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  • Assinatura Solar: como a Thopen Energy está ajudando os brasileiros a pagar menos na conta de luz

    Especial para o Energy Channel - Silla Motta A energia solar por assinatura vem se consolidando como uma solução acessível para milhares de consumidores no Brasil, oferecendo uma alternativa prática e econômica diante do aumento das tarifas e da imprevisibilidade do sistema elétrico. Empresas como a  Thopen Energy  estão à frente desse movimento, democratizando o acesso à energia limpa por meio de um modelo que dispensa obras, investimentos iniciais e instalação de equipamentos. Assinatura Solar: como a Thopen Energy está ajudando os brasileiros a pagar menos na conta de luz O modelo permite que consumidores residenciais e pequenos comércios contratem uma fração da geração de uma usina solar remota, recebendo créditos de energia que reduzem o valor da conta de luz. A economia mensal pode variar entre 10% e 15%. Além disso, o modelo contribui para mitigar os impactos das variações tarifárias, como as bandeiras. A proposta da Thopen Energy Presente em diversas regiões do Brasil, a Thopen Energy conta com usinas solares em plena operação nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Pernambuco, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e no Distrito Federal. Atualmente, oferece energia disponível para contratação em grande parte desses estados, com novos empreendimentos em fase de desenvolvimento. A Thopen atua por meio de contratos de assinatura solar, fornecendo energia limpa, estável e com economia garantida para unidades consumidoras conectadas à rede das distribuidoras locais. Assinatura Solar: como a Thopen Energy está ajudando os brasileiros a pagar menos na conta de luz Segundo dados da empresa, clientes atendidos por esse modelo reduzem sua fatura de energia em valores médios de  R$ 30 a R$ 70 por mês , dependendo do perfil de consumo. Em muitos casos, essa redução é suficiente para aliviar o impacto de aumentos tarifários sazonais, além de contribuir com metas de sustentabilidade. Resultados concretos no Nordeste No Rio Grande do Norte, onde a Thopen opera usinas nos municípios de Senador Elói de Souza, Parelhas e Santa Cruz, consumidores residenciais e pequenos empreendedores já percebem os resultados. Uma residência em Mossoró, por exemplo, reduziu a fatura de R$ 410 para R$ 355 em média nos primeiros meses de adesão. Pequenos comércios locais também relatam alívio financeiro significativo, especialmente em regiões com forte incidência solar. Solução viável e regulamentada A assinatura solar é viabilizada pelas regras de geração distribuída, previstas na Resolução Normativa nº 1.059/2023 da ANEEL e na Lei nº 14.300/2022, que estabelecem o Marco Legal da Geração Distribuída. O modelo permite que consumidores participem de consórcios ou contratem usinas remotas, mesmo em imóveis alugados ou em regiões urbanas sem espaço para instalação de placas solares. Esse formato tem atraído não apenas residências, mas também empresas que buscam previsibilidade de custos e ações alinhadas à agenda ESG. A Thopen Energy, nesse contexto, tem desenvolvido soluções modulares para diversos perfis de consumidores, com contratos flexíveis e adesão digital. Projeções e impacto De acordo com projeções do setor, o mercado de assinatura solar deve representar uma fatia significativa da geração distribuída nos próximos anos. Estima-se que até 2030, mais de  5 milhões de unidades consumidoras  no Brasil poderão ser atendidas por meio desse modelo. A Thopen Energy, com base em sua estratégia de expansão, prevê a entrada de novas usinas nos estados de Pernambuco, Mato Grosso e Bahia, ampliando o alcance do serviço e atendendo regiões com demanda crescente por soluções energéticas limpas, estáveis e de baixo custo. Considerações finais A energia solar por assinatura representa uma evolução do acesso à energia no Brasil. Com economia mensal entre 10% e 15%, adesão simples e benefícios ambientais tangíveis, o modelo tem potencial para transformar a relação dos brasileiros com o consumo energético. A atuação da Thopen Energy nesse segmento reforça o papel das empresas inovadoras na construção de uma matriz elétrica mais sustentável, resiliente e acessível. Para o consumidor, é a oportunidade de pagar menos, consumir melhor e participar de uma mudança estrutural no setor elétrico brasileiro. Silla Motta  é especialista em energia, fundadora da Donna Lamparina, articuladora de soluções sustentáveis e conselheira em estratégias de mercado no setor elétrico. Assinatura Solar: como a Thopen Energy está ajudando os brasileiros a pagar menos na conta de luz

  • Inversores Sungrow são aprovados com sucesso nas validações do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico do Brasil)

    Sungrow obteve a aprovação oficial para todos os modelos de inversores comercializados no Brasil: central, string e modular; Os modelos da Sungrow foram submetidos a rigorosas simulações e testes utilizando PSCAD, para análise de transitórios eletromagnéticos, e ANATEM para transitórios eletromecânicos.   Brasil, 31 de julho de 2025 - A Sungrow, líder global em inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia, anunciou que todos os modelos dinâmicos de seus inversores vendidos no Brasil foram oficialmente aprovados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) do Brasil. Este marco confirma que os modelos de simulação da Sungrow atendem aos rigorosos padrões de conformidade e representam com precisão o comportamento dinâmico durante transitórios eletromecânicos e eletromagnéticos, destacando o compromisso contínuo da empresa com a excelência técnica e a contribuição ativa para a modernização e confiabilidade do setor elétrico nacional. Inversores Sungrow são aprovados com sucesso nas validações do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico do Brasil)   Enfrentando os desafios revelados por distúrbios de rede   Em agosto de 2023, o Brasil enfrentou um apagão de grande escala que ressaltou a importância da modelagem dinâmica precisa para usinas eólicas e solares. O evento chamou a atenção para a necessidade de maior assertividade no comportamento esperado dos recursos baseados em fontes intermitentes durante distúrbios no sistema, particularmente em cenários de suporte de potência reativa e  low-voltage ride-through  (LVRT).   Como resultado, o ONS publicou um Relatório (RAP 0012/2023) em outubro de 2023, criando um processo estruturado para avaliar e validar os modelos de inversores e controladores de usina (PPCs), visando aprimorar a confiabilidade e robustez das simulações do sistema de energia.   Processo de validação robusto para conformidade com a rede   Em estreita colaboração com o ONS, os modelos da Sungrow foram submetidos a rigorosas simulações e testes utilizando PSCAD, para análise de transitórios eletromagnéticos, e ANATEM para transitórios eletromecânicos, etapas fundamentais para a avaliação do desempenho dinâmico em eventos críticos do sistema elétrico, como chaveamentos, faltas e interações de eletrônica de potência. O processo foi estruturado em duas fases principais, cada uma apresentando desafios técnicos significativos.   Nível 1: A Sungrow validou seu modelo PSCAD comparando os resultados com testes em  Hardware-in-the-Loop (HIL), assegurando a fidelidade entre os resultados de simulação e o comportamento dinâmico real do equipamento.   Nível 2: Com base no modelo PSCAD, foi desenvolvido um modelo ANATEM, cuja resposta dinâmica foi comparada de forma detalhada para garantir a consistência entre as duas plataformas de simulação.   A Sungrow reconhece e valoriza profundamente o papel do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ao longo de todo o processo, destacando seu elevado nível técnico e postura colaborativa como fundamentais para assegurar a robustez e a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN).   A empresa investiu recursos significativos para assegurar que seus inversores atendessem integralmente aos rigorosos padrões de verificação de modelagem exigidos. Para isso, estruturou uma equipe técnica local dedicada, com o suporte de especialistas de P&D da matriz e consultores especializados, garantindo acompanhamento técnico completo e contínuo ao longo de todo o processo. Como resultado, a Sungrow obteve a aprovação oficial para todos os modelos de inversores comercializados no Brasil: central, string e modular.   “ Este feito reforça nosso compromisso em fornecer soluções de alto desempenho, compatíveis com os requisitos da rede elétrica, contribuindo ativamente para a estabilidade e a modernização do sistema elétrico do Brasil ”,  afirmou Ada Li, Vice-Presidente da Sungrow Américas. Inversores Sungrow são aprovados com sucesso nas validações do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico do Brasil)   Sobre a Sungrow   A Sungrow, líder global em tecnologia de energia renovável, é pioneira em soluções de energia sustentável há mais de 28 anos. Até dezembro de 2024, a Sungrow instalou 740 GW de conversores eletrônicos de potência em todo o mundo. A empresa é reconhecida como a mais confiável fabricante de inversores fotovoltaicos e armazenamento de energia do mundo (BloombergNEF). Suas inovações impulsionam projetos de energia limpa em todo o mundo, apoiados por uma rede de 520 pontos de serviço que garantem uma excelente experiência ao cliente. Na Sungrow, estamos comprometidos em construir um futuro sustentável por meio de tecnologia de ponta e um serviço inigualável. Para mais informações, acesse:  www.sungrowpower.com . Inversores Sungrow são aprovados com sucesso nas validações do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico do Brasil)

  • GoodWe apresenta os inversores silenciosos DNS G4 e MS G4

    A GoodWe, líder global em soluções de energia solar fotovoltaica e armazenamento de energia, anuncia oficialmente o lançamento da quarta geração de seus inversores monofásicos on-grid: DNS G4 e MS G4. Com design mais leve, operação ultrasilenciosa, maior segurança e instalação facilitada, os novos modelos oferecem soluções mais potentes e versáteis para sistemas solares residenciais. GoodWe apresenta os inversores silenciosos DNS G4 e MS G4 Disponível nas potências de 5 e 6kW, o DNS G4 possui dois MPPTs, enquanto o MS G4, de 7,5 a 10kW, conta com até três MPPTs, sendo ideal para telhados com múltiplas orientações e sombreamentos. Ambos os modelos suportam até 20A por MPPT, atendendo módulos fotovoltaicos modernos (182/210 mm), além de permitir oversizing de até 100% otimizando a geração de energia. Os novos inversores mantêm a baixa tensão de partida de 50V e ampla faixa de operação, proporcionando geração estável mesmo em condições solares variáveis. Com design compacto, o DNS G4 é 31% mais leve do que a geração anterior. Além disso, operam com níveis de ruído extremamente baixos (<25dB no DNS G4 e <30dB no MS G4), ideais para ambientes residenciais. Segurança de ponta também é destaque, com certificação INMETRO 515/2023 e atendimento à recente NBR 17193:2025, conta tecnologia AFCI 3.0 baseada em inteligência artificial, oferecendo detecção e interrupção de arco elétrico precisa e rápida. Ambos os modelos contam ainda com proteção contra surtos tipo II (AC e DC), proteção IP66 e são compatíveis com a solução de desligamento rápido GoodWe (Rapid Shutdown 2.0), com transmissor embutido opcional. Com o dongle inteligente Ezlink, os modelos permitem conexão paralela para limitação de exportação (Grid Zero) de até 10 unidades, inclusive em configuração mista entre DNS G4 e MS G4, proporcionando flexibilidade total para instaladores. O Ezlink também atua como dispositivo de comunicação para monitoramento de energia pelo aplicativo SEMS+ Portal, além de oferecer recursos como monitoramento de consumo 24 horas e a função opcional Power Supply at Night. GoodWe apresenta os inversores silenciosos DNS G4 e MS G4 Sobre a GoodWe A GoodWe é uma empresa líder mundial em soluções de energia solar, dedicada ao fornecimento de inversores solares inovadores e confiáveis para atender às diversas demandas do mercado fotovoltaico. Com mais de 5.000 colaboradores em mais de 100 países, a GoodWe foi reconhecida como fabricante global TIER 1 de inversores pela BloombergNEF (BNEF) em 2025. A empresa já entregou mais de 2 milhões de inversores e instalou 100 GW em mais de 100 países e regiões. Reconhecida com sete prêmios consecutivos "All Quality Matters" da TÜV Alemanha, a GoodWe lidera consistentemente em qualidade de produto. Seu portfólio completo de soluções para sistemas fotovoltaicos residenciais, comerciais e de grande escala garante alta performance, segurança e confiabilidade. Para mais informações, acesse: br.goodwe.com GoodWe apresenta os inversores silenciosos DNS G4 e MS G4

  • O Sol na Varanda 

    Por Daniel Lima – ECOnomista ☀️ O Sol na Varanda Enquanto o Brasil (41 GW) lidera o mundo em geração solar sobre telhados, seguido pela Austrália (26 GW), a Alemanha se destaca por uma alternativa inusitada: a energia solar nas varandas. Sim, você leu certo — essa modalidade, chamada balkonkraftwerk (literalmente “usina de energia de varanda”), está ganhando força por lá. Já são mais de um milhão de sistemas instalados — o dobro em relação ao ano anterior. Por que tanta popularidade? Aqui vão alguns motivos:  Funciona para quem mora em apartamento (mais da metade dos alemães);  Não exige ser proprietário do imóvel;  Pode ser levado na mudança, como um eletrodoméstico;  Basta ligar na tomada, sem precisar de eletricista;  É barato — custa apenas algumas centenas de euros. A potência é modesta — geralmente abaixo de 1 kW — e não chega a abastecer uma casa inteira na Alemanha. Mas aqui no Brasil, esse sistema poderia zerar as contas de energia de residências de interesse social. Mas o que motiva os alemães? A ideia de produzir sua própria energia traz senso de autonomia.  É uma forma prática de agir contra as mudanças climáticas.  E tem sido educativo — as pessoas começam a refletir sobre eficiência energética, como o melhor horário para usar o ferro ou a máquina de lavar. Mesmo sem representar uma fatia significativa da matriz elétrica, o solar de varanda tem outro papel: engajar as pessoas na transição energética. Se conseguir mudar mentalidades e hábitos de consumo — ajustando a demanda aos momentos em que há mais oferta — já é uma vitória e tanto. O Sol na Varanda

  • Huasun Energy firma parceria com C&D e Talesun para impulsionar tecnologia solar HJT e ampliar alcance global

    Em 28 de julho, a Anhui Huasun Energy, a Xiamen C&D Emerging Energy e a Suzhou Talesun Solar Technologies assinaram oficialmente um acordo de cooperação estratégica para aprofundar a colaboração nas áreas de tecnologia solar de heterojunção (HJT), cadeia de suprimentos e desenvolvimento de mercado. Representantes da alta gestão das três empresas participaram da assinatura, com a presença de Jimmy Xu, presidente da Huasun Energy, e Mao Lin, presidente do Grupo C&D. Huasun Energy firma parceria com C&D e Talesun para impulsionar tecnologia solar HJT e ampliar alcance global A Huasun Energy, líder global em tecnologia HJT, oferece módulos solares de alta eficiência das séries Himalaya, Everest e Kunlun, reconhecidos por seu desempenho e durabilidade superiores. A parceria com a C&D Emerging Energy especializada em financiamento da cadeia de suprimentos, logística internacional e marketing e com a Talesun Solar com forte presença nos mercados downstream e em execução de projetos solares forma uma colaboração de ciclo completo. Huasun Energy firma parceria com C&D e Talesun para impulsionar tecnologia solar HJT e ampliar alcance global Essa aliança integra pesquisa e desenvolvimento, manufatura inteligente, otimização da cadeia de suprimentos e expansão para mercados globais. Com o suporte financeiro e a rede da C&D, a Huasun aumentará sua eficiência operacional e capacidade de resposta, enquanto seus módulos HJT de última geração atenderão à demanda da Talesun por soluções solares de alto desempenho. Juntas, as três empresas pretendem ampliar sinergias na cadeia de valor, acelerar o desenvolvimento conjunto de mercado e reforçar sua competitividade global. Durante a cerimônia, Jimmy Xu declarou: “Esta parceria estratégica é mais do que uma relação de benefício mútuo é uma resposta visionária à crescente integração global da indústria fotovoltaica. Ao unirmos nossas forças, estamos preparados para entregar soluções renováveis ágeis, competitivas e impulsionar o setor rumo à maior eficiência, inteligência e alcance internacional.” Além do sucesso comercial imediato, a parceria visa impulsionar a expansão global da tecnologia HJT. Combinando a inovação da Huasun, a experiência logística da C&D e o alcance internacional da Talesun, o objetivo é acelerar a adoção da tecnologia HJT em mercados estratégicos como os países da Iniciativa Cinturão e Rota, Europa e América do Norte. Huasun Energy firma parceria com C&D e Talesun para impulsionar tecnologia solar HJT e ampliar alcance global

  • Capacitação gratuita realizada em Belo Horizonte destaca novas soluções voltadas aos empreendedores em energia solar 

    O treinamento, que acontece no dia 05.08, abordará o mercado e as soluções que chegam ao Brasil voltadas ao armazenamento de energia Foto: Os participantes poderão acompanhar, na prática, a instalação de um sistema híbrido de armazenamento de energia Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power Quando o assunto é energia renovável, Minas Gerais é destaque: ocupar a vice-liderança entre os estados brasileiros com maior potência solar instalada, de acordo com a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar). E esse potencial, aliado cenário promissor das novas soluções para esse setor, tendem a impulsionar ainda mais esse mercado: a capacidade instalada do armazenamento no Brasil cresceu 200% de 2023 para 2024 e o preço das baterias deve cair pela metade até 2030, segundo a Consultoria Greener. Contudo, para aproveitar esse cenário, vale destacar que a atualização profissional é essencial para auxiliar no sucesso e ampliação dos negócios. Nesse sentido, a SolaX Power percorre o país para levar conhecimento a esses profissionais. O próximo encontro será no dia 05.08, em Belo Horizonte, das 9h às 20h, na sede da CorSolar (Rua Eugênia Neri, 769 – Nova Glória, Belo Horizonte). As inscrições devem ser efetuadas pelo link Treinamento SolaX BH em Belo Horizonte - Sympla A capacitação, que já contabiliza mais de dois mil participantes em todas as regiões brasileiras, será conduzida pelo engenheiro Matheus Henrique Marconi, da SolaX Power, empresa que colocou no mercado asiático o primeiro inversor híbrido em 2013. O profissional apresentará o potencial desse mercado e como esses profissionais podem potencializar seu negócio conhecendo os sistemas híbridos de energia solar, que são capazes de armazenar a energia excedente produzida pelos painéis solares para ser usada em períodos noturnos ou de chuva. Dessa forma, não há necessidade de enviar essa energia para a rede, contribuindo, assim, para a estabilidade do sistema elétrico. “O potencial do mercado de armazenamento de energia se justifica, principalmente, pela crescente demanda por energias renováveis, a busca por estabilidade no sistema elétrico e a redução de custos na conta de energia. O armazenamento permite otimizar o uso dessas fontes, já que as variações na geração e no consumo podem comprometer a estabilidade na rede elétrica, por isso a importância de soluções que possam absorver o excedente gerado. É para atender a essa demanda e auxiliar no negócio que a SolaX leva aos profissionais brasileiros o conhecimento, teórico e prático, de como aproveitar essa oportunidade do mercado e reverter positivamente para o sucesso do seu negócio, bem como atender as necessidades energéticas de cada perfil de cliente”, explica o gerente de marketing da SolaX Power, Valdo Mendes. Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Capacitação gratuita realizada em Belo Horizonte destaca novas soluções voltadas aos empreendedores em energia solar

  • Transição Energética Acelerada: Renováveis Superarão Carvão como Principal Fonte de Eletricidade até 2026

    Transição Energética Acelerada: Renováveis Superarão Carvão como Principal Fonte de Eletricidade até 2026 IEA Alerta para a Urgência de Políticas que Garantam Segurança e Acessibilidade no Fornecimento Global O cenário energético global está à beira de uma transformação histórica. De acordo com as mais recentes projeções da Agência Internacional de Energia (IEA), as fontes renováveis de eletricidade estão a caminho de ultrapassar o carvão como a principal fonte de geração de energia mundial até 2026. Este marco, impulsionado por um crescimento sem precedentes na capacidade solar e eólica, sinaliza uma mudança fundamental na matriz energética global, mas também acende um alerta para a necessidade de políticas robustas que assegurem a segurança e a acessibilidade do fornecimento de energia durante esta transição crítica. O Crescimento Exponencial das Renováveis: Solar e Eólica na Vanguarda A ascensão das energias renováveis tem sido notável, com a solar fotovoltaica e a eólica liderando a expansão da capacidade global. A IEA projeta que a demanda por eletricidade continuará a crescer robustamente até 2026, e as fontes renováveis estão preparadas para cobrir a maior parte desse aumento. Em 2025, a geração de energia eólica e solar fotovoltaica deverá, individualmente, superar a geração nuclear. Em 2029, a geração de eletricidade a partir da energia solar fotovoltaica está prevista para ultrapassar a geração de energia eólica, consolidando sua posição como uma das forças motrizes da transição energética. Este crescimento é impulsionado por avanços tecnológicos, custos decrescentes e políticas de incentivo que visam a descarbonização da economia global. Desafios e Implicações: Segurança e Acessibilidade no Centro do Debate Embora o avanço das energias renováveis seja um passo crucial para combater as mudanças climáticas, a IEA ressalta a importância de abordar os desafios inerentes a essa transição. A intermitência de fontes como solar e eólica exige investimentos em infraestrutura de rede, sistemas de armazenamento de energia e soluções de flexibilidade para garantir a estabilidade do fornecimento. Além disso, a segurança energética continua sendo uma preocupação central, especialmente em um cenário geopolítico volátil. A diversificação das fontes de energia e a resiliência das cadeias de suprimentos são essenciais para mitigar riscos. A acessibilidade, por sua vez, demanda políticas que garantam que a energia limpa seja disponível e financeiramente viável para todas as populações, evitando que a transição energética aprofunde desigualdades existentes. O Caminho a Seguir: Políticas Robustas e Colaboração Global O prognóstico da IEA de que as energias renováveis superarão o carvão até 2026 é um testemunho do progresso notável na transição energética. No entanto, para que essa transição seja bem-sucedida e sustentável, é imperativo que governos e formuladores de políticas implementem medidas que não apenas acelerem a implantação de renováveis, mas também fortaleçam a segurança e a acessibilidade energética. Isso inclui investimentos em redes inteligentes, armazenamento de energia, e a criação de mercados que incentivem a flexibilidade e a resiliência. A colaboração internacional e o compartilhamento de melhores práticas serão cruciais para navegar os desafios e maximizar os benefícios dessa nova era energética. Transição Energética Acelerada: Renováveis Superarão Carvão como Principal Fonte de Eletricidade até 2026

  • Migração ao Mercado Livre de Gás Natural bate recorde e consolida novo cenário competitivo no Brasil

    Impulsionado pela Nova Lei do Gás, setor industrial acelera adesão ao ambiente livre, ampliando competitividade e redefinindo o papel do insumo na transição energética. Migração ao Mercado Livre de Gás Natural bate recorde e consolida novo cenário competitivo no Brasil São Paulo, 31 de julho de 2025 O mercado de gás natural no Brasil está vivendo uma verdadeira revolução. Desde a aprovação da Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021), que abriu caminho para uma maior competição no setor, o número de indústrias migrando do modelo cativo para o Mercado Livre de Gás disparou. Em apenas um ano, o número de empresas com contratos no mercado livre saltou de 6 (em 2023) para 35 (em 2024), um crescimento recorde. Segundo dados da consultoria Eixos, esse avanço já representa 31% do consumo industrial nacional de gás , com projeções otimistas que apontam para a marca de 50% até o final de 2025 . O movimento consolida o gás natural como peça estratégica no processo de transição energética e como opção competitiva para grandes consumidores industriais. O que é o Mercado Livre de Gás? Diferente do modelo tradicional, no qual consumidores compram gás exclusivamente das distribuidoras locais com tarifas reguladas, o Mercado Livre de Gás permite que compradores escolham diretamente seus fornecedores sejam produtores, comercializadoras ou importadores, negociando contratos com maior liberdade e condições personalizadas. Essa estrutura oferece redução de custos , contratos mais flexíveis e uma gestão estratégica do insumo, especialmente vantajosa para empresas com alto consumo energético. “O mercado está aquecido e cada vez mais indústrias procuram migrar como forma de melhorar margens e competitividade”, afirma Roberto Andriotti , especialista em Gestão de Gás Natural e Energia Distribuída da ENGIE Soluções. Como funciona a migração para o mercado livre? Atualmente, o acesso ao mercado livre é voltado a grandes e médias indústrias , também chamadas de consumidores gás-intensivos. A regulação, no entanto, não é nacional: cada estado brasileiro define suas próprias regras , o que cria um mosaico regulatório e impõe desafios para a expansão do modelo. Na maior parte dos estados, o volume mínimo exigido para a migração é de 10 mil m³/dia , embora exceções existam como em São Paulo e no Rio Grande do Sul, que apresentam regras mais flexíveis. Diferenças entre Mercado Cativo e Mercado Livre Característica Mercado Cativo Mercado Livre Fornecedor Apenas distribuidora local Diversos agentes autorizados pela ANP Liberdade de escolha Nenhuma Total Preço da molécula Repassado pela distribuidora Negociado livremente entre as partes Gestão de contrato Simples, com fatura única Requer consultoria e análise técnica Potencial de economia Limitado Elevado, dependendo da estratégia adotada Vantagens do Mercado Livre de Gás para a indústria Redução de custos:  com mais opções de fornecimento, os preços tendem a cair com a concorrência. Contratos sob medida:  é possível ajustar volume, sazonalidade, penalidades e duração do contrato. Diversificação de fontes:  além do gás natural, é possível integrar contratos com biometano, contribuindo para metas de descarbonização. Gestão estratégica:  permite práticas como hedge de preço e alinhamento com planos de expansão ou eficiência operacional. Os principais agentes do novo mercado O crescimento do Mercado Livre de Gás tem atraído grandes players e ampliado a competitividade. Hoje, o Brasil conta com 14 comercializadoras ativas , com destaque para: EDGE  – 21% dos contratos firmados Galp  – 18% Mgás e Shell  – 14% cada Petrobras  – 10% Entre os principais consumidores estão gigantes da indústria nacional, como CSN , Vale , Suzano , Tupy  e AGC  (setor vidreiro). Consultoria especializada: o papel da ENGIE na migração para o mercado livre Para empresas interessadas em aderir ao modelo livre, contar com consultoria especializada é essencial. A ENGIE atua nesse cenário oferecendo serviços de gestão, análise e suporte regulatório , com foco na maximização de resultados. “Trabalhamos em todas as etapas da migração: da estratégia até as negociações com comercializadoras. Em alguns casos, os clientes alcançaram economias anuais de até R$ 5 milhões frente ao mercado cativo”, destaca Andriotti. Além de atuar em RFQs (Request for Quotation), a ENGIE auxilia na formatação de contratos, monitoramento do mercado e gestão contínua do fornecimento, garantindo segurança jurídica e técnica. Por que isso importa? A expansão do Mercado Livre de Gás é mais do que um ajuste econômico. Trata-se de uma mudança estrutural no setor energético brasileiro , com impacto direto na competitividade industrial e no avanço das fontes mais limpas de energia. Ao permitir liberdade de escolha e maior eficiência, o modelo contribui para um futuro energético mais diverso, competitivo e sustentável pilares fundamentais para o Brasil enfrentar os desafios da transição energética nos próximos anos. Migração ao Mercado Livre de Gás Natural bate recorde e consolida novo cenário competitivo no Brasil

  • BNDES aprova R$ 199,9 milhões para expansão de energia eólica no RN com projetos da Auren

    Investimento reforça protagonismo do Rio Grande do Norte na matriz renovável brasileira com financiamento para os parques Cajuína B19 e B20 BNDES aprova R$ 199,9 milhões para expansão de energia eólica no RN com projetos da Auren Bodó (RN), julho de 2025  – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento estratégico de R$ 199,9 milhões para a consolidação de dois novos parques eólicos no semiárido potiguar. Os projetos Cajuína B19 e Cajuína B20, operados pela Auren Energia, integram o Complexo Eólico Cajuína II, localizado no município de Bodó, região central do estado. Com capacidade instalada de 53,1 megawatts (MW), os dois parques já estão em plena operação desde o segundo semestre de 2024. Juntos, eles são capazes de gerar energia suficiente para abastecer aproximadamente 150 mil residências , contribuindo diretamente para a segurança energética e a transição para uma matriz mais limpa no país. Apoio climático e infraestrutura de transmissão O financiamento do BNDES combina recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima)  e do programa Finem , reforçando o compromisso do banco com projetos sustentáveis de impacto socioambiental positivo. Além da geração de energia, o crédito cobre também a infraestrutura de escoamento, incluindo duas linhas de transmissão de 500 kV , responsáveis por interligar os parques eólicos à subestação Açu III. A operação reafirma o papel do Rio Grande do Norte como líder em geração eólica no Brasil. O estado possui condições naturais excepcionais para a produção desse tipo de energia, e tem atraído investimentos consistentes no setor renovável. Energia limpa em escala A expansão do Complexo Cajuína II representa mais um avanço na estratégia da Auren Energia de ampliar sua presença no mercado de energia limpa e diversificada. Com foco em inovação e sustentabilidade, a companhia já soma diversos empreendimentos em operação no Nordeste, região que se consolida como principal polo eólico do país. A iniciativa também contribui para a meta nacional de redução de emissões de carbono, alinhando-se às diretrizes do Plano Nacional de Energia 2050 e ao compromisso do Brasil com o Acordo de Paris. BNDES aprova R$ 199,9 milhões para expansão de energia eólica no RN com projetos da Auren

  • Fotus Eleva o Patamar do Mercado Solar com Reforços Estratégicos no Portfólio

    Fotus Eleva o Patamar do Mercado Solar com Reforços Estratégicos no Portfólio Gigantes da Energia Fotovoltaica Impulsionam Inovação e Eficiência no Setor Julho marcou um período de intensa movimentação no cenário da energia solar, com a Fotus, distribuidora de destaque no segmento, anunciando uma série de lançamentos que prometem redefinir o mix de soluções disponíveis para projetos fotovoltaicos. As parcerias estratégicas com nomes de peso como LONGi, Auxsol e GoodWe consolidam a posição da Fotus como um player fundamental na oferta de tecnologia de ponta e reforçam seu compromisso com a inovação e a eficiência no mercado de energias renováveis. Esta expansão não apenas amplia o leque de opções para integradores e instaladores, mas também sinaliza um avanço significativo na democratização do acesso a equipamentos de alta performance. LONGi: Potência e Inovação com Tecnologia TOPCon no Coração da Eficiência O retorno dos módulos LONGi ao portfólio da Fotus representa um marco para projetos que buscam o máximo em desempenho e confiabilidade. Com uma eficiência que alcança até 23,3%, esses módulos incorporam a renomada tecnologia TOPCon e células Back Contact, garantindo uma captação de energia superior e minimizando as perdas por sombreamento. A robustez estrutural dos painéis LONGi os torna ideais para ambientes desafiadores, assegurando durabilidade e uma garantia estendida que confere tranquilidade aos investidores. A aposta da Fotus na LONGi reforça a demanda por soluções que combinam alta densidade de potência em espaços otimizados com confiabilidade estrutural para aplicações comerciais e residenciais. GoodWe: O Retorno Triunfal com Suporte Nacional e Eficiência Comprovada A parceria com a GoodWe, agora reestabelecida no portfólio da Fotus, traz de volta ao mercado uma linha de inversores que se destacam pela versatilidade e alta performance. Disponíveis nas versões monofásicas e trifásicas, os modelos GoodWe atendem a uma vasta gama de projetos, desde pequenas instalações residenciais até complexas usinas solares de grande porte. Com um rendimento impressionante de até 98,6%, esses equipamentos garantem uma eficiência real na conversão de energia. Um dos grandes diferenciais é o suporte técnico nacional, que assegura agilidade no pós-venda e maior segurança para os clientes, reforçando a confiança na marca. A plataforma de monitoramento intuitiva, o design compacto e a facilidade de instalação são outros atributos que posicionam os inversores GoodWe como uma escolha estratégica para otimizar qualquer projeto fotovoltaico. Auxsol: Tecnologia de Proteção e Flexibilidade para Projetos Solares Com a inclusão dos inversores Auxsol, a Fotus reforça seu compromisso com a segurança e a adaptabilidade em projetos fotovoltaicos. A linha Auxsol se destaca pela tecnologia de proteção avançada, incluindo a funcionalidade AFCI (Arc Fault Circuit Interrupter) integrada. Essa característica é crucial para a segurança, pois oferece proteção contra arcos elétricos, minimizando significativamente os riscos de incêndio e garantindo uma camada extra de confiabilidade para as instalações. Além da segurança, os inversores Auxsol oferecem flexibilidade operacional, com capacidade de overload de até 100%, ideal para cenários de superdimensionamento de projetos, e uma ampla faixa de tensão MPPT, que facilita a integração em diversas configurações de sistemas. Modelos compactos e eficientes completam a oferta, tornando a Auxsol uma adição valiosa ao portfólio da Fotus. O Impacto no Portfólio e o Futuro do Mercado Fotovoltaico Os lançamentos de junho representam um verdadeiro divisor de águas para a Fotus e para o mercado fotovoltaico brasileiro. Com a adição de módulos LONGi, inversores GoodWe e Auxsol, o segundo semestre de 2025 se inicia com um portfólio significativamente mais robusto, oferecendo opções técnicas, comerciais e logísticas para atender a qualquer tipo de projeto fotovoltaico. Essa expansão não apenas amplia o repertório dos profissionais do setor, mas também agrega valor ao atendimento e eleva o nível da entrega ao cliente final. Além da diversificação de produtos, a Fotus reforça seu ecossistema de suporte, que inclui distribuição nacional com entrega rápida, suporte técnico consultivo especializado e acesso facilitado à Célula de Financiamento, desburocratizando negociações e impulsionando o crescimento do setor. O EnergyChannel continuará acompanhando de perto as inovações e o impacto dessas parcerias no avanço da energia solar no Brasil. Fotus Eleva o Patamar do Mercado Solar com Reforços Estratégicos no Portfólio

  • Sindienergia-RS e Países Baixos fortalecem conexões para o futuro das energias renováveis no Sul do Brasil

    O Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul ( Sindienergia-RS ) promoveu a  2ª edição do Ciclo de Diálogos Internacionais , com o tema  “RS e Países Baixos: Negócios internacionais e inovação para o futuro das energias renováveis” . A programação foi realizada  na terça-feira,  29 de julho , no auditório da entidade, em Porto Alegre, em parceria com o  NBSO Porto Alegre (Escritório Neerlandês de Apoio aos Negócios no Sul do Brasil) . Sindienergia-RS e Países Baixos fortalecem conexões para o futuro das energias renováveis no Sul do Brasil O evento reuniu empresários, investidores, representantes do setor e autoridades públicas com foco no intercâmbio técnico-estratégico entre o ecossistema energético gaúcho e os Países Baixos - país considerado uma referência global em inovação aplicada à transição energética. Sindienergia-RS e Países Baixos fortalecem conexões para o futuro das energias renováveis no Sul do Brasil A presidente do  Sindienergia-RS ,  Daniela Cardeal , destacou a relevância do encontro para o setor: “Em parceria com o NBSO Porto Alegre, tivemos a oportunidade de receber grandes empresas neerlandesas que apresentaram tecnologias que vão muito além da geração de energia. Falamos sobre operação, manutenção, descomissionamento, qualificação e indústria. O Rio Grande do Sul, que abriga alguns dos parques eólicos mais antigos do Brasil, precisa discutir o futuro da matriz energética com profundidade e todos os seus potenciais, como solar, eólica, bioenergia e hidrogênio - e foi isso que conseguimos proporcionar aqui”, projetou. A abertura internacional foi conduzida por  Caspar van Rijnbach , representante-chefe do  NBSO Porto Alegre , que reforçou a importância da cooperação: “É uma honra representar os Países Baixos neste momento em que o mundo busca acelerar a transição energética de forma concreta. Enquanto a Europa precisa reduzir sua dependência de fontes fósseis, o Brasil - especialmente o Sul - reúne condições únicas para se tornar um grande exportador de energia limpa. Nesse cenário, os Países Baixos atuam como ponte tecnológica, logística e de conhecimento. Este diálogo impulsiona ainda mais parcerias que podem gerar resultados significativos, conectando desafios locais a soluções globais”, incentivou. Diálogo estratégico potencializa aproximação entre inovação neerlandesa e potencial gaúcho O painel principal contou com a participação de cinco empresas que são sediadas nos Países Baixos:  Pablo Terres , gerente Comercial para América do Sul, detalhou expertises da  Mammoet , fundada há mais de 200 anos e especializada em soluções de transporte e içamento de grandes cargas para projetos de infraestrutura e energia, incluindo parques eólicos; A  Greenmolen B.V. , representada por sua CEO  Cora de Koning , desenvolve sistemas modulares para geração, armazenamento e gestão de energia sustentável, com foco em eficiência e autossuficiência;  William Boger , gerente de Vendas e Desenvolvimento de Negócios, apresentou a  Bright Renewables , subsidiária do Host Group voltada à produção de biogás, biometano, hidrogênio e metanol verdes. A  Fugro , líder global em geociência e dados geoespaciais, participou com  Alessander Kormann , diretor Técnico para América Latina, destacando que a companhia já integrou cerca de 50% dos projetos eólicos offshore no mundo. Por fim,  Ángel García , gerente de Negócios, falou de forma online pela  XINTC Electrolysers , que fornece tecnologia industrial para a produção de hidrogênio verde em larga escala. Todas as empresas demonstraram interesse em ingressar ou expandir suas operações no Brasil, especialmente no Sul do País, região estratégica para o desenvolvimento de projetos de energias renováveis em diferentes frentes. Além das apresentações, a iniciativa proporcionou interação entre painelistas e participantes, promovendo  networking qualificado , trocas espontâneas e a construção de parcerias entre o setor privado, instituições públicas e o ecossistema de inovação. O evento reuniu grandes players. Além de empresários e lideranças do setor, estiveram presentes representantes de entidades e órgãos como:  FIERGS  (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul),  InvestRS  (Agência Gaúcha de Promoção de Investimentos e Comércio),  Portos RS  (Autoridade Portuária do Rio Grande do Sul),  UFRGS  (Universidade Federal do Rio Grande do Sul),  FEPAM  (Fundação Estadual de Proteção Ambiental),  SEMA-RS  (Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do RS) e  SEDEC-RS  (Secretaria de Desenvolvimento Econômico do RS). A realização do  Ciclo de Diálogos Internacionais  integra a agenda institucional do  Sindienergia-RS  e reafirma o papel da entidade como articuladora de conexões estratégicas para o fortalecimento sustentável da matriz energética gaúcha. Sindienergia-RS e Países Baixos fortalecem conexões para o futuro das energias renováveis no Sul do Brasil

  • Apenas os mais fortes resistirão: relatório prevê enxurrada de cancelamentos em projetos solares e eólicos nos EUA

    Análise aponta que mais da metade dos projetos eólicos onshore e a maioria dos solares podem não sobreviver sem incentivos fiscais Apenas os mais fortes resistirão: relatório prevê enxurrada de cancelamentos em projetos solares e eólicos nos EUA Washington, 30 de julho de 2025 Um novo alerta foi aceso no setor de energias renováveis dos Estados Unidos. Segundo estudo da Enverus Intelligence Research (EIR) , grande parte dos projetos solares e eólicos atualmente na fila de desenvolvimento corre sério risco de não sair do papel. O motivo? A retirada dos créditos fiscais federais , que por anos sustentaram a viabilidade econômica de boa parte das iniciativas. O relatório faz uma avaliação detalhada do impacto do One Big Beautiful Bill Act (OBBBA) , legislação que alterou profundamente o arcabouço de incentivos para renováveis no país. A pesquisa indica que apenas 30% da capacidade solar  e 57% da capacidade eólica onshore  em desenvolvimento seriam viáveis financeiramente mesmo sem os subsídios. O restante está na berlinda. O que define um projeto “resiliente”? Para os analistas da EIR, a resiliência de um projeto está ligada ao seu Custo Nivelado de Energia (LCOE, na sigla em inglês)  antes dos impostos ser inferior ao preço médio da energia e ao valor dos Créditos de Energia Renovável (REC)  em cada mercado regional. Em outras palavras, são projetos que se sustentam mesmo sem apoio estatal . A realidade, porém, é dura: os três maiores portfólios de energia renovável dos EUA têm menos de 30% de capacidade resiliente em suas filas de projetos , segundo o estudo. Estados enfrentam realidades contrastantes A disparidade entre os estados é evidente. Enquanto Califórnia e Arizona  têm quase todos os seus projetos solares considerados resilientes, Texas, Illinois e Indiana  apresentam índices alarmantemente baixos: apenas 6%, 40% e 41%, respectivamente. No caso da energia eólica onshore, Montana e Oklahoma  lideram em viabilidade, com praticamente todos os projetos dentro do padrão de resiliência estabelecido pelo estudo. Já Iowa, Illinois e Texas  mostram uma realidade mais frágil, com boa parte das iniciativas dependendo de incentivos que podem desaparecer. Nova geografia da energia limpa? Diante desse cenário, os especialistas preveem uma mudança geográfica no desenvolvimento de projetos renováveis . Estados com metas definidas de energia limpa e apoio político local ativo , como Arizona e Ohio , devem atrair maior volume de investimentos, graças a PPAs mais estáveis e preços mais robustos de REC. “Estamos assistindo a um realinhamento do mercado. Os projetos que realmente têm base sólida estão em minoria. O foco agora será a seletividade e a viabilidade econômica real, não apenas incentivos”, explicou Corianna Mah , analista da EIR. Cenário desafia otimismo da transição energética As conclusões da EIR soam como um balde de água fria no entusiasmo que cercava a transição energética nos Estados Unidos. Apesar do avanço tecnológico e do crescimento do setor, a dependência de subsídios ainda é uma realidade para muitos empreendimentos. Para desenvolvedores e investidores, o recado é claro: resiliência econômica passou a ser a nova métrica de sucesso  no mercado de renováveis. O EnergyChannel continuará monitorando os impactos da nova política energética dos EUA , trazendo análises e tendências que influenciam o rumo da energia limpa em escala global. Apenas os mais fortes resistirão: relatório prevê enxurrada de cancelamentos em projetos solares e eólicos nos EUA

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