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  • ANEEL define marco inicial para sistemas de baterias no Brasil e abre caminho para expansão do armazenamento de energia

    Brasília –  A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, nesta semana, as diretrizes iniciais para regulamentar a conexão de sistemas de armazenamento de energia por baterias à rede elétrica brasileira. A decisão, aguardada há anos por empresas e especialistas do setor, marca um avanço fundamental para a modernização e a segurança do sistema elétrico nacional. ANEEL define marco inicial para sistemas de baterias no Brasil e abre caminho para expansão do armazenamento de energia Com a definição dessas regras, empreendedores, distribuidoras e integradores passam a ter mais clareza sobre requisitos técnicos, operacionais e comerciais para projetos que utilizem baterias, abrindo espaço para novos modelos de negócios e para a aceleração da transição energética no país. O que muda com o novo marco Até agora, a ausência de normas específicas para armazenamento dificultava a viabilidade de projetos e afastava investimentos. Com a regulamentação, a ANEEL estabelece parâmetros claros para: Procedimentos de acesso à rede  para sistemas com baterias. Critérios técnicos de operação , garantindo segurança e estabilidade do fornecimento. Regras comerciais e tarifárias  para operação, injeção e retirada de energia. Integração com fontes renováveis , como solar e eólica. Segundo especialistas, a medida deve facilitar tanto a implantação de grandes sistemas de armazenamento em usinas quanto soluções em menor escala, como baterias instaladas junto a usinas solares distribuídas ou em aplicações industriais. Impacto no setor elétrico e no consumidor O armazenamento de energia é apontado como peça-chave para enfrentar desafios como a intermitência das fontes renováveis e a gestão de picos de demanda. No Brasil, a adoção de baterias em larga escala também pode reduzir custos operacionais, melhorar a confiabilidade do sistema e viabilizar modelos como microrredes e comunidades energéticas . Para o consumidor, o impacto a médio prazo pode se traduzir em maior estabilidade no fornecimento, redução de custos com energia em horários de ponta e novas oportunidades de participação em mercados de energia. Próximos passos da regulamentação A ANEEL destaca que esta é apenas a primeira etapa do marco regulatório. As normas aprovadas agora servirão como base para projetos-piloto e para coleta de dados reais de operação. A partir desses resultados, serão elaboradas regras mais detalhadas sobre temas como remuneração pelo uso das baterias, participação no mercado livre de energia e integração com sistemas inteligentes de gestão. Brasil no radar global do armazenamento Com a definição inicial das regras, o país se aproxima de mercados mais maduros como Estados Unidos, Europa e Austrália, onde sistemas de baterias já desempenham papel estratégico na estabilidade da rede elétrica. Para investidores e fabricantes, o Brasil surge agora como um campo fértil para inovação e expansão. ANEEL define marco inicial para sistemas de baterias no Brasil e abre caminho para expansão do armazenamento de energia

  • Copenhagen Infrastructure Partners assume projeto de 1 GWh de armazenamento de energia no Arizona

    EnergyChannel | 15 de agosto de 2025 Copenhagen Infrastructure Partners assume projeto de 1 GWh de armazenamento de energia no Arizona O mercado de armazenamento de energia dos Estados Unidos acaba de ganhar um reforço estratégico. A Copenhagen Infrastructure Partners (CIP), por meio do fundo CI V , concluiu a aquisição integral do Beehive Battery Energy Storage System (BESS) , projeto de 1 gigawatt-hora localizado em Peoria, Arizona , anteriormente desenvolvido pela EDF Power Solutions North America . Com 250 MW de potência e duração de 4 horas , o Beehive deve entrar em operação comercial no primeiro semestre de 2026 . A infraestrutura funcionará sob um contrato de 20 anos  com a Arizona Public Service Company (APS) , maior concessionária de energia do estado, responsável pelo fornecimento a aproximadamente 1,4 milhão de clientes  em 11 dos 15 condados do Arizona. Função estratégica para a rede elétrica O Beehive BESS foi projetado para absorver energia da rede durante períodos de alta geração renovável, armazená-la em baterias de grande porte e devolvê-la ao sistema nos horários de maior demanda. Essa operação ajuda a equilibrar o sistema elétrico , reduzir picos de carga e garantir estabilidade no fornecimento . Tim Evans, sócio e chefe de operações da CIP na América do Norte, destaca que a região sudoeste dos EUA vive um aumento expressivo no consumo de energia: “O armazenamento em baterias será essencial para sustentar o crescimento econômico e a inovação no Arizona. O Beehive entregará energia confiável e serviços de rede, fortalecendo o papel da CIP na infraestrutura energética do país.” Armazenamento como pilar da transição energética Para a EDF Power Solutions, o Beehive marca o segundo projeto de armazenamento de energia em larga escala da companhia, consolidando a importância do BESS como complemento estratégico às fontes renováveis.Ryan Pfaff, vice-presidente executivo da empresa, ressalta que o projeto representa um avanço na missão de acelerar a descarbonização: “Trabalhar com a CIP garante a conclusão bem-sucedida de um sistema crítico para o equilíbrio da rede elétrica do Arizona, especialmente nas horas de pico.” Potencial e investimento global O fundo CI V , da CIP, encerrou sua captação em março de 2025 com US$ 14 bilhões  (superando a meta inicial) e capacidade de comprometimento de até US$ 27 bilhões . O portfólio global inclui investimentos em armazenamento, solar, eólica, biomassa, transmissão e tecnologias Power-to-X , com presença em mais de 30 países. Com a crescente integração de energia solar e eólica  ao sistema elétrico dos EUA, projetos como o Beehive BESS desempenham papel crucial para viabilizar um fornecimento mais limpo, estável e flexível . Copenhagen Infrastructure Partners assume projeto de 1 GWh de armazenamento de energia no Arizona

  • ABGD anuncia parceria estratégica com o SNEC PV & ES Latam 2026

    ABGD anuncia parceria estratégica com o SNEC PV & ES Latam 2026 São Paulo, 14 de agosto de 2025 – A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) firmou hoje parceria com a Nürnbeg Messe, organizadora do SNEC PV & ES Latam 2026, evento internacional dedicado às mais avançadas soluções em energia solar fotovoltaica e armazenamento de energia. O encontro será realizado de 17 a 19 de março de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo, e reunirá líderes, empresas, investidores e especialistas do setor para debater tendências, apresentar inovações e fomentar oportunidades de negócios no mercado latino-americano. A ABGD atuará como apoiadora institucional do evento e colaborará com a curadoria do congresso técnico, contribuindo com sua experiência e rede de especialistas para garantir conteúdo de alto nível e relevância ao público. “Essa parceria reforça o compromisso da ABGD em promover o desenvolvimento do setor e criar conexões estratégicas que impulsionem a geração distribuída e o armazenamento de energia no Brasil e na América Latina”, destacou Rogerio Duarte, Diretor da ABGD. O SNEC PV & ES Latam 2026 será a edição latino-americana de um dos maiores eventos mundiais do setor, conhecido por sua força de negócios e por reunir toda a cadeia produtiva da energia solar e de sistemas de armazenamento. ABGD anuncia parceria estratégica com o SNEC PV & ES Latam 2026

  • Bombas de calor ganham protagonismo no mercado global com alta eficiência e integração a energias renováveis

    EnergyChannel | 14 de agosto de 2025 O mercado de bombas de calor vive um momento de ascensão sem precedentes, impulsionado pela busca por soluções de aquecimento e resfriamento mais eficientes , redução de emissões de carbono e integração inteligente com fontes renováveis.Essa combinação de fatores está posicionando a tecnologia como peça-chave na transição energética mundial. Créditos: Expedição Solar filme documentário episódio Alemanha onde morador usa bomba de calor A tecnologia que aquece, resfria e economiza As bombas de calor funcionam transferindo calor de um ponto a outro com baixo consumo de energia elétrica. Podem operar em aplicações residenciais, comerciais e industriais , substituindo ou complementando sistemas tradicionais de climatização e aquecimento de água. O grande diferencial está na eficiência energética : ao utilizar calor presente no ar, na água ou no solo, esses sistemas oferecem desempenho superior e menores custos operacionais ao longo do tempo. Principais motores de crescimento Especialistas apontam três vetores centrais para o crescimento acelerado do setor: Políticas de descarbonização  – Governos de diversos países oferecem subsídios, créditos fiscais e incentivos regulatórios  para acelerar a substituição de sistemas movidos a combustíveis fósseis. Custos de energia em alta  – O aumento nas tarifas de eletricidade e gás natural motiva consumidores e empresas a investir em tecnologias que reduzem gastos recorrentes. Construção sustentável  – Novos códigos de obras e projetos de edifícios de energia quase zero (nZEB)  impulsionam a adoção de sistemas de climatização mais limpos e eficientes. Avanços tecnológicos que mudam o jogo A inovação no setor está elevando o desempenho das bombas de calor a novos patamares. Entre as novidades, destacam-se: Compressores de velocidade variável : ajustam a operação conforme a demanda real, reduzindo desperdício de energia. Modelos para climas frios : operam de forma eficiente mesmo em temperaturas muito abaixo de zero. Integração com casas inteligentes : controle remoto via aplicativos e integração com dispositivos IoT. Manutenção preditiva : sistemas que monitoram desempenho e antecipam falhas. Refrigerantes de baixo impacto climático : alinhados a políticas globais de redução de gases de efeito estufa. Panorama global Europa  – Lidera o mercado graças a metas agressivas de carbono zero e incentivos robustos. Alemanha, França e Suécia apresentam forte crescimento residencial e comercial. América do Norte  – EUA e Canadá ampliam programas de eletrificação de sistemas de aquecimento, fortalecendo a demanda. Ásia-Pacífico  – China, Japão e Coreia do Sul investem pesado em HVAC de alta eficiência para atender à urbanização acelerada e às metas ambientais. América Latina, Oriente Médio e África  – Adesão gradual, com destaque para hotéis e empreendimentos comerciais que buscam reduzir custos operacionais. Perspectivas para a próxima década O mercado de bombas de calor  deve manter ritmo acelerado de expansão, apoiado por políticas ambientais, demanda por eficiência e avanços tecnológicos. A integração com fontes renováveis — como energia solar e eólica — deverá consolidar o equipamento como solução central nos sistemas de climatização do futuro. Empresas que apostarem em redução de custos, performance aprimorada em climas frios e recursos inteligentes  estarão mais bem posicionadas para capturar oportunidades em mercados desenvolvidos e emergentes. Bombas de calor ganham protagonismo no mercado global com alta eficiência e integração a energias renováveis

  • ESG: hype ou prática real?

    Por Claudia Andrade @cauvic2 Às vezes me pego pensando se todo esse “boom” da sigla ESG não foi mais um modismo corporativo do que uma prática real. Nos últimos anos, parecia que ninguém sobreviveria no mercado se não tivesse essas três letras bem estampadas em seus relatórios ou discursos. Mas será que, de fato, as empresas estão colocando em prática aquilo que tanto divulgam? ESG: hype ou prática real? De um lado, vejo um movimento importante: nunca se falou tanto sobre meio ambiente, impacto social e governança. Isso é positivo. O ESG ganhou espaço nas reuniões de conselho, virou critério para investidores e até consumidor passou a cobrar coerência. É inegável que essa pressão fez diferença. Mas também é impossível ignorar o outro lado: quantas vezes já vimos campanhas grandiosas de sustentabilidade que, na prática, não se sustentam? Quantos relatórios “bonitos” escondem a falta de indicadores consistentes? Essa é a face do greenwashing, e ela mostra que muitas empresas ficaram no discurso, sem realmente transformar processos, culturas e estratégias. Claro, existem exceções. Algumas organizações levaram a sério: revisaram cadeias de valor, adotaram metas claras de redução de impacto ambiental, criaram mecanismos transparentes de governança e passaram a medir o impacto social de forma concreta. Essas, eu diria, entenderam que ESG não é apenas reputação, mas longevidade, redução de riscos e relevância de mercado. Por que, então, tantas outras não praticam? Talvez porque mudar custa caro. Talvez porque o mercado ainda cobre mais o resultado trimestral do que a construção de impacto duradouro. Talvez porque a cultura interna não está preparada para essa virada — e mudar mentalidade é sempre o mais difícil. No fim, fico com a reflexão: o hype do ESG serviu para colocar a pauta em evidência, mas agora o tempo está separando quem pratica de quem apenas fala. A pergunta que não sai da minha cabeça é: sua empresa está apenas surfando a onda ou está realmente mergulhando no ESG como prática diária? ESG: hype ou prática real?

  • Brametal anuncia Alexandre Schmidt como novo CEO

    Temos a satisfação de anunciar uma importante movimentação na liderança da Brametal. A partir deste mês, a Brametal inicia uma nova e auspiciosa fase com Alexandre Queiroz Schmidt, que acaba de assumir a posição de CEO da companhia.  Brametal anuncia Alexandre Schmidt como novo CEO Esse é mais um passo relevante na jornada de evolução da Brametal, que há 50 anos contribui de forma decisiva para o desenvolvimento da infraestrutura de energia no país.  Ao longo de mais de 20 anos, Alexandre atuou como Diretor Comercial e Marketing da empresa, sendo peça-chave para impulsionar o crescimento, a competitividade e gerar valor para negócios, clientes e parceiros.  Estamos confiantes de que sua liderança fortalecerá ainda mais o compromisso da Brametal com a excelência, a segurança e a inovação.  Desejamos boas-vindas ao novo CEO e reforçamos nosso entusiasmo com os caminhos que se abrem para a Brametal.  Cordialmente, Brametal  Brametal anuncia Alexandre Schmidt como novo CEO

  • Itaipu Parquetec e EPE Lançam Roadmaps Estratégicos para Energia Distribuída e Hidrogênio até 2055

    Em um movimento que reforça a visão de longo prazo para a transição energética no Brasil, Itaipu Parquetec  e Empresa de Pesquisa Energética (EPE)  anunciaram o lançamento de dois roadmaps estratégicos voltados para energia distribuída  e hidrogênio . Itaipu Parquetec e EPE Lançam Roadmaps Estratégicos para Energia Distribuída e Hidrogênio até 2055 Os documentos apresentam cenários prospectivos, tendências tecnológicas e recomendações regulatórias  que podem moldar o setor elétrico nacional nas próximas três décadas. O objetivo é preparar o país para uma matriz mais descentralizada, eficiente e sustentável, alinhada às metas globais de descarbonização. Além dos estudos já publicados, está em andamento o roteiro de microrredes , que trará uma análise aprofundada sobre como esses sistemas podem conectar localidades remotas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) , garantindo segurança energética e reduzindo desigualdades no acesso à eletricidade. Segundo os organizadores, a transição para modelos mais distribuídos de geração e consumo exigirá inovação tecnológica, novos modelos de negócios e atualização do marco regulatório . O hidrogênio, por sua vez, é visto como vetor fundamental para descarbonizar setores de difícil eletrificação, como indústrias pesadas e transporte de longa distância. O lançamento desses roadmaps ocorre em um momento estratégico, em que o Brasil busca consolidar sua posição de destaque global na produção de energias renováveis e no desenvolvimento de soluções de baixo carbono. A expectativa é que, com a implementação das ações propostas, o país avance para um sistema energético mais resiliente, limpo e competitivo , capaz de atender às demandas futuras e gerar novas oportunidades econômicas. Itaipu Parquetec e EPE Lançam Roadmaps Estratégicos para Energia Distribuída e Hidrogênio até 2055

  • Itália Avança em Armazenamento de Energia com 648 MW em Novos Projetos no Centro e Sul do País

    O setor de armazenamento de energia na Itália deu mais um passo estratégico rumo à modernização de sua matriz elétrica. Entre os dias 7 e 11 de agosto de 2025, o Ministério do Meio Ambiente e Segurança Energética (MASE)  aprovou seis projetos de baterias em larga escala, totalizando 648 megawatts (MW)  de capacidade instalada, distribuídos pelas regiões do Lácio, Campânia, Basilicata e Puglia. Itália Avança em Armazenamento de Energia com 648 MW em Novos Projetos no Centro e Sul do País A medida reforça o compromisso italiano com a transição energética e a ampliação da infraestrutura de suporte às fontes renováveis, como solar e eólica, que demandam sistemas robustos de armazenamento para garantir estabilidade e segurança no fornecimento de energia. Segundo informações divulgadas pelo MASE, os projetos visam atender tanto a necessidades de flexibilidade da rede elétrica  quanto à redução de picos de demanda , contribuindo para um sistema mais resiliente diante das variações de geração renovável. Especialistas apontam que a localização estratégica principalmente nas regiões Centro e Sul permitirá maior integração com parques solares e eólicos já em operação, além de apoiar futuras expansões. Com esses novos empreendimentos, a Itália se posiciona como um dos mercados europeus mais dinâmicos para o armazenamento de energia em larga escala , abrindo espaço para investidores e fabricantes de tecnologia que buscam ampliar presença no continente. O cronograma prevê que as primeiras instalações entrem em operação a partir de 2026, com contratos de fornecimento e operação já em negociação. A expectativa é que, com a aprovação desses 648 MW adicionais, o país avance para superar a marca de 1 GW de capacidade de armazenamento até 2027 , fortalecendo o papel das baterias como elemento-chave na consolidação de um sistema elétrico mais limpo, seguro e eficiente. Itália Avança em Armazenamento de Energia com 648 MW em Novos Projetos no Centro e Sul do País

  • Nova tecnologia sul-coreana promete avanço para baterias de íons de zinco mais seguras e duráveis

    Por Redação EnergyChannel Nova tecnologia sul-coreana promete avanço para baterias de íons de zinco mais seguras e duráveis Pesquisadores da Universidade Nacional de Chungnam , na Coreia do Sul, anunciaram um avanço que pode colocar as baterias de íons de zinco (ZIBs) mais perto de competir com as tradicionais baterias de íons de lítio. A equipe desenvolveu um revestimento em nanoescala  para ânodos de zinco, capaz de ampliar significativamente a vida útil e a estabilidade dessas baterias aquosas. As ZIBs utilizam eletrólitos à base de água, eliminando os líquidos inflamáveis presentes nas baterias de lítio e oferecendo maior segurança operacional. Porém, o desafio técnico sempre foi evitar a formação de dendritos  – estruturas em forma de agulha que comprometem a eficiência – e minimizar reações químicas indesejadas durante o carregamento e descarregamento. O novo revestimento, desenvolvido pelo grupo liderado pelo professor associado Woo-Jin Song , consiste em uma camada ultrafina de ácido poliacrílico (Zn-PAA)  ligada ao zinco. Com espessura nanométrica, essa proteção é altamente aderente, resiste à dissolução no eletrólito e permite a passagem livre dos íons de zinco, reduzindo corrosão, formação de gás hidrogênio e passivação da superfície. Os resultados de laboratório impressionam: Mais de 2.200 horas  de funcionamento em células simétricas sem perda relevante de desempenho. 95% de capacidade mantida  após 500 ciclos em células completas, operando a 1 A g⁻¹. Mais de 300 ciclos de alta corrente  em células tipo bolsa, a 10 mA cm⁻². Além de melhorar a eficiência, o revestimento induziu a deposição de zinco de forma mais uniforme e estável, o que é essencial para aumentar a vida útil das baterias. Segundo Song, a tecnologia apresenta um processo de fabricação simples e escalável , com custo competitivo frente às camadas seletivas de transporte de íons (SITLs), mais complexas e caras. Ele destaca que o desenvolvimento abre caminho para aplicações em armazenamento de energia em rede, sensores e dispositivos portáteis . “Nossa abordagem une segurança, durabilidade e baixo custo, criando condições para que o íon de zinco se torne uma alternativa real em segmentos onde confiabilidade e preço são decisivos” , afirma Song. Embora ainda haja um longo percurso até igualar o desempenho das baterias de lítio em larga escala, essa inovação reforça o potencial das ZIBs como solução mais segura e sustentável para o futuro do armazenamento de energia. Nova tecnologia sul-coreana promete avanço para baterias de íons de zinco mais seguras e duráveis

  • Sabó: A Disney da Indústria 4.0 e o Compromisso com a Sustentabilidade

    Por Silla Motta – Embaixadora do EnergyChannel TV e Apresentadora do Agenda Global Sabó: A Disney da Indústria 4.0 e o Compromisso com a Sustentabilidade Olá, pessoal! Sou Silla Motta, embaixadora oficial do EnergyChannel TV e apresentadora do Agenda Global. Hoje tive o privilégio de visitar a Sabó uma experiência que me surpreendeu e que, certamente, vai surpreender vocês. Ao conhecer a empresa e suas inúmeras iniciativas em sustentabilidade e ESG, não resisti a apelidá-la de “Disney da Indústria 4.0”. A cada passo, percebi um compromisso genuíno com inovação, eficiência e responsabilidade socioambiental. Uma História de Resiliência e Visão Com 83 anos de história, a Sabó é um orgulho brasileiro. Fundada por um imigrante húngaro, evoluiu de uma pequena ferramentaria para se tornar referência global em sistemas de vedação, com presença no Brasil e no exterior. Ricardo Ávila, meu anfitrião e parte viva dessa trajetória, soma 32 anos dedicados à empresa. Sua paixão pelos negócios e pelas práticas de ESG é inspiradora, e se traduz em projetos concretos que unem tecnologia de ponta e impacto positivo na sociedade. Sabó: A Disney da Indústria 4.0 e o Compromisso com a Sustentabilidade Inclusão Digital e Desenvolvimento Humano: O “S” do ESG em Ação Um dos pontos mais marcantes foi conhecer as iniciativas voltadas ao pilar social do ESG. A Sabó investe fortemente na inclusão digital de seus colaboradores, transformando contêineres adaptados em salas de aula para treinamentos em ferramentas digitais. “Quando começamos a falar de Indústria 4.0 e eficiência, vimos a necessidade de facilitar a transição para o mundo digital” , explica Ricardo. O alcance pode ir além dos muros da empresa: chegamos a pensar em familiares, jovens e aposentados, ampliando o impacto social." A parceria com a FATEC, que instalou um Centro de Desenvolvimento de Indústria 4.0 em Mogi Mirim para acompanhar a Sabó , é outro exemplo desse compromisso. Dela surgiram ideias como a torre de recarga de celulares movida a energia solar concebida por um estagiário que mostra como a empresa valoriza criatividade e sustentabilidade. Eficiência Energética e Hídrica: O “E” do ESG na Prática No pilar ambiental, a Sabó é referência. Uma torre de captação e reserva de água aproveita a chuva e economiza milhares de litros por ano. Todos os mictórios da planta são do tipo “aquafree”, sem consumo de água, economizando mais de 100 mil litros por unidade anualmente. A energia também é tratada com seriedade: a planta possui placas fotovoltaicas monitoradas em tempo real, reduzindo o consumo da rede e gerando economia diária. Desde 2003, a Sabó já participa do Mercado Livre de Energia, demonstrando visão estratégica de longo prazo. O “ecoespaço”, construído com materiais sustentáveis e pensado para que os colaboradores vivenciem os benefícios da energia limpa, é um detalhe que traduz o cuidado ambiental da empresa. Gestão de Resíduos e Governança: O “G” com Inovação A gestão de resíduos é outro destaque. Um investimento de R$ 7 milhões resultou em um galpão de 2.000 m² dedicado à recepção e armazenagem de materiais como plástico, papelão e madeira, e triagem de resíduos para destinação responsável. A empresa é "aterro zero" há mais de uma década." O espaço inclui uma área para limpeza de caixas retornáveis com sistema de circuito fechado de água exemplo claro de economia circular. Para Ricardo, “controlar para reduzir” é mais do que um lema: é parte da governança e da transparência que orientam a gestão da empresa. Conclusão: Um Modelo a Ser Seguido Visitar a Sabó foi inspirador. Ela não apenas simboliza o sucesso na Indústria 4.0, como também se posiciona como referência em ESG. Seu compromisso com inovação, desenvolvimento humano e responsabilidade socioambiental está no DNA da marca. A paixão e o orgulho que Ricardo Ávila transmite são um reflexo fiel dessa cultura. A Sabó prova, na prática, que é possível unir crescimento econômico, responsabilidade ambiental e impacto social positivo construindo um futuro mais sustentável para todos. Fiquem ligados no EnergyChannel TV para mais histórias inspiradoras como esta. Sabó: A Disney da Indústria 4.0 e o Compromisso com a Sustentabilidade

  • Justiça Energética no Brasil: Desafios para Além do Acesso Universal

    Por Prof. Fernando Caneppele - USP Justiça Energética no Brasil: Desafios para Além do Acesso Universal O Brasil se orgulha, com razão, de ter alcançado a quase universalização do acesso à energia elétrica. Programas como o Luz para Todos levaram infraestrutura a rincões remotos, conectando milhões de brasileiros e cumprindo uma meta essencial de desenvolvimento do século XX. Contudo, em agosto de 2025, enquanto nos preparamos para sediar a COP30 e debater o futuro do clima, somos confrontados por uma verdade inconveniente: ter a lâmpada no teto não representa a saída da escuridão. A discussão sobre energia no Brasil precisa urgentemente amadurecer para além do acesso, encarando o desafio do século XXI: a justiça energética.  Este conceito, muito mais complexo, nos obriga a questionar  como  a energia chega, para além de sua simples disponibilidade. A que custo? Com qual qualidade? E, fundamentalmente, quem participa das decisões que definem seu preço e sua disponibilidade? A resposta a essas perguntas revela uma profunda desigualdade e um fardo desproporcional sobre os ombros da população mais pobre. A Anatomia da Pobreza Energética É preciso, antes de tudo, reconhecer um problema por muito tempo invisível: a pobreza energética. Estudos de institutos independentes e acadêmicos estimam que, no Brasil, cerca de 25% da população compromete mais de 10% de sua renda com gastos de energia, somando a eletricidade e o gás de cozinha. Viver em pobreza energética significa ter de fazer escolhas diárias dramáticas: pagar a conta de luz ou comprar comida? Significa também arcar com custos indiretos da má qualidade do serviço, como eletrodomésticos queimados por picos de tensão e a perda de alimentos por apagões frequentes, além da exclusão de oportunidades educacionais e econômicas que dependem de uma conexão estável. O reconhecimento oficial deste desafio avança. Em maio deste ano, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) lançou o Observatório Brasileiro de Erradicação da Pobreza Energética (OBEPE), uma plataforma que visa criar um diagnóstico multidimensional do problema, considerando renda, escolaridade, moradia e clima. A iniciativa é crucial ao formalizar que a justiça energética é indissociável da política social. O Peso Oculto na Tarifa de Energia Para milhões de brasileiros, a conta de luz se tornou uma fonte de angústia crescente. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) projeta um reajuste médio das tarifas de 6,3% para 2025, um índice que supera as previsões de inflação. O principal vetor dessa pressão não vem do custo da geração hidrelétrica ou da transmissão, mas de um componente complexo e pouco transparente para o consumidor: a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Para 2025, o orçamento da CDE foi fixado em impressionantes R$ 49,2 bilhões, dos quais cerca de R$ 46,8 bilhões serão pagos diretamente por todos os consumidores através de suas faturas. Esta conta gigantesca financia diversas políticas públicas, mas sua estrutura levanta sérias questões de equidade. No orçamento deste ano, por exemplo, o aumento é impulsionado por subsídios a fontes incentivadas (que beneficiam majoritariamente grandes consumidores no mercado livre), à micro e minigeração distribuída (concentrada nas classes de maior renda) e à Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que subsidia a geração termelétrica cara nos sistemas isolados. Dessa forma, a CDE tornou-se um mecanismo de subsídios cruzados onde o consumidor de baixa renda, cativo da distribuidora local, ajuda a pagar por benefícios que, muitas vezes, não usufrui. Essa estrutura torna a tarifa de energia um dos tributos mais regressivos do país, pesando desproporcionalmente no orçamento dos mais pobres. Proteção Social: A Tarifa Social é a Solução? Em resposta a essa realidade, o principal mecanismo de proteção é a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). Houve avanços notáveis neste campo. Desde julho de 2025, por força da Medida Provisória nº 1.300, o programa passou a oferecer um desconto de 100% na parcela de consumo da fatura para famílias de baixa renda que consomem até 80 kWh por mês. A iniciativa tem potencial para beneficiar cerca de 60 milhões de pessoas inscritas no Cadastro Único — embora o número efetivo de atendidos dependa de atualização cadastral e outros requisitos. A TSEE, contudo, merece uma análise crítica. O desconto não zera a conta, pois não incide sobre impostos e a taxa de iluminação pública. Adicionalmente, apesar da inscrição automática, barreiras burocráticas persistem: milhões de famílias elegíveis podem não ser contempladas por terem o cadastro desatualizado ou a conta de luz em nome do proprietário do imóvel alugado. O ponto central é que a Tarifa Social funciona como um analgésico necessário para uma doença estrutural. Ela alivia o sintoma (a conta alta), mas não ataca a causa (uma estrutura tarifária inflada por subsídios regressivos). Sem uma reforma na CDE, a TSEE será sempre uma política paliativa custeada, em parte, por consumidores que estão apenas um degrau acima da linha de pobreza. A Urgência de uma Governança Inclusiva A governança representa o pilar final e talvez mais complexo da justiça energética. As decisões que definem o futuro do setor elétrico — e o preço da nossa conta de luz — são tomadas em arenas altamente técnicas e distantes do cidadão comum, como as consultas públicas da ANEEL, que registram baixa participação dos consumidores. A proposta do Ministério de Minas e Energia de avançar com uma reforma focada em “justiça tarifária e liberdade do consumidor” e a abertura total do mercado prevista para os próximos anos são movimentos bem-vindos, mas que carregam riscos. Uma maior “ liberdade ” para os grandes consumidores migrarem para o mercado livre pode, se mal implementada, deixar os custos do sistema legado e os encargos da CDE ainda mais concentrados sobre os pequenos consumidores cativos, justamente os mais vulneráveis.A promoção da justiça energética passa, obrigatoriamente, pela democratização da governança do setor. Isso implica fortalecer os conselhos de consumidores, traduzir o “tecniquês” regulatório para uma linguagem acessível e criar canais de participação efetiva para que a voz de quem mais sofre com o peso da tarifa seja ouvida. A transição energética para fontes renováveis só será verdadeiramente justa se os seus custos e benefícios forem compartilhados de forma equitativa, e não há como garantir isso sem a participação ativa de toda a sociedade. A universalização do acesso foi uma vitória da engenharia e da política pública. O desafio que se apresenta agora é qualitativo e muito mais profundo. Ele nos chama a integrar a política energética à política social, a reformar estruturas de custo anacrônicas e a garantir que cada brasileiro se torne um cidadão com voz ativa na construção de um futuro energético seguro, limpo e, acima de tudo, justo para todos. Justiça Energética no Brasil: Desafios para Além do Acesso Universal

  • ABGD apresenta contribuições técnicas ao MME para solução de desafios do setor elétrico brasileiro

    ABGD apresenta contribuições técnicas ao MME para solução de desafios do setor elétrico brasileiro A associação propõe modelo que combina baterias com geração distribuída como alternativa eficiente, rápida e sustentável Na manhã desta quarta-feira (13), a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) apresentou ao Ministério de Minas e Energia (MME) contribuições técnicas para enfrentar desafios do setor elétrico brasileiro: a adoção combinada de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) integrada à geração distribuída (GD). A iniciativa visa aliviar picos de demanda, reduzir a pressão sobre a rede elétrica, atender eficientemente a ponta, garantir implantação rápida (entre 4 e 6 meses) e oferecer um modelo custo-eficiente com sinais econômicos corretos, incluindo horários incentivados e desincentivados, além de possibilitar a atuação de operadores de sistema de distribuição (DSOs) autônomos e independentes.  A reunião contou com a presença do Secretário Nacional de Energia Elétrica, Gentil Sá, indicado à vaga de diretor da ANEEL, da Coordenadora-Geral de Distribuição de Energia Elétrica, Aline Eleutério, e equipe técnica do MME. Representando a ABGD, participaram o presidente da associação, Carlos Evangelista, os conselheiros Christino Áureo, Daniel Maia e Bruno Menezes, além de Noemi Araujo, responsável pelas relações institucionais e governamentais. ABGD apresenta contribuições técnicas ao MME para solução de desafios do setor elétrico brasileiro “Visando buscar uma proposta concisa que atenda a vários agentes, a iniciativa tem sido debatida também com ANEEL, ONS e EPE. Consideramos uma solução de mercado eficaz e estratégica para o momento atual do setor,  preservando a segurança dos consumidores que estão amparados pela Lei 14.300/22 e beneficiando todos os usuários do SEB”, ressaltou Carlos Evangelista, presidente da ABGD. Sobre a ABGD A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) é a principal entidade representativa do setor de energias renováveis com foco em geração distribuída no Brasil. Fundada em 2015, tem em seus quadros mais de 1.500 empresas, abrangendo toda a cadeia produtiva de equipamentos e serviços do segmento. Atua de forma estratégica na defesa dos interesses do setor junto a órgãos reguladores, instituições governamentais e sociedade civil, promovendo políticas públicas, inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental, eficiência energética e a democratização do acesso à energia limpa. A ABGD tem sido protagonista no avanço da geração própria de energia no país, impulsionando o crescimento do mercado e fortalecendo a transição energética brasileira. ABGD apresenta contribuições técnicas ao MME para solução de desafios do setor elétrico brasileiro

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