidrogênio reforça essa oportunidade. O Gráfico 6 do documento, "Demanda consolidada de hidrogênio em sistemas de bioenergia", projeta um crescimento exponencial. A partir de 2027, a demanda por H₂ apenas nos sistemas de bioenergia brasileiros (para produção de fertilizantes, metanol para biodiesel e biocombustíveis avançados) já deverá superar toda a produção nacional de hidrogênio de 2023. Isso sinaliza a criação de um mercado interno robusto e consistente, impulsionando a construção de novas cadeias produtivas. Além disso, a produção de hidrogênio a partir da biomassa, especialmente quando combinada com a tecnologia de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS), pode resultar em emissões negativas, removendo CO₂ da atmosfera. Essa característica única posiciona o biohidrogênio brasileiro como uma solução premium no mercado global de descarbonização, superando em muito apenas o seu valor energético e contribuindo de forma decisiva para as metas climáticas. Neste sentido, a Nota Técnica da EPE, não é apenas um estudo, mas um mapa estratégico que  evidencia a grande disponibilidade de recursos no Brasil, a expertise consolidada do setor Agroindustrial como fatores que colocam o país em condições de liderar a revolução do hidrogênio de baixo carbono pela rota da biomassa e da bioenergia. A integração entre a bioenergia e o hidrogênio não é uma possibilidade distante, mas uma realidade iminente que pode e deve ser acelerada, promovendo a reindustrialização verde, a segurança energética e consolidando o país como uma potência na economia de baixo carbono. Explorar o potencial da biomassa é o passo lógico e estratégico para que o Brasil não apenas participe, mas lidere a transição energética global, transformando seus recursos naturais em prosperidade econômica e sustentabilidade para as futuras gerações. O caminho está traçado. Sobre o autor: Frederico Freitas   Engenheiro Eletricista (Univale) , Mestre em Bioenergia (UFPR) , Pós Graduado em Gestão de Negócios (USP/Esalq) , MBA Empresarial para o Setor Elétrico (FISUL) , Certificado PMP® (PMI)  e Credenciado PM4R® (BID) ; Especialista em Transição Energética com Formações em Tecnologias e Engenharia do Hidrogênio pela Associação Portuguesa para a Promoção do Hidrogénio  e Hydrogen Power-to-X Brasil por meio da Agência Alemã GIZ Brasil   & Ministério de Minas e Energia; Fundador da INFOREDES Green Technologies , Consultoria Estratégica em Transição Energética e Economia de Baixo Carbono; Atuou como Pesquisador Sênior na FGV Energia , na elaboração do Caderno de Hidrogênio publicado pela Fundação Getúlio Vargas  em 2023; Professor na Head Energia , primeira EduTech voltada para o setor energético brasileiro e na Escola de Negócios do Setor Elétrico  vinculada à Faculdade FISU L; A Bioenergia na Rota do Hidrogênio de Baixo Carbono

  • Como o integrador pode ser o elo estratégico do seu portfólio de soluções de armazenamento de energia

    À medida que o mercado de armazenamento de energia avança no Brasil, o setor se depara com uma pergunta inevitável: quem poderia traduzir essas soluções de forma segmentada para os clientes finais? A resposta não está no fabricante, tampouco no distribuidor, mas talvez no integrador. Ele é o último elo da cadeia, o que olha no olho do cliente, interpreta o cenário local, desarma objeções e decide o que, de fato, será vendido. E isso torna o integrador não apenas um canal, mas um ativo estratégico de marketing. Como o integrador pode ser o elo estratégico do seu portfólio de soluções de armazenamento de energia Imagem: Canva O desafio não é mais tecnológico, é comercial As baterias evoluíram. Os inversores híbridos já entregam performance, conectividade e segurança. O problema agora é outro: como ativar esse mercado em escala sem depender de guerra de preço ou desinformação técnica? É aqui que o integrador entra. Mas não qualquer integrador, e não de qualquer forma. Do lado do fabricante, há um erro recorrente: tratar o integrador como “ponto de escoamento”, sem investir na formação de marca e narrativa no canal. O marketing é pensado apenas em mídia ou trade , quando deveria considerar também estratégias de canal ( Go-to-Market ) adaptadas para realidades regionais. Um integrador mal treinado, com discurso desalinhado, não vende. Ou pior: vende errado, e contamina a percepção de valor da marca. Do lado do integrador, também há uma curva de maturidade a ser vencida. Armazenamento de energia exige mudança de postura: não se trata mais de entregar um sistema de payback acelerado, mas de traduzir atributos como autonomia energética, controle, backup inteligente e resiliência operacional em valor percebido. É preciso entender que o portfólio é um vetor de posicionamento. E para o fabricante, o recado é claro: quem não formar sua rede de integradores, vai depender de quem formar por você. O mercado está maduro o suficiente para inverter a lógica: não é mais o integrador que precisa se provar para ter acesso à marca é a marca que precisa demonstrar como fortalece o integrador como agente de negócio. É importante aplicar frameworks para melhor clareza das atuações. O VBBP (Visão, Benefícios Funcionais, Benefícios Emocionais e Provas), por exemplo, é um deles, conforme demonstrado na figura abaixo. Baterias não são só baterias, elas representam continuidade de operação em zonas rurais, previsibilidade para comerciantes que não podem parar, e segurança para famílias em regiões com instabilidade de rede. Cabe ao integrador comunicar isso de forma contextualizada. Como o integrador pode ser o elo estratégico do seu portfólio de soluções de armazenamento de energia Como o fabricante pode formar uma rede de integradores estratégicos Se o canal é decisivo, é preciso formá-lo com intenção estratégica. No Boteco Solar, comunidade de integradores, ouvimos vários deles ao longo das últimas temporadas do podcast, há mais de 3 anos. Um ponto recorrente nos relatos é que, embora os fabricantes ofereçam treinamentos técnicos consistentes, ainda há espaço para evoluir no apoio comercial e no posicionamento de marca. Em levantamento com a audiência do podcast, 67% dos integradores disseram não ter acesso a materiais de apoio que contextualizam o produto dentro de uma narrativa mais ampla com dados de mercado, argumentos de valor e aplicações práticas alinhadas à jornada do cliente final, sendo os materiais apresentados sempre voltados para a história e técnica do próprio fabricante. Para o fabricante, isso representa uma oportunidade estratégica: fazer com que o integrador deseje trabalhar com a sua marca, entenda o valor que ela agrega e gere demanda nos distribuidores. Isso passa por: Treinamentos técnico, mas também comerciais que vão além do produto e conectam o portfólio a drivers de valor no mercado; Campanhas de posicionamento que façam a marca estar presente no imaginário do integrador como referência; Materiais de ativação de demanda, para que o integrador consiga criar oportunidades de negócio que chegarão aos distribuidores já com a sua marca como preferência. O objetivo do fabricante não é apenas treinar, mas inspirar e equipar o integrador para se tornar um multiplicador da sua marca, conforme demonstrado na imagem abaixo: Como o integrador pode ser o elo estratégico do seu portfólio de soluções de armazenamento de energia O papel do distribuidor na ativação comercial do integrador O distribuidor ocupa uma posição única na cadeia: está mais próximo do integrador no dia a dia e atua como elo prático entre fabricante e cliente final. No entanto, esse relacionamento, muitas vezes, é percebido apenas sob a ótica da transação comercial compra e venda de equipamentos. Essa visão limita o potencial de influência e fidelização. O distribuidor que quer se destacar precisa atuar como um acelerador de negócios para o integrador, oferecendo não apenas condições comerciais, mas também inteligência de mercado, suporte estratégico e acesso facilitado a soluções, conforme imagem a seguir: Como o integrador pode ser o elo estratégico do seu portfólio de soluções de armazenamento de energia A partir de ações como: Workshops comerciais e de aplicação focados em gerar oportunidades de venda; Programas de fidelidade ou incentivo, que reconheçam integradores de alta performance; Suporte técnico-comercial rápido, reduzindo o tempo de resposta e ajudando o integrador a fechar negócios; Integração com campanhas do fabricante, garantindo alinhamento de narrativa e ampliação do alcance da marca. Quando fabricante e distribuidor atuam de forma coordenada cada um com seu papel claro e sua contribuição única, o integrador deixa de ser apenas um comprador e se torna um parceiro estratégico para acelerar a adoção de soluções de armazenamento de energia. Como o integrador pode ser o elo estratégico do seu portfólio de soluções de armazenamento de energia Formar uma rede não é só selecionar bons players, é projetar cultura comercial e educacional dentro do canal, o que fortalece a imagem da marca e impulsiona vendas com eficiência. Kevin Lane Keller, em “ Strategic Brand Management ” (2024), reforça a importância das associações de marca como elemento-chave para diferenciação em mercados técnicos. Quando um fabricante investe na criação de repertório compartilhado com seus integradores, seja por meio de playbooks, academias de vendas ou conteúdo consultivo, ele não apenas capacita, mas molda a forma como será lembrado no ponto de contato com o cliente. O mercado de armazenamento de energia não será conquistado apenas com bons produtos. Ele será vencido por quem entender o integrador como um agente de influência, com poder de moldar percepções e fechar negócios. E isso exige marketing técnico. Exige estratégia. Exige uma nova postura. E você? Qual a sua percepção sobre atuação do integrador com soluções de armazenamento de energia? Sobre Tatiane Carolina Especialista em marketing e modelos de negócios no setor elétrico. Engenheira, MBA em Gerenciamento de Projetos e pós-graduanda em Comunicação Empresarial Transmídia pela ESPM, atua conectando engenharia e marketing no desenvolvimento de marcas, produtos e ecossistemas no setor de energia. CEO da Ello Moving e Host do maior podcast do mercado solar: Boteco Solar. Como o integrador pode ser o elo estratégico do seu portfólio de soluções de armazenamento de energia

  • Aplicações C&I puxam a adoção de soluções fotovoltaicas com baterias no Brasil

    O armazenamento de energia no Brasil ainda está em seus primeiros passos, mas as aplicações comerciais e industriais (C&I) despontam como as mais promissoras. Enquanto o segmento residencial enfrenta barreiras econômicas e regulatórias que ainda não permitem o “empilhamento de receitas”, para o C&I a motivação vai além da redução da fatura de energia: a continuidade operacional é um ativo estratégico. Por que o Setor C&I liderará a adoção de baterias? Uma fábrica parada por horas devido a falhas na rede pode ter prejuízos maiores que o próprio investimento em um sistema de backup. Nesse cenário, inversores híbridos com baterias de alta tensão (HV) oferecem vantagens competitivas: resposta instantânea, estabilidade de tensão, proteção contra microinterrupções e integração com equipamentos sensíveis, como data centers e indústrias de ciclo contínuo (injetoras plásticas, sistemas CNC, corte a laser). Além disso, sistemas híbridos são a solução definitiva para instalações em “grid zero” , cada vez mais comuns, onde não é permitida a injeção de energia na rede. Nesses casos, o excedente fotovoltaico é armazenado em baterias, maximizando o autoconsumo e a eficiência energética. De acordo com dados da Greener (maio/2025) , um sistema fotovoltaico comercial de 50 kW pode se pagar em menos de dois anos. Mesmo que a adição de baterias amplie o payback, o retorno continua extremamente competitivo, especialmente se comparado ao custo de paradas não programadas na produção. Solis: protagonismo na nova era do armazenamento O cenário tende a ficar ainda mais favorável com a reforma do setor elétrico e a regulamentação da ANEEL, que deve permitir a remuneração de agentes armazenadores. Isso abrirá espaço para novos modelos de negócio e impulsionará o mercado. A Solis , líder global em inversores fotovoltaicos, está preparada para liderar esse movimento e apoiar empresas do setor C&I nessa transição. 📌 Na Intersolar South America 2025 (26 a 28 de agosto, São Paulo) , a Solis apresentará soluções de armazenamento e “Zero Grid” focadas no mercado C&I. Além disso, fará o pré-lançamento exclusivo do novo inversor híbrido de 125 kW , robusto e inteligente, projetado para as demandas mais exigentes do setor. 👉 Visite o estande da Solis e descubra como fortalecer a segurança energética do seu negócio. O futuro da energia C&I no Brasil já começou! Aplicações C&I puxam a adoção de soluções fotovoltaicas com baterias no Brasil Aplicações C&I puxam a adoção de soluções fotovoltaicas com baterias no Brasil

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