Publicidade
Search results
Search this site
3248 results found with an empty search
- Biogás e biometano têm potencial igual ou maior do que o hidrogênio no Brasil”, destaca representante do BNDES
A afirmação foi feita por André Pompeo , Gerente na Área de Transição Energética do BNDES, durante o 3º Workshop EUCD de Biogás e Biometano, realizado hoje (26) em Brasília pela ABREN e pelo MDIR. O evento contou com a participação de nomes relevantes, como Marian Schuegraf, Embaixadora da União Europeia no Brasil, e Laurent Javaudin , Conselheiro para Clima, Energia, Ambiente e Saúde na Delegação da União Europeia para o Brasil. Brasília, 27 de junho de 2024 – A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR) realizaram, nesta quarta-feira (26), o 3º Workshop EUCD de Biogás e Biometano, em Brasília. O evento teve como objetivo apresentar e discutir detalhes a respeito do projeto Diálogo UE-Brasil sobre a redução de metano no setor de resíduos da agropecuária. A ação, que é conduzida pelo projeto EU Climate Dialogues (EUCDs), conta com financiamento da União Europeia e será implementada pela ABREN. O workshop foi realizado no auditório do MDIR e contou com a participação de formuladores de políticas públicas, empresários e especialistas, como como Marian Schuegraf, Embaixadora da União Europeia no Brasil, Laurent Javaudin , Conselheiro para Clima, Energia, Ambiente e Saúde na Delegação da União Europeia para o Brasil, e Senador Zequinha Marinho , vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária – FPA. Painel de abertura teve início com o discurso de Schuegraf , que destacou que o desenvolvimento de uma indústria forte do biogás e biometano é parte fundamental para reduzir as emissões de metano. “A possibilidade de substituir o gás natural pelo biogás é uma vitória para o meio ambiente e para a economia. Isso abre também grandes oportunidades de cooperação quanto ao domínio de tecnologias limpas, ressaltou. Na sequência, o Senador Zequinha Marinho frisou a “necessidade de se construir uma legislação coesa e inteligente, que compatibilize os interesses do setor de forma equilibrada e promova o desenvolvimento do mercado de biogás e biometano”. Eduardo Corrêa Tavares , Secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros - SNFI/MIDR, representou o ministro do MDIR, Waldez Góes , e destacou que há muitas oportunidades nesses segmentos. “Esse diálogo com a União Europeia é muito importante, pois possibilita a criação de novas linhas de financiamento, inclusive com foco no agronegócio para conversão e resíduos em energia”. Já Ingo Plöger , Vice-Presidente da Associação Brasileira do Agronegócio – ABAG, ressaltou que “um dos grandes desafios da sociedade brasileira atualmente e realizar a transformação energética com responsabilidade social e econômica”. Além disso, reforçou o empenho doa agronegócio na busca pela redução dos gases de efeito estufa, entre eles o metano, por conta de sua conhecida agressividade e posterior transformação em CO2. Gutemberg Gomes , Secretário de Estado de Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal, destacou as iniciativas do Distrito Federal com foco na sustentabilidade, em especial na reciclagem e na compostagem. Além disso, informou que, em breve, o Governo Estadual irá regulamentar a lei da compostagem e um decreto para regular os resíduos da construção civil. O segundo painel do dia, apresentado por Laurent Javaudin – Conselheiro para Clima, Energia, Ambiente e Saúde na Delegação da União Europeia para o Brasil, abordou as iniciativas europeias no Brasil com foco na transição energética e Net Zero 2025. Javaudin falou sobre os diretórios-gerais da Comissão Europeia e os aspectos setoriais da Descarbonização pelo uso sustentável do Biogás e Biometano. O workshop contou, ainda, com a apresentação das políticas de biometano e biogás da Dinamarca. O painel foi liderado por Bruno Nielsen, Diretor Técnico da Associação Dinamarquesa da Biogás – Danish Biogas Association (DBA). Na sequência, Yuri Schmitke , Presidente Executivo da ABREN e gerente local do projeto EUCD/ABREN, e Flávio Matos , Conselheiro da ABREN e gerente do projeto EUCD/ABREN, apresentaram uma avaliação comparativa entre Uniao Europeia e Brasil com relação ao biogás e biometano. Matos destacou que, de acordo com o MCTI, “nos últimos 15 anos a maior evolução com relação as emissões de metano é do setor de resíduos, em especial aterros sanitários e lixões. O aumento foi superior a 50%”. Schmitke , por sua vez, frisou que “a União Europeia tem importantes exemplos que podem ser seguidos pelo Brasil, em especial do ponto de vista regulatório e de precificação”. O quinto painel de debates abordou as perspectivas para a redução das emissões do metano através da produção sustentável de biogás e biometano na agropecuária. Participaram da discussão Sávia Gavazza dos Santos , Gerente de Projeto da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda – Taxonomia Sustentável Brasileira, Alexandre Alonso Alves , Pesquisador da EMBRAPA Agroenergia, João Nicanildo Bastos dos Santos, Coordenador de Monitoramento e Inovação – CMI do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), José Ricardo Ramos Sales , Coordenador-Geral de Bioindústria do MDIC, e André Pompeo , Gerente na Área de Transição Energética do BNDES. A moderação foi feita por Daiane Daniele Santos Rocha – Diretora de Programa – Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional – MIDR. Destaque para a fala de André Pompeo , representante do BNDES, que destacou que, na visão do banco, “o biogás e o biometano têm potencial igual ou maior do que o hidrogênio no Brasil, sendo assim um importante combustível para realizar a transição energética”. O sexto e último painel do workshop abordou exemplos de cases do setor. Participaram da discussão Alisson Gomes de Moraes , Engenheiro na Superintendência de Novos Negócios da SABESP – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, Luis Proença , Diretor Executivo na Dopp Sistemas Construtivos de Tanques e Silos, Gustavo Galiazzi, Gerente Técnico e Especialista em Combustíveis Renováveis da Abegás | Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado, Amanda Soares Roza, Assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, e Marcus Andrey Vasconcellos, Presidente do INCT Instituto Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação CO2 ZERO. A moderação foi feita por Ziraldo dos Santos , Assessor Legislativo do Deputado Arnaldo Jardim. Para conferir o workshop na íntegra, clique aqui . Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Resíduos para Energia (ABREN) é uma organização nacional sem fins lucrativos cuja missão é promover o diálogo entre o setor privado e as instituições públicas, tanto em nível nacional quanto internacional, e em todos os níveis de governo. A ABREN foi selecionada pela GIZ Bélgica para implementar o projeto. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos para recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de um setor sustentável e integrado de tratamento de resíduos sólidos no Brasil. A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram e YouTube da associação.
- Os riscos ao não seguir o espaçamento do manual na instação de inversores
Um aspecto frequentemente negligenciado durante a instalação de inversores on-grid é o espaçamento adequado ao redor do inversor. Ignorar as recomendações de espaçamento do fabricante, detalhadas no manual de instalação, pode resultar em uma série de problemas sérios. 1 - Superaquecimento Dissipação de Calor Ineficiente : Os inversores dependem de fluxo de ar adequado para dissipar o calor de seu funcionamento. A falta de espaçamento adequado impede a ventilação eficiente, reduzindo a eficiência do equipamento e levando ao superaquecimento dos componentes internos. Redução da Vida Útil : A operação contínua em temperaturas elevadas acelera o desgaste dos componentes eletrônicos, reduzindo significativamente a vida útil do inversor. O calor excessivo danifica capacitores, resistores e outros componentes críticos, resultando em falhas prematuras. 2 - Desempenho Reduzido Um inversor que opera fora das condições térmicas recomendadas tende a ter um desempenho inferior. O calor excessivo pode causar a redução da eficiência de conversão, impactando negativamente na produção de energia do sistema. Em situações extremas, o inversor pode entrar em modo de proteção térmica, desligando-se temporariamente para evitar danos, o que resulta em perda de energia gerada. 3 - Falha Prematura Componentes Eletrônicos : A exposição prolongada a altas temperaturas compromete a integridade dos componentes eletrônicos dentro do inversor, levando a falhas e exigindo reparos ou substituições dispendiosas. Em casos extremos, a falha de componentes críticos pode causar o desligamento completo do sistema. 4 - Riscos de Segurança Incêndios : O calor excessivo gerado por um inversor mal ventilado aumenta significativamente o risco de incêndios. Os materiais isolantes podem derreter, expondo fios e conexões, o que pode resultar em curtos-circuitos. Choques Elétricos : A deterioração dos isolamentos devido ao calor pode expor partes condutivas, aumentando o risco de choques elétricos para quem realiza a manutenção ou opera o sistema. 5 - Anulação da Garantia Os fabricantes de inversores especificam claramente os requisitos de instalação, incluindo o espaçamento adequado, para garantir o desempenho e a segurança do equipamento. Não seguir essas diretrizes pode anular a garantia do fabricante, deixando o proprietário do sistema responsável por qualquer reparo ou substituição necessários devido a falhas decorrentes da instalação inadequada. Para evitar esses riscos, é fundamental seguir as instruções do manual de instalação, rigorosamente. O espaçamento adequado ao redor do inversor string em sistemas solares é ponto crucial que não deve ser negligenciado. Seguir as recomendações do fabricante não só garante a eficiência e a longevidade do inversor, mas também evita riscos significativos à segurança. Portanto, é essencial abordar a instalação com o compromisso às melhores práticas, para assegurar o sucesso a longo prazo do sistema fotovoltaico.
- Energia Solar: São Paulo lidera geração distribuída no Brasil
Energia fotovoltaica responde por 18,2 % da matriz elétrica brasileira, com 41,8 Gigawatts de potência instalada; especialista defende descentralização de energia para evitar apagões e garantir estabilidade da rede O estado de São Paulo lidera a geração solar distribuída no Brasil, com 4 mil Megawatts (MW) de potência instalada, o equivalente a 14% da produção nacional. Em seguida estão os estados de Minas Gerais (3,7 mil MW), Rio Grande do Sul (2,7 mil MW) e Paraná (2,6 mil MW), segundo informações atualizadas em maio pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A Geração Distribuída abrange os sistemas de microgeração e minigeração (até 5MW) instalados em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. “Além de ser o maior mercado consumidor do Brasil, um dos fatores que impulsionam o estado de São Paulo como o principal produtor de energia solar distribuída é a legislação, que desde o final de 2022 prevê a isenção do imposto sobre circulação para microgeradores, minigeradores e centrais de geração de energia solar, de acordo com o Decreto Legislativo 2.531/22”, explica Leandro Kuhn CEO da L8 Group, que atua na industrialização e distribuição de sistemas fotovoltaicos por meio da L8 Energy, empresa paranaense que recentemente transferiu a operação de distribuição para São Paulo, a fim de atender a demanda crescente no estado. Em todo o Brasil são aproximadamente 2,6 milhões de sistemas fotovoltaicos ligados à rede, sendo que 79% estão em imóveis residenciais. Em seguida estão os sistemas instalados no comércio e serviços (10,51%), e em propriedades rurais (8,65%), de acordo com dados da Absolar. “Muitos consumidores já perceberam as vantagens da energia solar e estão investindo em sistemas próprios de geração distribuída. Além dos benefícios econômicos, com diminuição dos custos com eletricidade, a energia solar é ambientalmente sustentável e reduz a dependência do consumidor das operadoras que atuam no mercado regulado”, ressalta Leandro Kuhn. A descentralização da energia elétrica é apontada por ele como uma das principais tendências das cidades para atender à demanda futura por energia elétrica. Leandro Kuhn explica que ao mesmo tempo que a geração distribuída ajuda a aumentar a potência instalada do Sistema Interligado Nacional (SIN) ela não deixa o consumidor totalmente refém das operadoras, uma vez que estará produzindo a sua própria energia mesmo se houver desabastecimento momentâneo. “Este é um movimento que já começou e está ganhando cada vez mais força no Brasil, mas precisamos acelerar essa transição energética, para que possamos acompanhar as transformações da sociedade digitalizada em que vivemos”, explica. Segundo a Absolar, a energia fotovoltaica é a segunda maior fonte na matriz elétrica brasileira, com 41,8 Gigawatts (GW) de potência instalada, o equivalente a 18,2% de toda a energia elétrica produzida no país. A principal fonte de energia elétrica ainda é a hídrica, com 47,8% do mercado e mais de 109,9 GW de potência instalada. Sobre a L8 Fundado em 2014, o Grupo L8 é formado pela L8 Security, especializada em soluções para segurança da informação; pela L8 Energy, que atua na industrialização e distribuição de sistemas fotovoltaicos; e pela L8 GROUP, holding operacional do grupo que atua com foco em Telecomunicações e Segurança Eletrônica. Com a missão de facilitar e otimizar a utilização de tecnologias diferenciadas, oferecendo soluções com valor agregado aos clientes, o grupo preza por inovação e materiais de qualidade, tornando-se referência no mercado brasileiro. www.l8group.net
- Com mercado em alta, setor de energia eólica registra aumento de fusões e aquisições
Nos últimos doze meses houve um aumento de 20% no volume de transações envolvendo empresas do setor no Brasil, aponta estudo da Redirection International Com o mercado de energias renováveis aquecido no Brasil a expectativa é que as atividades de fusões e aquisições (M&A) envolvendo empresas que atuam no segmento de energia eólica sejam intensificadas. A avaliação é da Redirection International, assessoria especializada em fusões & aquisições, em estudo recente sobre o mercado de M&A neste setor. O levantamento levou em consideração as negociações feitas nos últimos anos e que foram anunciadas ao mercado e constatou que apesar de ainda ser um volume pequeno de operações, nos últimos 12 meses houve um crescimento de 20% nas atividades de M&A envolvendo companhias de energia eólica, com 12 transações registradas no país, enquanto no mesmo período entre 2022 e 2023 foram 10. “O Brasil tem um enorme potencial para o desenvolvimento corporativo do setor e as transações de fusões e aquisições devem ser mais frequentes nos próximos anos, seguindo uma tendência já observada no cenário internacional. Na Alemanha, por exemplo, as operações de eólica representaram 2,5% das atividades totais de M&A no ano passado, enquanto aqui foi perto de 0,6%”, destaca João Caetano Magalhães, diretor da Redirection International, ao lembrar que as fusões e aquisições em energias renováveis movimentaram cerca de R$ 50 bilhões em dez anos no Brasil, de acordo com dados da Clean Energy Latin America (CELA). Entre as transações recentes registradas no setor estão a aquisição da AES Brasil anunciada em maio pela Auren, que se tornou a terceira maior geradora de energia do país. Ainda neste ano, os parques eólicos da Vila Acre I e II no Rio Grande do Norte foram comprados pelo Fundo de Infraestrutura Infla II da XP Asset e, no final do ano passado, a Casa dos Ventos adquiriu o parque eólico da Ibitu Energia, na Paraíba. João Caetano Magalhães ressalta que um dos principais fatores que impulsionam o setor de energias renováveis no Brasil, que engloba tanto a eólica quanto a solar, é a abundância de locais com alta capacidade de geração, com dimensões continentais e diferentes relevos disponíveis para instalação de usinas. Além disso, o compromisso com a descarbonização das economias e a busca por soluções mais sustentáveis para as atividades econômicas também elevam os interesses de investidores no segmento. “Conforme a produtividade e o desenvolvimento tecnológico evoluem, os custos para a geração de energia diminuem, deixando a operação ainda mais viável e alguns estudos apontam inclusive que até 2040 haverá uma redução de até 27% no custo nivelado para a geração de energia eólica. Vale lembrar que o segmento vem batendo recordes, trazendo mais de R$ 300 bilhões em investimentos ao Brasil e, no ano passado respondeu por cerca de 50% da expansão do setor elétrico brasileiro, segundo informações da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica)”, ressalta João Caetano Magalhães. A expansão do mercado livre de energia e o avanço dos parques eólicos para o mar, que deve ocorrer nos próximos anos, também são fatores que alavancam a atratividade do segmento. Segundo o estudo da Redirection International, a tendência é que as novas tecnologias de automação, como Inteligência Artificial, robótica, Internet das Coisas (IoT) e Gêmeos Digitais, por exemplo, ditem a evolução tecnológica do setor que deve registrar ainda um protagonismo maior das empresas offshore. O Brasil é o sexto maior produtor de energia eólica do mundo de acordo com o Global Wind Energy Report 2023 e, atualmente, a energia produzida a partir do vento representa 13% da matriz elétrica nacional, sendo a terceira principal fonte de energia do país, com aproximadamente 30 Gigawatts de potência instalada, segundo informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). De acordo com um estudo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) até o início de 2026 cerca de 240 grandes fazendas solares e parques eólicos devem entrar em operação no Brasil, injetando aproximadamente 6 Gigawatts de potência ao sistema elétrico nacional. Sobre a Redirection International A Redirection é especializada em assessoria de Fusões & Aquisições para empresas locais e internacionais, em transações de middle market. Possui uma grande experiência em transações cross-border, com equipe atuante diretamente no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Reino Unido. É membro da ACG e, também, desenvolve uma rede de parceiros selecionados em todos os principais setores de negócios e regiões do mundo. https://www.redirection.com.br/
- Mercado de energia solar compartilhada avança em Pirassununga
A usina fotovoltaica da Fazenda Bom Retiro está equipada com mais de 5 mil painéis full screen autolimpantes da DAH Solar que geram 5 Gwh de energia O mercado de energia solar por assinatura vem crescendo nos últimos três anos no Brasil. Entre 2021 e 2023 o número de grandes usinas que atuam neste segmento cresceu cerca de 250%, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). Entre as grandes usinas fotovoltaicas de geração distribuída compartilhada está a da Fazenda Bom Retiro, em Pirassununga, interior de São Paulo, com 3,3 MW de potência instalada. Em operação desde fevereiro deste ano, a usina solar, projetada pela Turin Energia e executada pela EPCista Reserva Energia, tem capacidade para gerar 5,2 Gwh de eletricidade por ano e ocupa uma área de cinco hectares equipada com 5,78 mil painéis solares da DAH Solar. A eletricidade produzida a partir dos raios solares é jogada na rede pública da concessionária, gerando créditos que são descontados na conta de luz dos 78 locatários da Associação de Consumidores de Energia Sustentável (Aces). Com isso, os usuários do serviço, a maioria de condomínios, já tiveram uma redução de 10% nos gastos com a tarifa de energia. “A expectativa da usina da Fazenda Bom Retiro é atingir 110 usuários até o final do segundo semestre deste ano”, afirma Brunno Alexander, sócio diretor da Reserva Energia, administradora da usina. Mais potência e facilidade de manutenção – Segundo Fernando Labes, diretor da Turin, foram investidos na obra cerca de 11 milhões de reais. Para construir uma estrutura robusta e que ao mesmo tempo exigisse menos custos de manutenção, a empresa optou por módulos solares monofaciais, full screen (sem borda externa), tecnologia patenteada da DAH Solar, integrados com 10 inversores de 250kVA, fornecidos pela Port Trade Energy. Testes realizados pela Tüv Nord, tradicional organização especializada em inspeção, testes e certificação, comprovaram que os painéis full screen têm rendimento 11% superior em relação aos módulos convencionais. Labes ressalta que a tecnologia full screen foi definitiva para a escolha do equipamento. “Por não ter moldura entre os vidros, esses painéis acumulam menos sujeira, o que resulta num desempenho superior e facilita a manutenção. Além disso, são módulos com ótimo patamar de qualidade de uma empresa com selo Tier 1, imprescindível para instalações de grande porte, com a garantia de todos os certificados de qualidade e um ótimo custo-benefício”, afirma o executivo. Para fixação dos módulos fotovoltaicos foram utilizados clipes da ARaymond. “Esses clipes agilizam na instalação, pois são encaixados e não parafusados e já fazem a função de aterramento. Além disso, facilitam a manutenção e são sensivelmente mais duráveis”, explica Labes. “Estamos muito confiantes no mercado de desenvolvimento de projetos. É um segmento que está em franca expansão para o qual a DAH vem se destacando com a tecnologia full screen, uma solução inovadora e patenteada, que potencializa o retorno do investimento, gerando mais energia e ao mesmo tempo reduzindo o custo com operação e manutenção (O&M)”, conclui Felipe Santos, diretor comercial para o Brasil da DAH Solar. Sobre a parceria DAH Solar, Port Trade e ARaymond Fundada em 2009, a DAH Solar ( https://pt.dahsolarpv.com ) é uma gigante chinesa especializada em desenvolvimento de tecnologia e fabricação de módulos fotovoltaicos, e também na construção e operação de estações de energia. A sua fábrica em Hefei tem capacidade de produção de 5GW por ano em módulos e 5,5GW em células fotovoltaicas, todas com certificações nacionais e internacionais, como CQC, Líder, ISO 9001, ISSO 14001, OHSAS 180001, TÜV, CE, CEC, Inmetro e FIDE. A empresa está presente em mais de 100 países e, desde 2017, no Brasil. A empresa conta como parceiro de distribuição e instalação homologados, a Port Trade Energia ( www.porttrade.com.br ), braço do Grupo Port Trade especializado em fornecimento e financiamento de equipamentos e soluções, desenvolvimento de projetos e assessoria técnica e comercial voltados para usinas fotovoltaicas. Para que possa oferecer ao mercado uma solução completa para sistema de energia solar, a DAH homologou ARaymond ( www.araymond.com ) fornecedora de grampos de fixação PowAR Snap® S+, PowAR™Slot e PowAR Wing Cinch™, para os painéis solares full screen da marca.
- O MAIS IMPORTANTE ESTUDO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO RECONHECE O PROTAGONISMO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA E PROJETA O ARMAZENAMENTO ATÉ 2034
Por: Renato Zimmermann - Mentor em Sustentabilidade O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) lançaram, nesta semana, o Caderno da Micro e Minigeração Distribuída (MMGD), como parte dos estudos do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 (PDE 2034). O Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) é um dos mais importantes produtos elaborados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), contando com o apoio das equipes do Ministério de Minas e Energia (MME). O caderno PDE 2034 apresenta as perspectivas da expansão do setor de energia para os próximos 10 anos, considerando o período de 2025 a 2034, mantendo uma visão integrada para os diversos energéticos. Link para acessar o estudo: Os múltiplos estudos presentes neste plano subsidiam decisões de política energética, integrando-as às demais políticas adotadas no país, em especial as ligadas às mudanças climáticas e de transição energética. Com um caráter inovador, os estudos deste plano serão, inicialmente, publicados em forma de cadernos, abordando as diversas temáticas presentes no PDE 2034. O conjunto de cadernos temáticos, apresentados ao longo do ano de 2024, irão compor o Plano Decenal de Expansão de Energia 2034. A MMGD se tornou protagonista da expansão da matriz elétrica nacional nos últimos anos e deve continuar se destacando durante a próxima década, segundo o estudo. Diante das possibilidades no contexto de regulamentação da Lei n° 14.300/2022, foram simulados um cenário inferior e outro superior para a expansão da MMGD, que indicam uma capacidade instalada acumulada entre 47 e 71 GW em 2034. No cenário de referência, a EPE projeta 59 GW instalados até 2034, que atenderão mais de 7 milhões de unidades consumidoras. O grande desafio para simular cenários até 2034 são a incerteza da valoração dos benefícios da GD e as regras para a compensação do SCEE-Sistema de Compensação de Energia Elétrica. O estudo apresenta 3 cenários sendo o mais provável a compensação da TUSD O estudo mostra que a MMGD-Micro e Mini Geração Distribuída também tem ganhado importância em termos de contribuição energética, atendendo cerca de 8,5% do consumo cativo nacional, chegando a quase 20% em algumas distribuidoras do Brasil. Em relação às baterias, diferentes aplicações para consumidores residenciais e comerciais foram analisadas. Ao analisar puramente sob a ótica financeira, as baterias enfrentariam dificuldades para se viabilizar na próxima década. No entanto, fatores elétricos ou ambientais podem levar um nicho de consumidores a decidir pela instalação dessa tecnologia nos próximos anos. O estudo mostra os desafios e as incertezas nos modelos de negócios de hoje uma vez que o PL 414/21 que permitirá uma migração maior de consumidores do mercado cativo/regulado para o mercado livre. O PL 414/21 trata da modernização do setor elétrico brasileiro. Para o setor de armazenamento, os cenários apresentados relacionam os preços dos insumos e a alta carga tributária. Fica evidente que o setor de armazenamento não irá evoluir se não tiver um corte drástico nos impostos que recaem sobre a cadeia. Nas aplicações para o uso de baterias no sistema elétrico atrás do medidor (junto a unidade consumidora), as simulações do estudo não consideraram o impacto que os eventos climáticos extremos podem afetar o sistema de distribuição, transmissão e geração de energia, e a possibilidade dos consumidores terem que priorizar a segurança energética trazida pelo uso das baterias de armazenamento de energia na ocorrência de alguma intempérie. O primeiro caderno do PDE 2034 intitulado Premissas Econômicas e Demográficas , foi publicado em março deste ano. A versão final do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 (PDE 2034) será publicado, ainda este ano, com aprovação e publicação do PDE após consulta pública.
- Huasun expande parcerias de heterojunção com aliados europeus na Intersolar Germany 2024
Na Intersolar Europe 2024, a Huasun Energy atraiu atenção significativa da indústria devido à sua notável inovação e habilidade técnica. Durante a exposição, a Huasun apresentou efetivamente seus mais recentes avanços tecnológicos e produtos solares de heterojunção (HJT) de última geração, ao mesmo tempo que promoveu parcerias mais fortes com colaboradores globais. Através de esforços colaborativos, Huasun pretendia impulsionar o crescimento próspero do novo setor energético. Como uma empresa profundamente engajada no mercado internacional, a Huasun executa proativamente uma estratégia global abrangente. Nos últimos anos, a Huasun tem expandido a sua presença global, aproveitando a sua qualidade e capacidades excepcionais para estabelecer uma extensa rede de colaborações com parceiros em todo o mundo. Na Intersolar Europe 2024, a Huasun reconheceu o desempenho exemplar de distribuidores como Feedgy da França, Enerpoint s.r.l., Lux s.r.l. e OGT Solar da Itália, bem como Akusolar e Solidsun da República Tcheca, premiando-os com o prestigiado "Distribuidor Autorizado " título. Este reconhecimento serve como prova da reputação e influência da Huasun no mercado global. Desde o início deste ano, a Huasun tem colaborado com a Feedgy, um renomado fornecedor de soluções de energia na França, para desenvolver em conjunto o módulo semitransparente HS-B96 AgriPV HJT. Este módulo demonstrou desempenho excepcional, incluindo alta bifacialidade de até 90%, 39% de transparência e uma taxa de transmissão de radiação fotossinteticamente ativa (PAR). Como resultado, destaca-se no domínio das estufas fotovoltaicas, melhorando significativamente a utilização dos recursos da luz solar. O módulo HS-B96 AgriPV não só protege o crescimento ideal das culturas, mas também converte engenhosamente a luz solar direta em luz mais suave e difusa, proporcionando assim às culturas um ambiente de iluminação mais eficiente e suave. Durante esta exposição, a Huasun se envolveu em discussões técnicas abrangentes e em um amplo diálogo sobre possíveis colaborações com vários parceiros, ganhando aclamação unânime por seus wafers, células e módulos HJT. Os parceiros de distribuição global expressaram o seu apoio incondicional à expansão dos negócios europeus da Huasun, reforçando ainda mais a determinação e a confiança da Huasun na promoção de produtos de heterojunção em escala global. Com um compromisso inabalável com a inovação e a cooperação, a Huasun continuará a forjar alianças com parceiros, trabalhando em conjunto para criar uma era transformadora no desenvolvimento da energia verde. Além disso, a Huasun iniciou uma colaboração estratégica com a Smart Güneş Teknolojileri, uma importante empresa de tecnologia solar com sede na Turquia. Desde a sua criação em Istambul em 2014, a Smart Güneş Teknolojileri tem-se dedicado a promover os esforços globais de descarbonização e a alcançar um futuro sustentável através da inovação e dos avanços científicos. À luz do crescente foco global em energia limpa e desenvolvimento sustentável, Huasun e Smart Güneş Teknolojileri se envolverão em uma cooperação abrangente em termos de fornecimento de equipamentos, pesquisa e desenvolvimento de tecnologia, construção de projetos e operação e manutenção. Ao promover esta cooperação, ambas as partes antecipam não só um rápido crescimento empresarial, mas também uma contribuição positiva para a transição energética mundial e os esforços de desenvolvimento sustentável. Embora a conclusão da Intersolar Europe 2024 represente um marco de sucesso, a onda transformadora de energia verde impulsionada pela tecnologia HJT da Huasun permanece resoluta e irreprimível. Olhando para o futuro, a Huasun ampliará persistentemente a sua perspectiva internacional, estabelecendo uma ampla plataforma de comunicação e envolvendo-se ativamente com parceiros globais. Mantendo os princípios de igualdade, benefício mútuo, cooperação a longo prazo e desenvolvimento partilhado, a Huasun aproveitará a sua experiência tecnológica e vantagens de mercado juntamente com os pontos fortes dos parceiros, para contribuir significativamente para a transformação energética global e o desenvolvimento sustentável.
- Huasun Expands Heterojunction Partnerships with European Allies at Intersolar Germany 2024
At the Intersolar Europe 2024, Huasun Energy garnered significant industry attention due to its remarkable innovation and technical prowess. During the exhibition, Huasun effectively showcased its latest technological advancements and state-of-the-art heterojunction (HJT) solar products, while also fostering stronger partnerships with global collaborators. Through collaborative efforts, Huasun aimed to drive forward the thriving growth of the new energy sector. As a company deeply engaged in the international market, Huasun proactively executes a comprehensive global strategy. In recent years, Huasun has been expanding its global presence, leveraging its exceptional quality and capabilities to establish an extensive network of collaborations with partners worldwide. At the Intersolar Europe 2024, Huasun recognized the exemplary performance of distributors such as Feedgy from France, Enerpoint s.r.l., Lux s.r.l., and OGT Solar from Italy, as well as Akusolar and Solidsun from the Czech Republic, by awarding them the prestigious "Authorized Distributor" title. This recognition serves as a testament to Huasun's reputation and influence within the global market. Since the beginning of this year, Huasun has been collaborating with Feedgy, a renowned energy solution provider in France, to jointly develop the HS-B96 AgriPV HJT semi-transparent module. This module has demonstrated exceptional performance, including a high bifaciality of up to 90%, 39% transparency, and a 33% photosynthetically active radiation (PAR) transmission rate. As a result, it excels in the realm of photovoltaic greenhouses by significantly enhancing the utilization of sunlight resources. The HS-B96 AgriPV module not only safeguards optimal crop growth but also ingeniously converts direct sunlight into softer, diffused light, thereby providing crops with a more efficient and gentle lighting environment. During this exhibition, Huasun engaged in comprehensive technical discussions and extensive dialogue regarding potential collaborations with numerous partners, earning unanimous acclaim for its HJT wafers, cells, and modules. Global distribution partners have expressed their wholehearted support for Huasun's European business expansion, further bolstering Huasun's resolve and confidence in promoting heterojunction products on a global scale. With an unwavering commitment to innovation and cooperation, Huasun will continue to forge alliances with partners, working together to create a transformative era in green energy development. Furthermore, Huasun had entered into a strategic collaboration with Smart Güneş Teknolojileri, a prominent solar technology company based in Turkey. Since its establishment in Istanbul in 2014, Smart Güneş Teknolojileri has been dedicated to advancing global decarbonization efforts and achieving a sustainable future through innovation and scientific advancements. In light of the increasing global focus on clean energy and sustainable development, Huasun and Smart Güneş Teknolojileri will engage in comprehensive cooperation in terms of the supply of equipment, technology research and development, project construction, and operation and maintenance. By fostering this cooperation, both parties anticipate not only swift business growth but also a positive contribution to the worldwide energy transition and sustainable development endeavors. While the conclusion of Intersolar Europe 2024 marks a successful milestone, the transformative wave of green energy propelled by Huasun's HJT technology remains resolute and irrepressible. Looking ahead, Huasun will persistently broaden its international perspective, establishing an extensive communication platform and actively engaging with global partners. Upholding the principles of equality, mutual benefit, long-term cooperation, and shared development, Huasun will leverage its technological expertise and market advantages along with partners' strengths, to significantly contribute to the global energy transformation and sustainable development.
- SOLAX Power na SNEC 2024: Inovação e Soluções para Energia Solar
Por Ricardo Honório - Energy Channel Hoje, o Energy Channel e o programa Conexão Solar tiveram o privilégio de visitar o estande da SOLAX Power na SNEC 2024 , o maior evento mundial dedicado ao setor de energia limpa e renovável. Localizado em Xangai, esse encontro reuniu especialistas, fabricantes e entusiastas da energia solar fotovoltaica. Destaques da SOLAX Power na SNEC 2024 Portfólio Completo e Robusto: A SOLAX Power impressionou os visitantes com um portfólio completo de soluções para o mercado internacional. Seus sistemas robustos atendem a diversas aplicações, incluindo os Sistemas de Armazenamento de Energia de Baterias (BESS) . Essas baterias recarregáveis podem armazenar energia de diferentes fontes e descarregá-la conforme necessário. Inversores Residenciais Híbridos: Entre as linhas oferecidas pela SOLAX Power, destacam-se os inversores residenciais híbridos. Esses dispositivos fornecem energia autônoma para casas e escritórios, garantindo eficiência e confiabilidade. Micro Inversores Ultra Modernos: A empresa também apresentou micro inversores ultra modernos, projetados especialmente para se adaptarem a diferentes topologias de telhados, incluindo aqueles com recortes. Essa inovação permite uma instalação mais flexível e eficiente. Controle e Gestão Inteligente de Energia: Além disso, a SOLAX Power oferece soluções avançadas de controle e gestão de energia. Essas ferramentas inteligentes permitem aos consumidores otimizar o uso de energia e reduzir os gastos. Entrevista com Especialistas Hewerton Martins, apresentador do Conexão Solar , conversou com o especialista Gilberto Camargos Jr. da SolaX Power Co. para obter insights detalhados sobre as soluções incríveis oferecidas pela empresa. Assista ao vídeo para saber mais sobre como a SOLAX Power está moldando o futuro da energia solar! Assista ao vídeo aqui Se você é um consumidor preocupado com a economia de energia, não deixe de conferir todos os detalhes dessa entrevista. A SOLAX Power está pronta para liderar o caminho rumo a um futuro mais sustentável e eficiente!
- Módulos fotovoltaicos com Bordas de Aço
Os módulos fotovoltaicos são essenciais para a geração de energia solar. Eles captam a radiação solar e a transformam em energia elétrica. 1. Tipos de Módulos Fotovoltaicos: - Monocristalino: Feitos de um único cristal de silício, esses módulos são eficientes e têm uma aparência uniforme. - Policristalino: Também conhecidos como poli-silício, esses módulos têm múltiplos cristais e bordas retangulares. São mais acessíveis em termos de preço. - Silício Amorfo: São flexíveis e podem ser usados em superfícies curvas, mas sua eficiência é menor. - Telureto de Cádmio: Usam telureto de cádmio como material semicondutor. São compactos e eficientes. - Híbridos: Combinam diferentes materiais para otimizar a eficiência. - Filme Fino: São leves e flexíveis, mas menos eficientes. - Seleneto: Usam selênio e enxofre como materiais semicondutores. 2. Módulos com Bordas de Aço: - A solução com bordas de aço, pode facilitar a instalação. Essas bordas robustas permitem encaixes precisos, dispensando o uso de parafusos. - Além disso, a resistência do aço protege os módulos contra impactos e variações climáticas. 3. Robôs na Instalação: - O auxílio de robôs na instalação é uma tendência promissora. Eles podem posicionar os módulos com precisão e rapidez, reduzindo o tempo e o esforço manual. 4. Feira SNEC na China em 2024: - A SNEC é o maior encontro do mundo entre profissionais do setor de energia renovável, este ano apresentou diversas novas soluções para o setor de energia limpa e renovável. Em resumo, a combinação de módulos fotovoltaicos com bordas de aço e a automação robótica pode revolucionar a indústria solar. A automação robótica na instalação de módulos fotovoltaicos oferece diversos benefícios significativos: 1. Precisão: Robôs são capazes de posicionar os módulos com alta precisão, garantindo alinhamento ideal para a captação de energia solar. 2. Eficiência: A automação reduz o tempo de instalação. Robôs podem trabalhar de forma contínua, sem fadiga, acelerando o processo. 3. Segurança: Minimiza o risco de acidentes relacionados ao trabalho manual em telhados ou estruturas elevadas. 4. Consistência: Robôs executam tarefas de forma consistente, evitando erros humanos. 5. Economia de Mão de Obra: Com menos necessidade de trabalhadores humanos, os custos de instalação podem ser reduzidos. Em resumo, a automação robótica otimiza a instalação de módulos fotovoltaicos, tornando-a mais rápida, precisa e segura.
- GERAÇÃO DISTRIBUÍDA PODERÁ TER UMA GRANDE NOTÍCIA NOS PRÓXIMOS DIAS. REPROVAS DE CONEXÕES POR FLUXO INVERSO DE POTÊNCIA PARA MICROGERAÇÃO COM OS DIAS CONTADOS !
Por: Renato Zimmermann Mentor e Consultor em Sustentabilidade Para o relator, Sérgio Petecão (ao centro), programa levará energia elétrica a regiões onde o acesso hoje é precário No mês de junho as atenções do mercado de energia solar estavam voltadas a SNEC-PV 2024, a feira internacional de Xangai/China, onde muitos players se concentraram para acompanhar as novidades do setor de energia solar. Enquanto isso, Heber Galarce, presidente do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa) percorria incansavelmente os salões do poder em Brasília dando suporte a FREPEL (Frente Parlamentar Mista da Energia Limpa) para manter no radar do Congresso Nacional a tramitação e aprovação do projeto de Lei 624/2 3, de autoria do deputado Domingos Neto (PSD-CE). Link para acessar o acompanhamento da lei no Senado: https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/163678 Texto Final: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2424035&filename=Tramitacao-PL%20624/2023 NOVA EMENTA : Institui o Programa Renda Básica Energética (Rebe); e altera as Leis nºs 10.438, de 26 de abril de 2002, 14.182, de 12 de julho de 2021, e 14.300, de 6 de janeiro de 2022. Caso o projeto seja aprovado no Senado Federal com o texto atual, cujo destaque é o texto substitutivo de propositura do deputado Lafayete Andrada (REPUBLICANOS/MG), irá ajudar a reorganizar o mercado pois proibirá que as distribuidoras de energia continuem a usar a prática de justificar distúrbio na rede de elétrica pública para reprovar projetos de conexão de novas usinas de consumidores que decidiram gerar a própria energia, o chamado fluxo inverso de potência. No texto aprovado a Lei 14.300/22 estará com uma nova redação. Estas reprovas de conexão causaram a perda de milhares de negócios e o fechamento de empresas, uma prática quase que generalizada em várias distribuidoras, com destaque negativo a CEMIG que foi alvo de críticas e protestos. O Projeto foi aprovado na Câmara dos deputados no dia 7 de maio, último. Lafayete ao apresentar os ajustes afirmou “queremos recuperar o espírito da lei”, e se refere ao ambiente do acordo feito no final de 2022 para aprovar o Marco Legal da Micro e Mini Geração Distribuída. O acordo envolveu as entidades de defesa do setor, INEL, ABSOLAR, ABGD e do lado contrário as entidades que defendem os grandes geradores de energia, das comercializadoras do mercado livre e das concessionárias distribuidoras de energia. O acordo resultou na aprovação da Lei 14.300/22. Com estes ajustes a GD (Geração Distribuída) terá um avanço na sua consolidação. O projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados no dia 07 de maio último, trata do REBE (Programa Renda Básica Energética) e populariza ainda mais a energia solar por tratar-se de um programa voltado a consumidores de energia da baixa renda. A idealização do Programa REBE é do deputado federal Pedro Uczai (PT/SC). A construção e a articulação dos apensamentos e complementos de artigos pela FREPEL, a frente parlamentar presidida pelo deputado Lafayete Andrada teve o apoio da Aliança Solar, uma união de forças entre o INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa) e o MSL (Movimento Solar Livre) . A FREPEL criada em novembro do ano passado tem 220 congressistas membros, uma comissão mista da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Junto com a criação da FREPEL, os institutos INEL e MSL criaram a Aliança Solar para subsidiar a frente parlamentar e melhorar a interlocução do setor de energia solar e GD em Brasília. O desafio agora é conseguir um requerimento de urgência e conseguir aprovar antes do recesso que é dia 18 de julho. Esta semana a congresso não terá sessão devido as festas juninas. A período é bastante curto mas ainda tem uma pequena chance de ser levado ao plenário para votação. O projeto de lei, que semana passada passou em duas comissões e motivou o Senador Sérgio Petecão (PSD/AC) a emitir parecer favorável mantendo o texto aprovado na Câmara dos Deputados. O caminho está favorável, desafio agora é o requerimento de urgência ser aprovado e o Plenário votar. Heber Galarce afirma que é necessário os integradores (empresas que vendem e instalam sistemas de energia para os consumidores) se habituem a fazer um acompanhamento e um entendimento do que está sendo proposto em Brasília para o mercado elétrico brasileiro. A Aliança Solar tem esta função de ajudar o mercado no entendimento do funcionamento dos mecanismos legislativos e regulatórios, uma melhor articulação entre o mercado, os congressistas e os reguladores. O Programa REBE que irá substituir uma conta anual de 6 bilhões de reais oriundos da TSEE (Tarifa Social de Energia Elétrica) que beneficia famílias de baixa renda, para que passem a receber energia gerada em cooperativas solares sociais de forma remota irá dar um impulso a “GD-SOCIAL”. A aprovação da Lei também irá favorecer o mercado num momento delicado onde as empresas estão ainda tentando se adaptar aos novos cenários.
- Contexto da palma de óleo e a sustentabilidade como fator de competitividade e resiliência do setor
por, João Martins Júnior Sustentabilidade| ESG | Certificações | RSPO| Gestão ambiental A palma de óleo, palmeira de origem africana, também conhecida como dendezeiro, chegou ao Brasil ainda durante o período colonial e se estabeleceu primeiramente na região nordeste do país. Apenas a partir da década de 1970, na região norte do Brasil, tomou escala comercial e industrializada. Atualmente o estado do Pará é o maior produtor nacional dessa commodity produzindo cerca de 90% da produção nacional. Uma das características do setor, no Brasil, é a produção sobre bases da sustentabilidade, ponto focal deste artigo. A produção do óleo de palma, no mundo, é concentrada no continente asiático que produz cerca de 85% da produção mundial e os dois maiores produtores são Malásia e Indonésia. O Brasil encontra-se entre os 10 maiores produtores, contudo corresponde com menos de 1% do mercado mundial. Na outra ponta, os principais consumidores são países europeus, EUA, Índia e China. Em 2021 a produção de óleo de palma foi cerca de 75 milhões de toneladas. Destes, 19,3% foram de produtos certificados RSPO[sustentáveis]. No Brasil a área plantada da palma, de acordo com a ABRAPALMA (Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma), é de 236mil hectares, o que ainda não garante auto suficiência, deste modo o país importa cerca de 40% do total consumido internamente que é da ordem de 500mil toneladas. A produção da Palma, no entanto, trás consigo controvérsias no âmbito socioambiental e econômico. Enquanto que nos grandes produtores a expansão acelerada das áreas de plantio nas ultimas décadas do século XX provocaram impactos ambientais, sociais e econômicos severos, em países como o Brasil a expansão da produção ocorreu principalmente após incentivos governamentais para a produção sustentável da palma para a produção do biodiesel, a exemplo do programa nacional para a produção sustentável da palma de óleo anunciado em 2010. Este programa teve como base o zoneamento agroecológico da palma que identificou as áreas aptas para novos plantios. Ainda, há um protocolo socioambiental que as empresas produtoras devem seguir para operarem legalmente na região onde um dos compromissos é a inclusão da agricultura familiar na cadeia de fornecimento das agroindústrias processadoras da palma de óleo. O mercado está passando por transformações e a sustentabilidade passou a ser pilar das estratégias corporativas que miram na viabilidade financeira e econômica de longo prazo e maior competitividade no setor de óleos vegetais. Numa visão mais ampla, devido às pressões sobre o setor, ainda na década de 1990 e aumento da competitividade com outros óleos vegetais, como o de soja, o setor da palma percebeu a necessidade de refletir sobre as transformações estratégicas apropriadas para se manter competitivo e resiliente. Com objetivo de acompanhar o mercado, cada vez mais antenado e disposto a analisar o comportamento ético e transparente das organizações, as principais partes interessadas do setor da palma reuniram-se e criaram a mesa redonda sobre o óleo de palma sustentável (tradução livre da sigla RSPO - Roundtable on Sustainable Palm Oil ), uma organização sem fins lucrativos com objetivo de proporcionar produção e consumo sustentável do óleo de palma. A RSPO assegura a sustentabilidade no manejo das atividades dos seus membros através de um padrão[global] auditável chamado de princípios e critérios - P&C quais são envolvidos em três pilares, são eles: Prosperidade, Pessoas e Planeta. Estes P&C possuem indicadores que norteiam o grau de aderência de uma organização com o padrão de sustentabilidade RSPO. Para que os membros da organização obtenham certificado de produção sustentável eles devem passar por um processo de auditorias que devem ser realizadas por entidades certificadoras acreditadas pela RSPO. Retornando para nosso contexto interno, no Brasil o manejo da palma de óleo, como já destacado, possui regulamentações que asseguram a produção sustentável. Em conjunto com as leis e normas aplicáveis as atividades rurais e agroindustriais no Brasil, a expansão da palma deve ocorrer em áreas já degradadas, fato que converge com os esforços de redução de gases de efeito estufa e contribui para redução das mudanças climáticas. Ainda, é uma alternativa para desenvolvimento das comunidades locais através da inclusão de agricultores familiares na cadeia do setor, um tema estreitamente alinhado às questões de sustentabilidade discutidas globalmente. O Brasil, sem dúvida, possui um diferencial no seu modelo de produção qual se mostra bastante adequado aos interesses do mercado e pode ser observado como case de sucesso para a produção sustentável da palma no mundo. Contudo, algumas restrições empurram o país para o fim da fila quando o assunto é fronteira da palma de óleo, principalmente quando são avaliados custos para manutenção de mão-de-obra, custos de insumos, problemas sócio-políticos e a insegurança jurídica (questões fundiárias, ambientais e trabalhistas) na Amazônia revelam algumas das principais restrições ao desenvolvimento da palma no Brasil. Em resumo, é muito importante a sustentabilidade deste setor. O óleo de palma é utilizado por diversos outros setores e seu consumo tende aumentar. Para se ter ideia, além de utilizado em grande parte no setor alimentício (biscoitos, massas, margarinas, sorvetes) pode ser utilizado para produção de sabão, detergentes e até na siderurgia. Estudos apontam que o óleo de palma está presente, como ingrediente, em cerca de 50% de todos os produtos industrializados nas prateleiras de mercado mundo a fora. Mas nem tudo são flores quando se discute a produção sustentável da palma. Vale destacar outro ponto controverso do mercado da palma de óleo, o fato que nem toda a produção sustentável do produto é comercializado com o selo sustentável. Digo, uma parte dos 20% da produção global sustentável de óleo de palma são comercializados como convencionais (sem nenhum custo adicional no preço do produto). Ponto que talvez possa ser mais uma restrição, mas a nível global, da expansão da produção sustentável da commodity . Talvez, para que a sustentabilidade do setor seja consolidada o consumo sustentável do produto deve aumentar em paralelo e esta demanda poderá ser liderada pela ponta da cadeia exigindo rastreabilidade dos produtos utilizados/consumidos. João Martins Júnior Sustentabilidade| ESG | Certificações | RSPO| Gestão ambiental










