top of page

Publicidade

Resultados da busca

2722 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Hidrogênio Verde no Brasil: Da Promessa à Realidade Econômica e Industrial

    Por Prof. Fernando Caneppele (USP) Julho de 2025. Nos encontramos em um momento definidor para a agenda energética e industrial do Brasil. Hidrogênio Verde no Brasil: Da Promessa à Realidade Econômica e Industrial Em um cenário global marcado por uma busca frenética por segurança energética e cadeias de suprimentos resilientes, a transição para fontes limpas deixou de ser uma pauta puramente ambiental para se tornar um pilar da geopolítica moderna. Com a COP30 em Belém se aproximando rapidamente, os olhos do mundo se voltam para o Brasil, não apenas como guardião de biomas essenciais, mas como um potencial protagonista na nova economia descarbonizada. Esta conjuntura exerce uma dupla pressão sobre nós: a "pressão de fora", da demanda internacional por descarbonização, e a "pressão de dentro", de nossa necessidade interna de reindustrialização, inovação e segurança energética. Neste contexto, nenhum tema é mais emblemático do nosso potencial e dos nossos desafios do que o hidrogênio verde (H2V). Por anos, discutimos as vantagens comparativas do Brasil: nossa matriz elétrica de baixo carbono, a abundância de sol e vento, e a vasta extensão territorial. A promessa de transformar esses dons naturais em uma liderança global na produção de H2V alimentou memorandos de entendimento e inúmeros congressos. Hoje, a questão não é mais se  o Brasil pode ser um líder, mas como  faremos a transição da promessa à realidade industrial e econômica. O H2V deve ser encarado não como uma simples commodity, mas como uma "molécula-plataforma", a base sobre a qual um novo e sofisticado ecossistema industrial pode ser construído. O tempo dos estudos de potencial está dando lugar à urgência da execução. O sucesso dependerá de uma abordagem pragmática focada nos desafios de escala, custos, desenvolvimento de mercado, infraestrutura e, crucialmente, na criação de uma cadeia de valor competitiva. O Desafio da Escala e a Competitividade de Custo A viabilidade do H2V é, antes de tudo, um jogo de escala e um quebra-cabeça de custos. A métrica chave é o Custo Nivelado do Hidrogênio (LCOH), que encapsula não apenas o custo da eletricidade renovável, mas também o investimento de capital nos eletrolisadores (CAPEX), os custos de operação e manutenção (OPEX) e, fundamentalmente, o fator de capacidade da planta. É aqui que o Brasil brilha com uma vantagem competitiva dupla: não só o preço de nossa energia renovável é baixo, mas o fator de capacidade de nossos parques eólicos, especialmente no Nordeste, está entre os mais altos do mundo, permitindo que os caros eletrolisadores operem por mais horas ao longo do ano, diluindo seu custo fixo em mais quilos de hidrogênio produzido. Contudo, o CAPEX dos eletrolisadores permanece como o principal obstáculo. A escolha da tecnologia – seja a mais madura Alcalina (ALK), a mais flexível de Membrana de Troca de Prótons (PEM) ou a emergente de Óxido Sólido (SOEC) – implica diferentes custos, eficiências e dependência de minerais críticos como platina e irídio. A atual cadeia de suprimento global desses equipamentos é concentrada na China e na Europa, o que expõe nosso programa nascente a riscos de volatilidade de preços e gargalos logísticos. A sanção do Marco Legal do Hidrogênio (Lei nº 14.948/2024) foi um passo vital, provendo a segurança jurídica para destravar dezenas de bilhões de reais em investimentos planejados. O papel do BNDES, agora, é ir além do financiamento direto, atuando como um catalisador que utiliza mecanismos de blended finance  e garantias para atrair o capital privado, nacional e internacional, que ainda hesita diante dos riscos iniciais. 2025 se desenha como o ano em que os primeiros grandes projetos nos complexos portuários como Pecém (CE) e Açu (RJ) finalmente sairão do papel rumo à decisão final de investimento. Construindo Mercados: O Pilar Doméstico e a Vitrine Global Uma estratégia de mercado bem-sucedida para o H2V precisa ser dual, equilibrando as ambições de exportação com a criação de uma demanda interna sólida e resiliente. O mercado de exportação é a vitrine que atrai os grandes investimentos. A União Europeia, sob suas novas e rigorosas regulações, não está simplesmente comprando hidrogênio; ela está comprando "Combustíveis Renováveis de Origem Não Biológica" (RFNBOs) que devem atender a critérios estritos de adicionalidade e correlação temporal e geográfica. Isso significa que nossa produção deverá ser acompanhada por um robusto sistema de certificação para provar sua "credencial verde", um desafio burocrático e técnico em si. A conversão do H2V em derivados mais fáceis de transportar, como a amônia verde e o metanol verde, é a rota mais pragmática para este mercado, embora agregue custos e perdas de eficiência. Neste cenário, enfrentamos a forte concorrência de outros países com grande potencial, como Chile, Austrália e nações do Oriente Médio, tornando a velocidade e a competitividade cruciais. No entanto, é o mercado doméstico que funcionará como a verdadeira âncora da nossa indústria de H2V. Ancorar a produção em uma demanda local previsível é uma questão de inteligência estratégica, reduzindo a exposição a flutuações cambiais e geopolíticas. O verdadeiro prêmio é usar o H2V para descarbonizar nossa própria indústria. Para o agronegócio, que importa bilhões de dólares em fertilizantes nitrogenados, a produção local de amônia verde é uma política de segurança alimentar, diminuindo a exposição à volatilidade do preço do gás natural. Para a siderurgia, o uso de H2V no processo de Redução Direta do Ferro (DRI) pode gerar "aço verde", um produto de altíssimo valor agregado com demanda crescente no mercado global. O recém-instituído Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (PHBC), com seus incentivos fiscais, é a ferramenta correta para estimular essa transição, viabilizando também futuras aplicações em combustíveis sintéticos para a aviação e o transporte marítimo. A Logística de uma Nova Energia A molécula de hidrogênio é pequena e energética, mas notoriamente difícil de armazenar e transportar. A infraestrutura logística é, talvez, o calcanhar de Aquiles da economia do hidrogênio em escala continental. Mover o H2V dos polos de produção no Nordeste para os centros industriais do Sudeste ou para os portos de exportação requer uma reestruturação logística monumental. A adaptação da malha de gasodutos existente enfrenta desafios técnicos significativos, como a fragilização por hidrogênio, que torna o aço das tubulações quebradiço, e a necessidade de novas estações de compressão. A construção de uma nova rede de "hidrogenodutos" é a solução ideal a longo prazo, mas representa um investimento colossal com um tempo de maturação de décadas. Isso fortalece o argumento para o desenvolvimento inicial baseado em "hubs" ou "clusters". Portos como Pecém e Açu estão se posicionando não apenas como pontos de embarque, mas como ecossistemas integrados onde a geração de energia renovável offshore, a produção de H2V, a síntese de derivados como amônia, e o consumo por indústrias adjacentes (siderúrgicas, cimenteiras, químicas) ocorrem em um raio geográfico limitado. Este modelo de co-localização minimiza a necessidade de transporte de longa distância e cria economias de escala e de escopo, otimizando toda a cadeia de valor em um único local. Soluções de armazenamento geológico, como em cavernas de sal, também precisarão ser exploradas para garantir a estabilidade do suprimento. A Cadeia de Valor: Da Commodity à Soberania Tecnológica O maior risco para o Brasil é se contentar com o papel neocolonial de mero exportador de uma molécula verde, uma commodity de baixo valor agregado. A lição duramente aprendida com a indústria de painéis solares, na qual nos tornamos massivos usuários de tecnologia importada, não pode e não deve se repetir. A verdadeira oportunidade estratégica, o cerne de uma política industrial para o século XXI, reside no adensamento da cadeia produtiva do H2V. Trata-se de uma agenda de reindustrialização baseada em tecnologia de ponta. Isso significa estimular ativamente, com políticas claras e contínuas, a fabricação local de seus componentes mais nobres: os eletrolisadores, as células a combustível, os tanques de armazenamento e os sistemas de controle. O governo deve usar seu poder de compra e programas de incentivo, como o PHBC, para exigir metas de conteúdo local e transferência de tecnologia, atraindo fabricantes globais para produzir aqui e, ao mesmo tempo, capacitando empresas brasileiras a competir. Dominar a tecnologia não apenas barateia o custo final do nosso hidrogênio e nos isola de choques externos, mas gera empregos de alta qualificação e nos posiciona como exportadores de equipamentos e serviços de engenharia. Paralelamente, uma mobilização nacional para a formação de capital humano é imperativa. Precisamos de uma geração de engenheiros, químicos, técnicos e especialistas em segurança que estejam "prontos para o hidrogênio", um esforço que exige uma colaboração sem precedentes entre a indústria, o governo e as instituições de ensino e pesquisa. Em conclusão, o Brasil de meados de 2025 se encontra no limiar de uma nova era energética e industrial. As fundações cruciais foram lançadas: temos um marco regulatório, projetos de escala sendo financiados e uma estratégia de mercado traçada. O momento agora é de execução implacável, coordenação e visão de longo prazo. Transformar o potencial do hidrogênio verde em uma realidade industrial e econômica é o imperativo do nosso tempo, uma oportunidade única de reindustrializar o país sobre bases sustentáveis e garantir um protagonismo duradouro na nova geopolítica da energia. O caminho é complexo, repleto de desafios técnicos e de capital. Contudo, a inércia seria um erro histórico de proporções imensuráveis. A construção deste futuro exige um consenso nacional e uma determinação inabalável para finalmente converter nosso potencial em prosperidade e influência. Hidrogênio Verde no Brasil: Da Promessa à Realidade Econômica e Industrial

  • ‘Gerador solar automático’: Função micro rede da SolaX Power mantém funcionamento de inversores string mesmo em apagões

    A tecnologia inovadora pela sua segurança e capacidade de monitoramento aumenta a eficiência do sistema híbrido, pois permite o uso de 100% do painel solar mesmo sem a rede elétrica Foto: Plug SolarCom a função microrrede, há garantia de energia contínua no caso da falta de fornecimento de energia pela rede da concessionária   Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power Os sistemas de armazenamento de energia têm conquistado espaço no mercado brasileiro e, diante desse aumento de demanda, os fabricantes têm se empenhado no desenvolvimento de novas tecnologias para este segmento. É nesse contexto que a SolaX Power, que prioriza a pesquisa para desenvolvimento de soluções que auxiliem no aumento da eficiência e segurança desses sistemas, traz ao mercado brasileiro a inovadora função de microrrede. Trata-se de um sistema independente, que pode operar desconectado da rede elétrica, com o uso da energia solar e baterias para alimentar a residência, o que aumenta a capacidade de geração de energia de um sistema híbrido de armazenamento de energia. Com essa função, o inversor híbrido e o inversor string trabalham juntos: o inversor híbrido seria o ‘cérebro’ do sistema, ou seja, o responsável por controlar as baterias e parte da energia solar. Ademais, no caso de falta de energia da rede, o inversor híbrido cria uma microrrede, o que equivale a uma rede elétrica local, para alimentar os circuitos essenciais da residência.  Já o inversor string seria o ‘ajudante’. Normalmente este equipamento funciona apenas quando há rede elétrica, contudo, na microrrede, o inversor híbrido gera tensão para o inversor string e este efetua a leitura como se a rede estivesse operando normalmente. Dessa forma, o inversor string também passa a injetar energia solar na microrrede, aumentando, assim, a capacidade do sistema.  “A tecnologia da SolaX entra em operação e liga as baterias quando a rede cai - ela ‘engana’ o inversor string e permite que o equipamento acredite que a rede voltou (com tensão e frequência controladas)”, explica o engenheiro Marcelo Niendicker. E completa: “Os dois equipamentos trabalham juntos, usando energia solar + bateria para alimentar a residência. Importante ressaltar que o inversor híbrido coordena tudo para evitar sobrecargas”. Benefícios Um sistema com função de microrrede traz vários benefícios para o consumidor, tanto em segurança energética quanto em economia. O primeiro ponto é a garantia de energia contínua no caso da falta de fornecimento de energia pela rede da concessionária, já que funciona como um ‘gerador solar automático’: se a energia da rua cai, o sistema não desliga – ele cria uma microrrede e mantém o imóvel com energia. “As baterias e os painéis solares trabalham juntos. Dessa forma, enquanto houver sol ou carga nas baterias, a pessoa não ficará sem energia”, pontua o engenheiro. Além disso, em um apagão, normalmente os inversores string comuns desligam por segurança. Já com a microrrede, eles continuam gerando energia e aumentando a capacidade do sistema. “Por isso há o aproveitamento máximo da energia solar e, assim, mais energia disponível, pois é possível utilizar 100% do painel solar, mesmo sem a rede elétrica”.  E Niendicker ressalta que, se a pessoa já possui um inversor string instalado, pode integrá-lo ao inversor híbrido sem substituí-lo. Além disso, a microrrede elimina a necessidade de um gerador de emergência a diesel, “que é caro, poluente e com elevado custo de operação (manutenção / reabastecimento)”. Flexibilidade também é uma característica dessa função, pois prioriza o que será alimentado com energia, como os circuitos críticos (geladeira, iluminação, internet, portão eletrônico, segurança, dentre outros).  “Se a bateria acabar, o sistema pode religar automaticamente quando o sol voltar”, pontua. E faz uma importante ressalva: “Um sistema com backup inteligente é um diferencial no mercado, pois oferece segurança energética”. Para Caio Lucena, da Plug Solar, essa é uma importante função do inversor, pois “a partir do momento em que não há consumo, toda a potência gerada é injetada nas baterias, o que permite mantê-la constantemente carregada. E depois que a bateria estiver carregada, toda a energia será injetada na rede e gerar crédito. Essa é uma função que usaremos muito em nossos clientes”. Sobre a SolaX Power  - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. ‘Gerador solar automático’: Função micro rede da SolaX Power mantém funcionamento de inversores string mesmo em apagões

  • Argentina acelera na mobilidade elétrica e registra alta de 56% em veículos híbridos e elétricos no primeiro semestre de 2025

    Buenos Aires, 23 de julho de 2025 – Por EnergyChannel Argentina acelera na mobilidade elétrica e registra alta de 56% em veículos híbridos e elétricos no primeiro semestre de 2025 A transição energética avança com força na Argentina. No primeiro semestre de 2025, o país registrou um salto expressivo de 56% nas vendas de veículos híbridos e elétricos  em comparação ao mesmo período de 2024. Os dados foram divulgados pela Associação Argentina de Concessionárias de Veículos Automotores (ACARA) . De janeiro a junho, 12.355 unidades eletrificadas foram emplacadas , representando 3,8% do total de registros de veículos no país . A tendência confirma o crescente interesse dos consumidores argentinos por soluções de mobilidade mais limpas e eficientes, mesmo em um cenário econômico desafiador. Toyota segue líder na eletrificação O destaque do semestre continua sendo o Toyota Corolla Cross HEV , modelo híbrido que consolidou sua posição como o mais registrado da categoria. A montadora japonesa mantém liderança absoluta nesse segmento, impulsionada pela confiabilidade da tecnologia híbrida e pela boa aceitação do público local. Outros modelos híbridos e elétricos também ganharam espaço, refletindo um mercado cada vez mais aberto à diversidade de tecnologias – dos híbridos leves (MHEV) aos 100% elétricos (BEV). Mobilidade elétrica e políticas públicas Apesar do avanço, especialistas alertam que a ampliação da infraestrutura de recarga e a adoção de incentivos fiscais são passos essenciais para consolidar o crescimento do setor. A Argentina ainda enfrenta gargalos logísticos e tributários que podem limitar o acesso da população a veículos de baixa emissão. Empresas, governos e instituições financeiras já iniciam movimentações para fomentar políticas públicas e linhas de crédito que tornem a mobilidade elétrica mais acessível. Visão regional e perspectivas para o setor Com esse desempenho, a Argentina se posiciona como um player relevante na corrida pela descarbonização do transporte na América Latina. Ainda distante de países como Chile e Brasil em volume absoluto, o ritmo de crescimento argentino revela um potencial significativo de expansão. Para o segundo semestre de 2025, a expectativa é que novos modelos sejam lançados no mercado local, com mais opções 100% elétricas e híbridas plug-in. A chegada de players chineses e europeus também deve aquecer ainda mais a disputa pela liderança no segmento. Sobre o EnergyChannel O EnergyChannel é uma plataforma internacional de jornalismo especializada em energia, inovação e sustentabilidade. Acompanhe nossas coberturas exclusivas, entrevistas com especialistas e análises sobre os rumos da transição energética na América Latina e no mundo. 🌐 www.energychannel.co   Argentina acelera na mobilidade elétrica e registra alta de 56% em veículos híbridos e elétricos no primeiro semestre de 2025

  • Enel Colômbia recebe US$ 100 milhões do Banco Europeu de Investimento para acelerar dois mega projetos solares

    Bogotá, 23 de julho de 2025 – Por EnergyChannel Enel Colômbia recebe US$ 100 milhões do Banco Europeu de Investimento para acelerar dois megaprojetos solares A transição energética na Colômbia acaba de ganhar novo fôlego com o primeiro desembolso do Banco Europeu de Investimento (BEI)  destinado à expansão solar no país. A operação marca o início da liberação de US$ 100 milhões , parte de um financiamento total de US$ 200 milhões , que será utilizado para impulsionar os projetos solares Guayepo III  e Atlántico , ambos desenvolvidos pela Enel Colômbia . Com uma capacidade combinada de aproximadamente 400 MW , os dois empreendimentos integram a estratégia da empresa para diversificar a matriz elétrica colombiana e fortalecer sua posição como referência regional em geração renovável. Dois projetos estratégicos para a transição energética O parque solar Guayepo III , com capacidade de 200 MW , e o projeto Atlántico , com 199,5 MW , estão localizados na região norte da Colômbia — uma área estratégica para o aproveitamento do potencial solar do país. Juntos, eles devem fornecer energia limpa suficiente para abastecer mais de 500 mil residências colombianas . Segundo a Enel Colômbia, as obras já estão em fases avançadas e devem entrar em operação comercial nos próximos trimestres, contribuindo significativamente para a redução de emissões de gases de efeito estufa e aumentando a participação da energia solar no mix nacional. Apoio internacional reforça confiança no mercado colombiano O aporte do BEI representa um sinal claro de confiança internacional no setor energético da Colômbia . A instituição europeia, reconhecida por apoiar projetos sustentáveis ao redor do mundo, vê nos investimentos em infraestrutura solar colombiana uma oportunidade de gerar impacto social, ambiental e econômico. "Este financiamento reforça o compromisso do BEI com a descarbonização na América Latina", destacou um porta-voz da instituição, ressaltando que a parceria com a Enel Colômbia se insere em uma agenda global de apoio a projetos alinhados ao Acordo de Paris. Visão regional: Colômbia fortalece protagonismo solar Com esse novo impulso financeiro, a Colômbia reafirma seu posicionamento como um dos mercados solares mais promissores da América Latina. O país vem acelerando sua agenda de energia renovável com apoio de instituições multilaterais e investimentos privados, em resposta à crescente demanda por fontes sustentáveis. Para a Enel Colômbia, os projetos Guayepo III e Atlántico representam não apenas um avanço técnico, mas também um símbolo do novo momento vivido pelo setor elétrico colombiano: mais moderno, resiliente e comprometido com um futuro descarbonizado. Sobre o EnergyChannel O EnergyChannel  é uma plataforma internacional de jornalismo especializada em energia, inovação e sustentabilidade. Acompanhe nossas análises, coberturas exclusivas e reportagens especiais sobre a transformação energética em curso na América Latina. 🌐 www.energychannel.co  | ✉️ info@energychannel.co Enel Colômbia recebe US$ 100 milhões do Banco Europeu de Investimento para acelerar dois megaprojetos solares

  • Governo abre consulta pública para destravar eólicas offshore no Brasil

    Ministério de Minas e Energia quer definir critérios técnicos e ambientais para seleção de áreas marítimas destinadas à geração eólica Governo abre consulta pública para destravar eólicas offshore no Brasil O Ministério de Minas e Energia (MME) deu início, nesta segunda-feira (14), a uma nova fase no desenvolvimento da geração eólica offshore no Brasil. A pasta abriu uma consulta pública para discutir e aprimorar a metodologia de seleção das áreas marítimas mais adequadas à instalação de parques eólicos no litoral brasileiro. A iniciativa, realizada em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), busca estabelecer critérios técnicos, ambientais, econômicos e sociais para identificar regiões viáveis para empreendimentos de grande escala. A proposta está alinhada com os princípios do Planejamento Espacial Marinho (PEM), instrumento que organiza o uso sustentável dos recursos no mar. Marco regulatório e desafios do setor O movimento acontece seis meses após a sanção da Lei nº 15.097/2025, que criou o marco legal para a geração offshore no país. A nova legislação representou um avanço histórico para o setor, mas também trouxe controvérsias. A inclusão de temas alheios ao escopo principal do projeto — e a consequente derrubada de vetos presidenciais — provocaram atritos entre o Executivo e o Congresso, levando o governo a editar uma medida provisória na última semana (11/7) para evitar efeitos colaterais nas tarifas de energia. Apesar do marco regulatório, investidores e desenvolvedores ainda aguardam definições sobre o processo de concessão das áreas e regras para participação nos futuros leilões. A incerteza regulatória tem gerado críticas de players do setor e esfriado o ritmo de preparação de projetos nos últimos meses. Modelo de oferta permanente em estudo O MME sinalizou que poderá adotar um modelo de oferta permanente  de áreas — inspirado no regime já utilizado para licitações de petróleo e gás —, em que as empresas manifestam interesse em blocos específicos e o governo realiza a análise caso a caso. Essa abordagem seria uma alternativa aos leilões pontuais e poderia agilizar a liberação das áreas mais atrativas para o mercado, garantindo previsibilidade e segurança jurídica para os investidores. Primeiro projeto licenciado pelo Ibama O avanço regulatório também coincide com um marco ambiental recente. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu, nas últimas semanas, a primeira licença prévia  para um projeto de energia eólica offshore no Brasil. A autorização foi emitida para uma iniciativa piloto liderada pelo Senai no Rio Grande do Norte. O projeto prevê a instalação de dois aerogeradores no mar, com capacidade instalada total de até 24,5 megawatts (MW)  — uma escala ainda modesta, mas simbólica para um setor que busca seu primeiro salto comercial. Energia do futuro à espera de impulso Com mais de 170 GW em projetos eólicos offshore já cadastrados junto à EPE, o Brasil possui um dos maiores potenciais globais para geração de energia limpa no mar. O avanço da consulta pública é um passo importante para transformar esse potencial em realidade. A consolidação de regras claras e transparentes é vista por especialistas como o ponto-chave para que a energia eólica offshore deslanche de vez no país — e se torne mais uma protagonista na transição energética brasileira. Governo abre consulta pública para destravar eólicas offshore no Brasil

  • Prêmio SP Carbono Zero: Empresas e organizações podem se inscrever até o fim do mês

    Reconhecimento vai destacar projetos sustentáveis no Estado de São Paulo; vencedores serão premiados durante o Summit SP+Verde Prêmio SP Carbono Zero: Empresas e organizações podem se inscrever até o fim do mês Estão abertas até 31 de julho as inscrições para o Prêmio SP Carbono Zero, lançado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) durante as comemorações da Semana do Meio Ambiente. A premiação vai reconhecer projetos e iniciativas concretas que contribuem para a descarbonização e a adaptação às mudanças climáticas no Estado de São Paulo.  Podem participar empresas e organizações da sociedade civil, com ou sem fins lucrativos, que desenvolvam ações no estado, mesmo que não sejam signatárias do Compromisso SP Carbono Zero. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site oficial do evento. O prêmio conta com quatro categorias principais: Transição Energética, Restauração Ecológica, Circularidade e Mobilidade Sustentável.  Os projetos inscritos serão avaliados por uma curadoria técnica, que levará em conta critérios como inovação, impacto, replicabilidade e justiça climática. Os finalistas serão anunciados até o fim de setembro e, em seguida, o público poderá votar online na categoria de “Melhor Iniciativa”, com apenas um voto permitido por pessoa.  Além disso, duas categorias especiais também serão premiadas: Finanças Verdes — para o maior doador ao Finaclima até 15 de outubro de 2025 — e Melhor Iniciativa SP Carbono Zero — escolhida por meio de votação popular entre os finalistas.  A cerimônia de premiação acontecerá em novembro, durante o Summit SP+Verde, evento que reúne especialistas, empresas e governos para discutir a agenda climática. Os vencedores receberão troféus, certificados e poderão apresentar seus projetos em painéis temáticos.  O Prêmio SP Carbono Zero integra a estratégia do Governo de São Paulo para alcançar a neutralidade de carbono até 2050 e incentiva soluções concretas para a crise climática.  Mais informações, regulamento e inscrições podem ser consultadas pelo site: https://semil.sp.gov.br/sp-carbono-zero/   Prêmio SP Carbono Zero: Empresas e organizações podem se inscrever até o fim do mês

  • Inmetro inaugura laboratório de ponta para testes em módulos solares e intensifica combate à fraude no setor fotovoltaico

    Por EnergyChannel — Publicado em 23 de Julho de 2025. O avanço da energia solar no Brasil acaba de ganhar um novo aliado estratégico na luta pela transparência e qualidade do mercado. O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) anunciou a inauguração de um moderno laboratório dedicado à análise técnica de módulos fotovoltaicos. O foco da iniciativa é assegurar que os equipamentos comercializados no país atendam aos parâmetros técnicos exigidos, em especial no que diz respeito à potência declarada pelos fabricantes. Crédito, Foto: Inmetro/Flickr Inmetro inaugura laboratório de ponta para testes em módulos solares e intensifica combate à fraude no setor fotovoltaico A medida representa um passo importante no combate às fraudes e à oferta de produtos de baixa conformidade, que ainda circulam no mercado nacional. A partir de agora, os testes de desempenho dos módulos solares passam a contar com uma estrutura laboratorial avançada, sob responsabilidade do instituto, capaz de verificar com precisão se os módulos entregam a geração de energia que prometem. Transparência e confiança no setor solar Segundo o Inmetro, o novo laboratório permitirá a realização de ensaios rigorosos que envolvem tanto a aferição da potência dos módulos quanto outros parâmetros críticos, como eficiência energética, resistência térmica e durabilidade. Essa validação técnica é essencial para garantir que o consumidor final receba um produto confiável e que o setor mantenha padrões mínimos de qualidade. “A criação dessa infraestrutura fortalece o ecossistema regulatório da energia solar no Brasil. Nosso objetivo é coibir práticas desleais e estimular a competitividade saudável entre fabricantes, distribuidores e integradores”, afirmou um representante do Inmetro. Um mercado em franca expansão precisa de controle Com mais de 2,5 milhões de sistemas solares instalados em telhados e fazendas solares por todo o território nacional, o Brasil vive uma expansão acelerada da geração distribuída. Nesse contexto, a fiscalização da veracidade das informações técnicas fornecidas por fabricantes tornou-se uma prioridade. Muitos módulos chegam ao mercado com especificações que não refletem o desempenho real em campo, prejudicando instaladores, investidores e consumidores. A criação do novo laboratório é parte de um movimento mais amplo do governo federal, em parceria com entidades do setor, para aprimorar os mecanismos de certificação e homologação de produtos fotovoltaicos. Energia limpa com rastreabilidade e padrão A iniciativa também está alinhada com os esforços para tornar o Brasil uma referência em energia limpa, não apenas em capacidade instalada, mas em qualidade e rastreabilidade da cadeia solar . O laboratório servirá como base para ensaios que poderão subsidiar políticas públicas, como linhas de financiamento específicas para equipamentos com selo de eficiência comprovada, bem como campanhas educativas para orientar o consumidor final. Conclusão Com o novo laboratório do Inmetro em operação, o Brasil dá um passo firme para garantir que a energia solar continue a se desenvolver com base em critérios técnicos e de confiabilidade. Trata-se de um avanço que reforça a segurança dos investimentos no setor e contribui diretamente para a construção de um mercado energético mais justo, transparente e eficiente. Inmetro inaugura laboratório de ponta para testes em módulos solares e intensifica combate à fraude no setor fotovoltaico

  • ANEEL aprova novo leilão para contratação de energia hidrelétrica e atrai mais de 240 projetos com quase 3 GW em potência cadastrada

    Certame reforça aposta em fontes renováveis de base firme e marca nova etapa na valorização do potencial hídrico nacional ANEEL aprova novo leilão para contratação de energia hidrelétrica e atrai mais de 240 projetos com quase 3 GW em potência cadastrada Por EnergyChannel | Brasília A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) deu sinal verde para a realização de mais um importante leilão de energia renovável no país. Desta vez, o foco está nas usinas hidrelétricas , com a aprovação do edital voltado à contratação de energia proveniente de empreendimentos hidráulicos novos ou modernizados , reforçando o papel da fonte hídrica na matriz elétrica brasileira. O certame, que terá como base os critérios técnicos e econômicos definidos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), já despertou forte interesse do mercado: mais de 240 projetos foram cadastrados , totalizando 2.999 megawatts (MW)  de potência. Os números demonstram a competitividade e a atratividade do segmento, mesmo em um cenário cada vez mais ocupado por fontes intermitentes como solar e eólica. Energia firme e confiável ganha novo impulso Ao retomar a contratação estruturada de energia hidrelétrica, a ANEEL e o Ministério de Minas e Energia (MME) sinalizam uma estratégia voltada ao equilíbrio entre segurança energética e sustentabilidade . As hidrelétricas continuam sendo a principal fonte de energia de base no Brasil, com capacidade de armazenamento e flexibilidade operacional elementos cruciais para garantir estabilidade ao sistema elétrico diante da expansão das renováveis variáveis. O papel da modernização O edital também contempla projetos de modernização de usinas existentes , o que amplia as oportunidades de investimentos em eficiência energética, redução de perdas e otimização da operação de ativos já instalados. Essa abordagem é estratégica para maximizar o uso da infraestrutura atual , sem a necessidade de grandes intervenções ambientais. Leilão fortalece transição energética com confiabilidade A medida é vista por especialistas como uma tentativa de resgatar o protagonismo das hidrelétricas na nova fase da transição energética brasileira , combinando inovação, flexibilidade e valorização de ativos com baixa emissão de carbono. Ao lado de outras fontes renováveis, a energia hidráulica segue como peça-chave para garantir fornecimento estável e contínuo, especialmente nos momentos de baixa geração solar ou eólica . A expectativa do setor é de que o leilão promova um novo ciclo de investimentos, sobretudo em regiões com alto potencial hídrico ainda não explorado de forma competitiva, respeitando as diretrizes socioambientais e operacionais da política energética nacional. ANEEL aprova novo leilão para contratação de energia hidrelétrica e atrai mais de 240 projetos com quase 3 GW em potência cadastrada

  • Estudo internacional posiciona hidrogênio verde como a solução mais limpa para transporte, à frente até dos veículos elétricos a bateria

    Segundo nova análise do ICCT, veículos com célula a combustível abastecidos com hidrogênio renovável geram as menores emissões de CO₂ ao longo de todo o ciclo de vida superando BEVs, híbridos e até biocombustíveis Estudo internacional posiciona hidrogênio verde como a solução mais limpa para transporte, à frente até dos veículos elétricos a bateria Por EnergyChannel | Berlim Uma nova pesquisa publicada pelo International Council on Clean Transportation (ICCT)  está agitando o debate sobre o futuro da mobilidade limpa. O estudo coloca os veículos com célula a combustível (FCEVs), movidos a hidrogênio renovável, como os líderes absolutos na redução de emissões de CO₂ , superando inclusive os veículos elétricos a bateria (BEVs) antes considerados o padrão-ouro da descarbonização no setor automotivo. De acordo com o ICCT, uma das entidades mais respeitadas do mundo em transporte sustentável, os FCEVs com hidrogênio verde emitem menos CO₂ ao longo de todo o ciclo de vida  do que qualquer outra tecnologia de propulsão atualmente disponível: menos que elétricos a bateria, menos que híbridos, e significativamente menos que motores a combustão, mesmo quando abastecidos com biocombustíveis. Uma nova referência para a mobilidade de baixo carbono O relatório destaca um ponto-chave que tem ganhado força nos círculos técnicos e regulatórios: não basta avaliar as emissões no escapamento . O impacto climático de um veículo deve ser analisado desde a produção da energia até o descarte final , o chamado Life Cycle Assessment  (LCA). Nesse cenário, o hidrogênio verde produzido a partir de fontes renováveis como solar e eólica mostra-se como uma das soluções mais eficazes e versáteis para alcançar um transporte verdadeiramente neutro em carbono. Recado claro aos formuladores de políticas públicas Além da constatação técnica, o ICCT envia um alerta direto aos governos : Apenas tecnologias com base renovável, como FCEVs e BEVs, têm potencial real de descarbonização total do setor de transporte ; É fundamental considerar as emissões do ciclo completo , e não apenas aquelas emitidas durante a condução do veículo; O hidrogênio limpo deve ser reconhecido e incentivado como um dos principais instrumentos  para um futuro de mobilidade neutra em carbono. Hidrogênio: da promessa à liderança Para o setor de hidrogênio, os resultados da pesquisa representam uma validação importante. Organizações como o Deutscher Wasserstoff-Verband (Associação Alemã do Hidrogênio)  comemoraram a publicação como uma confirmação de que o hidrogênio não é apenas uma alternativa, mas uma liderança tecnológica consolidada  no caminho para um transporte mais sustentável. Hora de agir A mensagem que ecoa do estudo é clara: os próximos anos serão decisivos para criar as condições regulatórias e financeiras que permitam a expansão do hidrogênio renovável  no setor automotivo. Isso inclui infraestrutura, incentivos, padronização e a manutenção de um ecossistema tecnológico plural, onde diferentes soluções como FCEVs e BEVs possam coexistir e atender a diferentes demandas logísticas, operacionais e regionais. Estudo internacional posiciona hidrogênio verde como a solução mais limpa para transporte, à frente até dos veículos elétricos a bateria

  • Itaú lança app com inteligência artificial para apoiar pequenos negócios e mira nova geração de empreendedores brasileiros

    Com o novo aplicativo “Itaú Emps”, banco aposta em IA generativa e atendimento humanizado para atender empresas com faturamento entre R$ 200 mil e R$ 3 milhões Itaú lança app com inteligência artificial para apoiar pequenos negócios e mira nova geração de empreendedores brasileiros Por EnergyChannel | São Paulo Em um momento de transformação no empreendedorismo brasileiro, o Itaú Unibanco acaba de lançar uma nova solução voltada exclusivamente para pequenos negócios e profissionais autônomos: o Itaú Emps , um aplicativo que une inteligência artificial, suporte consultivo e integração de serviços financeiros em uma única plataforma. A iniciativa chega em resposta ao crescimento expressivo de empreendedores no país. Segundo dados do próprio banco, cerca de um terço da população adulta brasileira  está envolvida em algum tipo de atividade empresarial. São mais de 23 milhões de CNPJs ativos  no Brasil até maio de 2025, com destaque para 10 milhões de micro e pequenas empresas  em ascensão — muitas delas lideradas por profissionais altamente qualificados, que passaram a empreender por oportunidade, necessidade ou escolha estratégica. Um banco de bolso com cérebro digital O Itaú Emps foi desenvolvido ao longo de dois anos em cocriação com clientes e testado em escala antes do lançamento. Voltado para empresas com faturamento anual entre R$ 200 mil e R$ 3 milhões, o app traz um diferencial que pode redefinir o relacionamento entre bancos e empreendedores: uma IA generativa personalizada , que atua como consultor financeiro 24/7. Esse assistente digital oferece desde respostas práticas sobre gestão do negócio até alertas e orientações baseadas no comportamento financeiro da empresa, tornando a tomada de decisão mais segura, ágil e embasada. Soluções integradas para quem empreende Além da IA, o Itaú Emps conta com uma prateleira de produtos cocriada com os próprios usuários , priorizando simplicidade e autonomia. Entre os destaques: Integração com soluções de adquirência , como as maquininhas “Laranjinhas”, facilitando o controle de vendas e recebimentos direto no app; Crédito inteligente , com acesso a limite de conta, cartão empresarial e opções como o Pronampe; Atendimento humano eficiente , com tempo médio de resposta inferior a 30 segundos, unindo tecnologia e proximidade. Segundo o Itaú, o modelo do Emps é escalável e eficiente em termos de custo, sem perder a personalização e a profundidade no relacionamento com o cliente — fatores que ajudaram o banco a se consolidar como o maior do país no segmento de PMEs. Um novo olhar para a economia empreendedora O perfil do novo empreendedor brasileiro tem mudado: mais conectado, com acesso a informação, e exigente quanto aos serviços que utiliza. Muitos tocam o negócio sozinhos ou com equipes enxutas e precisam de soluções financeiras que combinem segurança, autonomia e inteligência consultiva . Nesse contexto, o Itaú Emps se posiciona como uma plataforma sob medida, capaz de acompanhar a jornada desses empreendedores e impulsionar sua capacidade de crescimento, com um banco que literalmente cabe na palma da mão  — mas com estrutura e expertise para pensar grande. Itaú lança app com inteligência artificial para apoiar pequenos negócios e mira nova geração de empreendedores brasileiros

  • Nem tudo é luz: por que ainda temos dúvidas sobre o horário de verão

    Muito se fala em ressuscitar o horário de verão. Mas olhar só pela lente técnica da operação elétrica é um erro comum e pode nos cegar. Antes de bater o martelo, prefiro enxergar por inteiro junto de energia, nosso bolso e gente em especial. Horário de verão possui pontos positivo e pontos que devem ser analisados. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐧𝐞𝐫𝐠𝐢𝐚: O ONS calcula que adiantar o relógio corta perto de 2 GW da carga de ponta e derruba 2,9% da demanda máxima logo após o pôr‑do‑sol.  É quase meio Itaipu fora da tomada no horário mais caro. O próprio diretor-geral do ONS classificou a medida como “tecnicamente importante” para 2025, diante dos reservatórios baixos e da pressão crescente de data centers. Faz sentido, mas não resolve o pico absoluto que temos pelas 15 h, muito forte por ar‑condicionado. Sem resposta à demanda e armazenamento, continuamos vulneráveis nesse horário aonde existem os picos de geração solar. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐚 𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚 𝐬𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚: Bares e restaurantes acabam ganhando nessa visão, estimam salto de até 50% no movimento entre 18h 21h, com ganhos de 10% a 15% no faturamento mensal. Essa visão abre margens para maiores serviços que podem inclusive se prolongar até a noite, facilitando o movimento econômico, principalmente nesses segmentos. 𝐄 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐚 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐞𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞𝐧𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐚? Quem tem carro e ar‑condicionado com toda certeza curte um dia mais longo. Agora quem pega dois ônibus pode ficar mais tempo no calor ou madrugar no escuro. Ritmo circadiano, sono, acidentes de trânsito, segurança pública, tudo isso tem que entrar na conta. Sem reforço de frota, sombra em terminais, comunicação decente e melhora em segurança, o ganho vira desigualdade. O gráfico abaixo deixa claro uma coisa, o pico real hoje acontece na parte da tarde e isso se repete em diferentes dias e meses do verão. Olhando para noite ainda há uma rampa, mas ela já começa em um patamar muito alto. Com o avanço da crise climática e os casos crescente de bombas de calor, até mesmo o pré-verão já vem apresentando curvas elevadas. Isso bagunça completamente a sazonalidade que antes orientava o modelo. Avaliação de curva horária (Dados ONS) Olhando pelo lado de energia, acredito que podemos melhorar, sim. Desde que venha casado com programas de eficiência no pico vespertino e mais storage. Economicamente, vejo potencial, mas faltam provas para a gente deixar isso "mais fácil". Socialmente, só aprovo com contrapartidas claras de mobilidade, saúde e segurança. Se esses três pontos não fecharem, prefiro investir em outras ações para energia como a própria resposta à demanda, baterias e tarifas que sinalizem eficiência antes de mexer no relógio. Quando temos um tema tão amplo e com impacto direto sobre toda a sociedade, o mais adequado é ampliar a participação, dar mais visibilidade técnica e garantir que a operação do nosso sistema seja compreendida por todos. Só assim teremos uma decisão acertada e uma aplicação que não crie gargalos, principalmente para quem mais precisa se beneficiar. Somente como notícia, a Comissão de Saúde da Câmara aprovou um projeto que proíbe o horário de verão em todo o Brasil, citando impactos negativos à saúde e pouca economia de energia. Notícia recente que bate com o que eu defendi e defendo: Comissão aprova proibição do horário de verão em todo o território nacional - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados .  Visões como essas aumentam cada vez mais que se tenham debates para entendermos todas as questões envolvidas. #horariodeverao   #noticiadeenergia   #setoreletrico Sobre o autor   Felipe Figueiró  é engenheiro eletricista, com dois MBAs focados em inovação, liderança e inteligência de mercado. Atua há mais de 11 anos no setor elétrico e tem como visão transformar dados em estratégias inteligentes e eficientes. Nem tudo é luz: por que ainda temos dúvidas sobre o horário de verão

  • EnergyChannel e SNEC firmam parceria de mídia oficial para o maior evento de energia renovável do mundo

    O canal internacional EnergyChannel anuncia com orgulho a assinatura de um contrato de parceria de mídia oficial com a SNEC, o maior evento global no segmento de energia renovável. Essa parceria reforça o compromisso do EnergyChannel em fornecer uma cobertura jornalística de excelência, detalhada e abrangente, sobre as principais inovações, tecnologias e serviços que movimentam o setor energético mundial. A partir de agora, os telespectadores poderão acompanhar todas as novidades do evento por meio de uma cobertura exclusiva, com espaço dedicado construído pela SNEC para o canal, garantindo uma experiência completa e informativa. A cobertura detalhada estará disponível também em nosso aplicativo, já disponível para iOS e Android. Fique ligado e não perca nenhuma novidade! Sobre o EnergyChannel Nosso propósito é elevar a qualidade do mercado energético por meio da disseminação de informações relevantes, alcançando tanto o público geral quanto especialistas do setor. Tratamos de temas essenciais como fontes renováveis de energia, sustentabilidade, mobilidade elétrica e armazenamento de energia. Nosso objetivo é impactar positivamente o futuro das novas gerações, contribuindo para melhorar a qualidade de vida de crianças, jovens, suas famílias e comunidades urbanas, através do conhecimento que promove o uso de energias limpas. Valorizamos decisões responsáveis e ações conscientes no presente, para garantir um futuro mais seguro e sustentável. Nosso compromisso é informar com responsabilidade e ética, promovendo uma sociedade mais consciente e engajada nas questões ambientais. Histórico e missão do EnergyChannel Group Fundado por Ricardo Honório em 2017, o EnergyChannel nasceu inicialmente como Solar TV, um canal dedicado à energia solar. Em 2025, evoluímos para uma plataforma com alcance internacional, consolidando nossa missão de promover informações confiáveis e relevantes sobre o setor energético. Acreditamos que uma comunicação transparente e fundamentada é fundamental para a transformação social. Nosso objetivo é promover o conhecimento e a conscientização sobre energias renováveis e práticas sustentáveis, apoiando a agenda ESG (Ambiental, Social e de Governança). Assim, capacitamos indivíduos e comunidades a adotarem ações concretas que contribuem para um mundo mais verde e responsável. Inovação e presença digital Investimos continuamente em tecnologias de ponta para expandir as funcionalidades do nosso aplicativo e aprimorar a interação com nossos usuários. Nosso ambiente digital inclui uma moderna rede social com conteúdos direcionados a 10 países, além de presença consolidada em redes sociais, TV, WebTV e plataforma própria. Nosso futuro inclui a ampliação de nossa estrutura tecnológica, como o desenvolvimento de novos estúdios de Tv para produção de vídeo, previsto para 2026, visando atender às demandas atuais e futuras do setor.

EnergyChannel
EnergyChannel Brasil

Canal Internacional
Correspondentes dedicados em cada nação.

Nossos Serviços:
  • Presença digital abrangente em 10 países, com site e aplicativo
  • Transmissão de TV e WEBTV Internacional
  • Anuário de Inovações Energéticas Internacional
  • EnergyChannel Academy

Nossos canais:
Global
China
Itália
México
Brasil
Índia
França
Alemanha
Estados Unidos
Coreia do Sul  

Acompanhe-nos para se manter informado sobre as últimas inovações e tendências no setor energético!
Central de Relacionamento

Telefone e WhatsApp
+55 (11) 95064-9016
 
E-mail
info@energychannel.co
 
Onde estamos
Av. Francisco Matarazzo, 229 - conjunto 12 Primeiro Andar - Bairro - Água Branca | Edifício Condomínio Perdizes Business Center - São Paulo - SP, 05001-000
QuiloWattdoBem
Certificações
Empresa associada ao QuiloWattdoBem
www.quilowattdobem.com.br
Saiba Mais

Quem Somos

Guia do Consumidor

Assinatura


Fale Conosco

Ajuda


Mapa do Site
Links Relacionados

Notícias

Sustentabilidade

Energia Renovável


Mobilidade Elétrica

Hidrogênio

Armazenamento de Energia

​​

EnergyChannel Group - Especializada em notícias sobre fontes renováveis

Todos os direitos reservados. |  Av. Francisco Matarazzo, 229 - conjunto 12 Primeiro Andar - Bairro - Água Branca | Edifício Condomínio Perdizes Business Center - São Paulo - SP, 05001-000

bottom of page