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- Energia no lixo, preço nas alturas: quem paga a conta somos todos nós
Por Daniel Lima - ECOnomista Energia no lixo, preço nas alturas: quem paga a conta somos todos nós O Brasil parece insistir em desperdiçar aquilo que Deus lhe deu em abundância. A recente projeção da Aneel de aumento na conta de luz acima da inflação, é apenas a ponta do iceberg de um sistema elétrico que favorece interesses fósseis. Menos comida na mesa Reajustes que ultrapassam o índice inflacionário, para muitas famílias esse aumento não é apenas um número, é a diferença entre colocar comida na mesa ou manter a geladeira ligada. Geração fóssil a todo gás enquanto energia limpa está sendo jogada no lixo O Brasil está com praticamente todas as térmicas ligadas mesmo em momentos de sobra de produção eólica e solar e está descartando energia por falta de infraestrutura para armazená-la ou distribuí-la eficientemente. É como jogar água potável fora em tempos de seca. Soluções de curto prazo sendo ignoradas Soluções existem e estão sendo utilizadas em diversos países. Aqui, elas são postergadas, engavetadas ou ignoradas. A falta de vontade política e interesses contrários, impedem que essas soluções sejam implementadas com urgência. Por exemplo: Poderíamos transformar esse excedente em valor econômico real, sem custo adicional para o sistema elétrico, com a implantação de um sistema de alívio tarifário regional nos momentos de excedentes de produção. Imaginem o impacto: Indústrias operando com energia barata; projetos estratégicos ganhando viabilidade; e, o desenvolvimento regional acelerado em áreas historicamente menos favorecidas. O lobby ainda dita regras Mas, grandes grupos pressionam por decisões que favorecem usinas poluentes e caras. Essa influência se estende aos gestores do sistema elétrico, travando avanços que beneficiariam a população. Quem paga a conta? No fim das contas literalmente quem paga é o brasileiro comum. A energia elétrica representa uma das maiores despesas no orçamento das famílias. E quando o sistema privilegia o lucro de poucos em vez do bem-estar coletivo, a desigualdade se aprofunda. Hora de acordar antes que o apagão seja moral O Brasil está desperdiçando não apenas energia limpa, mas também a chance de construir um futuro justo e sustentável. Enquanto o sol brilha e os ventos sopram, seguimos pagando caro por decisões que favorecem poucos e penalizam muitos. A transição energética não é um luxo ecológico é uma urgência social. Cada megawatt jogado impacta a vida de quem já vive no limite. Não há mais espaço para omissão, para conivência com lobbies, nem para os que tratam o sistema elétrico como balcão de negócios. O povo brasileiro merece mais do que reajustes abusivos e promessas adiadas. Merece dignidade energética. Despertar consciências é só o começo. É hora de exigir transparência, romper com a inércia e construir um modelo que ilumine vidas não apenas lucros. Porque no fim, quem paga a conta é quem menos tem. E isso, definitivamente, não pode continuar. Energia no lixo, preço nas alturas: quem paga a conta somos todos nós
- Peak Energy inaugura o primeiro sistema de bateria de íons de sódio em escala de rede nos EUA com resfriamento passivo e promessa de corte de custos
Por Redação EnergyChannel Peak Energy inaugura o primeiro sistema de bateria de íons de sódio em escala de rede nos EUA com resfriamento passivo e promessa de corte de custos A transição energética nos Estados Unidos acaba de ganhar um marco histórico. A Peak Energy , fabricante de baterias com sede em Denver, anunciou o lançamento do primeiro sistema de armazenamento de energia com tecnologia de pirofosfato de íons de sódio (NFPP) em escala de rede no país e o maior do tipo em todo o mundo. A instalação, localizada no Centro de Aceleração de Tecnologia Solar (SolarTAC) , em Aurora, Colorado, integra um programa piloto colaborativo que reúne nove fornecedores independentes de energia (IPPs) e concessionárias de serviços públicos. Com capacidade superior a 3 MWh , o sistema tem como principal diferencial seu design patenteado de resfriamento passivo , possível graças à estabilidade térmica da química NFPP. Mais eficiência, menos custos De acordo com Cameron Dales , presidente e CCO da Peak Energy, a química de íons de sódio supera as baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) em ciclo de vida e durabilidade em temperaturas elevadas . Ao eliminar sistemas tradicionais de HVAC conhecidos pelo alto consumo energético, a solução da Peak reduz em mais de 90% a energia auxiliar necessária para resfriamento e corta até 20% dos custos totais de operação ao longo da vida útil. Os testes indicam ainda 33% menos degradação das células em projetos de 20 anos. Essa performance pode gerar economias de até US$ 75/kWh em valor presente líquido , número que, segundo Dales, “ supera o custo das próprias células da bateria ”. Modelo de testes colaborativo Outro diferencial é o modelo de testes adotado. Em vez de pilotos isolados com cada cliente, a Peak estruturou um programa piloto compartilhado , reduzindo prazos e custos de validação. Como contrapartida, os participantes assumem o compromisso de avançar para implantações comerciais caso os resultados sejam positivos. O formato já começa a render frutos: quatro projetos comerciais estão em fase contratual, com implantação prevista para 2026 e 2027. Reindustrialização e independência tecnológica A estratégia da Peak também está alinhada à política industrial norte-americana. Dales cita incentivos como o One Big Beautiful Bill Act (OBBB) , que estimula a fabricação local e restringe compras de entidades estrangeiras consideradas estratégicas. O uso de matérias-primas abundantes no país, como o carbonato de sódio , reforça a viabilidade da produção doméstica. “ A missão da Peak sempre foi trazer de volta a manufatura da cadeia de suprimentos de baterias aos EUA. O sódio é abundante, acessível e ideal para o armazenamento estacionário em larga escala ”, afirmou Dales. Desafiando o domínio do lítio Embora as baterias LFP dominem as aplicações em rede, Dales ressalta que o sódio tem um histórico tão antigo quanto o lítio, mas sempre foi preterido em mobilidade elétrica. Agora, com custos competitivos, segurança térmica e maior vida útil em condições extremas, o íon de sódio pode assumir protagonismo em armazenamento de energia de longa duração . “Não buscamos subsídios nem dependemos de créditos fiscais. Isso nos protege contra instabilidades políticas e nos mantém ágeis” , concluiu Dales. Peak Energy inaugura o primeiro sistema de bateria de íons de sódio em escala de rede nos EUA com resfriamento passivo e promessa de corte de custos
- GDSUN Intensifica Reciclagem e Destina 50 Toneladas de Módulos Fotovoltaicos para Reaproveitamento
São Paulo – 13 de agosto de 2025 – A GDSUN, referência no mercado solar, deu um passo decisivo na gestão sustentável de resíduos ao iniciar a reciclagem de 50 toneladas de módulos fotovoltaicos . A ação é parte de um programa permanente de economia circular, estruturado a partir de um projeto-piloto realizado em 2024, que encaminhou 7,3 toneladas de equipamentos inutilizados para reaproveitamento. GDSUN Intensifica Reciclagem e Destina 50 Toneladas de Módulos Fotovoltaicos para Reaproveitamento O modelo implementado pela companhia integra coleta especializada , reciclagem avançada e reintrodução de materiais na cadeia produtiva . O objetivo é minimizar o descarte irregular, ampliar a vida útil dos recursos e atender às crescentes exigências ambientais do setor de energia. “O mercado solar cresce em ritmo acelerado e, com ele, aumenta a responsabilidade sobre o destino dos equipamentos ao final de sua vida útil. Nosso processo garante rastreabilidade, eficiência e compromisso ambiental”, afirmou a diretoria da GDSUN em nota. O projeto envolve parcerias estratégicas com empresas de logística e recicladoras certificadas, assegurando que vidro, alumínio, silício e outros insumos sejam recuperados e direcionados para novas aplicações industriais. Além do impacto ambiental positivo, a iniciativa fortalece a competitividade do setor ao reduzir a necessidade de matérias-primas virgens. Desafio global, solução nacional A destinação correta de módulos fotovoltaicos é um desafio que cresce no mundo todo, já que a primeira geração de sistemas solares começa a atingir o fim de sua vida útil. Segundo estudos internacionais, até 2030 o volume global de resíduos de painéis solares pode ultrapassar 8 milhões de toneladas . Com a ação, a GDSUN se posiciona como pioneira no Brasil, criando um modelo replicável para fabricantes, integradores e grandes consumidores de energia solar. GDSUN Intensifica Reciclagem e Destina 50 Toneladas de Módulos Fotovoltaicos para Reaproveitamento
- BlackRock, Daimler e NextEra impulsionam rede de carregamento para caminhões elétricos de longa distância nos EUA
Los Angeles – 13 de agosto de 2025 Crédito: Greenlane. Ponto de recarga de cargas elétricas da Greenlane A transição para o transporte de carga com emissão zero acaba de ganhar um reforço estratégico. A BlackRock , a Daimler Truck North America e a NextEra Energy Resources , por meio da Greenlane , estão expandindo sua rede de carregamento de alta potência para caminhões elétricos pesados, com foco nos principais corredores logísticos dos Estados Unidos. Crédito: Greenlane. Os carregadores Colton da Greenlane O destaque mais recente é a consolidação do corredor I-10 , que conecta a Califórnia ao Arizona, já operando com infraestrutura capaz de atender às operações de frete mais exigentes. Testes com o caminhão elétrico Windrose R700 Classe 8 comprovaram que a rota Colton (CA) – Buckeye (AZ) pode ser percorrida com uma única carga, transportando quase o peso máximo permitido — 33.756 kg — e ainda chegando ao destino com 12% de bateria restante . “Rodar quase 480 km com carga total em condições reais demonstra que o transporte elétrico pesado não é mais um conceito futuro — é realidade operacional”, afirmou Wen Han , fundador e CEO da Windrose Technology. Crédito: Nevoya / Greenlane. Caminhão Nevoya Windrose carregando na Greenlane Infraestrutura robusta e carregamento ultrarrápido O Greenlane Center de Colton , inaugurado em abril de 2025, oferece mais de 40 carregadores de alta velocidade , incluindo 12 pistas pull-through para caminhões com reboque acoplado e 29 pistas bobtail para veículos sem carreta. O local conta ainda com comodidades como Wi-Fi, banheiros, segurança 24h, oficinas e até espaços de escritório para transportadoras. Nos testes, o Windrose R700 atingiu uma taxa máxima de carregamento de 772 kW graças à tecnologia de pistola dupla , permitindo tempos de abastecimento competitivos com o diesel. Crédito: Nevoya / Greenlane. Caminhão Nevoya Windrose carregando na Greenlane. Parcerias estratégicas para escala nacional A Windrose Technology estabeleceu o centro de Colton como base de operações para seus veículos elétricos, incluindo clientes-piloto que atuarão nos corredores I-10 e I-15. Entre os primeiros a aderir está a Nevoya , operadora dedicada ao transporte elétrico pesado, que usará a infraestrutura da Greenlane para suportar suas frotas de médio e longo alcance. “A rede de carregamento I-10 cria o avanço de infraestrutura que o transporte elétrico precisa, e a Nevoya está pronta para mostrar que o frete pesado elétrico é viável, escalável e economicamente competitivo”, afirmou John Verdon , diretor comercial da Nevoya. O olhar da BlackRock sobre o transporte limpo Além de participar da expansão da Greenlane, a BlackRock oferece aos investidores exposição ao setor por meio de ETFs como o iShares Self-Driving EV and Tech ETF (IDRV) e o iShares Electric Vehicles and Driving Technology UCITS ETF , que englobam empresas líderes em mobilidade elétrica, tecnologia de baterias e condução autônoma. O Fundo de Energia Sustentável da BlackRock também direciona capital para empresas de energia renovável, combustíveis alternativos e eficiência energética, reforçando a transição para uma matriz de transporte mais limpa, excluindo investimentos ligados a carvão, petróleo e gás. BlackRock, Daimler e NextEra impulsionam rede de carregamento para caminhões elétricos de longa distância nos EUA
- Holanda injeta €700 milhões em projetos estratégicos de hidrogênio verde para acelerar transição energética
Por EnergyChannel – 13 de agosto de 2025 O governo da Holanda anunciou um novo impulso à economia do hidrogênio, destinando €700 milhões (aproximadamente US$ 820 milhões) para viabilizar projetos de produção em larga escala . O investimento contempla 11 iniciativas selecionadas na segunda rodada de subsídios nacionais, totalizando uma capacidade combinada de eletrolisadores de cerca de 602 megawatts (MW) . Holanda injeta €700 milhões em projetos estratégicos de hidrogênio verde para acelerar transição energética O programa faz parte da estratégia holandesa para se posicionar como líder na produção e no uso de hidrogênio verde na Europa, setor considerado essencial para descarbonizar indústrias intensivas em energia, como siderurgia, química e transporte pesado. Segundo autoridades do país, a meta é que os projetos beneficiados entrem em operação nos próximos anos, contribuindo para reduzir emissões e fortalecer a segurança energética. Os subsídios foram concedidos com base no potencial de cada iniciativa para gerar impacto econômico e ambiental, além da viabilidade técnica e da integração com a infraestrutura de transporte e armazenamento já existente. A aposta da Holanda no hidrogênio não se limita à produção doméstica. O país também busca consolidar-se como hub de importação e distribuição para toda a Europa, aproveitando sua localização estratégica e seus portos de grande porte, como o de Roterdã. Para especialistas ouvidos pelo EnergyChannel , a decisão reforça uma tendência global: o hidrogênio verde está deixando de ser apenas promessa para se tornar ativo estratégico na transição energética . A combinação de políticas públicas, incentivos financeiros e inovação tecnológica será determinante para acelerar sua competitividade frente a combustíveis fósseis. Holanda injeta €700 milhões em projetos estratégicos de hidrogênio verde para acelerar transição energética
- Aneel adia definição sobre regras de armazenamento de energia em meio a impasse tarifário
Por EnergyChannel — 13 de agosto de 2025 O avanço da regulamentação para o setor de armazenamento de energia no Brasil sofreu um novo atraso. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu postergar a deliberação sobre as tarifas aplicadas a sistemas de armazenamento, mantendo em aberto uma discussão que vem mobilizando agentes do mercado e especialistas do setor elétrico. Aneel adia definição sobre regras de armazenamento de energia em meio a impasse tarifário O ponto central do impasse envolve o tratamento tarifário das instalações especialmente no que diz respeito à cobrança pelo uso da rede de transmissão e distribuição. Fabricantes, investidores e operadores argumentam que a definição de limites claros para essa cobrança é essencial para garantir a viabilidade econômica dos projetos e incentivar a expansão da tecnologia no país. Atualmente, a ausência de regras específicas cria insegurança regulatória e pode comprometer a competitividade de soluções que já despontam como estratégicas para a transição energética, como baterias de grande porte e sistemas híbridos acoplados a fontes renováveis. Especialistas consultados pelo EnergyChannel ressaltam que o armazenamento de energia desempenha um papel crítico para a modernização da matriz elétrica, permitindo maior integração de energia solar e eólica, além de melhorar a confiabilidade do fornecimento. Contudo, alertam que a definição tarifária deve equilibrar estímulo ao investimento e proteção aos consumidores. A expectativa é que a Aneel retome a análise ainda este ano, após aprofundar estudos técnicos e avaliar experiências internacionais. Enquanto isso, empresas e associações do setor reforçam que a adoção de um modelo tarifário justo pode destravar bilhões em investimentos e acelerar a consolidação do armazenamento como pilar da segurança energética nacional. Aneel adia definição sobre regras de armazenamento de energia em meio a impasse tarifário
- GoodWe apresenta lançamentos em soluções híbridas e de armazenamento na Intersolar South America 2025
Empresa promove programação interativa com tour guiado, brindes e palestras para integradores GoodWe apresenta lançamentos em soluções híbridas e de armazenamento na Intersolar South America 2025 A GoodWe, referência global em soluções de energia solar e armazenamento, será uma das expositoras da Intersolar South America 2025, maior feira do setor solar da América Latina, que será realizada de 26 a 28 de agosto no Expo Center Norte, em São Paulo. Com um estande dinâmico e uma programação interativa, a empresa terá como destaque principal suas soluções híbridas e de armazenamento de energia, que refletem seu compromisso com a transição energética. Entre os produtos apresentados, o foco estará nas linhas híbridas monofásicas e trifásicas, desenvolvidas para oferecer backup rápido, escalabilidade e segurança tanto para residências quanto para empresas de pequeno e médio porte para comércio, indústrias e agronegócio. Também serão apresentadas baterias de última geração e inversores com funcionalidades de segurança integradas, como o sistema de desligamento rápido (Rapid Shutdown 2.0) conforme as exigências da nova norma ABNT NBR 17193/2025. GoodWe apresenta lançamentos em soluções híbridas e de armazenamento na Intersolar South America 2025 Segundo o vice-presidente da GoodWe para a América do Sul, Fábio Mendes, a feira é uma oportunidade estratégica para mostrar como a empresa está pronta para atender à crescente demanda do mercado por soluções completas, eficientes e seguras. “A Intersolar é o palco ideal para conectar inovação com oportunidades reais de mercado. É onde mostramos que a GoodWe está preparada para atender a demanda crescente com soluções eficientes, seguras e integradas à nova realidade energética. Estar aqui é fundamental para reforçar nosso compromisso com a transição energética na América do Sul” , afirmou. Durante os três dias do evento, a GoodWe promoverá uma série de ações para visitantes e integradores, com foco na experiência prática e na aproximação com o público. Entre elas, o Tour no Estande, com sessões às 14h, 15h e 16h, apresentará as Estações de Soluções GoodWe, incluindo linhas residenciais, comerciais e industriais. Os participantes do tour guiado receberão brindes exclusivos ao final da visita. Outra ação é a palestra “Fala, Integrador!”, que será realizada todos os dias às 14h30, 15h30 e 16h30. Apresentada pelo parceiro Merivaldo Britto, a atividade é voltada aos integradores, com foco em estratégias de venda e diferenciais das soluções GoodWe frente à concorrência. O conteúdo aborda temas como confiabilidade em inversores monofásicos, soluções on-grid (como MIS, DNS e MS), e aplicações híbridas para residências, comércios e projetos de médio porte. A programação também inclui apresentações técnicas dos principais lançamentos da marca. Às 14h45 será apresentado o inversor monofásico DNS e MS da linha G4, projetado para crescer com o sistema do cliente. Às 15h45, a empresa lança a solução híbrida split-phase composta pelo inversor ES – LD e baterias Lynx U G3 e Lynx A G3. Já às 16h45, será apresentada a solução híbrida para C&I com o inversor ET 100K e baterias BAT de alta capacidade. Entre os lançamentos que estarão expostos no estande estão: DNS G4, MS G4, Lynx U G3, Lynx A G3, Híbrido Split Phase ES – LD, ET 75-100K, baterias BAT 102/112 kWh, RSD 2.0, MIS, ET-LV, BAT 14 kWh, GT 150K, SDT G3 50K/30K-LV, SMT G2 50K-LV e SMT G2 60K/37.5K-LV. O estande também apresentará as soluções EcoSmart Home e EcoSmart Comercial, com foco em eficiência energética e autonomia. A linha BIPV, que incorpora painéis solares em elementos arquitetônicos como fachadas e coberturas, estará presente com produtos como Aquila, Nebula, Polaris e Vela, voltados à integração estética e funcional da geração solar. “Vamos apresentar soluções inéditas e reforçar o conceito de que a energia solar pode ser funcional e estética. A tecnologia BIPV permite transformar fachadas e coberturas em geradores de energia limpa. Além disso, vamos abordar o tema da eletromobilidade com foco no Polaris e no Vela, em palestra especial durante a feira”, disse o diretor comercial da unidade BIPV da GoodWe, Rafael Bueno Carvalho. Sobre a GoodWe A GoodWe é uma empresa líder mundial em soluções de energia solar, dedicada ao fornecimento de inversores solares inovadores e confiáveis para atender às diversas demandas do mercado fotovoltaico. Com mais de 5.000 colaboradores em mais de 100 países, a GoodWe foi reconhecida como fabricante global TIER 1 de inversores pela BloombergNEF (BNEF) em 2025. A empresa já entregou mais de 2 milhões de inversores e instalou 100 GW em mais de 100 países e regiões. Reconhecida com sete prêmios consecutivos "All Quality Matters" da TÜV Alemanha, a GoodWe lidera consistentemente em qualidade de produto. Seu portfólio completo de soluções para sistemas fotovoltaicos residenciais, comerciais e de grande escala garante alta performance, segurança e confiabilidade. Para mais informações, acesse: br.goodwe.com GoodWe apresenta lançamentos em soluções híbridas e de armazenamento na Intersolar South America 2025
- Geração solar própria nas empresas avança 9,7% no primeiro semestre de 2025, revela TTS Energia
Por EnergyChannel — 12 de agosto de 2025 Geração solar própria nas empresas avança 9,7% no primeiro semestre de 2025, revela TTS Energia O setor corporativo brasileiro segue impulsionando a expansão da energia solar fotovoltaica no país. Segundo dados recentes divulgados pela consultoria TTS Energia, a geração própria solar em empresas registrou crescimento de 9,7% no primeiro semestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior. De janeiro a junho, foram instalados mais de 42 mil novos sistemas fotovoltaicos, totalizando uma capacidade adicional de aproximadamente 1,5 gigawatts (GW). Essas instalações contemplam desde companhias comerciais e prestadoras de serviços até unidades industriais, distribuídas em telhados comerciais e áreas de solo. Esse desempenho reforça a tendência das empresas brasileiras em adotar fontes renováveis para reduzir custos operacionais, aumentar a eficiência energética e fortalecer compromissos ambientais, especialmente diante das crescentes exigências por sustentabilidade corporativa. Além de garantir maior autonomia energética, o investimento em geração solar própria contribui para a descarbonização do setor produtivo, alinhando-se às metas globais de redução de emissões e à agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) que ganha espaço no ambiente de negócios. Fique por dentro das principais tendências do setor energético. Acompanhe o EnergyChannel para notícias atualizadas, análises e conteúdos exclusivos sobre energia e inovação no Brasil e no mundo. Geração solar própria nas empresas avança 9,7% no primeiro semestre de 2025, revela TTS Energia
- Intersolar 2025: SolaX Power lança inversor para armazenamento de energia para uso interno e externo
Em um mercado previsto para atingir a marca de US$ 3,8 bilhões até 2030, a empresa tem investido no desenvolvimento de soluções de sistemas BESS para o Brasil que atendem a diferentes perfis de clientes e necessidades energéticas Foto: O X-MS 2000, novidade no Brasil, é ideal para microgeração residencial, suporta até 2400W de entrada solar e bateria expansível até 11,98kWh Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power No contexto do sistema elétrico brasileiro, no qual se intensificam as discussões acerca da oferta e demanda de energia renováveis, como a solar, e o impacto do uso dessas fontes renováveis para as redes das concessionárias, os sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems) têm se tornado uma solução cada vez mais promissora para equilibrar essa conta e garantir a estabilidade da rede. Diante dessa necessidade iminente, a SolaX Power, uma das principais fabricantes mundiais de soluções para armazenamento de energia, traz para o Brasil soluções BESS que atendem desde imóveis, como apartamentos e residências, a grandes unidades industriais. Essas novas tecnologias estarão em destaque no principal evento de energia solar do Brasil, a Intersolar 2025. Dentre elas, o lançamento que a SolaX traz para o Brasil: o inversor para microgeração residencial Balcony X-MS 2000. Sobre este mercado, vale ressaltar que o Brasil está prestes a alcançar 1GWh de capacidade instalada em sistemas de armazenamento de energia com baterias até 2025, segundo a consultoria Greener, mercado previsto para atingir a marca de US$ 3,8 bilhões até 2030. Ademais, no cenário global, os sistemas de armazenamento com baterias já somam 200 GW de capacidade instalada. Nesse cenário que, apesar de enfrentar desafios como a regulação e a carga tributária - que representa 79% do custo total dos sistemas de armazenamento com baterias (também segundo a Greener), há um caminho com muito potencial a ser trilhado. Por acreditar nas possibilidades que esse sistema oferece, desde a segurança energética a um aliado para um futuro mais sustentável, a multinacional SolaX Power mantém seu investimento em novas tecnologias para o mercado brasileiro. Soluções em BESS O lançamento da empresa nesta edição da Intersolar é o Balcony X-MS 2000 - um inversor de armazenamento de energia projetado microgeração residencial de sistemas solares e outras fontes de energia renovável. Possui fácil instalação, alta capacidade de energia, além de um design plug-and-play (de fácil conexão), ideal para configurações de varanda e uso externo, como camping. O X-MS 2000 suporta até 2400W de entrada solar e bateria expansível até 11,98kWh. É uma solução que armazena energia solar para ser utilizada no período noturno, em dias nublados ou em quedas de energia. “O X-MS 2000 oferece energia limpa, confiável e flexível para uso doméstico ou mesmo ao ar livre”, explica o engenheiro Marcelo Niendicker. Já o ESS-Trene é um gabinete de armazenamento de energia altamente integrado: uma solução completa com cenários de aplicação versáteis, células LFP (lítio ferro-fosfato) de alta densidade, segurança e desempenho. “Possui capacidade para até 15 baterias ligadas em série e nobreak para suprir falha total do sistema, além de tecnologia avançada de refrigeração líquida, o que garante desempenho ideal do produto”, enfatiza o engenheiro. O ESS-Trene está equipado com um sistema de energia - Sistema de Gestão (EMS), que integra múltiplas medidas de proteção de segurança, como sobretensão, sobrecorrente e superaquecimento, bem como materiais resistentes ao fogo e sistema de proteção para detectar e responder prontamente a potenciais riscos de incêndio. Consegue ter até 215 kWh de potência armazenada e pode, de forma confiável, realizar operações de carga e descarga para um ou vários armários. Possui gerenciamento inteligente por meio do SolaX Cloud, com monitoramento em tempo real. A vida útil é superior a dez anos. É indicado para estabelecimentos comerciais e industriais. O ESS-Aelio, também destaque na Intersolar, é um gabinete híbrido de armazenamento com 200 kWh e layout flexível, que permite sua aplicação desde unidades comerciais a industriais, atingindo alto rendimento para integração solar em larga escala. Possui gerenciamento de cargas inteligente e está pronto para microrrede. As portas de bateria independentes e duplas estão prontas para expandir sua capacidade. É indicado ao comércio e indústria. “A tendência do mercado de energias renováveis passa pelo sistema de armazenamento de energia, por meio das baterias, que chegam para solucionar o problema da instabilidade ou mesmo da falta de energia. Os sistemas BESS complementam e proporcionam autonomia energética a vários segmentos da economia, garantindo a continuidade e não expor a unidade a quedas de energia que podem resultar em paradas operacionais, as quais, consequentemente, impactam nos custos operacionais e nos resultados das empresas”, explica o diretor-executivo da SolaX Power no Brasil, Gilberto Camargos. Intersolar 2025 A Intersolar South America é uma das quatro feiras que integram a programação da The Smarter E South America, a maior plataforma da América Latina para a nova realidade energética, retorna a São Paulo entre 26 e 28 de agosto, no Expo Center Norte, e reunirá inovadores, líderes e pioneiros em energias renováveis, redes inteligentes e eletromobilidade. O estande da SolaX estará localizado no W2.86. Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Intersolar 2025: SolaX Power lança inversor para armazenamento de energia para uso interno e externo
- Energia Nuclear: Um Novo Horizonte de Potência Global
A Ascensão Silenciosa de uma Gigante Energética Energia Nuclear: Um Novo Horizonte de Potência Global A energia nuclear, frequentemente envolta em debates e percepções polarizadas, consolida sua posição como pilar fundamental na matriz energética global. Longe dos holofotes, mas com impacto inegável, a produção nuclear alcançou um marco histórico em 2024, redefinindo o cenário energético mundial e sinalizando uma era de expansão e reavaliação de seu papel estratégico. Recorde Histórico e Crescimento Desigual Em 2024, a geração global de energia nuclear atingiu a impressionante marca de 2.843 terawatts-hora (TWh), com projeções indicando que o novo recorde histórico será estabelecido em 2025, com 2.900 TWh, superando o recorde anterior de 2021. Este feito, embora modesto em seu incremento anual, representa uma recuperação consistente e um avanço significativo desde os desafios enfrentados no período pós-Fukushima. A última década testemunhou um crescimento anual de 2,6%, um testemunho da resiliência e da crescente relevância da fonte nuclear. Contudo, essa expansão não se manifesta de forma homogênea. Uma análise aprofundada revela uma dicotomia marcante entre as nações. Enquanto países não pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) impulsionam a construção de novas capacidades a um ritmo acelerado (crescimento anual de 3,0%), as nações da OCDE, em sua maioria, enfrentam estagnação ou até mesmo declínio (2,5%). Essa disparidade sublinha uma mudança geopolítica no panorama da energia nuclear. Energia Nuclear: Um Novo Horizonte de Potência Global Ásia-Pacífico: O Epicentro da Inovação Nuclear A região da Ásia-Pacífico emerge como o novo centro gravitacional da energia nuclear, respondendo por mais de 28% da produção global – uma participação que mais do que dobrou em apenas uma década. Este fenômeno é impulsionado, em grande parte, pela China, que se destaca com um crescimento exponencial. A produção chinesa saltou de 213 TWh em 2014 para mais de 450 TWh em 2024, ostentando uma taxa de crescimento anual próxima a 13%. Índia e Coreia do Sul também contribuem para essa ascensão, com ganhos estáveis, embora em menor escala. Essa transição de poder reflete uma realidade geopolítica inegável: a energia nuclear não é mais um domínio exclusivo das democracias ocidentais. Países com agendas de infraestrutura de longo prazo, frequentemente impulsionadas por estratégias estatais, estão assumindo a liderança, moldando o futuro da energia nuclear em escala global. América do Norte: Estabilidade em Meio ao Envelhecimento Os Estados Unidos mantêm sua posição de liderança na produção nuclear, com aproximadamente 850 TWh anuais, o que representa cerca de 29,2% da produção total mundial. No entanto, por trás dessa aparente estabilidade, reside um desafio crescente: o envelhecimento da infraestrutura existente e a escassez de novas construções. A manutenção da liderança americana dependerá da capacidade de modernizar e expandir sua frota nuclear, garantindo a segurança energética e a transição para uma economia de baixo carbono. Perspectivas e Desafios O recorde de 2024 é um indicativo claro de que a energia nuclear está em um caminho de revitalização. No entanto, os desafios persistem. A percepção pública, as políticas governamentais e a necessidade de investimentos maciços em novas tecnologias e infraestruturas continuam a ser fatores críticos. A capacidade de superar esses obstáculos determinará se a energia nuclear poderá, de fato, desempenhar seu papel máximo na descarbonização da economia global e na garantia da segurança energética para as futuras gerações. Energia Nuclear: Um Novo Horizonte de Potência Global
- TECSCI LANÇA CURSO INÉDITO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE USINAS SOLARES COM EXPERTISE DE CLEBSON ALVES
Capacitação teórica e completa prepara profissionais para atuar desde a gestão de campo até a tomada de decisão estratégica em usinas fotovoltaicas. TECSCI LANÇA CURSO INÉDITO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE USINAS SOLARES COM EXPERTISE DE CLEBSON ALVES Brasil, 12 de agosto de 2025 - A TECSCI, referência nacional em soluções para o setor solar, anuncia a abertura das inscrições para o novo curso O&M de Usinas Solares – Do Campo à Tomada de Decisão. Com uma carga horária total de 30 horas de conteúdo ao vivo, o programa oferece uma abordagem totalmente assertiva e teórica, voltada a capacitar profissionais para atuar em todas as etapas da operação e manutenção de usinas fotovoltaicas. O curso combina fundamentos técnicos, gestão de ativos e estudos de caso reais, proporcionando uma formação completa e alinhada às demandas do mercado. TECSCI LANÇA CURSO INÉDITO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE USINAS SOLARES COM EXPERTISE DE CLEBSON ALVES As aulas são realizadas a partir do dia 9 de setembro de 2025, às segundas e terças-feiras, das 19h às 22h, e ficarão gravadas por um ano, garantindo flexibilidade aos participantes. Os inscritos receberão uma apostila digital, além de mais de 150 documentos e planilhas de indicadores de performance utilizados por grandes usinas no Brasil, materiais complementares e acesso a um grupo exclusivo no WhatsApp para networking e troca de experiências. Ao final do programa, será emitido um certificado reconhecido pelo mercado. Mais do que um curso, a TECSCI é reconhecida por oferecer soluções integradas que elevam a performance de usinas solares a um novo patamar. Seu portfólio inclui Sistema de Monitoramento em tempo real, plataforma de gestão de manutenção com KPIs e relatórios estratégicos, painéis de automação e telecomando para rearme remoto, além do Robô Autônomo de Limpeza de Módulos (TCR-W1), que vem revolucionando o mercado. A empresa também disponibiliza controladores de tracker com ganhos comprovados de geração e disponibilidade, inclusive com opção de retrofit. Essas ferramentas, amplamente adotadas por grandes players do setor, traduzem a expertise da TECSCI em resultados práticos. O curso de O&M incorpora essa experiência, oferecendo ao aluno acesso a capacitação mais completa do mercado, com processos e indicadores utilizados no dia a dia das operações, tornando-se um verdadeiro diferencial competitivo para a carreira. O instrutor do curso, Clebson Alves, traz uma vasta experiência de 11 anos na área elétrica e no setor fotovoltaico. Sua trajetória inclui a atuação em todas as etapas do ciclo de vida de usinas solares - da engenharia de pré-construção à operação remota e diligência técnica. Com participação direta em projetos que somam mais de 3 GW e presença em usinas nas cinco regiões do Brasil, participei da equipe de O&M uma das primeiras usinas de geração centralizada a receber outorga no país, em 2018, e fez parte da equipe de fiscalização elétrica e de comissionamento da UFV Futura, uma das maiores usinas solares do Brasil, com 837 MWp. TECSCI LANÇA CURSO INÉDITO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE USINAS SOLARES COM EXPERTISE DE CLEBSON ALVES Após trabalhar em empresas como WEG Energia, Siemens Energy, STI Norland e Grupo Energia iniciou sua jornada como consultor técnico, onde já apoiou empresas como Elétron Energy, Atiaia Renováveis, Norr Energia, e O&M Energy Solutions na estruturação de departamentos de O&M, desenvolvimento de planos de manutenção e engenharia operacional. Suas metodologias próprias estão presentes em usinas com os maiores fatores de capacidade do Brasil, segundo o ePowerBay. Além disso, liderou treinamentos, auxiliou no desenvolvimento de softwares de gestão, manuais técnicos e realizou análises de causa raiz, sempre com foco em alta performance operacional e gestão estratégica de ativos. TECSCI LANÇA CURSO INÉDITO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE USINAS SOLARES COM EXPERTISE DE CLEBSON ALVES Participar deste curso é uma oportunidade de adquirir conhecimento de campo, com conteúdo prático, simulações e estudos de caso, além de um material robusto de aplicação imediata e a chance de ampliar a rede de contatos profissionais no setor. As inscrições estão abertas e mais informações podem ser obtidas no site www.tecsci.com.br/course Sobre a TECSCI A TECSCI é especializada em soluções para energia solar, oferecendo capacitação, sistemas de monitoramento, plataformas de gestão de manutenção, painéis de automação, robôs autônomos de limpeza e controladores de tracker, sempre com foco em maximizar a eficiência das usinas fotovoltaicas. Com tecnologia própria e ampla expertise de mercado, a empresa se destaca como parceira estratégica do setor TECSCI LANÇA CURSO INÉDITO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE USINAS SOLARES COM EXPERTISE DE CLEBSON ALVES
- Lideranças do setor elétrico discutem importância de IA e cibersegurança para avanço do mercado
Especialistas destacam que implementação da IA no setor elétrico depende da superação das desigualdades regionais. Lideranças do setor elétrico discutem importância de IA e cibersegurança para avanço do mercado 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia reúne, no próximo dia 25 de agosto, em São Paulo, executivas, autoridades e especialistas para debater temas estratégicos como e inteligência artificial aplicada ao setor elétrico, mobilidade elétrica, armazenamento por baterias. A poucos meses da COP30, que será realizada em Belém (PA) em novembro de 2025, o setor elétrico brasileiro se vê diante de um desafio urgente: atender à crescente demanda energética sem perder de vista a sustentabilidade e a justiça climática. Nesse contexto, a inteligência artificial (IA) desponta como uma aliada estratégica para tornar a operação do sistema mais eficiente, resiliente e adaptada às exigências do futuro. “Eu vejo a IA como uma grande alavancadora de negócios, uma aceleradora do crescimento econômico nacional e da geração de PIB”, afirmou em entrevista Tania Cosentino, Vice-Presidente de Cibersegurança da Microsoft América Latina e palestrante do 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia, o maior fórum de energia da América Latina com palco exclusivamente feminino. Segundo ela, nesse cenário de expansão impulsionado pela IA, é fundamental que as empresas também priorizem a cibersegurança. “Se eu vou usar mais Inteligência artificial, com certeza eu vou precisar de mais segurança”, complementa. Apesar de contar com uma matriz majoritariamente renovável, responsável por 88% da eletricidade gerada, segundo o Balanço Energético Nacional 2025, o país ainda enfrenta gargalos estruturais e regulatórios que limitam a consolidação de uma transição energética plena e equitativa. Soluções baseadas em IA, como sensores inteligentes, algoritmos preditivos e sistemas de monitoramento em tempo real, já vêm sendo implementadas por concessionárias para prevenir falhas, detectar perdas, otimizar ativos e melhorar a gestão das redes. “A inteligência artificial ainda tem muito a evoluir no mercado de energia; seu maior potencial está em melhorar a experiência do consumidor, um diferencial competitivo em um setor onde essa abordagem ainda é pouco explorada”, afirma Paula Misan Klanberg, C-CEO e cofundadora da Outly e da Electy, uma das conferencistas convidadas para debater este tema no painel “IA para um Setor Elétrico mais Limpo e Eficiente”, durante o evento. Além da eficiência, a inteligência artificial também tem ganhado espaço na gestão de riscos, auxiliando a prever e mitigar riscos operacionais e financeiros. “A integração de dados, automação de processos e previsão de cenários abre espaço para uma nova era na geração e distribuição de energia, uma era onde o risco pode ser previsto e controlado com mais precisão”, reforça Gisele Queiroz, Diretora de Riscos Corporativos da Interrisk, que também estará presente no congresso a ser realizado em São Paulo, no dia 25 de agosto. Com o mundo voltado para a COP30, o Brasil tem uma oportunidade única de demonstrar liderança na construção de soluções tecnológicas voltadas para uma transição energética justa. O 4º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia, que acontece em agosto no Teatro Santander (SP), tem a inteligência artificial para o setor elétrico como um de seus três eixos estratégicos, ao lado da mobilidade elétrica e do armazenamento por baterias. A proposta é discutir como a IA pode contribuir para a inovação, redução de desigualdades e avanço da sustentabilidade no setor. Desigualdade tecnológica Mas os benefícios da IA não são uniformemente distribuídos. A desigualdade tecnológica ainda é um entrave importante para sua adoção em todo o território nacional. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023, apenas 0,2% dos domicílios brasileiros não tinham acesso à energia elétrica, índice que se mantém nesse patamar desde 2016, com exceção de 2017, quando chegou a 0,3%. No entanto, a situação é mais desafiadora na região Norte, onde o acesso à eletricidade ainda é mais restrito, especialmente nas áreas rurais, onde 4,4% dos domicílios seguem sem fornecimento de energia. Nesse mesmo sentido, Eliza Tannus, CEO da P15 Educação, ressalta: “a tecnologia deve ser aliada. Mas o que realmente move o futuro são pessoas engajadas, diversas, colaborativas, e dispostas a aprender sempre.” A digitalização também altera profundamente o perfil das competências profissionais exigidas. A automação de processos operacionais traz consigo a necessidade de requalificação e desenvolvimento de novas habilidades digitais e analíticas. “Na era da IA, o profissional do futuro não é quem sabe tudo, mas quem sabe se reinventar, aprender, desaprender e reaprender será essencial”, destaca Karina Ribeiro, Head da Universidade Corporativa do Instituto Eldorado. Eliza Tannus e Karina Ribeiro completam o time de especialistas que farão parte do congresso. Lideranças do setor elétrico discutem importância de IA e cibersegurança para avanço do mercado











