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  • Armazenamento de energia avança na América Latina e Caribe e atinge 2,5 GW, aponta Olade

    Estudo destaca protagonismo de Brasil, Chile, México e Argentina, além de recomendações para acelerar a expansão regional Armazenamento de energia avança na América Latina e Caribe e atinge 2,5 GW, aponta Olade América Latina e Caribe – 30 de julho de 2025 A capacidade de armazenamento de energia na América Latina e no Caribe já soma 2,5 gigawatts (GW) instalados, considerando projetos em operação e em diferentes estágios de desenvolvimento. Os dados fazem parte da Nota Técnica nº 10 , recém-divulgada pela Olade (Organização Latino-Americana de Energia) , que analisa o cenário atual da tecnologia na região e propõe caminhos para superar desafios técnicos, regulatórios e financeiros. Segundo o levantamento, países como Chile, Brasil, México e Argentina  concentram a maior parte da capacidade instalada ou em construção, reforçando sua posição estratégica na transição energética. O relatório também destaca a diversidade de aplicações e tecnologias de armazenamento já presentes, incluindo baterias de íons de lítio, sistemas térmicos e soluções integradas com energias renováveis. Avanço estratégico no setor elétrico regional O armazenamento de energia vem se consolidando como um dos pilares da modernização dos sistemas elétricos na região, sobretudo diante da crescente participação das fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica. A tecnologia permite maior estabilidade na rede , contribui para reduzir o uso de fontes fósseis em horários de pico  e oferece soluções para mercados isolados e sistemas off-grid . Apesar dos avanços, o relatório da Olade aponta que ainda existem gargalos importantes que limitam a escalabilidade dos projetos. Entre os principais entraves estão barreiras regulatórias, falta de incentivos econômicos, limitações tecnológicas locais e ausência de modelos de negócio sustentáveis . Recomendações para acelerar o desenvolvimento Para enfrentar esses desafios, a Olade propõe uma agenda estratégica com foco em: Criação de marcos regulatórios específicos para armazenamento de energia; Integração com políticas nacionais de energia renovável e mobilidade elétrica; Estímulo a investimentos privados com linhas de crédito e garantias; Fortalecimento da capacitação técnica regional. O documento ressalta ainda a necessidade de cooperação entre os países da América Latina e Caribe , visando à troca de experiências, padronização de normas e aceleração da curva de aprendizado. Projeções otimistas para os próximos anos Com a expectativa de queda nos custos das baterias e maior interesse do setor privado, especialistas ouvidos pela Olade projetam uma expansão significativa da capacidade instalada até o final da década , com destaque para aplicações em usinas híbridas, microrredes e sistemas de armazenamento residencial. O EnergyChannel continuará acompanhando a evolução do armazenamento de energia na América Latina , trazendo entrevistas, análises e dados exclusivos sobre as inovações que estão moldando o futuro energético da região. Armazenamento de energia avança na América Latina e Caribe e atinge 2,5 GW, aponta Olade

  • Data centers sob pressão: como reduzir o consumo de energia e manter o ritmo da revolução digital

    Avanço da inteligência artificial, explosão do uso em nuvem e alta densidade computacional desafiam a eficiência energética das maiores infraestruturas digitais do mundo. Soluções inovadoras já apontam caminhos viáveis e sustentáveis. Data centers sob pressão: como reduzir o consumo de energia e manter o ritmo da revolução digital 📍 EnergyChannel Brasil – Julho de 2025 A digitalização da economia global está transformando os data centers em verdadeiras usinas de processamento. Com a adoção em larga escala de inteligência artificial, aplicações em nuvem e sistemas de big data, essas infraestruturas críticas se tornaram indispensáveis — mas também estão entre as mais sedentas por energia. De acordo com projeções da International Energy Agency (IEA), os data centers e redes de transmissão já representavam cerca de 1% do consumo global de eletricidade em 2022. O número, no entanto, pode saltar para até 8% até o fim da década , em um cenário conservador. Cenários mais extremos apontam para até 21% , impulsionados por tecnologias como IA generativa, blockchain e automação. O alerta está aceso e a busca por eficiência energética virou prioridade estratégica no setor. Resfriamento: o elo mais crítico da equação energética Se há um ponto onde o consumo de energia nos data centers se concentra, é no sistema de resfriamento . Essencial para garantir a integridade operacional dos equipamentos, o resfriamento responde por até 40% da energia consumida  em grandes instalações. Com a crescente densidade de servidores e processadores de alto desempenho, os métodos tradicionais baseados em ar condicionado e ventilação forçada estão chegando ao limite. Cinco obstáculos que travam a eficiência energética em data centers convencionais Baixo rendimento energético:  sistemas de HVAC exigem grande potência para operar, com eficiência reduzida em ambientes densos e de alta carga térmica. Dificuldade em ambientes de alta densidade:  o fluxo de ar nem sempre alcança uniformemente os hotspots, comprometendo o desempenho térmico. Infraestrutura volumosa:  corredores frios e dutos demandam espaço físico e dificultam ampliações modulares. Alto custo de manutenção:  ventiladores, filtros e compressores exigem manutenção constante e apresentam baixa durabilidade. Desempenho comprometido em climas extremos:  regiões quentes ou úmidas impõem desafios adicionais, exigindo reforço na climatização. A nova era do resfriamento: soluções líquidas e por imersão Para romper com os limites do ar, a indústria de data centers está migrando para soluções térmicas mais avançadas. Entre elas, o resfriamento líquido e por imersão  se destacam como tecnologias de próxima geração. 🔹 Resfriamento líquido:  circula fluido refrigerante diretamente sobre os componentes eletrônicos, retirando o calor de forma muito mais eficiente. 🔹 Resfriamento por imersão:  submerge completamente os servidores em fluido dielétrico, promovendo troca térmica direta com os pontos de maior geração de calor. Segundo especialistas, essas soluções podem oferecer até 10 vezes mais eficiência energética  em comparação aos sistemas convencionais. Principais vantagens: Redução de até 90% no consumo de energia para climatização. Eliminação de ruídos operacionais. Aumento da densidade por rack. Menor necessidade de estrutura externa. Vida útil estendida dos equipamentos. Amphenol inova com soluções térmicas de alta performance A Amphenol , gigante global em conectividade e engenharia de sistemas, desenvolveu uma nova geração de soluções térmicas voltadas para data centers de alto desempenho. Seus sistemas de resfriamento líquido e conectores otimizados para IA e ambientes críticos entregam eficiência energética real , reduzindo custos operacionais e o footprint físico da infraestrutura. "Com a densificação dos data centers e o avanço da IA, não é mais uma questão de escolha: a modernização térmica virou requisito para a escalabilidade sustentável",  destaca o time técnico da Amphenol. Energia solar: um novo padrão para data centers sustentáveis Data centers sob pressão: como reduzir o consumo de energia e manter o ritmo da revolução digital Além do avanço em tecnologias de resfriamento, os data centers estão acelerando a transição para energias renováveis . A energia solar fotovoltaica se tornou a principal aliada nessa transformação. Ao integrar sistemas de geração distribuída com painéis solares instalados em telhados, estacionamentos ou fazendas solares próprias, os operadores conseguem alimentar seus servidores com uma fonte limpa, previsível e econômica . Três pilares da sustentabilidade em data centers modernos: Eficiência energética , com sistemas de resfriamento de última geração. Energia renovável , com foco em solar e eólica. Uso racional de recursos , como água e materiais recicláveis. Empresas como Microsoft e Meta já operam com 100% de energia renovável em seus data centers e estão influenciando o setor a seguir o mesmo caminho. O futuro exige ação agora A escalada tecnológica imposta por IA, automação e serviços digitais exige uma resposta proporcional na forma como operamos e energizamos nossos data centers. Combinar eficiência térmica  com fontes renováveis  é mais que uma tendência é a nova base da infraestrutura digital sustentável. Se você é responsável por um data center ou está planejando construir um, acesse nosso e-book “Marco Legal da Geração Distribuída: mudanças no setor de energia solar do Brasil” e veja como tornar seu projeto mais sustentável e econômico desde o início.  Data centers sob pressão: como reduzir o consumo de energia e manter o ritmo da revolução digital Data centers sob pressão: como reduzir o consumo de energia e manter o ritmo da revolução digital

  • Finlândia inaugura tecnologia subterrânea para armazenar calor residual e impulsiona inovação em energia térmica

    Projeto pioneiro captura 14 GWh de calor a 1,6 km abaixo da superfície com tubos de última geração e abre nova fronteira na eficiência energética Finlândia inaugura tecnologia subterrânea para armazenar calor residual e impulsiona inovação em energia térmica Helsinque, 30 de julho de 2025 Em um avanço significativo na gestão térmica sustentável, a Finlândia iniciou a operação de um dos sistemas mais inovadores de armazenamento subterrâneo de calor do mundo. O projeto, localizado nos arredores de Espoo, já está capturando e armazenando 14 GWh de calor residual  em cavernas escavadas a mais de uma milha de profundidade  (cerca de 1,6 km). O diferencial da iniciativa está no uso de tubos de plástico reforçado com fibra de vidro (GFRP) materiais desenvolvidos especificamente para resistir às condições extremas de pressão e temperatura do subsolo, com isolamento térmico avançado que eleva a eficiência do sistema. Tubos inteligentes para um subsolo cada vez mais estratégico Tradicionalmente utilizados em setores como o petróleo e gás, os tubos GFRP agora ganham protagonismo em soluções limpas. Neste projeto, sua aplicação permite não apenas a condução eficiente do calor para as câmaras subterrâneas, mas também reduz perdas térmicas durante o carregamento e descarregamento do sistema. Com paredes de alta resistência e isolamento otimizado, os tubos suportam variações térmicas intensas e pressões elevadas sem comprometer a durabilidade. Resultado: maior retenção de energia por longos períodos, com mínima degradação de performance. Armazenamento sazonal e descarbonização do aquecimento urbano A proposta finlandesa se alinha a uma tendência emergente no setor energético: armazenar calor no verão para uso no inverno . O sistema funciona como uma “bateria térmica” gigante, aproveitando excedentes de calor residual de processos industriais ou geração elétrica e liberando-os gradualmente quando há maior demanda por aquecimento. Segundo os operadores do projeto, os 14 GWh de energia armazenada são suficientes para atender cerca de 1.000 residências durante toda a temporada de inverno . Além disso, a iniciativa contribui diretamente para reduzir o uso de combustíveis fósseis  no aquecimento urbano, uma das maiores fontes de emissão nos países do norte europeu. Eficiência energética e inovação de materiais no centro da transição O sucesso do sistema finlandês pode abrir caminho para aplicações semelhantes em outras regiões de clima frio inclusive em cidades que buscam diversificar suas matrizes térmicas com soluções de baixo carbono. A adoção de materiais como o GFRP marca também uma evolução importante na engenharia de energia subterrânea: ao combinar resistência estrutural, leveza e isolamento superior, esses tubos viabilizam soluções antes limitadas por desafios técnicos. EnergyChannel analisa O projeto finlandês é mais do que uma inovação térmica é um símbolo de como engenharia, materiais avançados e planejamento urbano  podem convergir para criar cidades mais sustentáveis. Ao transformar calor desperdiçado em uma fonte estratégica, a Finlândia reforça seu papel de liderança global em soluções climáticas e eficiência energética. Finlândia inaugura tecnologia subterrânea para armazenar calor residual e impulsiona inovação em energia térmica

  • Google aposta em armazenamento de longa duração para acelerar descarbonização de data centers

    Gigante da tecnologia fecha parceria com startup americana e testa soluções inovadoras para armazenar energia limpa por mais de 100 horas Google aposta em armazenamento de longa duração para acelerar descarbonização de data centers Mountain View, julho de 2025  – Em mais um passo estratégico rumo à meta de operar 100% com energia livre de carbono 24/7, o Google anunciou uma nova parceria com a empresa americana Form Energy , especializada em tecnologias de armazenamento de longa duração (LDES, na sigla em inglês). O acordo prevê o uso de baterias de ferro-ar capazes de garantir autonomia energética por até 100 horas — uma solução considerada crucial para dar estabilidade à operação de data centers movidos exclusivamente por fontes renováveis. O projeto piloto será implementado em um centro de dados do Google em Minnesota, nos Estados Unidos, e deve entrar em operação até o fim de 2025. Com isso, a empresa reforça sua aposta em soluções que não apenas reduzem emissões, mas também enfrentam o desafio técnico de intermitência das fontes solar e eólica. Nova geração de baterias para um novo paradigma energético As baterias de ferro-ar desenvolvidas pela Form Energy utilizam um processo reversível de oxidação do ferro — essencialmente, "enferrujando" e "desenferrujando" o metal para armazenar e liberar energia. Diferente das tradicionais baterias de íon-lítio, que são eficientes para ciclos curtos, essa nova tecnologia foi projetada especificamente para armazenar energia em grande escala e por longos períodos, com baixo custo. “Essa parceria com a Form Energy representa uma nova etapa em nossa jornada para operar nossos data centers com energia limpa e contínua, independentemente das condições climáticas” , afirmou Michael Terrell, diretor de energia e clima do Google. LDES: o elo que faltava na transição energética O armazenamento de longa duração é visto como uma das peças-chave para viabilizar sistemas elétricos 100% renováveis. Sem esse tipo de solução, usinas solares e eólicas ficam limitadas por sua variabilidade natural, exigindo apoio de fontes fósseis ou caras infraestruturas de backup. Com o projeto em Minnesota, o Google testa um modelo replicável globalmente para assegurar fornecimento contínuo de energia verde — não apenas em horas de sol ou vento, mas 24 horas por dia, 7 dias por semana . Pressão sobre big techs acelera inovação no setor elétrico A parceria ocorre em um momento de crescente pressão regulatória e social sobre grandes empresas de tecnologia quanto à sua pegada ambiental. Além do Google, outras big techs como Amazon e Microsoft têm investido em projetos de energia renovável e armazenamento avançado, visando alinhar suas operações a compromissos ESG e metas de carbono zero. Para o setor elétrico, essas iniciativas também têm um papel catalisador: atraem capital, estimulam inovação e aceleram a curva de aprendizado de tecnologias emergentes como o LDES. EnergyChannel analisa Com essa movimentação, o Google não apenas fortalece sua liderança em sustentabilidade corporativa, como também se posiciona como um ator-chave na evolução do setor energético global. A aposta em armazenamento de longa duração, se comprovada em escala, pode redesenhar os modelos de fornecimento energético — e abrir caminho para um futuro verdadeiramente livre de carbono. 📌 Acompanhe no EnergyChannel os desdobramentos da parceria Google + Form Energy e o impacto do LDES na transição energética mundial.🌍 Cobertura internacional, análises técnicas e conteúdo exclusivo sobre o futuro da energia. Google aposta em armazenamento de longa duração para acelerar descarbonização de data centers

  • Ciclone extratropical provoca apagões no Rio Grande do Sul e afeta mais de 340 mil consumidores

    Evento climático extremo derruba redes, causa destruição e desafia resposta rápida das distribuidoras de energia no sul do país Ciclone extratropical provoca apagões no Rio Grande do Sul e afeta mais de 340 mil consumidores Porto Alegre, 29 de julho de 2025 Um ciclone extratropical atingiu o Rio Grande do Sul com ventos intensos e fortes chuvas entre a noite de segunda-feira (28) e a madrugada desta terça, provocando quedas de energia em larga escala. De acordo com a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE Equatorial), mais de 340 mil unidades consumidoras ficaram sem fornecimento elétrico  em diversas regiões do estado. A tempestade, caracterizada por ventos que ultrapassaram os 100 km/h em algumas áreas, arrancou árvores, destelhou casas e danificou postes e cabos da rede elétrica. A maioria dos desligamentos foi registrada na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Litoral Norte e em municípios da Serra Gaúcha. Rede danificada e acesso dificultado Segundo a CEEE Equatorial, o impacto sobre a infraestrutura foi significativo. Além dos danos físicos à rede, as condições de acesso às áreas afetadas dificultam o trabalho das equipes de manutenção. “Estamos atuando com força total desde o início do evento, mas há regiões onde os acessos estão comprometidos por alagamentos e quedas de barreiras”, informou a distribuidora em nota oficial. A empresa afirma que prioriza o atendimento a hospitais, unidades de saúde e sistemas essenciais, e que o restabelecimento total da energia deve ocorrer de forma gradual ao longo dos próximos dias, dependendo da severidade dos danos em cada local. Outros impactos e previsão do tempo O ciclone também causou transtornos no transporte público, bloqueios de rodovias e alagamentos em áreas urbanas. A Defesa Civil do estado mantém o alerta para novas instabilidades até o fim da semana, com previsão de chuvas volumosas em algumas regiões já fragilizadas. A Equatorial Energia, responsável pela distribuição em parte do estado, reiterou a importância de que a população evite contato com fios rompidos e que ocorrências sejam registradas via canais oficiais. Cresce o alerta climático no setor elétrico Eventos extremos como o ciclone no Sul do Brasil reforçam os desafios da resiliência climática no setor de energia. A frequência e intensidade de tempestades vêm aumentando, exigindo investimentos contínuos em infraestrutura robusta, protocolos de emergência e tecnologias de monitoramento em tempo real. Especialistas defendem a inclusão de critérios de adaptação climática em planos de expansão e operação das redes elétricas, sobretudo em estados como o Rio Grande do Sul, que têm sido cada vez mais impactados por eventos severos nos últimos anos. Ciclone extratropical provoca apagões no Rio Grande do Sul e afeta mais de 340 mil consumidores

  • Leilão do GSF pode ser adiado após questionamentos da Aneel sobre regras do certame

    Diretoria da agência reguladora levanta dúvidas sobre parâmetros do edital e pedido de vista pode empurrar o cronograma Leilão do GSF pode ser adiado após questionamentos da Aneel sobre regras do certame Brasília, 29 de julho de 2025 O aguardado leilão de compensação do GSF (Generation Scaling Factor), que tem como objetivo encerrar um dos capítulos mais longos e controversos do setor elétrico brasileiro, pode enfrentar novo adiamento. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) levantou questionamentos sobre os critérios técnicos e econômicos previstos no edital, o que levou à solicitação de um pedido de vista por um dos diretores da autarquia. O certame, previsto para ocorrer ainda este ano, busca viabilizar o pagamento de débitos bilionários relacionados ao risco hidrológico assumido por geradores nos últimos anos. Contudo, a discussão interna entre os membros da Aneel trouxe à tona dúvidas sobre os parâmetros adotados para definir o valor presente dos ativos e a metodologia de precificação das compensações. Divergências técnicas e impacto no calendário Segundo fontes próximas ao processo, o debate gira em torno da forma como o valor econômico dos contratos será atualizado, bem como o custo de capital considerado nos cálculos de retorno. A preocupação da diretoria é garantir que os critérios adotados reflitam a realidade do mercado e não comprometam a competitividade do leilão. “É fundamental que os parâmetros sejam claros, justos e tecnicamente sustentáveis. Qualquer distorção pode impactar a atratividade dos agentes e gerar questionamentos jurídicos futuros”, avaliou um especialista do setor ouvido pelo EnergyChannel  sob condição de anonimato. O pedido de vista – que interrompe temporariamente a análise do processo – foi protocolado durante reunião pública da diretoria da Aneel, o que, na prática, pode atrasar em semanas a aprovação final do edital e, por consequência, a realização do leilão. Leilão do GSF: solução histórica em xeque Criado para resolver pendências acumuladas desde 2015, o leilão do GSF é visto como uma alternativa definitiva para encerrar litígios judiciais entre geradoras e o setor regulado, além de destravar recursos que estão represados em disputas bilionárias. Estão aptas a participar da negociação usinas hidrelétricas impactadas por déficits de geração atribuídos a fatores como escassez hídrica e despacho termelétrico fora da ordem de mérito. Os valores envolvidos ultrapassam R$ 10 bilhões, segundo estimativas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Expectativa do mercado e próximos passos Apesar da sinalização de um possível adiamento, o mercado mantém expectativa positiva quanto à efetivação do leilão ainda em 2025. Associações do setor, como Abraceel e Abragel, já manifestaram apoio à iniciativa, desde que haja segurança jurídica e clareza regulatória nas regras. A previsão é que o tema retorne à pauta da Aneel nas próximas semanas, após reavaliação dos pontos questionados. Caso as divergências sejam superadas a tempo, o leilão poderá ocorrer ainda no segundo semestre. Análise EnergyChannel O impasse reforça a complexidade de harmonizar interesses técnicos, econômicos e jurídicos em um setor marcado por contratos de longo prazo e riscos sistêmicos. O GSF, embora seja um capítulo específico, carrega consigo implicações estruturais para a confiança de investidores e a estabilidade regulatória do setor elétrico brasileiro. Para que o leilão alcance seu objetivo – pacificar o mercado e restaurar previsibilidade é essencial que as regras sejam robustas, transparentes e sustentadas por fundamentos técnicos sólidos. Leilão do GSF pode ser adiado após questionamentos da Aneel sobre regras do certame

  • Evento em São Paulo marca o início de uma nova etapa da iniciativa, com foco em educação, empregabilidade, inovação e inclusão feminina na transição energética.

    A Associação Brasileira de Geração Distribuída  (ABGD)  realiza no dia 31 de julho, em São Paulo, o lançamento da nova fase do projeto Interligadas, uma iniciativa voltada ao fortalecimento da representatividade feminina no setor energético. Evento em São Paulo marca o início de uma nova etapa da iniciativa, com foco em educação, empregabilidade, inovação e inclusão feminina na transição energética. Com uma programação que contempla painéis temáticos, networking e apresentação de metas para o biênio 2025, o encontro acontecerá no Auditório Capital Corporate Offices, na Av. Dr. Chucri Zaidan, 1550, das 15h às 18h30. O Interligadas se consolida como uma rede de conexão, colaboração e transformação, reunindo mulheres que atuam nas mais diversas áreas da cadeia energética, com o objetivo de impulsionar uma transição energética mais justa, diversa e inclusiva. A participação no evento é gratuita, mas as vagas são limitadas, mediante inscrição prévia pela plataforma Sympla. Evento em São Paulo marca o início de uma nova etapa da iniciativa, com foco em educação, empregabilidade, inovação e inclusão feminina na transição energética. Iniciativa coletiva por um setor mais diverso Lançado originalmente pela ABGD, o Interligadas busca articular esforços entre empresas, entidades de ensino, organizações do terceiro setor e governos para ampliar o protagonismo feminino em um setor historicamente marcado pela baixa presença de mulheres em posições de liderança. O evento de relançamento contará com a participação de lideranças femininas reconhecidas nacionalmente, que irão compartilhar suas experiências profissionais, trajetórias e desafios superados no setor de energia. Ao longo da tarde, serão realizados quatro painéis com os temas: educação técnica, empregabilidade, equidade de gênero e inovação. A abertura institucional será conduzida por Zilda Costa, vice-presidente da ABGD, e marcará o início de um novo ciclo do projeto, que passa a contar com metas estruturadas e eixos de atuação para 2025. Um dos principais objetivos é ampliar o número de mulheres atuando em áreas técnicas da geração distribuída, com foco especial em jovens profissionais e estudantes de cursos voltados à energia. Parcerias estratégicas e novas metas para 2025 O primeiro painel do evento será dedicado à apresentação das entidades parceiras do Interligadas, incluindo a cooperação internacional alemã GIZ e a Rede MESOL. A atuação em rede é um dos diferenciais do projeto, que aposta na convergência de experiências e conhecimentos como estratégia para acelerar mudanças culturais e institucionais no setor. No painel sobre educação técnica e inclusão de gênero, representantes da Aevo Energia, do SENAI Pirituba e do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) discutirão práticas e iniciativas que têm contribuído para a formação de novas profissionais no segmento de energia renovável e tecnologias sustentáveis. Durante a apresentação do novo formato do Interligadas 2025, a ABGD deve anunciar indicadores de acompanhamento, planos de capacitação em larga escala e ações afirmativas voltadas à retenção e valorização de talentos femininos no setor. A proposta é oferecer suporte concreto para empresas e instituições que queiram aderir à agenda da diversidade com foco em resultados e impactos mensuráveis. Encerramento com lideranças transformadoras O encerramento do evento será marcado por um painel especial com mulheres que estão redefinindo práticas e narrativas no setor energético. Entre as convidadas estão Lucia Abadia, da YES Produções, Rosane Fukuoka, da WEE (Women in Energy Empowerment), e Camila Maciel, idealizadora do projeto Elas de Botina. As convidadas compartilharão histórias inspiradoras e apresentarão iniciativas que vêm promovendo a equidade de gênero, tanto no campo técnico quanto na comunicação, empreendedorismo e desenvolvimento de novos modelos de negócio no setor elétrico. Além dos debates, o evento será um espaço para ampliar conexões, firmar parcerias institucionais e fortalecer a atuação coletiva em prol de uma matriz energética mais representativa e sustentável. Serviço Evento: Lançamento do projeto Interligadas – nova faseData: 31 de julho de 2025 (quarta-feira)Horário: das 15h às 18h30Local: Auditório Capital Corporate Offices – Av. Dr. Chucri Zaidan, 1550, São Paulo (SP)Inscrições gratuitas:  Sympla – Interligadas ABGD Evento em São Paulo marca o início de uma nova etapa da iniciativa, com foco em educação, empregabilidade, inovação e inclusão feminina na transição energética.

  • Neoenergia suspende novas exigências técnicas após pressão de associações do setor solar

    Regras que aumentariam custos para pequenos geradores são adiadas até setembro; estudo independente vai avaliar viabilidade das exigências Neoenergia suspende novas exigências técnicas após pressão de associações do setor solar Nordeste, 29 de julho de 2025 Após forte mobilização de entidades representativas da energia solar, a Neoenergia decidiu suspender temporariamente a aplicação de novas exigências técnicas  que poderiam elevar significativamente os custos de conexão à rede para pequenos e médios produtores de energia renovável. A medida afeta os estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco, onde a Neoenergia atua por meio das distribuidoras Coelba , Cosern  e Neoenergia Pernambuco . A norma DIS-NOR-033 – REV 03 , em vigor desde 1º de janeiro de 2025, estabelecia a obrigatoriedade de proteções adicionais e transformadores com características específicas  para sistemas de minigeração distribuída com potência entre 75 kW e 300 kW . As associações ABS (Bahia), APER (Rio Grande do Norte)  e APERENOVÁVEIS (Pernambuco)  contestaram os critérios, alegando que as mudanças representariam onerosos obstáculos para pequenos investidores , especialmente cooperativas, produtores rurais e empresas de médio porte. Estudo técnico independente vai reavaliar exigências Como resultado das negociações, o parecer técnico DIS-PTC-077 – REV 01 , publicado em 18 de junho, oficializou a suspensão temporária até 30 de setembro de 2025  de parte das exigências da norma. Durante esse período, as entidades setoriais irão contratar uma universidade pública  para desenvolver um parecer técnico independente, que avaliará a real necessidade e viabilidade das exigências impostas . “O objetivo é garantir critérios técnicos justos, seguros e economicamente viáveis, que não inviabilizem a geração distribuída regional”, afirmaram representantes das associações em comunicado conjunto. Regras em debate podem moldar o futuro da geração distribuída O impasse em torno da norma da Neoenergia expõe um tema recorrente no setor: o equilíbrio entre segurança técnica e viabilidade econômica  na expansão da geração distribuída. Com a crescente adoção de sistemas solares fotovoltaicos em propriedades rurais, indústrias e comércios, os custos de conexão à rede têm se tornado um fator decisivo para novos projetos. Segundo especialistas, o adiamento representa uma vitória estratégica do setor solar regional , mas também impõe o desafio de apresentar soluções técnicas robustas  que conciliem os interesses das distribuidoras com os da sociedade e do mercado. O EnergyChannel acompanhará os desdobramentos até a publicação de um novo parecer e a definição final das regras, prevista para o último trimestre do ano. Neoenergia suspende novas exigências técnicas após pressão de associações do setor solar

  • Reservatórios iniciam agosto com mais de 50% da capacidade e garantem segurança ao sistema elétrico

    Níveis elevados reforçam estabilidade do SIN e afastam risco de acionamento emergencial de termelétricas Reservatórios iniciam agosto com mais de 50% da capacidade e garantem segurança ao sistema elétrico Brasília, 29 de julho de 2025 O mês de agosto começa com uma notícia positiva para o setor elétrico brasileiro. De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) , os principais reservatórios do país devem superar 50% da capacidade média de armazenamento , um cenário que assegura condições operacionais estáveis  para atender à demanda nacional por energia. Segundo o ONS, o nível atual dos reservatórios é suficiente para manter o Sistema Interligado Nacional (SIN)  em situação de segurança energética , mesmo diante de eventuais oscilações de carga ou da redução pontual da geração por fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica. “O desempenho dos reservatórios oferece maior previsibilidade e confiabilidade para o atendimento ao consumo nacional, reduzindo a necessidade de despacho térmico fora da ordem de mérito”, destacou o operador em nota técnica. Chuvas e gestão hídrica favorecem cenário O bom desempenho dos níveis de armazenamento é resultado de uma combinação entre chuvas acima da média em bacias estratégicas  no primeiro semestre e melhor planejamento na gestão hidrológica  por parte do ONS e das distribuidoras. Com a entrada consistente de energia renovável  – especialmente solar e eólica – o sistema também tem contado com maior diversidade na matriz, aliviando a pressão sobre os recursos hídricos. Essa conjuntura afasta, pelo menos por ora, o risco de adoção de medidas emergenciais, como o acionamento de usinas termelétricas com alto custo de operação ou a aplicação de bandeiras tarifárias mais elevadas. Perspectivas positivas para o segundo semestre Com a previsão de manutenção de níveis estáveis ao longo de agosto e setembro, especialistas avaliam que o setor elétrico entra no segundo semestre com uma posição confortável de segurança energética , o que favorece o controle de custos e amplia a margem para estratégias de expansão sustentável. Para o consumidor final, o cenário hídrico favorável também representa um alívio, com menor probabilidade de aumento tarifário  no curto prazo e maior estabilidade no fornecimento de energia. Reservatórios iniciam agosto com mais de 50% da capacidade e garantem segurança ao sistema elétrico

  • RenovaBio: Liminares travam cobrança de inadimplência sobre 1,6 milhão de CBIOs

    Decisões judiciais colocam em suspenso a penalização por não cumprimento de metas de descarbonização em 2023 e acendem alerta no mercado de biocombustíveis RenovaBio: Liminares travam cobrança de inadimplência sobre 1,6 milhão de CBIOs Brasília, julho de 2025 O mercado nacional de descarbonização enfrenta um novo impasse jurídico. Pelo menos 1,6 milhão de CBIOs (Créditos de Descarbonização)  deixaram de ser adquiridos por distribuidores de combustíveis no ano-base de 2023, mas as penalidades previstas pela Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) foram suspensas por decisões liminares obtidas na Justiça Federal . As liminares, concedidas a diferentes agentes do setor, estão protegendo empresas inadimplentes contra as sanções regulatórias  que seriam aplicadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ( ANP ), responsável por fiscalizar o cumprimento das metas individuais de descarbonização. De acordo com especialistas ouvidos pelo EnergyChannel, o volume de CBIOs não adquiridos representa mais de 5% do total da meta anual do programa , e a judicialização do processo levanta preocupações sobre a efetividade da política climática brasileira  e a segurança regulatória do RenovaBio. O que está em jogo Criado em 2017, o RenovaBio estabeleceu metas compulsórias de aquisição de CBIOs por parte de distribuidoras de combustíveis fósseis, com o objetivo de incentivar a redução das emissões no setor de transportes . Cada CBIO equivale à certificação de uma tonelada de CO₂ evitada por meio do uso de biocombustíveis. A não aquisição da quantidade exigida de créditos implica em penalidades financeiras e restrições regulatórias , previstas na Resolução ANP nº 791/2019. No entanto, com o avanço das liminares, parte do setor vem evitando essas punições por meio de recursos judiciais , argumentando, entre outros pontos, insegurança jurídica, instabilidade de mercado e ausência de previsibilidade de oferta . Impactos e incertezas para o setor de biocombustíveis A suspensão temporária das penalidades gera incertezas para produtores de etanol, biodiesel e demais biocombustíveis certificados, que contam com o RenovaBio como principal instrumento de valorização ambiental de suas atividades. “A não aquisição dos CBIOs afeta diretamente o equilíbrio econômico do mercado, desincentiva a produção de biocombustíveis e compromete a credibilidade do programa”, afirma um representante do setor. Além disso, a situação atual acende um alerta para investidores e stakeholders, especialmente em um momento em que o Brasil busca ampliar sua presença no mercado global de créditos de carbono e atrair recursos para sua transição energética. Próximos passos A ANP ainda não divulgou um posicionamento oficial sobre como irá lidar com as metas não cumpridas sob liminares. Fontes indicam que o tema deverá ser debatido nas próximas reuniões da Comissão Técnica do RenovaBio , com possibilidade de revisão nos mecanismos de fiscalização e de precificação dos CBIOs. Enquanto isso, o mercado observa com cautela os desdobramentos judiciais e os possíveis reflexos para a safra de metas de 2024. RenovaBio: Liminares travam cobrança de inadimplência sobre 1,6 milhão de CBIOs

  • Usinas Virtuais de Energia transformam a rede elétrica dos EUA em modelo de acessibilidade e resiliência

    Soluções digitais baseadas em energia solar, baterias e veículos elétricos estão moldando uma nova era para o sistema elétrico norte-americano — mais econômica, confiável e segura Usinas Virtuais de Energia transformam a rede elétrica dos EUA em modelo de acessibilidade e resiliência 29 de Julho de 2025 – EnergyChannel Nos Estados Unidos, a transição para um sistema elétrico mais inteligente e distribuído está ganhando tração com a consolidação das chamadas Usinas Virtuais de Energia  (ou VPPs, na sigla em inglês). Combinando geração solar distribuída, armazenamento em baterias e até mesmo veículos elétricos, essas redes descentralizadas estão redesenhando o papel dos consumidores, agora também protagonistas na estabilidade da rede elétrica. Enquanto eventos climáticos extremos se intensificam e data centers e inteligência artificial elevam a demanda por energia, as VPPs oferecem um novo paradigma de operação elétrica : acessível, resiliente e segura — tudo ao mesmo tempo. O que são Usinas Virtuais de Energia (VPPs)? Ao invés de depender exclusivamente de grandes usinas centralizadas, as VPPs conectam centenas ou milhares de pequenos sistemas de geração e armazenamento espalhados por residências e empresas, atuando como uma "usina invisível", altamente responsiva. Esses recursos energéticos distribuídos (REDs) permitem equilibrar o fornecimento de energia com a demanda em tempo real, aliviando a pressão sobre a infraestrutura elétrica tradicional. Economia para todos: acessibilidade energética na prática Um dos principais benefícios das VPPs é a redução de custos , tanto para os consumidores quanto para o sistema como um todo. Para os donos de painéis solares que participam de uma VPP, há retorno financeiro sempre que seus sistemas ajudam a suprir a demanda de pico da rede. Já para os contribuintes, o impacto vem da eficiência no uso da infraestrutura existente , evitando investimentos bilionários em redes de transmissão. Segundo estudos, uma implantação de 60 GW em VPPs nos EUA pode gerar economia entre US$ 15 e US$ 35 bilhões  nos próximos 10 anos. Em janeiro, o Departamento de Energia revelou que um VPP de 400 MW custa apenas US$ 43 por quilowatt-ano, comparado a US$ 99 por kW/ano de uma térmica a gás. A diferença é real e mensurável: durante a onda de calor de 2025 em Vermont, 275 mil clientes economizaram cerca de US$ 3 milhões graças à atuação do VPP local da Green Mountain Power. Confiabilidade: o papel dos VPPs durante crises As VPPs também provaram sua relevância em momentos críticos. No último 24 de junho, uma forte onda de calor atingiu a Nova Inglaterra, pressionando o sistema. Mas, com o suporte de 5 GW vindos de VPPs, o operador PJM evitou apagões e manteve o sistema estável. A Sunrun, líder em energia solar residencial, contribuiu com mais de 340 MW de potência em VPPs distribuídas  em Nova York, Califórnia, Rhode Island, Massachusetts e Porto Rico — um exemplo de como esses sistemas podem atuar em diferentes regiões de forma coordenada. Segurança energética: um novo nível de resiliência Além de econômica e eficiente, a geração distribuída também fortalece a segurança nacional . Ao descentralizar a produção de energia, os VPPs reduzem a vulnerabilidade a falhas sistêmicas e ciberataques, enquanto diminuem a dependência de combustíveis fósseis e do mercado internacional. Não por acaso, mais governos estão aderindo à tendência. Em maio, a Virgínia sancionou uma lei orientando a Dominion Energy a incorporar formalmente VPPs  em sua estratégia de gerenciamento de rede, reforçando o papel dessa tecnologia na política energética americana. O futuro já começou As VPPs representam mais do que uma evolução técnica — elas simbolizam uma mudança cultural no setor elétrico. A possibilidade de que cada casa com um painel solar se torne parte ativa de uma usina invisível, inteligente e descentralizada é o que impulsiona a transição para uma rede mais justa, limpa e preparada para os desafios do século XXI . Para o mundo, a lição é clara: a digitalização e descentralização da rede elétrica não é apenas viável — é essencial . E os Estados Unidos estão mostrando o caminho. Usinas Virtuais de Energia transformam a rede elétrica dos EUA em modelo de acessibilidade e resiliência

  • Conta de luz vai subir: Aneel ativa bandeira vermelha patamar 2 para agosto

    Com aumento dos custos de geração, tarifa extra será de R$ 9,79 a cada 100 kWh consumidos Conta de luz vai subir: Aneel ativa bandeira vermelha patamar 2 para agosto Brasília, 29 de julho de 2025  – O mês de agosto começa com um alerta no bolso dos brasileiros: a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica)  acionou a bandeira tarifária vermelha – patamar 2 , o nível mais alto do sistema que sinaliza custos extras na produção de energia elétrica. A medida reflete o cenário de encarecimento na geração de energia , impulsionado por condições hidrológicas desfavoráveis e maior acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado. Com isso, será aplicada uma cobrança adicional de R$ 9,79 a cada 100 kWh consumidos  na conta de luz dos consumidores conectados ao mercado cativo. O que são as bandeiras tarifárias? Implementado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias  funciona como um termômetro do custo real da energia no país. Quando a geração é barata e favorável, é acionada a bandeira verde , sem cobrança adicional. Já em momentos de escassez hídrica, baixa geração renovável ou aumento no uso de termelétricas, são acionadas as bandeiras amarela ou vermelha , com valores extras para o consumidor. Segundo a agência, o acionamento da bandeira vermelha patamar 2 indica custos significativamente elevados  e tem o objetivo de promover um uso mais consciente da energia em períodos críticos. “O acionamento da bandeira vermelha reflete o cenário atual do sistema elétrico e serve de alerta para a população quanto à importância do consumo eficiente”, informou a Aneel em nota oficial. Impactos no orçamento e orientações A cobrança adicional deve pesar no orçamento das famílias e empresas, especialmente em meio ao inverno, quando o consumo de aquecedores, chuveiros elétricos e outros equipamentos tende a subir. Especialistas recomendam ações simples de economia , como reduzir o tempo de banho, desligar aparelhos em stand-by e evitar o uso de eletrodomésticos nos horários de pico. Perspectivas para os próximos meses Com a previsão de chuvas abaixo da média em algumas regiões e reservatórios ainda em níveis de atenção, a expectativa é de pressão contínua sobre o custo de geração  ao longo do trimestre. O cenário reforça o papel das fontes renováveis, como solar e eólica, na diversificação da matriz energética brasileira e na redução da dependência hidrotérmica. Conta de luz vai subir: Aneel ativa bandeira vermelha patamar 2 para agosto

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