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- A Importância da Proteção de Carregadores de Carros Elétricos com o EcoBox da Embrastec
A crescente adoção de veículos elétricos (VEs) exige uma infraestrutura adequada para carregamento seguro. A instalação correta de carregadores é crucial para garantir a segurança dos usuários e a integridade dos equipamentos. Nesse contexto, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a norma ABNT NBR 17019:2022, que especifica os requisitos para a instalação elétrica fixa destinada a fornecer energia aos VEs. Aqui estão alguns pontos relevantes sobre a segurança em instalações e carregadores para carros elétricos: 1. Normas e Requisitos: - A ABNT NBR 17019:2022 baseia-se na IEC 60364-7-722:2018 e estabelece diretrizes para a instalação elétrica fixa. - A norma não abrange a avaliação de risco de explosão devido à produção de hidrogênio ou outros gases inflamáveis durante a carga da bateria. - A NBR 17019 substitui partes da NBR 5410, que trata das instalações elétricas de baixa tensão no Brasil. 2. Proteção Adequada: - Os carregadores devem ser projetados para resistir à água e possuir isolamento adequado para evitar choques elétricos. - A norma recomenda o uso de disjuntores residuais (DR) no quadro de distribuição para garantir a segurança dos usuários. 3. Carregadores e EcoBox da Embrastec: - O EcoBox da Embrastec é uma solução que oferece proteção adicional para carregadores de carros elétricos. - Ele atua como um filtro de corrente contínua (DC) e protege contra falhas elétricas, garantindo a segurança durante o carregamento. Em resumo, a segurança em instalações e carregadores para carros elétricos é essencial para promover a adoção sustentável dessa tecnologia. O uso de normas e dispositivos de proteção, como o EcoBox da Embrastec, contribui para uma experiência segura e confiável para os usuários de VEs. O EcoBox da Embrastec é um dispositivo projetado para proteger carregadores de carros elétricos durante o processo de carga. Aqui estão os detalhes de como ele funciona: 1. Filtro de Corrente Contínua (DC): - O EcoBox atua como um filtro para a corrente contínua gerada pelo carregador. - Ele reduz interferências e picos de tensão, garantindo uma corrente mais estável e segura para o veículo elétrico. 2. Proteção contra Falhas Elétricas: - O EcoBox monitora a corrente elétrica e desliga automaticamente o carregador em caso de falhas, como curtos-circuitos ou sobrecargas. - Isso protege tanto o carregador quanto o veículo elétrico contra danos. 3. Isolamento e Segurança: - O dispositivo possui isolamento galvânico, impedindo que correntes indesejadas afetem o sistema elétrico do carro. - Ele também protege contra choques elétricos, garantindo a segurança dos usuários. Em resumo, o EcoBox da Embrastec é uma solução confiável para proteger carregadores de carros elétricos, contribuindo para uma experiência segura e eficiente de carregamento.
- Ministro de Minas e Energia discute inclusão de sistemas de armazenamento em leilão
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reavaliou sua posição sobre a inclusão de sistemas de armazenamento no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) previsto para agosto deste ano. Em uma entrevista na segunda-feira (3), ele destacou que ainda existem pendências tecnológicas e regulatórias relacionadas ao uso de baterias no sistema elétrico nacional. A decisão de incluir essa tecnologia no certame dependerá de sua viabilidade técnica. Silveira expressou seu desejo de incorporar sistemas de armazenamento desde o primeiro leilão, mas reconheceu que questões regulatórias e tecnológicas precisam ser resolvidas. Ele enfatizou que a segurança dos leilões e a capacidade de dimensionar a demanda são essenciais antes de implantar essa tecnologia. Quanto aos prazos, Silveira afirmou que há tempo suficiente para tomar uma decisão. Se a viabilidade técnica for comprovada, os sistemas de armazenamento serão incluídos no leilão. Caso contrário, haverá outras oportunidades futuras para promover essa tecnologia no Brasil. Energia firme O ministro ressaltou que, atualmente, não existe capacidade de armazenamento no mundo que torne as energias intermitentes, como solar e eólica, estáveis. O Brasil ainda depende das energias moduláveis e firmes para garantir a segurança energética. Apesar dos desafios tecnológicos, Silveira acredita que o país está progredindo na construção regulatória para a adoção de baterias. Leilão de agosto Em março, o Ministério de Minas e Energia abriu consulta pública e divulgou diretrizes para o LRCAP, inicialmente prevendo contratação apenas para fontes termelétricas e hidrelétricas. No entanto, o ministro Silveira posteriormente anunciou que as baterias também seriam incluídas no leilão deste ano. Essa decisão visa impulsionar o investimento em baterias, permitindo que as energias intermitentes se tornem mais estáveis. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, reforçou essa expectativa, destacando que a solução para o desafio de energia firme está na superação dos obstáculos tecnológicos relacionados ao armazenamento por meio de baterias. Espero que esta versão reescrita seja útil! Se você tiver mais alguma solicitação, fique à vontade para perguntar.
- Hyundai e Plus Revelam Caminhão Autônomo a Célula de Combustível nos EUA
Hyundai e Plus Revelam Caminhão Autônomo a Célula de Combustível nos EUA Na recente Advanced Clean Transportation (ACT) Expo em Las Vegas, a Hyundai Motor e a Plus, especialista em software de direção autônoma, apresentaram um marco na indústria: o primeiro caminhão elétrico movido a célula de combustível de hidrogênio com capacidade de locomoção autônoma de Nível 4 da Classe 8 nos Estados Unidos. O Caminhão XCIENT Fuel Cell da Hyundai Motor é equipado com a tecnologia de condução autônoma de Nível 4 chamada SuperDrive , desenvolvida pela Plus. Esse sistema utiliza sensores avançados, incluindo LiDAR, radar e câmeras, para percepção ambiental, planejamento de rotas e previsão de trajetórias. A colaboração entre as empresas visa tornar o transporte mais seguro, eficiente e sustentável. O XCIENT Fuel Cell já está em operação comercial em oito países, incluindo a Suíça, onde tem sido testado com sucesso em parceria com empresas locais desde 2020. Além disso, a Daimler Truck também apresentou recentemente um protótipo de caminhão autônomo movido a bateria nos EUA, demonstrando o avanço contínuo da tecnologia no setor de transporte1. Em resumo, essa inovação representa um passo significativo rumo a um futuro mais limpo e inteligente no transporte rodoviário.
- MINIUSINAS DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA AGORA PODEM ENQUADRAR SEUS PROJETOS PARA OBTER SUSPENSÃO DE PIS E COFINS NA AQUISIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS.
Por: Renato Zimmermann – Mentor e Consultor em Sustentabilidade Foi publicado no dia 04/06/24 a Portaria do MME (Ministério das Minas e Energia) nº 78 que estabelece os procedimentos para o pedido de enquadramento de projetos de minigeração distribuída no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura - REIDI , nos termos do art. 28, parágrafo único, da Lei nº 14.300, de 6 de janeiro de 2022. Isto significa que todas as pessoas jurídicas poderão a partir de agora solicitar o enquadramento de seus projetos para homologação e enquadramento para poder fluir do benefício. Com isso poderão adquirir os equipamentos com uma redução que chega a 9,25% no custo de aquisição. Esta redução se deve pela exclusão da base de faturamento do PIS (Programa de Integração Social) e o COFINS (Contribuição Financeira para a Seguridade Social). São dois impostos federais aplicados sobre o faturamento. Importante salientar que este benefício só é válido para Minigeração (a partir de 75 kw de potência) e para projetos de pessoas jurídicas que ainda não foram emitidas as notas fiscais. O benefício não alcança projetos de pessoas físicas, nem projetos que já estão implantados. Antes de contar com o benefício, o interessado precisará atentar das várias etapas de enquadramento que vão desde o pedido junto a concessionária onde o projeto está sendo projetado, depois o pedido irá transitar pela ANEEL e receberá uma homologação do MME. Por último, a SFN (Secretaria da Fazenda Nacional) é quem irá registrar o pedido e autorizar o faturamento com o benefício do REIDI. Cada projeto será individualizado e precisa atender todos os requisitos exigidos pela portaria publicada hoje e obedecer aos demais requisitos da SFN. Para ter direito ao regime especial REIDI o beneficiária não poderá ter débitos de contribuições e tributos federais. O REIDI é um benefício fiscal criado em 2007 e tem como objetivo a desoneração da implantação de projetos de infraestrutura. Na negociação do acordo para aprovação da Lei 14.300/22 o Marco Legal da Micro e Mini Geração Distribuída, de última hora as entidades defensoras do segmento conseguiram incluir o artigo 28 prevendo que projetos de minigeração são de infraestrutura da rede elétrica e pleitearam o seu enquadramento no programa de benefício fiscal. Esta portaria do MME representa mais um avanço na regulamentação da Lei Federal 14.300/22.
- Devaneios energéticos e o Brasil como benchmark
Eustaquio Sirolli, MSc. Davi Lopes, PhD. Como parte da história da evolução dos meios de transporte, é interessante relatar a chegada dos veículos motorizados como alternativa à tração animal. A literatura revela que os animais utilizados para puxar carroças deixavam cerca de 1.000 toneladas de esterco por dia em Nova Iorque. Existem relatos sobre a dificuldade das pessoas em trafegar pelas ruas, especialmente aquelas que usavam vestidos longos, devido à sujeira considerável. Nesse cenário, surge William Durant, conhecido como "o fabuloso Bill". Um antigo fabricante de carroças, que ao observar os veículos com motor a combustão interna circulando pela cidade (sem emitir esterco), rapidamente decidiu abandonar o negócio de carroças e investir em veículos autopropelidos. E, entre outras marcas, ele fundou a grande General Motors (GM). Aqui pedimos uma pausa e imaginemos os Homo sapiens da época questionando a nova tecnologia que nascia: "Por que trocar uma propulsão que se auto abastece (equinos) com um combustível renovável (gramíneas e outras plantas) por veículos que necessitam de uma grande infraestrutura de abastecimento, extração e refino de petróleo, distribuição e armazenamento? Isso nunca dará certo; temos grama em qualquer lugar". (Alguma semelhança com a retórica atual?) Inequivocamente, a chegada do diesel e da gasolina criou uma estrutura de transporte mais limpa (literalmente) e eficiente, especialmente em comparação com as condições da tração puramente animal. Os seres humanos tem essa busca incansável de maneiras de tornar a vida mais fácil... Isso nos faz refletir sobre a grande contribuição dos combustíveis fósseis para termos a vida que temos hoje. Eles nos proporcionaram a base para buscar novas soluções energéticas mais limpas e eficientes, assim como o petróleo substituiu a tração animal. É importante entendermos que chegamos até aqui graças a toda a cadeia do petróleo. E, se pensarmos bem, estamos constantemente vivenciando novas revoluções energéticas e buscando maneiras mais eficientes de impulsionar nosso desenvolvimento. Atualmente, estamos particularmente preocupados com as emissões de dióxido de carbono equivalente, que os combustíveis fósseis liberam ao serem utilizados. Assim como fizemos a transição dos cavalos para veículos motorizados, agora precisamos buscar novas soluções energéticas para enfrentar outros desafios. É nesse contexto que o hidrogênio se destaca como um vetor de energia, acrescentando-se ao rol de opções já existentes. As transições energéticas não se resumem a "esta ou aquela energia"; não se trata de uma simples substituição, mas sim do uso racional de todas as fontes disponíveis, incluindo as fósseis. Dessa forma, o processo de transição energética pode ser inclusivo, beneficiando a todos, já que os efeitos de não realizar impactarão o mundo. O hidrogênio é o elemento mais abundante do universo (presente nas estrelas) e, na Terra, geralmente está ligado a outros elementos químicos, como em H2O (água), CH4 (metano) e C2H5OH (etanol), entre muitos outros. Podemos obtê-lo por meio de processos como a eletrólise da água e a reforma a vapor do metano ou do etanol. Contudo, como já disse um sábio, "todo problema complexo tem uma solução simples e errada". Não vamos cair nessa armadilha. A construção da cadeia de suprimentos de hidrogênio energético será demorada, exigirá grandes investimentos e, além disso, devemos considerar a resistência natural do ser humano à mudança. Por outro lado, o hidrogênio é sim uma opção racional, pois não possui cadeia carbônica em sua estrutura e não envolve combustão na eletro- mobilidade. As células a combustível, dispositivos eletroquímicos, geram energia elétrica, calor e água (H2 + O). Isso permite, em um único movimento, eliminar poluentes das grandes cidades (beneficiando a saúde pública) e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O Brasil é iluminado tanto literal quanto figurativamente. Literalmente, pelo abundante sol que recebe, e figurativamente, por dispor de todas as fontes necessárias para a obtenção de hidrogênio bem como progredir em outras soluções energéticas para enfrentar os novos desafios do mundo. Vamos focar na introdução do etanol combustível no Brasil. Esta solução energética surgiu em resposta às crises do petróleo dos anos 70, deixando um legado de mais de 40.000 postos de combustíveis, que podem se tornar potenciais pontos de distribuição de hidrogênio. Da mesma forma, já contamos com biodiesel e biometano como substitutos mais limpos para o diesel de origem fóssil. Ou seja, o Brasil é um país que pode ajudar todas as nações a se tornarem mais limpas e a realizarem suas transições energéticas, aproveitando nossa expertise. Somos, de fato, um benchmark mundial em transições energéticas.
- Hopewind é classificada Tier 1 na Bloomberg New Energy Finance como única empresa chinesa de inversores na lista do Smarter E Award / Intersolar
27 de Maio de 2024 - Almere, Holanda – A Hopewind (código da Bolsa de Valores de Shanghai: 603063) foi oficialmente indicada para o Smarter E Award 2024 por seu inversor string de escala utility de 385 kW, com capacidade Grid Forming. A Hopewind foi selecionada pelo júri para entrar na lista dos 10 melhores fabricantes de inversores solares, sendo a única fabricante chinesa a chegar à final, destacando as fortes capacidades de P&D da empresa. “Nossa indicação para o Smarter E Award/Intersolar 2024 destaca nossa natureza inovadora que é fundamental para nosso DNA”, disse Wang Yao, Vice-presidente da Hopewind. Ainda em maio, o relatório Global PV Market Outlook do segundo trimestre de 2024 da Bloomberg New Energy Finance (BNEF) selecionou a Hopewind para se juntar à sua lista Tier 1 de Fabricantes de Inversores Fotovoltaicos. “A classificação na prestigiada lista Tier 1 da BNEF reconhece os nossos pontos fortes financeiros e empresariais”, acrescentou Wang Yao, “e confirma a nossa estratégia de aprofundar no campo fotovoltaico, trabalhando em mais inovações e avanços para liderar o desenvolvimento global de energia limpa e renovável”. Como parte de sua estratégia de inovação, a Hopewind juntou-se oficialmente ao Centro Internacional de Pesquisa em Energia Solar de Konstanz (ISC), um dos principais institutos de pesquisa solar do mundo, em abril. Fundada em 2007, a Hopewind foi listada na Bolsa de Valores de Xangai (código de ações: 603063) em 2017, como uma inovadora líder na indústria de geração de energia limpa, especializada em projetar e produzir soluções elétricas e renováveis, incluindo conversores de energia eólica, inversores fotovoltaicos, sistemas de armazenamento (BESS), SVG e unidades industriais, com remessas de mais de 150 GW em todo o mundo e capacidades de produção em GW. A Hopewind, participou do projeto Wingrid, apoiado pelo Horizon Europe 2020 e facilitado pelo Laboratório DNV Países Baixos. Em 2023, o conversor de energia eólica da Hopewind recebeu da DNV o primeiro certificado de Grid Forming do mundo, e desde Fevereiro de 2024 o inversor de 385kW foi selecionado como o mais potente do mercado solar pela Solarbe Global. Assim como foi no deserto de Kubuqi, na Inner Mongolia, o sétimo maior deserto da China está passando por uma transformação impressionante. Sob mais de 10 quilômetros de painéis fotovoltaicos, ervas e pastagens prosperam, enquanto galinhas e cabras vagam e se alimentam, trazendo nova vida à paisagem árida. A energia solar captada por esses painéis é convertida em eletricidade limpa pelos 5.604 inversores Hopewind de 350 kW e alimentada na rede elétrica. “Este projeto demonstra a nossa visão corporativa, que é nos tornarmos um fornecedor de classe mundial de soluções de conversão e controle de energia, criando um futuro mais sustentável para o nosso mundo”, enfatizou Wang. confira também como foi o bate papo com o time da Hopewind no Estúdio do Energy Channel | SolarTV
- Solis atinge marco: más de 5,7GW en remesas de inversores solares en Brasil
La empresa Solis tiene una potencia en energía solar. Fundada en 2005, Solís es el tercer mayor fabricante de inversores fotovoltaicos del mundo, segundo Wood Mackenzie. Una empresa está presente en más de 100 países, respondiendo siempre a las necesidades del mercado. Despacho de 5,7 GW en Brasil hasta 2023 : A finales de 2023, Solis envió más de 5,7 gigavatios (GW) de energía solar en Brasil y más de 80 GW a nivel mundial. Esto demuestra su presencia significativa en el mercado brasileño y su contribución para la transición energética. Importancia del Mercado Brasileiro na Transição Energética: En Brasil existe una matriz energética más limpia del mundo, con un 17,4% de toda la energía generada proveniente de fuentes fotovoltaicas. La expansión de la energía solar en ningún país contribuye a la reducción de las emisiones de gases y fortalece la transición energética global. El compromiso de Solís con Brasil: A Solis está en Brasil hace 6 años y continúa invirtiendo en innovación y calidad. Su presencia en el mercado nacional está marcada por la inauguración de una nueva fábrica para la producción de productos de vanguardia. Tecnología: Solís está a la vanguardia de la tecnología de sistemas fotovoltaicos. São inversores de última generación, proyectados para alta eficiencia y durabilidad. Utilizamos tecnología de alto empleo para mantener una mayor calidad y garantizar una alta gestión de energía. Los inversores fotovoltaicos trifásicos Solis S6-GU(333-350)K-EHV , con potencia de 333-350 kW, entrada de 1500 Vcc y salida de 800 Vca, están proyectados para formar una solución de retrofit más económica para proyectos de energía solar. en servicios públicos. . Sua eficiencia máxima chega al 99%, con 12/16 MPPT y 32 entradas, la corriente de cadencia es de 20A, combinando perfectamente con módulos fotovoltaicos eficientes de alta potencia. Una interfaz DC, AC optimizada y el modo de comunicación PLC son adecuados para reducir eficazmente el costo de inversión en proyectos de energía solar. Su nivel de protección es IP66, tornando a un uso solar más seguro y estável. O monitoramento de cadeia de alta precisión e a varredura da curva I-V melhoram efetivamente a operação da planta e a eficiência da manutenção e reduzem os custos de O&M posteriores. Resumiendo , los inversores Solis ofrecen alta eficiencia, confiabilidad y recursos avanzados para optimizar la gestión de energía solar. Esta es una excelente escuela para sistemas fotovoltaicos residenciales y comerciales.
- Solis Achieves Milestone: Over 5,7GW of Solar Inverter Shipments in Brazil
The Solis company has become a power in Solar Energy Founded in 2005, Solis is the third largest manufacturer of photovoltaic inverters in the world, according to Wood Mackenzie. The company is present in more than 100 countries, always responding to market needs. Dispatch of 5.7 GW in Brazil by 2023: By the end of 2023,Solis shipped more than 5.7 gigawatts (GW) of solar energy in Brazil and more than 80GW globally. This demonstrates its significant presence in the Brazilian market and its contribution to the energy transition. Importance of the Brazilian Market in the Energy Transition: Brazil has one of the cleanest energy matrices in the world, with 17.4% of all energy generated coming from photovoltaic sources. The expansion of solar energy in the country contributes to the reduction of gas emissions and strengthens the global energy transition. Solis' commitment to Brazil: Solis has been in Brazil for 6 years and continues investing in innovation and quality. Its presence in the national market is marked by the inauguration of a new factory for the production of cutting-edge products. Technology: Solis is at the forefront of photovoltaic system technology. These are state-of-the-art inverters, designed for high efficiency and durability. They use high-performance technology to maintain the highest quality and guarantee high energy generation. Solis S6-GU(333-350)K-EHV three-phase photovoltaic inverters, with 333-350 kW power, 1500V DC input and 800VAC output, are designed to provide a more cost-effective retrofit solution for solar power projects in public services. Its maximum efficiency reaches 99%, with 12/16 MPPTs and 32 inputs, the chain current is 20A, perfectly matching high-power efficient photovoltaic modules. The optimized DC, AC interface and PLC communication mode are suitable to effectively reduce the investment cost of solar energy projects. Its protection level is IP66, making the solar plant safer and more stable. High-precision chain monitoring and I-V curve scanning effectively improve plant operation and maintenance efficiency and reduce downstream O&M costs. In short, Solis inverters offer high efficiency, reliability and advanced resources to optimize the generation of solar energy. This is an excellent choice for residential and commercial photovoltaic systems.
- Solis atinge marco: mais de 5,7GW em remessas de inversores solares no Brasil
A empresa Solis se tornou uma potência em Energia Solar Fundada em 2005, a Solis é a terceira maior fabricante de inversores fotovoltaicos do mundo, segundo Wood Mackenzie. A empresa está presente em mais de 100 países, respondendo sempre às necessidades do mercado. Despacho de 5,7 GW no Brasil até 2023: Até o final de 2023, a Solis expediu mais de 5,7 gigawatts (GW) de energia solar no Brasil e mais de 80 GW globalmente. Isso demonstra sua presença significativa no mercado brasileiro e sua contribuição para a transição energética. Importância do Mercado Brasileiro na Transição Energética: O Brasil possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, com 17,4% de toda a energia gerada proveniente de fontes fotovoltaicas. A expansão da energia solar no país contribui para a redução das emissões de gases e fortalece a transição energética global. O compromisso da Solis com o Brasil: A Solis está no Brasil há 6 anos e continua investindo em inovação e qualidade. A sua presença no mercado nacional é marcada pela inauguração de uma nova fábrica para produção de produtos de vanguarda. Tecnologia: Solis está na vanguarda da tecnologia de sistemas fotovoltaicos. São inversores de última geração, projetados para alta eficiência e durabilidade. Utilizam tecnologia de alto desempenho para manter a mais alta qualidade e garantir alta geração de energia. Os inversores fotovoltaicos trifásicos Solis S6-GU(333-350)K-EHV, com potência de 333-350 kW, entrada de 1500 Vcc e saída de 800 Vca, são projetados para fornecer uma solução de retrofit mais econômica para projetos de energia solar em serviços públicos. . Sua eficiência máxima chega a 99%, com 12/16 MPPTs e 32 entradas, a corrente da cadeia é de 20A, combinando perfeitamente com módulos fotovoltaicos eficientes de alta potência. A interface DC, AC otimizada e o modo de comunicação PLC são adequados para reduzir efetivamente o custo de investimento em projetos de energia solar. Seu nível de proteção é IP66, tornando a usina solar mais segura e estável. O monitoramento de cadeia de alta precisão e a varredura da curva I-V melhoram efetivamente a operação da planta e a eficiência da manutenção e reduzem os custos de O&M posteriores. Resumindo , os inversores Solis oferecem alta eficiência, confiabilidade e recursos avançados para otimizar a geração de energia solar. Esta é uma excelente escolha para sistemas fotovoltaicos residenciais e comerciais.
- Hoje, tivemos a honra de receber a Ecori Energia Solar no estúdio do Energy Channel
A Ecori é uma líder e pioneira no segmento de MLPE (Módulos de Eletrônica de Potência), sendo a empresa que introduziu essa tecnologia no Brasil e impulsionou sua adoção no mercado. Desde o início, a Ecori priorizou a segurança em sistemas fotovoltaicos, oferecendo os melhores benefícios em termos de proteção para consumidores finais e parceiros instaladores. Além disso, a tecnologia MLPE proporciona maior produtividade na geração de energia solar a partir de fontes fotovoltaicas. A Ecori trabalha com produtos de alta qualidade, incluindo marcas renomadas como APsystems e SolarEdge, referências globais no setor. No podcast, compartilhamos dicas valiosas para consumidores de energia que buscam alcançar a tão sonhada independência energética. Seja para residências, comércios ou indústrias, alertamos sobre a importância de evitar equipamentos de baixa qualidade e falsas potências oferecidos por algumas marcas e empresas. Na indústria de energia solar fotovoltaica, existem diversos fabricantes de soluções, mas nem todos se comprometem com as melhores tecnologias para os clientes finais. João Souza e Leandro Martins, com sua vasta experiência no setor, contribuíram com insights importantes sobre segurança e escolha de serviços e produtos. Se você deseja ficar bem informado, confira o podcast! Além disso, participe do fórum de discussão promovido pelo Energy Channel, onde você pode enviar seus comentários e fazer perguntas tanto para nós quanto para a equipe da Ecori Energia Solar.
- REDE ELÉTRICA NO RS - O PANORAMA PARA JUNHO 2024 RESILIÊNCIA DO SISTEMA ELÉTRICO GAÚCHO FRENTE AS ENCHENTES - PARTE II
Prof. Dr. Mauricio Sperandio - Universidade Federal de Santa Maria A parte I deste artigo pode ser visitado no link: https://www.energychannel.co/post/situa%C3%A7%C3%A3o-do-sistema-el%C3%A9trico-no-rio-grande-do-sul-durante-as-enchentes-de-maio Passados 30 dias do início das enxurradas e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, o sistema elétrico ainda está longe de se recuperar completamente. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no dia 29 de maio continuavam fora de operação 24 linhas de transmissão, 8 transformadores e 3 usinas, inclusive a Subestação Nova Santa Rita, importante ponto de atendimento às cargas da região metropolitana de Porto Alegre. Essa SE (subestação) ficou completamente alagada, chegando a um nível de 1,80 m de água no pátio, afetando o seu centro de proteção e controle. Não há previsão para o seu reestabelecimento completo. O ONS e a CPFL Transmissão (CEEE-T) concluíram no dia 22 de maio o processo de conexão provisória da LT (linha de transmissão) 230 kV Cidade Industrial/Lajeado 2, formada pela composição das LT 230 kV Cidade Industrial/Nova Santa Rita C.1 e LT 230 kV Nova Santa Rita/Lajeado 2, e a conexão também provisória da LT 230 kV Cidade Industrial/Candelária 2, formada por sua vez pela composição das LT 230 kV Cidade Industrial/Nova Santa Rita C.2 e LT 230 kV Nova Santa Rita/Candelária 2. Entre os ativos da rede de operação afetados pelo evento e que retornaram à operação estão 11 linhas, 7 transformadores e a UHE Dona Francisca. Em resposta à situação de calamidade, mais de 120 profissionais da subsidiária Eletrobras CGT Eletrosul foram a campo, incluindo técnicos do próprio estado e o apoio de colaboradores de outras regiões do país, como Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Neste mesmo período, a fiscalização da ANEEL realizou diligências para verificar as condições das instalações da CPFL Transmissão e Eletrobras CGT Eletrosul afetadas pelas fortes chuvas, em que sobrevoou diversas subestações que ficaram alagadas, como Cidade Industrial e Canoas 2, e verificou a situação de diversas torres que sofreram com desmoronamento, tendo suas fundações deslocadas. Logo após, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o prejuízo causado na rede elétrica do RS ultrapassa R$ 1 bilhão, e que o governo trabalha em uma medida provisória que vai autorizar a utilização de recursos do excedente econômico de Itaipu para atender a população afetada no estado. As equipes das distribuidoras seguem trabalhando para restabelecer o fornecimento de energia, apesar da chuva que voltou a assolar a região. A redução do número de consumidores interrompidos tem sido gradual, e até o dia 30 ainda eram 55.518. Várias áreas alagadas seguem desligadas preventivamente por questões de segurança, atendendo às solicitações da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das prefeituras. Foram mais de 6 mil profissionais do setor elétrico mobilizados, e equipamentos enviados de outras distribuidoras do Brasil para ajudar na reconstrução dos ativos que foram destruídos. Um grupo de mais de 100 profissionais que trabalham diretamente com redes subterrâneas da Light e da Enel foram embarcados do Rio de Janeiro, e se somam a 51 da Equatorial Goiás, especializados na instalação de subestações, com a missão de reconstruir as SEs Porto Alegre 2 e 7, que foram afetadas pelos alagamentos. É a primeira vez que ocorre tal compartilhamento de pessoal e equipamentos entre concessionárias, a exemplo do que acontece em tragédias provocadas por furacões e tornados nos EUA. A Cemig cedeu um helicóptero que realizou quase 40 horas de voos e apoio no resgate de moradores, além de inspecionar cerca de 200 km de rede elétrica atingida. Algumas subestações móveis também foram transferidas para atendimento ao estado, com a ajuda de 25 bombas de sucção para a retirada da água acumulada, cujo bombeamento também está beneficiando áreas residenciais. O sistema elétrico do Rio Grande do Sul está demonstrando sua resiliência, com a capacidade de recuperação dos ativos atingidos. Daqui a diante, é preciso se adaptar perante esse cenário inesperado, para que as próximas cheias não sejam tão impactantes. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), publicou recentemente uma nota técnica onde são discutidas as perspectivas futuras das mudanças do clima para o Brasil e os potenciais impactos no sistema elétrico, com o objetivo de formar uma base de conhecimento para avaliações com foco em aumentar a sua resiliência. Dentre as vulnerabilidades às condições climáticas listadas estão a disponibilidade de recursos, como a água, a irradiação solar e os ventos, o comprometimento de safras das culturas bioenergéticas, a perda de eficiência nos sistemas de geração e transmissão, os danos às infraestruturas energéticas e o aumento na demanda por energia.
- Hoje recebemos dois grandes especialistas no estúdio da SolarTV, Davi Gabriel Lopes, Ph.D em Energias Renováveis e Eustaquio especialista em Hidrogênio.
Davi Gabriel Lopes é um profissional com uma sólida formação acadêmica e experiência na área de energia renovável. Ele possui um doutorado em Planejamento de Sistemas Energéticos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), concluído em 2013, com a tese intitulada "Análise de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede no Âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo: Estudo de Caso dos Projetos da Chamada N°13 da ANEEL". Durante seu doutorado, ele investigou sistemas fotovoltaicos conectados à rede e seu impacto no desenvolvimento sustentável. Além disso, Davi Gabriel Lopes também obteve um mestrado em Planejamento de Sistemas Energéticos pela UNICAMP em 2009, com uma dissertação sobre o uso de energia elétrica proveniente de reformadores de etanol e células a combustível. Seu trabalho explorou cenários para a promoção do desenvolvimento socioambiental em comunidades isoladas no estado do Mato Grosso. Atualmente, ele desempenha as seguintes funções: 1. Coordenador de Investimentos na INVESTSP: Contribui para o desenvolvimento de projetos de investimento no estado de São Paulo. 2. Consultor especialista em hidrogênio na Dglopes-Consultoria: Seu conhecimento em hidrogênio é aplicado em consultorias e projetos relacionados a essa área. 3. Pesquisador em hidrogênio e energia solar fotovoltaica na FEEC/UNICAMP: Continua sua pesquisa acadêmica, focando em geração de energia renovável, incluindo energia solar fotovoltaica e sistemas híbridos. Davi Gabriel Lopes tem uma abordagem abrangente, considerando aspectos técnicos, tecnológicos e socioambientais em suas atividades relacionadas à energia renovável. Seu trabalho abrange tanto ambientes urbanos quanto rurais, e ele também explora a geração de hidrogênio e sua aplicação em células a combustível e eletromobilidade. Sua contribuição é valiosa para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades na transição energética no Brasil. Sobre o Nosso convidado ANTONIO EUSTAQUIO SIROLLI FERREIRA , Engenheiro de Produção e Automobilístico, FEI, MBA em Automotive Business, FGV. MSc. em Ciência dos Materiais, IPEN/USP. 40 anos na Mercedes-Benz Brasil! 9 anos na Foton Caminhões Brasil. Candidato a doutorado no IPEN/USP em hidrogênio/fuel cell. Sobre a Investe São Paulo A Investe São Paulo é a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade. Seu objetivo é atrair investimentos para o Estado de São Paulo e aumentar a competitividade da economia paulista, promovendo a geração de empregos, renda e inovação tecnológica. Aqui estão algumas informações importantes sobre a Investe São Paulo : - Setores de Negócios: A agência oferece oportunidades de investimento em diversos setores, como alimentos, tecnologia da informação, automotivo, agronegócios, saúde, serviços financeiros, economia verde, máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento, petróleo e gás natural, entre outros. - Infraestrutura Adequada: O Estado de São Paulo possui excelente infraestrutura logística, mão de obra qualificada e diversificada atividade produtiva, tornando-o um local atrativo para investimentos. - Missão: A missão da Investe SP é desenvolver o estado por meio da promoção de investimentos, aumento das exportações, incentivo à inovação e melhoria do ambiente de negócios. - Notícias Recentes: A agência também divulga notícias relevantes sobre investimentos, crescimento econômico e projetos inovadores no estado. Se você está interessado em investir em São Paulo, a Investe SP oferece atendimento gratuito e personalizado para apoiar projetos de investimento. A Investe São Paulo é a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade. Seu objetivo é atrair investimentos para o Estado de São Paulo e aumentar a competitividade da economia paulista, promovendo a geração de empregos, renda e inovação tecnológica.









