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  • ⚠️ REFORMA DO SETOR: O QUE NÃO TE CONTARAM ⚠️

    Por Isaque Félix Desde o dia 21 de maio deste ano (2025), na mídia, nas associações, no setor elétrico (e também no meu WhatsApp rs), o assunto que mais se fala é a proposta do MME para a reforma do setor elétrico, a MP 1.300/2025.  ⚠️ REFORMA DO SETOR: O QUE NÃO TE CONTARAM ⚠️ Sendo assim, resolvi colocar algumas informações importantes deste tema e que - diante do que posso chamar de "êxtase setorial" - talvez você não encontre tão fácil, por ai. Vamos lá... Número 1️⃣ - ESTA REFORMA EXISTE E TAMBÉM NÃO EXISTE Sim... isso mesmo que você leu rs No mundo legislativo, uma Medida Provisória tem força de lei somente enquanto tramita no Congresso. Ou seja, até que a proposta seja oficialmente aprovada e sancionada como lei, os itens que passam a valer após o prazo máximo da sua vigência (até 120 dias), simplesmente "NO ECZISTEM" como diria o saudoso Padre Quevedo rs Número 2️⃣ - O CONGRESSO QUE APROVA Ainda que a proposta foi publicada por MP e entrou valendo com força de lei imediatamente, ela terá força legal por 60 dias, podendo ser prorrogada por + 60 dias apenas. Neste prazo, o congresso (Câmara e Senado Federal) devem aprovar a MP como lei, caso contrário ela perde seus efeitos legais após o prazo e a "magia" acaba... Ou seja, o último "martelo" sobre esta reforma estará inevitavelmente nas mãos do Congresso Nacional. 🔨🔨🔨 Portanto meu amigo...  Se fosse pra dar uma sugestão de onde se devem concentrar os esforços no seguimento desta proposta de reforma do setor elétrico, eu colocaria na seguinte ordem: 📍Senado: Pautar a proposta para aprovação como lei no Senado Federal ➡️ Quem?  a)Presidente do Senado b)Presidente da Comissão de Infraestrutura  📍Câmara: Pautar a proposta para aprovação como lei na Câmara.  ➡️ Quem?  a) Presidente da Câmara  b) Presidente da Comissão de Minas e Energia  De qualquer forma.... CALMA rs Ainda tem muito "arco-íris" pra percorrer até chegar no "pote de ouro". ⚠️ REFORMA DO SETOR: O QUE NÃO TE CONTARAM ⚠️

  • Gargalo Verde: Licenciamento Ambiental Responde por 70% dos Atrasos em Linhas de Transmissão no Brasil

    Por EnergyChannel | Cobertura Especial de Infraestrutura Energética Brasília, 16 de julho de 2025 –  Em meio à corrida para expandir e modernizar o sistema elétrico brasileiro, o licenciamento ambiental  continua sendo o principal obstáculo para a construção de novas linhas de transmissão. Segundo levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) , 70% dos atrasos nos projetos de transmissão hoje têm origem em dificuldades na obtenção de licenças ambientais . Gargalo Verde: Licenciamento Ambiental Responde por 70% dos Atrasos em Linhas de Transmissão no Brasil O relatório da Aneel avaliou empreendimentos que somam um impacto direto de R$ 8,4 bilhões em Receita Anual Permitida (RAP)  – valor que remunera as empresas responsáveis pela construção e operação da infraestrutura. Embora 75% das obras estejam adiantadas ou no cronograma, o restante enfrenta entraves, sendo o meio ambiente o fator crítico. O Dilema da Transmissão no Brasil: Crescimento vs Licenciamento Com a transição energética ganhando velocidade, o Brasil precisa conectar rapidamente novas fontes renováveis – principalmente energia solar e eólica  – aos centros de consumo. Isso implica em centenas de quilômetros de novas linhas de transmissão cortando áreas sensíveis do território nacional. O problema é que, na prática, os trâmites para o licenciamento ambiental seguem lentos, burocráticos e, muitas vezes, imprevisíveis . As empresas enfrentam dificuldades para cumprir exigências e obter pareceres técnicos em tempo hábil, especialmente em regiões onde as linhas precisam cruzar áreas de preservação, terras indígenas ou reservas legais. O Impacto dos Atrasos O gargalo não afeta apenas as concessionárias de transmissão. O atraso em linhas estratégicas pode gerar desperdício de energia eólica e solar já instalada , pois impede o escoamento da produção para os consumidores. Além disso, essa morosidade aumenta o custo dos projetos e coloca em risco metas de expansão e descarbonização da matriz elétrica brasileira. Com a previsão de crescimento acelerado do mercado de renováveis, o risco de congestionamento elétrico  e perdas econômicas se torna cada vez mais real. Marco do Licenciamento Ambiental em Debate O tema ganhou novo fôlego com a discussão sobre o novo marco do licenciamento ambiental , que tramita no Congresso Nacional. Entidades do setor elétrico pressionam pela aprovação de regras mais claras e prazos mais objetivos, sem abrir mão da preservação ambiental, mas garantindo maior previsibilidade para os empreendedores. “Não se trata de flexibilizar a proteção ambiental, mas de garantir segurança jurídica e processos mais ágeis. Hoje há uma verdadeira loteria no licenciamento, e isso trava o desenvolvimento do setor”, comenta uma fonte do setor de transmissão ouvida pelo EnergyChannel . Cenário Atual: Dados da Aneel Receita analisada:  R$ 8,4 bilhões em RAP Obras adiantadas ou no cronograma:  75% Atrasos atribuídos ao licenciamento ambiental:  70% dos casos de atraso Esses números refletem um retrato da infraestrutura elétrica em 2025: um país que precisa crescer, mas ainda esbarra em processos regulatórios que não acompanharam a velocidade da demanda por energia limpa e segura. O Que Está em Jogo? Conexão de projetos renováveis:  As linhas de transmissão são o elo entre a geração solar e eólica e o consumo urbano e industrial. Segurança energética:  O atraso na expansão da malha de transmissão pode gerar apagões localizados ou necessidade de acionamento de fontes mais caras e poluentes. Cumprimento das metas climáticas:  O Brasil tem compromissos internacionais com a descarbonização e precisa de infraestrutura para isso. EnergyChannel – Onde o futuro da energia encontra a realidade da infraestrutura. Gargalo Verde: Licenciamento Ambiental Responde por 70% dos Atrasos em Linhas de Transmissão no Brasil

  • Fertilizantes no Radar: Petrobras Prepara Retomada das Fábricas do Nordeste e Reaquece o Setor

    Por EnergyChannel | Redação Nacional Bahia e Sergipe, 16 de julho de 2025 –  A cadeia de produção de fertilizantes no Brasil dá sinais claros de reativação. Depois de anos de paralisação e uma sequência de impasses contratuais, as unidades da Petrobras na Bahia e em Sergipe  estão prestes a retomar suas operações. A previsão é que as fábricas voltem a produzir até novembro deste ano, colocando fim a um hiato de quase dois anos na produção nacional desses insumos estratégicos para o agronegócio. Imagem ilustrativa: Fertilizantes no Radar: Petrobras Prepara Retomada das Fábricas do Nordeste e Reaquece o Setor A Petrobras já iniciou a análise das propostas para os serviços de manutenção  necessários à reativação das plantas, após a etapa de recebimento das cotações ser encerrada no último dia 4 de julho. Fertilizantes como Política de Estado O retorno da Petrobras ao setor de fertilizantes foi um compromisso assumido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva , em resposta à elevada dependência do Brasil dos produtos importados. Atualmente, o país importa quase a totalidade dos fertilizantes nitrogenados que consome, cenário que gera risco estratégico para o agronegócio nacional – setor que sustenta boa parte do PIB brasileiro. Com a reativação das unidades do Nordeste, a Petrobras estima que poderá atender até 50% da demanda interna de ureia , insumo essencial para a agricultura. Entenda o Histórico do Caso As fábricas de fertilizantes da Bahia e de Sergipe foram arrendadas em 2019 para a Unigel , durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. O contrato, com prazo inicial de dez anos, foi visto como alternativa para manter as plantas operando, mas o contexto mudou drasticamente após a guerra na Ucrânia. A partir de 2022, a alta global nos preços do gás natural – principal matéria-prima do processo – tornou as operações economicamente inviáveis. Como consequência, a Unigel paralisou as atividades e entrou em recuperação extrajudicial , encerrada no início deste ano. Em 2023, as partes chegaram a negociar um acordo de industrialização por encomenda (tolling) , onde a Petrobras forneceria gás e a Unigel operaria as fábricas, ficando a estatal com a comercialização dos produtos. O modelo, porém, foi suspenso após o Tribunal de Contas da União (TCU)  apontar falhas de governança e inconsistências contratuais. Agora, com a retomada sob nova gestão direta da Petrobras, as plantas devem voltar a operar com controle mais rígido e foco em suprir o mercado interno. Expansão Nacional: MS e PR Também na Mira Além da reativação das fábricas nordestinas, a Petrobras também está conduzindo licitações para retomar as obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN3) , em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul. As obras da planta – que estavam paradas desde 2014 – devem ser retomadas ainda em 2025, com previsão de início das operações em 2026. No Paraná , a Araucária Nitrogenados (Ansa)  também está no pacote de reativação. A unidade foi desativada em 2020 e faz parte do plano da Petrobras para recompor a produção nacional de fertilizantes. Por Que Isso Importa? O cenário atual evidencia a urgência de uma política energética e industrial alinhada à segurança alimentar do país . O Brasil, enquanto potência agroexportadora, não pode depender exclusivamente do mercado externo para garantir o fornecimento de fertilizantes. Além disso, o mercado de gás e a gestão das fábricas de fertilizantes voltam a ganhar relevância estratégica. Essa reestruturação da Petrobras no setor de fertilizantes também traz impactos importantes para: Redução da dependência externa do agronegócio Estabilidade de preços e menor exposição a crises internacionais Movimentação econômica regional, com geração de empregos e reativação da indústria local Fertilizantes no Radar: Petrobras Prepara Retomada das Fábricas do Nordeste e Reaquece o Setor

  • Para atender demanda de mercado e evitar a inversão de fluxo, SolaX Power lança inversor híbrido residencial de 7,5 kW

    A nova potência disponível para o X1-SPT permite flexibilidade ao consumidor e evita negativa de aprovação do projeto pela concessionária Crédito foto: SolaX Power Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power Desde que a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) publicou a Resolução Normativa n. 1.098/2024, que traz definições para a análise de inversão de fluxo de sistemas de Geração Distribuída, o mercado tem se movimentado para se adequar e evitar as negativas das concessionárias para esses projetos. E foi para atender a essa demanda que a SolaX Power traz ao mercado o inversor híbrido residencial X1-SPT de 7,5 kW. Esse produto está de acordo com o fast track, o qual estabelece que, para projetos de até 7,5 kW, não é necessária a análise de fluxo reverso. Essa modalidade dispensa os estudos de inversão de fluxo a pedido do consumidor, desde que a microgeração distribuída seja utilizada apenas para compensação na própria unidade consumidora. “Como as concessionárias estão alegando inversão de fluxo com cada vez mais frequência e, assim, negando pareceres de acesso, a ANEEL divulgou essa normativa para permitir que sistemas de menor porte conectem mais rapidamente. Nesse sentido, para projetos de até 7,5 kW de potência, a concessionária não pode negar o parecer de acesso ao cliente. Então, nesse cenário, há a certeza de que o sistema será aprovado pela concessionária de energia” , explica a gerente comercial da SolaX Power, Dieny Melo . Além de atender a essa demanda que facilita a aprovação dos projetos, o X1-SPT de 7,5 kW, “também é uma ampliação de portfólio da SolaX, que disponibilizada apenas o produto de 6 kW homologado. Assim, é possível garantir mais flexibilidade aos projetos dos clientes”. Sobre o X1-SPT de 7,5 kW Este é um produto com dois períodos de carga disponíveis, com saída EPS (Energia de Backup/Emergência) de 127/220V, o que garante o fornecimento de energia de emergência a cargas críticas, caso ocorra uma falha na rede elétrica, bem como tempo de comutação menor do que 20 milisegundos, o que é essencial para que o inversor converta a corrente contínua (CC) em corrente alternada (CA) de forma eficiente e com menor perda de energia. Além disso, aceita 50% de overload por 10 segundos, ou seja, é um modelo que pode lidar com uma potência de carga 50% maior do que sua potência de saída nominal. “Este é um aprimoramento importante, já que a última versão era apenas 20% por 60 segundos”, explica o engenheiro Marcelo Niendicker. A normativa de segurança e prevenção de incêndios AFCI (Arc Fault Circuit Interrupter) está em vigor no Brasil desde 10 de dezembro de 2024, por isso vale destacar que o X1-SPT está pronto para o AFCI . Ademais, o modelo possui adaptabilidade flexível, com corrente de entrada máxima para os painéis solares de 18 A, o que é compatível com painéis solares de alta potência. “Este lançamento da SolaX também armazena o excedente de energia fotovoltaica na bateria. E a baixa tensão de partida do MPPT aumenta o tempo de funcionamento do inversor, além de estar pronto para a função de gerador, em caso de falha na rede da concessionária” , explica o engenheiro. Sobre a SolaX Power  - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Para atender demanda de mercado e evitar a inversão de fluxo, SolaX Power lança inversor híbrido residencial de 7,5 kW

  • Bandeira Vermelha em Meio à Abundância: O Que Está por Trás da Decisão?

    Por Daniel Lima - ECOnomista Bandeira Vermelha em Meio à Abundância: O Que Está por Trás da Decisão? Cenário Atual: Reservatórios em Alta, mas a Conta Subiu O Brasil vive um momento aparentemente confortável no setor elétrico. A Capacidade de Armazenamento de Energia nos reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN) estão próximos de 70%, com destaque para o subsistema Sudeste/Centro-Oeste (65%), responsável por cerca de 70% da capacidade de armazenamento nacional. Mesmo assim, julho marca o segundo mês consecutivo sob bandeira vermelha, com um custo adicional de R$ 4,46 por 100 kWh na conta do consumidor. O Futuro é Seco? Projeções Climáticas Preocupam Apesar do bom volume atual, previsões do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) indicam chuvas abaixo da média para os próximos meses. O período seco, que se estende até setembro, impõe riscos à capacidade de recuperação dos reservatórios e à disponibilidade de energia nos horários de pico, principalmente à noite, quando as fontes solares e eólicas não suprem a demanda. Termelétricas em Ação: Uma Escolha Técnica ou Emergencial? O acionamento das termelétricas, fora dos leilões regulares e por vias não convencionais, acende o alerta. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) defende que a decisão garante segurança energética diante da limitação de potência no sistema, não falta de energia em si, mas da capacidade de entregá-la nos momentos críticos. Está Se Fazendo Caixa com as Bandeiras? Embora não haja confirmação oficial de um movimento deliberado de "fazer caixa", a manutenção da bandeira pode indicar prudência financeira frente a um segundo semestre desafiador. O setor enfrenta pressões de equilíbrio orçamentário, inclusive com a possível criação de novos encargos como o ECR (Encargo de Complemento de Recursos), voltados a cobrir excedentes da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). O Que Mais Pode Estar em Jogo? Diversas medidas em curso revelam um quadro mais complexo: - Suspensão de leilões de reserva por decisões judiciais; - Extensão de regimes emergenciais até 2026; - Sinalização de retorno do horário de verão como medida de alívio de demanda; - Discussões sobre modelagem de preços para geração distribuída. Esses elementos sugerem um setor em transição delicada, onde decisões pontuais se entrelaçam com desafios estruturais e regulatórios. Bandeira Vermelha em Meio à Abundância: O Que Está por Trás da Decisão?

  • Água, Energia e Clima: Um equilíbrio que precisamos resguardar! 

    Por Alessandra Torres - 15/07/25  O mundo atravessa um momento ímpar: Transição Energética intimamente ligada à Transição Climática. São muitos os níveis e atingem a todos os setores. Água, Energia e Clima: Um equilíbrio que precisamos resguardar! A água, a energia e o clima formam um tripé fundamental para o um bom andamento da sociedade e a sustentabilidade do planeta. Esses três elementos estão profundamente interligados: a geração de energia hidrelétrica depende da disponibilidade de água, a escassez hídrica ou grande pluviosidade localizada em determinada região são agravadas pelas mudanças climáticas e o uso intensivo de energia contribui para o aquecimento global. Compreender e equilibrar essa relação é um dos maiores desafios do nosso século.  Diante desse cenário, a reservação de água ganha papel estratégico. Os reservatórios das usinas hidrelétricas funcionam como grandes “caixas d’água”, permitindo o armazenamento de volumes significativos nos períodos chuvosos para garantir a geração de energia nos meses de seca. No entanto, com as mudanças climáticas provocando eventos extremos, o planejamento e a gestão eficiente desses reservatórios são fundamentais e imprescindíveis.  A água é um dos recursos naturais mais valiosos para a vida no planeta. Ela está presente em todos os aspectos do nosso cotidiano, seja para beber, produzir alimentos, gerar energia ou manter o equilíbrio dos ecossistemas. Diante disso, a reservação da água se torna uma estratégia essencial para garantir sua disponibilidade em quantidade e qualidade adequadas, especialmente em tempos de escassez, estiagens prolongadas e mudanças climáticas.  No Brasil, cerca de 60% da eletricidade vem de usinas hidrelétricas, que utilizam a força da água para gerar energia, sendo a espinha dorsal do nosso Setor. Esse modelo, muito mais limpo do que os alicerçados em combustíveis fósseis, é vulnerável a longos períodos de seca e variações no regime de chuvas, fenômenos que têm se tornado mais frequentes e intensos devido às mudanças climáticas. Além disso, a reservação é fundamental para o controle de cheias e enchentes, contribuindo com a segurança de comunidades urbanas e rurais. Ela também permite maior autonomia hídrica em regiões que enfrentam estiagens periódicas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da população.  A escassez de água afeta não só o setor elétrico, mas compromete vários usos que estão interligados. Vai de abastecimento humano, produção agrícola, navegação, atividades industriais e a preservação dos ecossistemas. E, quando há necessidade de acionar usinas termelétricas para suprir a falta de energia hídrica, pois energia firme só há essas opções, há aumento no consumo de combustíveis fósseis, ampliando as emissões de gases de efeito estufa, agravando o próprio problema climático bem como impactando diretamente a tarifa de energia dos consumidores.  Diante disso, torna-se urgente investir em políticas públicas integradas, que considerem a gestão eficiente dos recursos hídricos, a diversificação da matriz energética com fontes renováveis como solar e eólica que tenham na mesma medida mais hidrelétricas como suas baterias naturais e seguras e estratégias de adaptação aos efeitos do clima. Além disso, é essencial promover o uso consciente da água e da energia, tanto por parte dos governos quanto da sociedade civil.  Garantir o equilíbrio entre água, energia e clima não é apenas uma meta ambiental é uma condição para a segurança, a economia e a qualidade de vida das futuras gerações. Água, Energia e Clima: Um equilíbrio que precisamos resguardar!

  • 30 anos de mercado livre: varejista é um salto em participação no mercado

    O mercado livre de energia está completando 30 anos, desde a Lei 9.074/1995 . Vamos relembrar que no começo, era um ambiente voltado para grandes consumidores. Com o tempo, acabamos tendo mudanças, aberturas que foram mais graduais, até chegarmos hoje aonde a alta tensão tem total liberdade. Lógico, algumas questões tiveram que ser impostas, ao olharmos uma abertura total de alta tensão, para cargas com demanda contratada menor que 500 kW (desde que sem usar processo de comunhão), migra somente com a figura do comercializador varejista. Esse ponto ajudou a destravar a entrada de pequenas e médias (PMEs) empresas no mercado livre, algo que temos visto crescer com força nos últimos anos. Para entender esse avanço, acabei levantando dados do InfoMercado Quinzenal da CCEE , entre fevereiro de 2024 e junho de 2025. Apesar de pequenas variações por conta das datas dos relatórios, temos um ótimo ritmo. Os dados foram extraídos daqui: https://www.ccee.org.br/web/guest/dados-e-analises/mercado-quinzenal O consumidor cresce em números no mercado livre de energia. Crescimento entre junho/24 e junho/25: Comercializador Varejista: +241,17% (+23.683 cargas) Autoprodutor: +33,90% (+60 cargas) Consumidor Especial: +23,32% (+5.578 cargas) Consumidor Livre: +1,93% (+273 cargas) No total, o mercado livre cresceu 61,54% nesse período, com 29.594 novas cargas . E não tem como negar que o potencial do varejista é o grande responsável por puxar esse número. Comparando fevereiro a junho: 2024: +6.091 cargas (+14,50%) 2025: +8.155 cargas (+11,73%) Evolução de Cargas Mercado Livre de Energia (Fonte: do Autor com dados CCEE) 2025 mantém um grande ritmo e começamos crescendo muito bem, agora olhando o acumulado de janeiro a junho/25, o crescimento foi de 10.244 cargas, um avanço de 15,19% no ano. Se olharmos cada comercializador e como estão operando notamos algumas tendências de redução no ritmo, mas nada que trave o mercado. Ainda temos muitas migrações para serem feitas. Rampas de crescimento mensais (fev/24 a jun/25): Comercializador Varejista: +1.767 cargas/mês Total do mercado: +2.230 cargas/mês ( 80% disso é responsabilidade do varejista ) Consumidor Especial: +430 cargas/mês Consumidor Livre: +28 cargas/mês Autoprodutor: +4,6 cargas/mês Esses dados demonstram como o modelo varejista virou protagonista na entrada de novos consumidores. Os demais ainda têm presença relevante, mas em outro ritmo. O varejista deixou de ser uma tendência. Ele é a realidade atual do nosso mercado. O mercado livre está se moldando para atender todos os perfis e isso inclui dar espaço real para os pequenos, pequenos que muitas vezes não tem a percepção de entender sobre energia. O mercado com expansão acaba tendo maior concorrência, ganhamos com melhorias nos modelos de contratação, e isso vai sendo um aprendizado para uma abertura total com a baixa tensão. A abertura da baixa tensão em 2027 pode trazer um novo salto. O número de unidades elegíveis será muito maior, e o mercado vai precisar responder com soluções práticas, produtos simples e muita clareza. Gosto muito de pensar no ponto de educar o consumidor, trazer mais informações em todos os locais. Vamos precisar melhorar cada vez mais a fala visto que daqui para frente o tipo de cliente ideal, como o marketing gosta de falar do ICP, vai ter diferenças e não tem como manter o mesmo ritmo. Sem falar de um volume que vai competir com energia solar e demais questões envolvidas de mercado. A evolução está em curso. E o futuro, cada vez mais livre, está logo ali. Como você enxerga o papel do varejista nos próximos dois anos? Já está preparado para a baixa tensão em 2027? Sobre o autor Felipe Figueiró  é engenheiro eletricista, com dois MBAs focados em inovação, liderança e inteligência de mercado. Atua há mais de 11 anos no setor elétrico e tem como visão transformar dados em estratégias inteligentes e eficientes. 30 anos de mercado livre: varejista é um salto em participação no mercado

  • TECNOLOGIA BRITÂNICA REVOLUCIONA ARMAZENAMENTO DE ENERGIA COM SISTEMA INTELIGENTE DE BALANCEAMENTO DE BATERIAS

    Por EnergyChannel | Redação Publicado em 16 de julho de 2025 Uma inovação tecnológica desenvolvida no Reino Unido promete transformar o mercado global de armazenamento de energia, aumentando significativamente a vida útil e a eficiência de sistemas de baterias. Em entrevista exclusiva ao EnergyChannel, executivos da Real Power e Palmer Energy revelaram como sua tecnologia patenteada de balanceamento ativo de células está superando um dos principais desafios da transição energética global. Tecnologia de balanceamento célula a célula amplia vida útil das baterias O diferencial competitivo da tecnologia desenvolvida pela Real Power, uma spin-off universitária britânica, está na capacidade de gerenciar individualmente cada célula de bateria, em vez do tradicional balanceamento de pacotes inteiros. Este avanço permite que o sistema utilize seções individuais da bateria proporcionalmente ao seu estado de saúde. "Nossa tecnologia patenteada impede que pontos fracos, células individuais debilitadas, limitem a quantidade de energia que se pode extrair da bateria ou reduzam sua vida útil", explica o executivo da Real Power. "Este é o verdadeiro avanço que nos permite melhorar as baterias de forma que durem mais, possam ser usadas mais intensivamente e se tornem mais confiáveis." O resultado prático desta inovação é impressionante: enquanto o padrão da indústria oferece garantias de 8 a 10 anos para sistemas de armazenamento, a tecnologia da Real Power permite estender este período para 20 anos ou mais, alinhando-se com a vida útil de projetos solares. Parceria estratégica combina expertise britânica e chinesa A parceria entre Real Power e Palmer Energy representa uma abordagem híbrida que capitaliza as forças de diferentes mercados globais. Enquanto a China é reconhecida pela fabricação de células de alta qualidade e baixo custo, o Reino Unido contribui com expertise em software e segurança de dados. "Temos que olhar para a tecnologia através de duas lentes principais: hardware e software", destaca um dos executivos entrevistados. "Para o hardware, utilizamos células de altíssima qualidade, e sabemos que a China é líder quando se trata de fabricação de células e baterias de íon-lítio." No entanto, para o componente de software, descrito como "o cérebro do sistema", a empresa adota uma abordagem diferente. "Todo nosso software é desenvolvido e todos os dados são armazenados no Reino Unido", enfatiza o executivo, reconhecendo a sensibilidade em torno da segurança de dados em mercados ocidentais. Mercado britânico como plataforma de lançamento O Reino Unido foi escolhido como mercado inicial para a tecnologia devido à sua abertura para soluções de flexibilidade elétrica. "O mercado britânico é bastante aberto para a flexibilização da eletricidade, permitindo a alternância entre baterias e aproveitando diretamente as vantagens que obtemos do Reino Unido" , explica o representante da Palmer Energy. A estratégia de expansão já contempla outros mercados, incluindo Europa Ocidental e Estados Unidos, onde há interesse crescente em tecnologias avançadas de armazenamento de energia. Contribuição para a transição energética global O impacto desta tecnologia na aceleração da transição energética global é multifacetado. Ao prolongar significativamente a vida útil das baterias e melhorar sua confiabilidade, a solução permite maior retorno sobre investimento e reduz a pegada ambiental dos sistemas de armazenamento. "Você precisa de muito armazenamento para complementar toda a geração de energia renovável instalada" , contextualiza o executivo. "Nossa tecnologia representa uma contribuição significativa para tornar isso mais viável, tanto financeiramente quanto ambientalmente, pois você precisa de menos baterias para o mesmo propósito." A redução da necessidade de substituição frequente de baterias é particularmente relevante considerando que estes dispositivos têm uma grande pegada ambiental em sua fabricação. Minimizar seu uso e estender sua vida útil alinha-se com objetivos de sustentabilidade mais amplos. Desafios regulatórios em mercados globais A expansão internacional da tecnologia enfrenta diversos desafios regulatórios, particularmente em relação à certificação e padrões de segurança. "Há uma quantidade crescente de padrões e regulamentos surgindo em diferentes regiões do mundo - Europa, EUA, China, Austrália", explica o executivo da Real Power. "Garantir a conformidade com todos os padrões regionais é um desafio que exige parcerias fortes." A cibersegurança emerge como outro desafio regulatório significativo, especialmente na interface entre mercados ocidentais com requisitos rigorosos e fornecedores de baterias predominantemente asiáticos. "É uma fonte potencial de conflito ou incompatibilidade de requisitos", reconhece o executivo. "É aí que podemos ajudar na Real Power, criando software inteiramente projetado no Reino Unido, segundo padrões britânicos, que pode ser combinado com hardware de alta qualidade e menor custo, sem causar problemas de cibersegurança." Colaboração com instituições de pesquisa Como spin-off universitária, a Real Power mantém estreita colaboração com projetos financiados nacionalmente e instituições de pesquisa como a Universidade de Oxford. "Nos beneficiamos muito no Reino Unido de financiamentos para estes projetos e de colaborações com institutos financiados nacionalmente", destaca o executivo. Estas parcerias acadêmicas e institucionais têm sido fundamentais para o desenvolvimento contínuo da tecnologia e sua adaptação para aplicações comerciais em escala global. Perspectivas para o mercado de armazenamento de energia A inovação chega em momento oportuno para o mercado global de armazenamento de energia, que enfrenta desafios de escalabilidade, custo e sustentabilidade. Ao alinhar a vida útil das baterias com a de projetos solares, a tecnologia remove um importante obstáculo para a adoção mais ampla de sistemas integrados de energia renovável. "Esta é uma mudança transformadora para sistemas de armazenamento de energia", conclui o especialista em transição energética do EnergyChannel. "A capacidade de estender significativamente a vida útil das baterias, melhorar sua confiabilidade e reduzir custos operacionais pode acelerar substancialmente a implementação de soluções de armazenamento em escala global." Para o mercado brasileiro, que tem experimentado rápido crescimento em energia solar distribuída, tecnologias que otimizam o desempenho e prolongam a vida útil de sistemas de armazenamento representam uma oportunidade significativa para aumentar o retorno sobre investimento e a confiabilidade de instalações solares residenciais e comerciais. --- EnergyChannel é o principal canal de notícias especializado em energia, sustentabilidade e transição energética, com cobertura global e análises aprofundadas sobre as transformações do setor energético. TECNOLOGIA BRITÂNICA REVOLUCIONA ARMAZENAMENTO DE ENERGIA COM SISTEMA INTELIGENTE DE BALANCEAMENTO DE BATERIAS

  • MERCADO GLOBAL DE PETRÓLEO MAIS APERTADO DO QUE PARECE, ALERTA AIE

    Por EnergyChannel | Redação Publicado em 16 de julho de 2025 O mercado global de petróleo pode estar significativamente mais apertado do que os números de oferta e demanda sugerem, segundo análise da Agência Internacional de Energia (AIE) divulgada em seu mais recente relatório mensal. Apesar das projeções indicarem um superávit técnico, indicadores de preço e comportamento do mercado apontam para uma realidade mais complexa, com implicações importantes para o setor energético mundial. MERCADO GLOBAL DE PETRÓLEO MAIS APERTADO DO QUE PARECE, ALERTA AIE Demanda desacelera, mas refinarias intensificam processamento De acordo com a AIE, o crescimento da demanda global por petróleo deve desacelerar para apenas 700 mil barris por dia (bpd) em 2025, o ritmo mais lento desde 2009, excluindo-se o ano de 2020 marcado pela contração devido à pandemia de Covid-19. Esta projeção contrasta significativamente com a estimativa da OPEP, que prevê um crescimento de 1,3 milhão de bpd - quase o dobro do número apresentado pela agência sediada em Paris. "Estamos observando uma transformação estrutural no padrão de consumo global de petróleo, com a transição energética avançando mais rapidamente em determinadas regiões", explica Alexandre Monteiro, analista-chefe do EnergyChannel. " A AIE tradicionalmente apresenta projeções mais conservadoras para a demanda, refletindo sua visão de uma descarbonização mais acelerada da economia global. " Paralelamente, a agência destaca que as taxas de processamento das refinarias aumentarão em 3,7 milhões de bpd entre maio e agosto para atender à demanda sazonal de viagens no hemisfério norte. Adicionalmente, a duplicação do uso de petróleo bruto em refinarias para geração de energia, chegando a aproximadamente 900 mil bpd - principalmente para atender necessidades de ar-condicionado - contribuirá para um maior aperto no mercado. Oferta cresce, mas não alivia tensões no mercado físico A AIE revisou para cima sua previsão de oferta global, projetando um aumento de 2,1 milhões de bpd este ano, 300 mil bpd acima da estimativa anterior. Para 2026, a agência prevê um crescimento da oferta de 1,3 milhão de bpd, enquanto a demanda deve aumentar em 720 mil bpd, 20 mil bpd abaixo da projeção anterior. MERCADO GLOBAL DE PETRÓLEO MAIS APERTADO DO QUE PARECE, ALERTA AIE Apesar destes números sugerirem um superávit considerável, a AIE enfatiza que "indicadores de preço apontam para um mercado físico de petróleo mais apertado do que o sugerido pelo expressivo superávit em nossos balanços." Entre os indicadores que sustentam esta análise, a agência cita: - Fortes margens de refino, que normalmente se contraem em cenários de abundância - Estrutura de mercado em backwardation acentuada (petróleo para entrega imediata negociado com prêmio sobre contratos futuros) - Reação limitada dos preços ao anúncio de aumento de produção da OPEP+ "A decisão da OPEP+ de acelerar ainda mais a suspensão dos cortes de produção não moveu os mercados de maneira significativa, dado o aperto nos fundamentos", afirmou a agência em seu relatório mensal. Fatores sazonais intensificam dinâmica de mercado O período de verão no hemisfério norte tradicionalmente impulsiona a demanda por combustíveis, com mais pessoas viajando de avião e carro durante as férias. Este padrão sazonal, combinado com maior necessidade de geração de energia para sistemas de ar-condicionado, cria um cenário de aperto temporário no mercado. "Estamos observando uma dinâmica interessante onde os dados macroeconômicos sugerem abundância, mas os indicadores operacionais e de preço revelam um mercado muito mais equilibrado ou até mesmo apertado" , analisa Fernanda Campos, especialista em mercados energéticos do Instituto de Estudos Estratégicos em Energia (IEEE). Esta aparente contradição reflete a complexidade do mercado global de petróleo, onde fatores geopolíticos, logísticos e sazonais frequentemente superam as simples equações de oferta e demanda. Impacto das tarifas comerciais ainda incerto A AIE também abordou o potencial impacto das recentes tensões comerciais globais, observando que "embora possa ser muito cedo para dizer que as tarifas estão desacelerando a demanda, os maiores declínios nos dados recentes foram em países na 'linha de fogo da turbulência tarifária'", citando especificamente China, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos e México. Esta observação sugere que as crescentes barreiras comerciais podem estar começando a afetar o consumo de energia em economias-chave, potencialmente contribuindo para a desaceleração projetada na demanda global por petróleo. Perspectivas para o restante de 2025 O relatório da AIE se alinha com declarações recentes de ministros de países da OPEP e executivos de grandes petroleiras ocidentais, que argumentam que os aumentos de produção não estão levando a maiores estoques, indicando que os mercados continuam ávidos por mais petróleo. "O mercado está enviando sinais mistos, mas a tendência de fundo aponta para um equilíbrio mais delicado do que os números agregados sugerem" , conclui Monteiro. "Produtores, refinadores e consumidores precisam estar atentos a esta dinâmica, pois a volatilidade pode aumentar nos próximos meses." Para investidores e participantes do mercado energético, a mensagem da AIE serve como um lembrete da importância de olhar além dos números brutos de oferta e demanda, considerando também indicadores de mercado físico e padrões sazonais que podem ter impacto significativo nos preços e na disponibilidade de petróleo. O EnergyChannel continuará monitorando de perto os desenvolvimentos no mercado global de energia, trazendo análises aprofundadas e atualizações sobre as tendências que moldam o futuro do setor. MERCADO GLOBAL DE PETRÓLEO MAIS APERTADO DO QUE PARECE, ALERTA AIE EnergyChannel é o principal canal de notícias especializado em energia, sustentabilidade e transição energética, com cobertura global e análises aprofundadas sobre as transformações do setor energético. MERCADO GLOBAL DE PETRÓLEO MAIS APERTADO DO QUE PARECE, ALERTA AIE

  • CCEE Inicia Nova Era no Mercado Livre de Energia com Migração Simplificada Via API

    EnergyChannel | Redação Especial A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) acaba de concluir as primeiras operações utilizando o modelo de migração simplificada para o varejo no Mercado Livre de Energia. A iniciativa marca um passo decisivo na digitalização do setor e promete facilitar o acesso de pequenas e médias empresas ao ambiente de contratação livre, segmento que cresce de forma exponencial no Brasil. CCEE Inicia Nova Era no Mercado Livre de Energia com Migração Simplificada Via API A inovação central do novo processo está na adoção de tecnologia via APIs (Interface de Programação de Aplicações) , que permite automatizar diversas etapas burocráticas da migração. Essa digitalização reduz prazos, elimina a necessidade de intermediários e torna mais ágil a entrada de consumidores no mercado livre. Mercado Livre de Energia em expansão Nos últimos anos, o Mercado Livre de Energia passou por uma verdadeira revolução. Com a ampliação do acesso e a queda nas barreiras regulatórias, empresas de todos os portes passaram a buscar alternativas mais flexíveis e sustentáveis para o fornecimento de energia. A nova solução da CCEE potencializa essa transformação, ao simplificar a jornada do consumidor que deseja sair do mercado cativo e migrar para o ambiente livre. Segundo a CCEE, o sistema automatizado é capaz de realizar o trâmite de autorização e cadastro de forma digital, reduzindo significativamente o tempo de processamento. Antes, esse processo podia levar meses. Agora, com o modelo simplificado, o procedimento é mais rápido, transparente e seguro. Desburocratização para democratizar o acesso O objetivo da CCEE é claro: democratizar o acesso ao mercado livre de energia , permitindo que pequenas e médias empresas possam negociar diretamente com comercializadoras e obter melhores condições de preço, previsibilidade de custos e acesso a energia limpa e renovável. Com o apoio da tecnologia API-first , o sistema elimina redundâncias e reduz a quantidade de documentos físicos e trocas de e-mails entre as partes envolvidas. A inovação também facilita a integração com as plataformas digitais das comercializadoras de energia e agentes varejistas. Avanço estratégico para a modernização do setor O movimento faz parte de uma agenda mais ampla de modernização do setor elétrico, alinhada com as diretrizes do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A expectativa do mercado é que, com essa evolução tecnológica, a adesão ao Mercado Livre cresça ainda mais nos próximos anos. O modelo simplificado de migração  é, portanto, um passo importante na transição para um mercado mais dinâmico e competitivo, com benefícios claros para consumidores e para o fortalecimento da economia de baixo carbono no Brasil. CCEE Inicia Nova Era no Mercado Livre de Energia com Migração Simplificada Via API

  • Integrar sistemas fotovoltaicos ao projeto arquitetônico é um aliado para a valorização do imóvel

    “É importante que os equipamentos tenham uma boa aparência e bom acabamento, já que ficam expostos. Caso contrário, se não tiver um design bonito, pode desvalorizar o projeto” Foto: Crédito, SolaX Power Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa SolaX Power Com a conta de energia pesando cada vez no orçamento familiar, aliado às instabilidades na rede elétrica da concessionária, aumenta o desejo dos consumidores por soluções que proporcionem economia e segurança energética. Ademais, os preços dos equipamentos fotovoltaicos e de armazenamento de energia têm apresentado tendência de queda, o que motiva a procura por esses equipamentos no Brasil. Nesse cenário, aos poucos, os sistemas fotovoltaicos e de armazenamento, que costumam ser implantados com o imóvel já pronto, começam a se integrar ao projeto arquitetônico, o que pode trazer muitas vantagens aos proprietários. De acordo com a arquiteta Cláudia Lima de Castro Chagas , profissional que atua no mercado há mais de 20 anos, integrar um sistema fotovoltaico ao projeto permite calcular a capacidade do sistema, definir a quantidade de peças necessárias e, dessa forma, elaborar o projeto de cobertura adequado para agregar esse sistema sem prejudicar a estética. Segundo a profissional, ainda não é a maioria que integra o sistema fotovoltaico já no projeto, em grande parte, pelo custo com os equipamentos. Contudo, ela acredita que o alto custo da energia elétrica, que está com a taxação mais alta (bandeira vermelha), aliado à redução do preço dos equipamentos - que deve cair pela metade até 2030, segundo pesquisa da consultoria Greener, deve motivar a tendência de alta na implantação desses sistemas.  “A obra em si já tem um valor alto e, por isso, o cliente sempre deixa para depois a implantação do sistema fotovoltaico. Porém, quando a conta de energia chega, eles decidem investir”, pontua Cláudia. Vale destacar que agregar o sistema fotovoltaico e de armazenamento de energia ao projeto arquitetônico pode trazer várias vantagens. “A implantação já no projeto permite que seja possível definir a infraestrutura do sistema e incluir os pontos no projeto executivo, evitando, posteriormente, a passagem externa de tubulações”. A arquiteta também ressalta que o design dos equipamentos é um fator essencial na escolha. “É importante que os equipamentos tenham uma boa aparência e bom acabamento, já que ficam expostos. Caso contrário, se não tiver um design bonito, pode desvalorizar o projeto”, enfatiza. E completa: “Os sistemas fotovoltaicos podem valorizar demais o imóvel. A economia de energia nas casas mais antigas, que usam o chuveiro elétrico, ou mais modernas, com o uso de boiler, é enorme e, por isso, o investimento é muito vantajoso”. O design diferenciado dos equipamentos dos sistemas híbridos de armazenamento de energia, os quais aliam, aos painéis solares, as baterias e inversores (equipamentos que são instalados dentro do imóvel), torna-se uma característica essencial para sejam integrados e contribuam para a estética dos ambientes bonitos. E essa é uma preocupação da SolaX Power, uma das maiores fabricantes globais de baterias e inversores híbridos para armazenamento de energia. “A SolaX sempre se preocupou em não apenas levar as mais modernas e eficientes soluções tecnológicas ao mercado, mas também em desenvolver produtos com design diferenciado, que possam se integrar à ambientação do imóvel” , explica a gerente comercial da SolaX Power no Brasil, Dieny Melo. “Vale destacar que a implementação de um sistema de armazenamento com baterias em apartamentos oferece vantagens significativas, como maior autonomia energética e redução na conta (aderindo à tarifa branca, por exemplo). Mesmo com algumas particularidades, como a necessidade de adequação às regras do condomínio, soluções compactas e eficientes tornam a instalação viável. Optar por baterias de tamanho reduzido e alta capacidade garante o aproveitamento da energia sem ocupar espaço interno. Além disso, sistemas modernos são silenciosos, seguros e podem ser integrados formando redes inteligentes, assegurando economia e sustentabilidade mesmo em ambientes urbanos. Para quem busca segurança energética e redução de custos, essa é uma alternativa inteligente e adaptável às limitações de um apartamento” , explica o engenheiro Marcelo Niendicker. Já no caso de residência, as vantagens são o espaço para instalação dos painéis e baterias e o autoconsumo direto, o que garante a redução imediata na conta de luz. “Porém, é importante avaliar se o sistema cobrirá o consumo, pensar nas baterias LFP - conhecidas pela sua segurança, longa vida útil e alta densidade de energia - para realizar os backups e suprir noites ou quedas de energia e a instalação do inversor híbrido, que permite utilizar tanto a energia da rede, como do sistema de painéis e baterias”, explica. Sobre a SolaX Power  - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Integrar sistemas fotovoltaicos ao projeto arquitetônico é um aliado para a valorização do imóvel

  • Com energia renovável gerada pela Auren, VR Energia foca em ampliar a base de mais de 180 clientes na migração para o mercado livre do PR e RS

    VR Energia já gerou para seus clientes uma economia superior a R$ 33 milhões e evitou a emissão de mais de 12 mil toneladas de CO₂. Com energia renovável gerada pela Auren, VR Energia foca em ampliar a base de mais de 180 clientes na migração para o mercado livre do PR e RS   Brasil, 15 de julho de 2025 - Entre os meses de janeiro e maio de 2025, a CCEE migrou para o mercado livre quase 12 mil consumidores, volume que representa um salto de 33,3% se comparado ao mesmo período do ano passado. Ao todo, já são 76.673 unidades consumidoras nesse ambiente em que é possível escolher o próprio fornecedor, o tipo de fonte, comprar energia sob demanda e negociar livremente prazos e modelos de contrato, condições que garantem um atendimento personalizado, além da possibilidade de economia. A grande maioria desses novos consumidores é formada por pequenas e médias empresas, como escritórios, padarias, farmácias e supermercados. Entretanto, para empresas elegíveis (grupo A e com custo energético acima de R$ 5 mil mensais), o presente momento configura uma janela de oportunidade única. Até o final de 2025, ainda será possível migrar e garantir o benefício do subsídio tarifário atual, assegurando custos mais competitivos e protegendo-se contra reajustes tarifários expressivos no futuro. Com energia renovável gerada pela Auren, VR Energia foca em ampliar a base de mais de 180 clientes na migração para o mercado livre do PR e RS   A VR Energia, comercializadora de energia no mercado livre é parceira oficial da Auren Energia, terceira maior geradora do país com produção de energia 100% renovável e líder em comercialização no mercado brasileiro. Essa colaboração reforça o compromisso de ambas as empresas em promover a transição para uma matriz energética mais sustentável, eficiente e responsável. Viviane Rosa, CEO da VR Energia, comenta sobre a importância dessa parceria: “Nosso relacionamento com a Auren Energia fortalece nossa missão de oferecer soluções energéticas inovadoras, sustentáveis e personalizadas. A união com uma líder em geração de energia renovável nos permite oferecer aos nossos clientes um diferencial competitivo, alinhado às demandas do mercado por práticas mais responsáveis e ambientalmente conscientes. Essa parceria é um passo importante para consolidar a transição energética no Brasil e ampliar o acesso a fontes limpas de energia.”   A CEO da VR Energia também destaca a importância diante desse novo marco regulatório para as empresas que não podem perder essa oportunidade, pois uma coisa é certa: “o momento de migrar para o mercado livre de energia é agora. Ao optar pelo mercado livre de energia não se limita ao atrativo financeiro do subsídio. Trata-se de um ambiente em que o consumidor ganha autonomia para escolher seu fornecedor, negociar contratos conforme o perfil do seu consumo e adotar práticas mais sustentáveis, como a aquisição de energia renovável. Essas vantagens estratégicas podem auxiliar empresas a reduzir a exposição à inflação energética e reforçar seu posicionamento sustentável, um diferencial cada vez mais relevante no mundo dos negócios”. Com energia renovável gerada pela Auren, VR Energia foca em ampliar a base de mais de 180 clientes na migração para o mercado livre do PR e RS Seja para indústrias, grandes consumidores de energia, ou mesmo empresas da Região Sul em crescimento, a migração para o mercado livre agora pode definir a competitividade de seus negócios nos próximos anos. Postergar essa decisão pode resultar não apenas em custos maiores a partir de 2026, mas também na perda de autonomia sobre a gestão energética — um fator essencial para empresas que buscam modernizar suas operações. A economia também se apresenta como um benefício concreto. De acordo com estudos do setor, é possível reduzir até 35% da conta de luz, dependendo do perfil de consumo e do contrato estabelecido. Viviane ainda ressalta que: “Mesmo com a atualização das regras, o mercado livre seguirá sendo uma ferramenta indispensável para proporcionar economia e flexibilidade às empresas. Contudo, quem tomar a iniciativa de migrar agora terá a oportunidade de se beneficiar de custos reduzidos e da segurança de estar inserido em um modelo mais moderno, competitivo e sustentável”.    Com mais de três anos atuando no mercado livre de energia, a VR Energia já auxiliou mais de 180 empresas gaúchas, catarinenses e paranaenses na adoção de fontes de energia mais limpas, gerando uma economia total superior a R$ 33 milhões e evitando aproximadamente 12 mil toneladas de CO₂ até o momento. “Essa redução reforça o compromisso das empresas com sustentabilidade e responsabilidade social, alinhando suas operações à transição para fontes renováveis. Além de melhorar a imagem corporativa perante consumidores, investidores e stakeholders, a iniciativa contribui para a diminuição da pegada de carbono, possibilitando a obtenção de certificações internacionais como GRI, ISO 14001 e CDP, demonstrando transparência e responsabilidade ambiental", diz Viviane.   Esses resultados também reforçam o papel da companhia como uma das principais facilitadoras da transição energética sustentável no Brasil. Segundo a CEO da VR Energia, “a abertura do mercado livre é uma oportunidade única para as empresas não apenas reduzirem despesas, mas também fortalecerem seu compromisso com a sustentabilidade. Estamos muito satisfeitos com o impacto que essa mudança vem trazendo para nossos clientes e para o meio ambiente pois não queremos ser apenas uma comercializadora de energia e sim uma parceira de negócios para as empresas do Sul. Com o mercado livre, nossos clientes podem negociar contratos mais flexíveis, com preços mais competitivos e fontes de energia mais limpas, como solar e eólica. Atendemos desde supermercados, condomínios até indústrias de grande porte, e estamos confiantes de que, nos próximos 12 meses, nossa base de clientes pode dobrar”, acrescenta Viviane.   A VR Energia reafirma seu compromisso de promover soluções energéticas inovadoras, sustentáveis e personalizadas para seus clientes, reforçando sua missão de transformar o mercado de energia no Brasil. Com essas iniciativas, a empresa reforça seu papel na construção de uma matriz energética mais limpa, eficiente e consciente, alinhada às metas globais de redução de emissões e desenvolvimento sustentável. Com energia renovável gerada pela Auren, VR Energia foca em ampliar a base de mais de 180 clientes na migração para o mercado livre do PR e RS

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