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- Solis Lança Relatório ESG com Avanços em Tecnologia Fotovoltaica
A fabricante de equipamentos fotovoltaicos Solis divulgou seu relatório ESG (Environmental, Social and Governance) referente ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2023. O documento destaca avanços tecnológicos na área de energia solar, ações para redução de emissões de CO2 e lançamentos de produtos. Inovação Tecnológica Fotovoltaica Uma das seções de destaque no relatório é intitulada "Inovando para o Futuro, Revolucionando a Energia Renovável". Nessa parte, a Solis apresenta alguns casos de projetos fotovoltaicos bem-sucedidos. Um exemplo é a usina de 2,5 MW localizada em Petrópolis (RJ), que utiliza inversores Solis-250k-EHV-5G. Essa usina tem uma produção anual de 4,65 milhões de kWh e contribui para a redução de 3.750 toneladas de emissões de CO2. Projetos Globais Além disso, a Solis destaca projetos internacionais. Um deles é a usina solar de 3 GW no deserto de Tengger, localizada na cidade de Zhongwei, China. Esse projeto é fundamental para impulsionar a construção da zona de proteção ecológica e promover o desenvolvimento de alta qualidade na bacia do Rio Amarelo. Outro projeto mencionado é um sistema de 20 MW instalado em telhados no Vietnã, sendo o maior projeto solar C&I (comercial e industrial) conectado à rede no país em 2023. Novos Lançamentos A Solis está trazendo novos produtos para o mercado fotovoltaico brasileiro. Os inversores trifásicos S6-GU(333-350)K-EHV são voltados para aplicações de grande escala (utility-scale) e C&I (comercial e industrial). Com eficiência máxima de 99%, 12/16 MPPTs e corrente de entrada de 20 A, esses inversores combinam com módulos fotovoltaicos de alta potência. Além disso, a empresa oferece produtos de armazenamento residencial e comercial, como a linha S6-EH1P(3-8)KL-PLUS e a linha C&I S6-EH3P(30-50)K-H. Compromisso Ambiental A Solis reforça seu compromisso com a fabricação verde e a gestão ambiental. Um projeto em andamento integra energia solar e armazenamento, com previsão de conclusão em dezembro de 2025. Esse empreendimento deve gerar cerca de 4,8 milhões de kWh anualmente, poupando aproximadamente 1.570 toneladas de carvão e reduzindo as emissões de dióxido de carbono em cerca de 4.790 toneladas. A empresa também estabeleceu um sistema abrangente de gestão das emissões de carbono, envolvendo todos os departamentos funcionais. Um gestor dedicado coordena e supervisiona a medição, formula planos e objetivos de redução, enquanto o gabinete administrativo oferece apoio e orientação para atingir essas metas. A Solis continua a liderar com energia verde, abraçando sua missão de baixo carbono e contribuindo para um futuro mais sustentável. https://www.solisinverters.com/uploads/file/SOLIS_2023_ENVIRONMENTAL_SOCIAL_ANDGOVERNANCE_ESG_REPORT.pdf
- Roberta Godoi fala sobre o futuro da energia e cita exemplo de usina em funcionamento com bateria de lítio
O compromisso de levar soluções energéticas a todos os cantos do mundo foi expressado pela vice-presidente de Soluções Energéticas do Grupo Energisa, Roberta Godoi. Esta declaração foi o foco de sua palestra realizada nesta terça-feira (21) durante o 12º Seminário de Energia e Transição Energética, organizado pelo Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica de Mato Grosso (Sindienergia – MT). Segundo a executiva, a empresa está presente em 97% do território nacional com o objetivo de promover transições energéticas significativas em todos os setores, atendendo às demandas de seus consumidores locais. Roberta destaca a viabilidade de levar energia a locais inicialmente desprovidos de infraestrutura e desconectados do Sistema Interligado Nacional. Um exemplo disso é o case de sucesso da usina solar fotovoltaica que utiliza baterias de lítio, uma solução totalmente descarbonizada, com um projeto-piloto no Acre. A iniciativa já foi premiada internacionalmente pela inovação e o olhar para a sustentabilidade. “A Vila Restauração é um case de sucesso porque consegue resolver um problema, que é o fornecimento de energia para uma comunidade isolada na Amazônia e, ao mesmo tempo, ajuda a reduzir as emissões de gases poluentes, porque substitui a utilização de diesel por energia solar, com confiabilidade na entrega para o cliente”, explicou.Quanto ao segmento de biometano, ainda pouco explorado no cenário nacional, a vice-presidente do Grupo Energisa ressalta que esta alternativa será o combustível do futuro, uma fonte limpa e de baixo custo. “O que nós estamos fazendo hoje é trabalhando, pensando no futuro e nas demandas dos novos clientes que virão, olhando para a energia como um todo. O biometano tem uma enorme possibilidade de crescimento no Brasil e promove a economia circular, uma vez que possibilita o aproveitamento de resíduos para a produção de energia”, completou. No que diz respeito ao monitoramento das usinas, Roberta menciona a tecnologia robótica/digital como uma aliada crucial, fundamental para a tomada de decisões e o monitoramento a distâncias consideráveis. "Posso ligar e desligar os equipamentos que estão em outros estados direto da nossa unidade de Uberlândia, em Minas Gerais. Por lá, monitoramos tudo em tempo real. Esta inovação contribui significativamente para impulsionar nossos negócios e garantir uma entrega de qualidade para o nosso cliente.", concluiu."
- Produção de etanol em MT aumenta 3.700% em sete anos, aponta Bioind
O diretor-executivo das Indústrias de Bioenergia de Mato Grosso (Bioind MT), Giuseppe Lobo, traçou um panorama promissor para a indústria do etanol no Mato Grosso, que recentemente conquistou a vice-liderança nacional na produção do biocombustível na safra 2022/2023. Ele foi um dos palestrantes nesta quarta-feira (22.05) do XII Seminário de Energia, realizado na Fiemt. Lobo destacou o salto significativo do estado, que em 2017 produzia apenas 150 milhões de litros de etanol por ano, e agora, na safra 2023/2024, alcançou a marca de 5,72 bilhões de litros. Esse crescimento meteórico, de mais de 3.700% em apenas sete anos, se deve principalmente à introdução do milho como matéria-prima. O milho, cultura com grande oferta no Mato Grosso, impulsionou a produção e possibilitou uma expectativa de crescimento de 10% para a próxima safra, com a estimativa de produção de 6,3 bilhões de litros. Apesar do cenário positivo, o diretor-executivo da Bioind ressalta os desafios que o setor enfrenta, como a questão logística e a tributária. O estado, com sua grande extensão territorial e população relativamente pequena em cerca de 3,5 milhões de habitantes, tem um consumo interno de etanol reduzido, o que exige a exportação da maior parte da produção para outros estados. Essa logística complexa aumenta consideravelmente os custos, diminuindo a competitividade do etanol mato-grossense em relação a outros estados. “Nós estamos a mais de 1000 km dos nossos principais mercados. Então essa é uma dificuldade que a gente tem e o custo logístico é muito caro, tirando consideravelmente a competitividade do etanol aqui de Mato Grosso. A gente tem aí dois estados vizinhos, Goiás e Mato Grosso do Sul, com uma política muito agressiva de incentivo à produção de etanol e com condições logísticas melhores. Temos conversado com o Governo do Estado para gente dar uma política de incentivo à industrialização de etanol para melhorar a nossa competitividade”. O diretor da Bioind também abordou a crescente importância do milho na produção de etanol no estado. Com o aumento da demanda pelo biocombustível, a estimativa é que a indústria processe cada vez mais milho, impulsionando ainda mais a economia local. “Esse milho produzido era praticamente todo exportado in natura, então com a introdução do etanol de milho, hoje a gente já processa mais de 10 milhões de toneladas de milho, dos 45 milhões que são produzidos em Mato Grosso. A tendência é que com a expansão da indústria do etanol a gente processe cada vez mais”. Lobo destaca ainda a relevância do etanol para a transição energética, mencionando seu uso em diversas áreas, como na aviação através do SAF (combustível sustentável de aviação). “A gente tem também uma perspectiva de estabilidade na mistura que traz segurança jurídica e garantia de que a gente não vai ter sobressaltos do ponto de vista regulatório. O etanol tem sido utilizado de várias formas. São iniciativas que contribuem para essa transição energética que a gente vem tocando aqui no Brasil”.
- "Pacto global da ONU e oportunidades na Amazônia Legal" é o tema da palestra de Silla Mota
"Pacto Global da ONU e oportunidades na Amazônia Legal" foi o tema abordado pela CEO da Donna Lamparina e participante do Pacto Global, Silla Motta, na tarde desta terça-feira (21), durante o 12º Seminário de Energia promovido pelo Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso – Sindenergia/MT, na capital. A energia fotovoltaica é gerada por meio da radiação solar, uma fonte limpa e sustentável, transformando-se em uma potente geradora de eletricidade. Atualmente, o Brasil dispõe de uma cobertura de 16%, atendendo a domicílios, empresas e edifícios, sejam eles públicos ou privados, com a marca de 35 gigawatts (GW), conforme dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo Silla, a Amazônia Legal possui um grande potencial para a geração fotovoltaica Off Grid, integrada aos sistemas de armazenamento de energia com baterias. Devido à complexidade logística da região e às atuais limitações para a obtenção de licenças ambientais, a geração solar é especialmente adequada para suprir as necessidades energéticas da população ribeirinha. O difícil acesso requer um planejamento minucioso para transportar os equipamentos até as localidades, o que pode levar de dois a três dias. "Então, há muitas oportunidades, principalmente na geração fotovoltaica. Porque a geração fotovoltaica é a mais fácil de ser implementada, mas devido às dificuldades de deslocamento, a logística acaba sendo muito complexa, impedindo alguns trabalhos. Muitas vezes, leva-se dias para chegar a um determinado lugar. Portanto, não é viável construir uma hidrelétrica lá. Não é possível levar energia eólica até lá, pois as árvores são imensas e, hoje, o licenciamento ambiental é muito mais rigoroso. Então, a fotovoltaica é a melhor alternativa", justificou. Outro ponto que a especialista destaca é o Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Ela explica que, para as empresas serem inseridas, é necessário cumprir uma série de protocolos e exigências, como o preenchimento de formulários e a constituição de uma carta oficial para serem aprovadas. Em caso de retornos positivos, as instituições são submetidas ao pagamento de uma anuidade pela coparticipação, além do envio de documentos que comprovem a implementação das medidas. "Todas as iniciativas devem estar em prol da Agenda 2030, o guia que busca colocar o mundo nos caminhos da sustentabilidade", completou. Silla enfatiza sobre os acordos internacionais, especialmente em países como a Europa, onde a neutralização das empresas, bem como de toda a cadeia produtiva, é o primeiro passo a ser dado pelos empreendedores. "Isso provavelmente se estenderá para outros países; em algum momento, isso se tornará obrigatório e, se não for cumprido, será penalizado com taxas altíssimas. Portanto, quanto mais rápido as pessoas se adaptarem, mais negócios e melhor para o meio ambiente", concluiu.
- Lançado o novo relatório "New Energy Outlook 2024: Executive Summary" da BloombergNEF apresenta dois cenários principais para a transição energética global:
1. Cenário de Transição Econômica (ETS): a) Baseado em tendências históricas de eficiência e tecnologias de energia limpa economicamente competitivas; b) Prevê uma redução de 27% nas emissões globais até 2050, sem suporte adicional de políticas; c) Destaca a duplicação da capacidade global de energias renováveis até 2030 e quadruplicação até 2050; d) As energias renováveis ultrapassarão os combustíveis fósseis na geração de eletricidade, atingindo 50% de participação até 2030. 2. Cenário de Net Zero (NZS): a) O cenário proposto alinha-se com os objetivos do Acordo de Paris, que visa limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C, com um teto máximo de 2°C, mas o relatório especificamente trabalha com a meta de 1,75°C; b) Exige o pico e a redução imediata das emissões de todos os setores; c) Necessita de uma triplicação da capacidade de energia renovável até 2030; d) Enfatiza a importância de investimentos substanciais, estimando US$ 215 trilhões até 2050; e) Destaca a necessidade de geração de energia mais limpa e a implantação acelerada de tecnologias limpas. Principais insights do documento incluem: a) Requisitos de Investimento∴ a transição para um sistema energético totalmente descarbonizado até 2050 pode custar US$ 215 trilhões, apenas 19% a mais do que uma transição impulsionada por fatores econômicos que não atingiria as metas do Acordo de Paris; b) Renováveis e Eletrificação: renováveis dominarão a geração de energia, alcançando 70% de participação até 2050 no ETS e 81% no NZS; c) Tecnologia e Flexibilidade: o relatório destaca o papel de várias tecnologias, como eólica, solar, nuclear, captura e armazenamento de carbono (CCS), hidrogênio e combustíveis sustentáveis para aviação, na obtenção de emissões líquidas zero; d) Foco Setorial: O relatório fornece caminhos detalhados para descarbonizar diferentes setores, incluindo energia, transporte, indústria e edifícios. O caminho para a neutralidade de carbono é desafiador, mas alcançável com ações decisivas e investimentos adequados. A era dos combustíveis fósseis está chegando ao fim, abrindo caminho para um futuro mais limpo e sustentável.
- Heterojunção Huasun orienta o sudeste da Ásia em direção a um futuro mais verde: destaques do Solar & Storage Live Filipinas 2024
De 20 a 21 de maio, o Solar & Storage Live 2024 Filipinas iluminou o Centro de Convenções SMX em Manila, tornando-se o cata-vento da inovação em energia renovável neste país. Reunindo mais de 300 líderes da indústria e atraindo dezenas de milhares de profissionais e investidores, este evento não só proporcionou um vislumbre do futuro da indústria solar das Filipinas e até mesmo do Sudeste Asiático, mas também serviu como um centro para a colaboração em tecnologia energética. Nesta vitrine dinâmica, a Huasun Energy orgulhosamente exibiu sua série Himalaia e Everest de módulos, células e wafers de heterojunção de alta eficiência (HJT), adicionando um toque de brilho ao cenário energético do Sudeste Asiático com sua qualidade e desempenho excepcionais. Ao longo da última década, as Filipinas registaram um crescimento mais lento na capacidade instalada fotovoltaica, acrescentando apenas 1,74 GW em 2013-2023, e permanecendo inalteradas em relação ao mesmo período do ano passado, com apenas 50 MW acrescentados em 2023. Afetadas por muitos fatores, como a escassez de energia , o investimento interno insuficiente e o aumento da procura residencial de electricidade, surgiu o Plano Nacional de Energias Renováveis (NREP) para 2020-2040, estabelecendo claramente a meta de 35% de produção de energia renovável até 2030 e 50% até 2040, com o objectivo de reduzir a dependência de energia fóssil. Com o lançamento do NREP, as perspectivas de instalação de grandes centrais eléctricas nas Filipinas aumentaram significativamente - o Departamento de Energia das Filipinas (DOE) prevê que cerca de 1.985 GW de instalações fotovoltaicas serão adicionadas em 2024, dos quais 966,3 MW deverão ser colocados em operação no primeiro semestre do ano. Em apoio à transição das Filipinas para uma matriz energética mais verde, a Huasun está promovendo ativamente suas séries G12 e G12R de módulos e soluções HJT de alta eficiência. Ao utilizar a tecnologia HJT 3.0 de ponta da Huasun, os módulos HJT da série G12R capitalizam wafers de silício retangulares de 182 mm * 105 mm, integrando tecnologias avançadas, como cristalito de dupla face, filmes de conversão de luz e adesivo butílico. Esta engenharia meticulosa resulta numa notável eficiência de conversão superior a 23% e numa impressionante potência de saída de 640W. Ao otimizar a utilização dos recursos solares, estes módulos melhoram significativamente o rendimento da geração de energia, incorporando um avanço na tecnologia solar. Além disso, o módulo G12-132 apresentado é equipado com tecnologia de ponta de heterojunção de barramento zero (0BB), que eleva sua bifacialidade em mais de 85% e otimiza o coeficiente de temperatura para -0,24%/℃. Esta integração da tecnologia 0BB não apenas satisfaz as demandas de desenvolvimento de projetos no clima quente, úmido e imprevisível das Filipinas, mas também garante maior estabilidade na produção de energia a longo prazo, agregando maior valor aos clientes. Aproveitando a suave brisa marítima das Filipinas, o módulo V-ocean, construído com base no design G12-132, navega pelas ondas com uma potência máxima de 750W e uma impressionante eficiência de conversão de 24,16%. No desafiador ambiente offshore, onde as condições são complexas e em constante mudança, os módulos fotovoltaicos enfrentam inúmeros obstáculos, incluindo alta umidade, probabilidade de pontos quentes, ventos intensos, névoa salina corrosiva e variações significativas de temperatura. Através de materiais meticulosos e otimização estrutural, a Huasun reforçou a estabilidade dos módulos V-ocean, garantindo sua resiliência nessas condições exigentes. Notavelmente, os módulos V-ocean da Huasun ganharam certificações de prestígio, incluindo a "Certificação de Produtos Fotovoltaicos Offshore e Seus Componentes" do Bureau Veritas e a "Certificação de Aplicação Diferenciada e Resistência às Intempéries" do Centro Nacional de Supervisão e Inspeção de Qualidade de Produtos Solares Fotovoltaicos. (CPVT). Esses prêmios afirmam os módulos V-ocean como uma solução confiável para aplicações fotovoltaicas offshore, incorporando confiabilidade e durabilidade em ambientes marítimos. Peter Xiong, Diretor de Vendas Ásia-Pacífico da Huasun, elaborou: "Nossa presença nesta exposição serve como uma plataforma para destacar nossos mais recentes avanços de produtos e avanços tecnológicos. É uma oportunidade para comunicarmos o estimado espírito corporativo da Huasun aos nossos valiosos clientes e promover parcerias locais mais fortes. Aspiramos a infundir novo vigor no mercado filipino através de nossas tecnologias inovadoras, novas ofertas de produtos e serviços aprimorados, conduzindo assim a indústria em direção a novos caminhos de desenvolvimento." Desde que entrou no mercado do Sudeste Asiático em 2023, a Huasun liderou o fornecimento de módulos HJT de alta eficiência para diversos projetos fotovoltaicos locais, ganhando elogios de clientes satisfeitos. Aproveitando a plataforma Solar & Storage Live Filipinas, a Huasun pretende fortalecer suas estratégias de alocação de recursos, priorizando a implantação de produtos eficientes e confiáveis. Tendo parcerias colaborativas de longo prazo como força orientadora, Huasun navega nos ventos do Pacífico Ocidental, impulsionando a região em direção a um futuro mais verde a um ritmo acelerado.
- Huasun Heterojunction Steers Southeast Asia Towards a Greener Future: Highlights from the Solar & Storage Live Philippines 2024
From May 20th to 21st, the Solar & Storage Live 2024 Philippines illuminated the SMX Convention Center in Manila, becoming the weathervane of renewable energy innovation in this country. Drawing together over 300 industry leaders and attracting tens of thousands of professionals and investors, this event not only provided a glimpse into the future of the Philippine and even Southeast Asian solar industry but also served as a hub for energy technology collaboration. At this dynamic showcase, Huasun Energy proudly showed its Himalaya and Everest series of high-efficiency heterojunction (HJT) modules, cells and wafers, adding a touch of brilliance to the Southeast Asian energy landscape with their exceptional quality and performance. Over the past decade, the Philippines has seen slower growth in PV installed capacity, adding only 1.74GW in 2013-2023, and remaining unchanged from the same period last year with only 50MW added in 2023. Affected by many factors, such as energy scarcity, insufficient domestic investment, and rising residential electricity demand, the National Renewable Energy Plan (NREP) for 2020-2040 came into being, clearly setting the target of 35% renewable energy generation by 2030 and 50% by 2040, aiming to reduce dependence on fossil energy. With the launch of NREP, the Philippines's large power plant installation prospects have been significantly boosted - the Philippine Department of Energy (DOE) forecasts that nearly 1.985GW of PV installations will be added in 2024, of which 966.3MW is expected to be put into operation in the first half of the year. In support of the Philippines's transition to a greener energy mix, Huasun is actively promoting its G12 and G12R series of high-efficiency HJT modules and solutions. By utilizing Huasun’s cutting-edge HJT 3.0 technology, the G12R series HJT modules capitalize on 182mm*105mm rectangular silicon wafers, integrating advanced technologies such as double-sided crystallite, light conversion films, and butyl adhesive. This meticulous engineering results in a remarkable conversion efficiency exceeding 23% and an impressive output power of 640W. By optimizing the utilization of solar resources, these modules significantly enhance power generation yield, embodying a breakthrough in solar technology. Furthermore, the showcased G12-132 module is outfitted with cutting-edge zero busbar (0BB) heterojunction technology, which elevates its bifaciality of over 85% and optimizes the temperature coefficient to -0.24%/℃. This integration of 0BB technology not only satisfy the demands of project development in the Philippines's hot, humid, and unpredictable climate but also guarantees enhanced stability in power output over the long term, delivering greater value to customers. Harnessing the gentle sea breezes of the Philippines, the V-ocean module, built upon the G12-132 design, sails through the waves with a maximum power output of 750W and an impressive conversion efficiency of 24.16%. In the challenging offshore environment, where conditions are complex and ever-changing, the photovoltaic modules face numerous hurdles, including high humidity, the likelihood of hot spots, intense winds, corrosive salt-mist, and significant temperature variations. Through meticulous material and structural optimization, Huasun has bolstered the stability of the V-ocean modules, ensuring their resilience in these demanding conditions. Notably, Huasun’s V-ocean modules have earned prestigious certifications, including the "Certification of Offshore Photovoltaic Products and Their Components" from Bureau Veritas and the "Certification of Differentiated Application and Weatherability" from the National Center of Supervision and Inspection on Solar Photovoltaic Product Quality (CPVT). These accolades affirm the V-ocean modules as a trusted solution for offshore photovoltaic applications, embodying reliability and durability in maritime environments. Peter Xiong, Sales Director Asia Pacific at Huasun, elaborated, "Our presence at this exhibition serves as a platform to spotlight our latest product advancements and technological breakthroughs. It's an opportunity for us to communicate Huasun's esteemed corporate ethos to our valued customers and to foster stronger local partnerships. We aspire to infuse the Philippine market with fresh vigor through our innovative technologies, new product offerings, and enhanced services, thereby driving the industry towards novel avenues of development." Since entering the Southeast Asian market in 2023, Huasun has spearheaded the provision of high-efficiency HJT modules for diverse local PV projects, earning accolades from satisfied customers. Leveraging the platform of the Solar & Storage Live Philippines, Huasun aims to fortify its resource allocation strategies, prioritizing the deployment of efficient and dependable products. With long-term collaborative partnerships as its guiding force, Huasun sets sail on the winds of the Western Pacific, propelling the region towards a greener future at an accelerated pace.
- Hopewind anuncia sua nomeação para o Smarter E AWARD 2024
A Hopewind, fornecedora líder mundial de soluções de energia renovável, anuncia que foi oficialmente nomeada para o Smarter E AWARD 2024 com o seu inovador Inversor String de 385kw, com capacidade Grid Forming, como o único fabricante chinês de inversores entre os finalistas. O Smarter E AWARD é um prêmio da indústria que reconhece e homenageia conceitos e tecnologias inovadoras nos domínios da energia e da mobilidade. O prêmio é concedido a empresas que contribuam significativamente para o avanço de um fornecimento de energia renovável 24 horas por dia, 7 dias por semana. Dedicado ao setor solar, o Prêmio fotovoltaico é atribuído apenas ao produto mais avançado e revolucionário do ano. Os maiores fabricantes de inversores do mundo orgulham-se de serem nomeados e ganharem este prêmio de renome mundial, que demonstra que a empresa conta com capacidades de inovação, tecnologia de ponta, time técnico qualificado, reforçando a sua posição de liderança na indústria. O gráfico seguinte apresenta os finalistas e vencedores do prêmio fotovoltaico relativo aos fabricantes de inversores nos últimos 8 anos. Este ano, a Hopewind está classificada como o único fabricante chinês de inversores string entre os finalistas do Prêmio fotovoltaico, o que prova novamente sua forte capacidade inovadora e alta competitividade no mercado global de tecnologia de inversores. "Estamos muito honrados por sermos nomeados para o Smarter E AWARD 2024. Ser finalista do Prêmio Photovolatics indica que a Hopewind é agora amplamente reconhecida como pioneira da inovação técnica de inversores em todo o mundo", disse Sara Wang, vice-presidente da Hopewind. "Como o primeiro fabricante de inversores do mundo a obter o certificado DNV de Grid Forming, a Hopewind leva essa tecnologia a conversores de energia eólica, inversores fotovoltaicos, PCS de armazenamento de energia, fontes de alimentação de produção de hidrogênio, SVG e outros produtos, construindo uma ecologia de Smart Grid com tecnologia de Grid Forming", acrescentou. Dr. Radovan Kopecek, co-fundador e diretor do Centro Internacional de Pesquisa em Energia Solar Konstanz (ISC) parabenizou a Hopewind: "Expressamos nossos sinceros parabéns à Hopewind, membro Consultivo do ISC, pela nomeação ao Smarter E Award 2024. Excelente desempenho e alta qualidade são a chave para o sucesso da Hopewind. Estamos ansiosos por unir forças com a Hopewind na sua aplicação de tecnologia de Grid Forming em Smart Grid e acelerar a chegada da era TW na Europa". Sobre A Hopewind A Hopewind foi fundada em 2007 e listada na Bolsa de Valores de Xangai em 2017. A empresa é especializada no projeto e produção de soluções renováveis e elétricas, incluindo conversores de energia eólica, inversores fotovoltaicos, Bess, SVG e drives industriais. Como marca líder em soluções abrangentes de energia renovável, a Hopewind participou no projeto de investigação científica Wingrid, apoiado pelo Horizonte 2020 da UE, através do laboratório holandês DNV. Em 2023, o conversor de energia eólica da Hopewind recebeu o primeiro certificado de Grid Forming do mundo emitido pela DNV. E desde fevereiro de 2024, o inversor string de 385 kw da empresa é reconhecido mundialmente como o inversor string mais potente do mercado. Com um histórico notável, a empresa vendeu mais de 150 GW de produtos de energia renovável em todo o mundo. Saiba mais sobre Hopewind
- Brasil avança na energia solar e MT já investiu cerca de R$ 5 bilhões no setor
O avanço da energia solar no Brasil tornou o país em uma potência global na energia fotovoltaica e em 2023 se tornou o 6º mercado no mundo e o 4º que mais adicionou potência instalada. A evolução ocorreu no período inferior a 10 anos. Saindo de um desconhecido em 2017 para uma liderança consolidada em seis anos. As informações foram apresentadas pelo presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, na palestra “Principais destaques da solar fotovoltaico no Brasil e em Mato Grosso”, no dia 21 de maio, primeiro dia do XII Seminário de Energia, promovido pelo Sindenergia e que segue até quarta-feira (22.05). A energia solar já é a segunda maior fonte de energia do Brasil, superada apenas pelas hidrelétricas. Ela representa cerca de 18% da potência instalada da matriz elétrica brasileira. Essa expansão trouxe aproximadamente R$ 200 bilhões em investimentos e gerou mais de 1,2 milhão de empregos desde 2012, além de ter evitado a emissão de 50 milhões de toneladas de gases de efeito estufa. “Mato Grosso tem se destacado particularmente nesse cenário, ocupando a quinta posição em geração de energia solar de pequeno e médio porte e a décima em potencial para usinas solares de grande porte. Atualmente, o estado conta com 1,7 gigawatts em operação e mais de R$ 5 bilhões investidos no setor e 50 mil empregos”, comentou Rodrigo. Contudo, o setor enfrenta desafios em Mato Grosso como o recente cancelamento de pareceres de acesso pela distribuidora local, a Energisa. A Absolar alertou a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sobre o problema, que agora está sob diligência. A ANEEL solicitou a reversão das decisões, mas encontrou resistência por parte da distribuidora. A questão deve ser deliberada na próxima reunião ordinária da diretoria da ANEEL. “Esse tipo de coisa não pode acontecer, por isso nós cobramos que haja mais fiscalização e o acompanhamento mais próximo da ANEEL sobre a atuação das distribuidoras especialmente em relação a geração distribuída onde os consumidores querem gerar sua própria energia limpa, renovável, barata, acessível e às vezes tem esse tipo de resistência de barreira, de desafio, de dificuldade”, destacou o presidente da Absolar. Além disso, ele apontou que há um risco concorrencial emergente, com distribuidoras abrindo suas próprias empresas de geração solar distribuída dentro do mesmo grupo econômico, o que pode levar a conflitos de interesse. “É preciso que haja um tratamento, um olhar muito atento da agência regulatória pra evitar qualquer tipo de abuso ou qualquer tipo de preferência, de privilégio para empresas do mesmo grupo econômico da distribuidora”, disse Rodrigo. Conforme o presidente da Absolar, o setor fotovoltaico alcançou um marco significativo com a implementação da Lei 14.300/2022, que introduziu uma estrutura de taxas progressivas para o uso da rede elétrica. Especialistas do setor destacam que a lei é um avanço crucial, proporcionando segurança jurídica, previsibilidade e estabilidade ao mercado. “Um dos aspectos mais notáveis foi a redução de quase 50% no preço dos equipamentos solares no último ano, um fator que contribui para a competitividade da energia solar. A taxa gradual de uso da rede, aplicada à energia injetada no sistema, não compromete a viabilidade do setor”. Rodrigo apontou que também o hidrogênio verde surge como uma tecnologia promissora, com potencial para revolucionar a produção de fertilizantes e outros produtos limpos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e da economia nacional. “É preciso criar marcos legais para isso, que está no Congresso, para criar políticos e incentivos com começo, meio e fim para incentivar o uso do hidrigênio verde como fonte de energia renovável. O custo tem que ser pago pelo setor de óleo e gás, que são os mais poluem”.
- BNDES aponta transição energética para reindustrialização verde do Brasil
O gerente de Divisão de Infraestrutura Transição Energética e Clima do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Renato Santos, destacou a importância da transição energética como um vetor para a reindustrialização da economia brasileira. Segundo Santos, o BNDES está empenhado em apoiar a transformação da matriz econômica do país para uma mais verde e limpa, alinhada com os movimentos globais e a urgência da crise climática. “O nosso desafio é de reindustrializar a economia com uma matriz mais verde, mais limpa e aproveitar que é um movimento global, dada a emergência climática que a gente tá vivendo, aproveitando as oportunidades de industrialização com essa matriz mais verde e trazendo desenvolvimento e emprego para o país. Esse é o nosso desafio e o papel do BNDES nessa transição”
- Huawei no Hackathon Mackenzie 2024: parceria fomenta inovação e desenvolvimento de talentos
São Paulo, 21 de maio de 2024 – A Huawei, líder global em soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC) e dispositivos inteligentes, participou da terceira edição do Hackathon Mackenzie, realizado entre os dias 22 e 26 de abril na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), em São Paulo. O evento, que visa aproximar os alunos com o mercado de trabalho, contou ainda com a presença de 41 empresas que propuseram desafios de inovação aos estudantes de engenharia e de tecnologia da instituição. Com a submissão de três desafios, a Huawei destacou-se pelo seu contínuo apoio à pesquisa e ao desenvolvimento de talentos nas áreas de TIC. As tarefas abordaram temas como a viabilidade econômica de sistemas de armazenamento de energia com baterias fotovoltaicas (BESS), a aplicação da conectividade 5G na educação brasileira e a importância dos soft skills no ambiente profissional. Os alunos da instituição se dividiram em turmas e apresentaram soluções aos problemas propostos. A banca examinadora, com integrantes da Huawei e da UPM, escolheu as duas melhores equipes de cada tema, reconhecidas pelo empenho e pelos resultados. Durante a cerimônia de premiação, o professor Bruno Luis Soares de Lima destacou a parceria estratégica entre a Huawei e o Mackenzie, enfatizando o impacto positivo dessa colaboração na formação dos alunos e no desenvolvimento de soluções inovadoras. "A Huawei tem sido uma grande parceira da nossa Escola de Engenharia. Em 2023, nós tivemos um aporte de R$ 1,7 milhão em um projeto de energia fotovoltaica, mais precisamente na pesquisa de dispositivos de segurança de inversores em instalações fotovoltaicas. Como resultado, a parceria contribuiu com a elaboração de uma norma da ABNT”, informou. “Em 2024”, anunciou, “a parceria será renovada com quatro novos projetos de pesquisa: baterias em sistemas fotovoltaicos, inteligência artificial aplicada à indústria, tecnologia de redes e dados e armazenamento. A Huawei tem investido em nossa instituição e na capacitação de mão de obra nacional e em pesquisa nacional, o que é muito importante", enfatizou. Victor Montenegro, gerente de Talentos e Ecossistema da Huawei, avaliou positivamente o resultado da participação da empresa no Hackathon. "Nossa presença reforça o compromisso da empresa com a inovação, o desenvolvimento de talentos e a colaboração com instituições de ensino e pesquisa no Brasil. A Huawei segue empenhada em contribuir para a transformação digital do país, oferecendo soluções de tecnologia de ponta e promovendo o desenvolvimento sustentável", afirmou. Michele Elkabets, gerente de Marketing da Huawei Digital Power, ressaltou a importância da parceria com o Mackenzie no contexto da transição energética. "Estamos vivendo um momento de transição energética e a Huawei está focada em oferecer soluções de energia que nos ajudem a construir um mundo mais inteligente, conectado e sustentável. A parceria com o Mackenzie mostra a força da pesquisa brasileira nesse processo com resultados que impactam o mercado", disse. A Huawei é reconhecida mundialmente pelo seu compromisso com a pesquisa e a inovação. Em 2023, a empresa investiu US$ 22,7 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento em todo o mundo, representando 23,4% da sua receita anual. No total, o investimento em P&D da empresa ao longo da última década ascende a US$ 139,8 bilhões. No Brasil, a empresa mantém parcerias com cerca de 200 universidades por meio do programa de educação continuada online e gratuito ICT Academy (Academia de TIC). Nos últimos 10 anos, 40 mil estudantes participaram da iniciativa. Sobre a Huawei A Huawei é líder global de infraestrutura para Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e dispositivos inteligentes, e uma das marcas mais valiosas do mundo, de acordo com a Forbes. A companhia tem como visão enriquecer a vida das pessoas por meio das tecnologias digitais e é dedicada à inovação centrada no cliente. A Huawei possui quatro unidades de negócios no Brasil: o grupo dedicado às operadoras, que oferece equipamentos e infraestrutura de telecomunicações; a área que atende às necessidades do mercado corporativo, fornecendo soluções e infraestrutura em TIC; a Huawei Cloud, com os serviços de nuvem pública e híbrida e soluções para dar escala aos negócios com estabilidade e segurança; e a Huawei Digital Power, com soluções inteligentes voltadas para geração, distribuição e armazenamento de energia fotovoltaica. A empresa também desenvolve projetos na área de soluções automotivas inteligentes e dispositivos para o consumidor final, como smartwatches, roteadores, smartphones e outros. Com aproximadamente 207 mil funcionários em todo o mundo, a companhia atende a mais de três bilhões de pessoas ao redor do mundo. A Huawei também acredita que a digitalização é o caminho para um mundo mais sustentável e uma economia zero carbono, baseada em fontes renováveis de energia. A Huawei é uma das empresas que mais investe em pesquisa no mundo. É por isso que se tornou uma das maiores detentoras de patentes do globo. Na nova era digital, a indústria de TIC exige ainda mais investimento em pesquisa e desenvolvimento, e a Huawei continuará desempenhando seu papel principal na inovação para construir um mundo totalmente conectado e inteligente. Há 26 anos no país, a Huawei está no Brasil para o Brasil e quer se tornar cada vez mais uma importante parceira na transformação digital e na contribuição com tecnologias sustentáveis para a sociedade brasileira. Além de líder no mercado nacional de banda larga fixa e móvel por meio das parcerias estabelecidas com as principais operadoras de telecomunicações, a Huawei tem um perfil integrado, com soluções para os setores público, privado, financeiro, transporte, mineração e energia, entre outros. A empresa possui escritórios nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Recife, além de um Centro de Distribuição em Sorocaba (SP) e duas unidades fabris, em Jundiaí (SP) e em Manaus (AM). Trabalha em parceria com brasileiros, impulsionando a inovação e ajudando a desenvolver novos talentos locais para o setor de telecomunicações. Nos últimos 10 anos, treinou mais de 40 mil profissionais em todo o Brasil. Para mais informações, visite a Huawei online ou siga-nos: Facebook Instagram LinkedIn YouTube Contato de imprensa: FSB Comunicação – huawei.fsb@fsb.com.br
- ABREN e FIEMG realizam evento para debater projeto em parceria com a União Europeia que reduzirá a emissão de metano
A iniciativa, denominada Diálogo UE-Brasil, tem como objetivo promover a cooperação entre as partes interessadas no Brasil e na União Europeia para reduzir as emissões de gases de efeito estufa por meio da produção sustentável de biogás e biometano nos setores de resíduos agrícolas e urbanos Brasília, 21 de maio de 2024 – A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) realizarão, em 28 de maio, um workshop para apresentar e discutir detalhes a respeito do projeto Diálogo UE-Brasil sobre a redução de metano no setor de resíduos agrícolas e urbanos. A ação, que é conduzida pelo projeto EU Climate Dialogues (EUCDs), conta com financiamento da União Europeia e será implementada pela ABREN. O workshop será realizado no auditório da FIEMG e terá início às 9h00, com previsão de término às 12h40. O evento é gratuito e voltado, em especial, a autoridades, instituições e empresas, além de pessoas que tenham interesse na sustentabilidade ambiental e na redução de emissões de gases de efeito estufa. O evento será realizado durante o encontro do G20 em Belo Horizonte e é considerado é uma peça fundamental nesse compromisso, destacando a importância do estado de Minas Gerais na produção de biogás e biometano. O worskshop será uma plataforma relevante para a troca de conhecimentos e discussões sobre regulamentações e padrões técnicos essenciais para a produção sustentável de ambos os combustíveis. No workshop, estão previstas a participação de formuladores de políticas, representantes de grandes empresas empresas, investidores e fornecedores de tecnologia, tanto do Brasil quanto da União Europeia. Estão confirmadas as participações de Yuri Schmitke , presidente da ABREN, Flávio Roscoe , Presidente da FIEMG, e Laurent Javaudin , Conselheiro para Clima, Energia, Ambiente e Saúde na Delegação da União Europeia no Brasil. Sobre o projeto EU Climate Dialogues (EUCDs) Em 2020, o Brasil foi identificado como o quinto maior emissor de metano do mundo, representando 5,5% das emissões globais e apresentando um aumento de 51% entre 1990 e 2019, atingindo 417 MtCO2e/ano. De acordo com os dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa - SEEG (2022), o setor de Agricultura lidera as emissões de metano no Brasil, com 14,54 MtCH4 em 2020 (71,8% do total), enquanto o setor de resíduos está em segundo lugar, com 3,17 MtCH4 (15,8% do total). As emissões dos setores de energia e indústria foram mínimas e estão em tendência de queda. O potencial teórico do país para a produção anual de biogás é de 84,6 bilhões de m³, o que seria equivalente a 40% da demanda nacional de eletricidade ou 70% do consumo de diesel. No entanto, em 2021, o Brasil produziu apenas 2,3 bilhões de m³ de biogás, o que representa 3% do seu potencial teórico. Quanto ao biometano, o potencial teórico é de 121 milhões de m³/dia, mas a produção atual é de apenas 360.000 m³/dia, ou 0,2% do potencial estimado. Durante a COP26, realizada em 2021, na Escócia, o Brasil assinou o "Global Methane Pledge", comprometendo-se a reduzir as emissões de metano em 30% até 2030, em comparação com os níveis de 2020. Em 2022, a "Estratégia Federal para o Uso Sustentável do Biogás e do Biometano" e o "Programa Nacional de Redução de Emissões de Metano" foram estabelecidos para ajudar a cumprir esses compromissos. Os objetivos do projeto incluem a colaboração com o Brasil para compartilhar políticas públicas bem-sucedidas, conhecimento e conscientização sobre questões relacionadas, tais como: A redução das emissões de metano dos setores agrícola e de resíduos, de acordo com os compromissos do Acordo de Paris; A definição de uma estrutura regulatória clara para a produção de biogás e biometano, promovendo o compartilhamento de conhecimento e a conscientização; Aumentar a conscientização pública sobre o papel do biogás e do biometano na transição energética e na neutralidade climática; O uso do biogás e do biometano como alternativas aos combustíveis fósseis, contribuindo para a descarbonização de setores-chave da economia brasileira. Uma parte integrante do projeto Diálogo UE-Brasil é a identificação e a categorização das principais partes interessadas no Brasil para participar de uma viagem de estudos internacional. Foram avaliadas mais de 280 partes interessadas no Brasil e na Europa, sendo que a Alemanha e a Dinamarca, e o próprio marco regulatório da União Europeia foram apontados como referências para a avaliação das melhores práticas em políticas públicas de incentivo à produção sustentável de biogás e biometano. Serviço: Workshop Reduzindo emissões através da produção sustentável de biogás e biometano Data: 28 de maio de 2024. Horário: das 9h00 às 12h40. Local: Auditório da FIEMG - Ed. Albano Franco, Av. do Contorno 4520, auditório 1º andar. Belo Horizonte – MG. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Resíduos para Energia (ABREN) é uma organização nacional sem fins lucrativos cuja missão é promover o diálogo entre o setor privado e as instituições públicas, tanto em nível nacional quanto internacional, e em todos os níveis de governo. A ABREN foi selecionada pela GIZ Bélgica para implementar o projeto. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos para recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de um setor sustentável e integrado de tratamento de resíduos sólidos no Brasil. A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram e YouTube da associação.










